Notas iniciais
Olá, depois de um bom tempo sem postar, aqui estou eu de novo, por favor não fiquem chateados. Estou sem tempo para fazer nada, estou ocupado o dia inteiro e no final do dia fico muito cansado, então peço perdão desde já, obrigado.

Depois do sacrifício que os guardiões tiveram que fazer, Mianium mandou as tropas dos seus irmãos, agora mortos, de volta para suas terras.

– Agora irei até o palácio de Celênia – falou Mianium com sua voz estrondosa – Preciso que todos vocês voltem para suas terras e cuidem dos feridos.

– Sim senhor – falou Kirau, um dos guerreiros de Agiu.

Todos os guerreiros, de Agiu, Quiatara, Mediane e Tiacnu voltaram com suas tropas carregando os feridos.

No campo de batalha tudo o que se via eram pedregulhos gigantes, abismos, campos inundados, árvores arrancadas, lava já fria e cinzas. Mianium se transformou em uma grande nuvem e foi em direção ao palácio de Celênia, a rainha dos guardiões. Somente os guardiões sabiam a localização do palácio, até porque o palácio ficava escondido em uma subdimensão na dimensão de Jaman, porém havia um lugar específico onde eles poderiam entrar e sair. Diami recebeu um aviso de Mianium de que tudo já estava tudo resolvido e que tudo já estava em paz e ordenou que ela libera-se os moradores de Midrian mas pediu para que ela não contasse o que havia acontecido com os outros guardiões.

A nuvem que Mianium se transformou foi flutuando pelo céu rapidamente, atravessou a Midrian e estava chegando ao local onde poderia chegar ao palácio de Celênia, os campos de Midrian são lugares enormes e de vasta diversidade natural, árvores, flores e arbustos de diversas formas e cores, porém não é seguro para os Midrianes, moradores de Midrian, ficar vasculhando esses lugares, pois a natureza é bela, porém pode ser perigosa, por isso ao redor da terra de Midrian fica Glaviones, a cidade dos guerreiros, é lá que moram os guerreiros dos 4 guardiões, exceto pela cidade de Agiu, onde é apenas um campo vazio coberto por uma areia branca, já que os guerreiros de Mianium não tocam na terra obviamente não existiria cidade no chão a única coisa que existe nesse campo de areia é um pequeno ciclone cilíndrico que nunca para de girar, é por lá que alguns midrianes, serventes de Mianium vão servir os guerreiros.

No campo de Goriato, a parte mais montanhosa de Filore, nome do planeta onde está Midrian, existe uma montanha chamada Karenis, uma montanha que não tem uma temperatura única, nem um clima ou tempo definidos, ao redor dela existe um deserto, algo comparável, porém pior do que o deserto do Saara, onde não cai se quer uma gota d’água, nenhum animal sobrevive ali, na base da montanha nos primeiros metros de altura a montanha é feita de pura terra preta, que para vocês humanos é considerado terra fértil, porém, para nós de Jaman, é algo mortal para nossas plantações, um pouco mais a cima temos rocha bruta, inquebrável, com um tom de cinza um pouco esbranquiçado, mais a cima a montanha é quente, rachaduras emanam lava quente, ardente e brilhante, ainda mais a cima por incrível que pareça, temos gelo, que emana água cristalina e pura de se beber, que ao chegar perto da parte quente da montanha logo a baixo vira puro vapor, o pico da montanha, não tem pico é apenas ar e vapor subindo, imagine um vulcão em erupção soltando fumaça, porém em vez daquela fumaça negra e tóxica cheia de enxofre imagine algum lago termal onde emana vapor branco quase transparente e calmo a todo momento, essa é a montanha de Karenis, ela tem um tamanho maior do que o maior monte do planeta Terra, que vocês chamam de Monte Everest.

A nuvem Mianium foi se aproximando do pico da montanha e começando a liberar uma luz branca ofuscante, a luz foi aumentando até que não se pudesse mais ver nuvem alguma, o vapor que saia do pico da montanha começou a girar em forma de um vórtice cada vez mais rápido, e a nuvem, que agora era apenas luz foi entrando no vórtice até que a luz desapareceu completamente e e o vórtice se desfez.

Mianium tomou sua forma de guardião humano, com sua armadura agora renovada, pois agora carregava dentro de si o poder dos irmãos. O lugar onde Celênia e seus servos viviam era chamado de Firun, um lugar muito belo, com campos verdes e todos os animais que você pode imaginar, até mesmo os que você não pode, correndo livremente pelos campos, um lugar ensolarado com riachos e rios cristalinos reluzindo a luz do sol, Mianium foi flutuando em direção ao grande palácio de Celênia que podia ser visto por toda Firus, o palácio era enorme, branco com detalhes em dourado, com várias torres, umas mais altas e outras mais baixas, algumas grossas, outras mais finas, em algumas partes do palácio era possível reconhecer algumas pedras elementares, as mesmas que ficavam na coroa de Mianium.

