Changes
5 Capítulo 5 - LOVE HURT
POV OLIVIA BENSON
“Elliot me abraçou por trás e sussurrou “eu te amo” em meu ouvido, me arrepiei e sorri, virei-me de frente a ele e o fitei, seus olhos brilhavam e “sorriam” para mim, levei minha mão em volta de seu pescoço e a outra a pausei em sua cabeça, acariciando de leve com meus dedos, ele me abraçou pela cintura e me apertou, gemi baixinho com o impacto dos meus seios em seu corpo, ele fora aproximando seus lábios dos meus e aos poucos fomos dando inicio a um beijo.
Era um beijo lento e molhado, sua língua explorava minha boca delicadamente e eu introduzia a minha um pouco mais a sua boca, aos poucos fomos dando velocidade àquele beijo. As mãos de Elliot começavam a percorrer por minha cintura, deslizando-as cada vez mais, enquanto eu segurava seu rosto, não querendo que aquele delicioso beijo acabasse.
Nossas línguas entrelaçavam uma a outra, fazendo uma dança perfeita, e como toda dança há musica, ouvíamos os estalos de nossos beijos e os suspiros ofegantes. Puxei seu lábio inferior com meus dentes levando-os para dentro de minha boca, aumentando a intensidade do beijo.
Elliot enfiou suas mãos por baixo de minha blusa e começou a tocar a parte nua de minhas costas, deslizei minha mão em seu ombro e raspei minhas unhas ali, ele sorriu entre o beijo e me conduziu até o sofá, sem interromper o beijo.”
XxxxxX
Aquilo não passou de um sonho, sempre que fecho meus olhos tenho essa sensação de tê-lo por perto, de senti-lo me tocando, me beijando.
Sentei-me na poltrona, fechei meus olhos por alguns segundos, e abracei minhas pernas, suspirando fundo, sentindo meu coração bater cada vez mais forte depois daquele ‘sonho’.
Eu sentia tanto a sua falta que sonhava acordada, era tanta a saudade, que eu nem mais importava com a dor, por mais devastadora que ela fosse, o que me importava era fato de mesmo tão perto, eu estava tão distante do amor da minha vida. Uma maldita verdade nos separava, não sabia até quando eu ia conseguir lidar com essa falta e esse tremendo vazio dentro de mim.
Há medida que os dias iam se passando, aos poucos o tempo ia levando as lembranças dele de mim, e o que me restavam eram apenas pequenas recordações, em meio há anos de vivencia. Eu sorria sempre que ouvia sua voz, pelas mensagens deixadas por ele e ao mesmo tempo me sentia covarde por não conseguir respondê-las.
Meu coração queria tê-lo exatamente quanto à necessidade de que ele precisa bater contra meu peito, mas minha razão a todo tempo “falava” mais alto, “dizendo” que eu não poderia tê-lo, nunca. E que meus sonhos eram impossíveis de serem realizados.
XxxxxX
Elliot estava em casa com Elli, tentando fazê-lo dormir, mas o pequeno garotinho não parava de lhe fazer sempre a mesma pergunta:
“papai quando a Liv vai passear com a gente de novo?”
Ele sentia um aperto forte no peito e aquilo trazia á tona a realidade de que nem ele e seu pequeno campeão – como chamava o filho – poderiam esquecer Olivia.
Elliot: eu não sei meu filho – disse com a voz falha como se fosse chorar
Elli: eu sinto muito a falta dela papai – coçando os olhinhos
Elliot: eu sei – sorriu forçadamente – eu também sinto – sussurrou
Elli: ela vai passear com a gente amanha daddy?
Elliot: não – engoliu seco – mas minha nova amiga irá com a gente, lembra da Emilly?
Elli: lembro – disse desapontado
Elliot: hei o que foi? – notando a carinha feita pelo garoto
Elli: mas ela não é a Liv papai, eu quero a Liv! – praticamente gritou
Elliot não conseguia dizer nada, ele também queria a Liv, mas não podia tê-la. Sua única reação fora pegar seu pequeno no colo e confortá-lo com um forte abraço. Elli afundou sua cabeça no ombro do pai e começou a chorar.
Desde sua separação com Kathy ele e Olivia levavam Elli ao central parque e faziam piquenique, depois caminhavam pela cidade, como se fosse uma família; papai, mamãe e o filho.
Elliot: vai ficar tudo bem ok? – beijando a cabeça do filho
Elli: a gente pode ligar para ela papai? – pediu em meio a soluços depois do choro
Elliot permaneceu em silêncio, não sabendo o que responder, com razão, depois de tantas vezes ligar para ela e nunca ter uma resposta.
Elli: hein papai? – insistia
Elliot: eu não sei se ela pode falar agora Elli – despistou – ela deve está trabalhando
Elli: vamos tentar papai, por favor – seus olhos brilharam
Elliot não queria dizer não a ele, mas também não queria tentar e se decepcionar novamente, mas entre decepcionar o filho ou ele, ele optou por se decepcionar.
Elliot: ok, vamos tentar – sorriu
Elliot tirou seu celular do bolso e começou a discar o numero de Olivia. Com a mão tremula ele segurava o celular e com a outra, ele discava o numero.
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Notas finais
Mas comentem e digam o que estão achando, o que precisa melhorar ou o que vocês gostariam que acontecessem :D
Beijo e xÔxÔ'
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