Ele foi se aproximando dos portões do palácio, eles eram tão grandes quanto uma casa de dois andares, o tamanho dos portões não intimidavam Mianium, já que ele poderia crescer e ficar na altura ou até maior que os portões, antes dele chegar perto dos portões, eles se abriram e lá dentro estavam alguns jardineiros, coletores de frutas, servos que cuidavam dos animais e outros seres que cuidavam dos campos ao redor do palácio.

Mianium entrou no palácio e o salão de entrada era enorme, quase um mini estádio com colunas brancas e muito altas, pareciam ser feitas de mármore, nas colunas havia emaranhados de raízes e plantas com flores que se enrolavam ao seu redor. No chão da salão, da porta do palácio até o outro lado do salão tinha um espécie de faixa com bordas douradas e desenhos que retratavam o inicio de Midrian. Mianium foi andando pelo salão de entrada, quando olhou para cima viu algumas aves que pareciam águias, porem tinha bicos alongados e calda longa, suas penas eram totalmente brancas, e voavam livremente no alto do salão de entrada, Mianium chegou até o outro lado do salão e ficou a cima de um símbolo que parecia uma mulher com um pequeno bastão e alguns pássaros ao fundo, o símbolo brilhou e Mianium foi levado para outro salão um pouco maior que o anterior, porém ele não estava vazio, haviam vário guardas fortemente armados, nas parede tinha estátuas de 7 metros de altura, pareciam gladiadores prontos para a batalha com espadas, lanças, machados, claves e escudos.

Logo no final do sala havia uma espécie de parede translucida enorme,nela havia um desenho em linhas douradas, o desenho era de uma mulher ao centro com uma coroa com asas e nas costas dela tinham 7 asas enormes, provavelmente era o esboço de Celênia. Mianium foi chegado cada vez mais perto e os guardas foram abrindo caminho para que Mianium passasse, quando ele estava perto de uma escada de 5 degraus não muito altos uma luz por trás da grande parede e todos ouviram a voz de uma mulher, uma voz doce, porem estrondosa, que deixaria qualquer um de Midrian de pernas bambas.

– Mianium – falou a mulher.

– Sim! – respondeu Mianium

– Quem vos fala é Celênia, sua rainha.

– Sim, minha senhora – falou Mianium ajoelhando-se em apenas um joelho e fazendo uma reverência para Celênia.

– Senti que alguém havia conjurado meu poder – falou Celênia – senti uma grande força maligna sendo banida com a ajuda de meu poder.

– Sim rainha, meus irmãos conjuraram o seu poder para banir Guirforium para Cáfarogui – falou Mianium levantando-se.

– Onde estão seus irmãos Mianium? – perguntou Celênia.

– Quiriun, Tabans e Ácadis foram mortos – falou Mianium com extrema tristeza em sua voz – eles se sacrificaram para cumprir o seu papel como guardiões e proteger Midrian de Guirforium.

– Seus irmãos então se sacrificaram, grande tristeza tomou meu coração neste momento, os seres que eu criei para guardar Midrian agora se foram – falou Celênia, que por tamanha tristeza seus brilho diminuiu.

– Minha rainha, não se entristeça, meus irmãos morreram com honra e cumpriram seu legado, eles deixaram seus poderes, habilidades e seus guerreiros sob minha responsabilidade e ordenaram que eu continue o legado deles – falou Mianium com um pouco de culpa em sua voz.

– Eles foram ótimos guerreiros e protetores, apesar de tudo, sempre se esforçaram para proteger Midrian, porém agora, o preço da batalha foi alto demais.

– Nós vamos reconstituir as defesas de Midrian, nossa cidade não ficara desamparada perante essa grande tragédia que ocorreu – falou Mianium – ainda temos os guerreiros e o poder dos guardiões.

– Vamos reconstruir sim, claro que vamos, mandarei os Quidotós para ajudar na restauração das terras do campo de batalha – falou Celênia.

Quidotós são gigantes com a habilidade da construção e da restauração, eles podem conjurar qualquer tipo de ferramenta ou material que precisem para executar seus trabalhos.

– Mandarei os guerreiros da nação de Mediane para que ajudem na restauração, afinal, eles podem controlar a terra e facilitar as tarefas dos Quidotós – disse Mianium.

– Mande todos os outros guerreiros para ajudar também, a maior parte dos destroços é de fruto natural e eles podem ajudar – disse Celênia.

– Sim rainha – falou Mianium.

– Por favor Mianium, quando voltar para Midrian não conte nada aos moradores da cidade, não quero que eles fiquem preocupados, assustados ou afoitos – falou Celenia com preocupação em sua voz.

– Pode deixar rainha – falou Mianium.

– Diaco! – chamou Celênia.

– Sim, minha rainha – disse um homem alto com uma túnica roxa escura que surgiu do chão com um bastão de prata na mão esquerda.

– Convoque todos os Quidotós, diga que precisam ajudar Mianium e os guerreiros das 4 nações a restaurar a terra de Gamidor – falou Celênia.

– Agora mesmo minha senhora – falou Diaco.

Diaco começou a brilhar em um tom púrpura e se transformou em pó e foi flutuando para fora do palácio.

– Devo ir agora minha rainha – falou Mianium.

– Sim, pode ir Mianium – falou Celênia dando o seu último feixe de luz.

Mianium virou de costas e se retirou do local, saiu do palácio e voltou a Midrian, antes de voltar para seu reino Mianium foi falar com Diami, a feiticeira. A casa de Diami era uma espécie de casa na árvore, porém uma árvore completamente deformada, a “árvore” em que Diami vivia tinha uma folhagem e frutos muito belos, na verdade a “árvore” não dava apenas um tipo de fruto, mas sim vários, ela poderia ser confundida com uma árvore qualquer se não fosse o fato de que ela possuía janelas redondas e uma porta de carvalho puro. Mianium bateu a porta de Diami que rapidamente a atendeu.

– Mianium? – indagou Diami surpresa – o que está fazendo aqui?

– Diami, precisamos conversar – falou Mianium em um tom sério.

– Sim claro. Entre! – falou Diami já preocupada.

– Tenho uma coisa a lhe dizer, mas por favor não faça nenhum tipo de alarde para o povo de Midrian – falou Mianium olhando fixamente nos olhos arregalados de Diami.

– Pode falar, prometo que não falarei nada – falou Diami.

– Uma tragédia aconteceu durante a batalha entre Guirforium e os Guardiões – falou Mianium com a voz pesada.

– Está se referindo ao fato de que seus irmãos agora estão mortos depois de usar todos os seus poderes para conjurar o feitiço de Celênia afim de mandar Guirforium prisioneiro de Cáfarogui? – falou Diami irônicamente.

– Sim, mas, como você sabia disso? – perguntou Mianium assustando.

– Ora, ora, ora, pobre Mianium, atordoado com todos esses acontecimentos e esqueceu que Celênia me concedeu poderes mágicos, que sou capaz de fazer qualquer coisa por meio da magia e que ela estabeleceu uma conexão entre mim e vocês guardiões – falou Diami com um sorriso no rosto.

– A sim, claro, como pude me esquecer disso – falou com um expressão de confusão.

– Mianium, diante de todos esse acontecimentos não há muito o que fazer – falou Diami levantando-se – gostaria de beber algo?

– Não, obrigado Diami, a única coisa que queria ter agora era meus irmãos aqui comigo – falou Mianium com voz triste e talvez com uma ponta de início de um choro.

Não era normal nem para Diami nem para qualquer outro da dimensão de Jaman ver um guardião nesse estado, Mianium na presença de Celênia mostrava um posição de dureza e frieza, talvez ele tivesse usado esses artifícios perante ela para que seus verdadeiros sentimentos não fossem revelados naquele momento, mas com Diami tudo era completamente diferente, além de uma ponte entre o mundo dos Guardiões e o mundo dos Midrianes, ela era uma amiga para cada um deles, seja para Mianium ou Quieriun, Tabans e até mesmo Ácadis. Agora Mianium estava sozinho, o fardo de guardar a cidade de Midrian que era dividido para 4 guardiões agora estava sob as costas de Mianium, nunca é fácil perder um ente querido, ainda mais alguém que viveu com você por mais de um milênio.

– Mianium, não fique desse jeito, você é um guardião, agora o ser mais poderoso dentro de Jaman, você tem que ser firme guardião supremo, Guirforiun está apenas aprisionado e inconsciente e você sabe que ele pode algum dia acordar e tentar fugir de Cáfarogui.

Cáfarogui poderia ser considerada uma prisão, se não fosse o fato de que lá não existem celas, nem grandes, apenas correntes celestiais feitas especialmente para aprisionar vários tipos de demônios e criaturas do mal, porém com Guirforiun é diferente, ele foi aprisionado num lugar mais profundo de Cáfarogui. O complexo de Gaiu, mais de 500 guardas ficam vigiando Guirforiun, cada centímetro dele é vigiado, cerca de 300 ficam ao redor da boca do abismo por onde colocaram Guirforiun dentro, esse abismo é o único lugar que é gradeado, as barras de ferro foram forjadas por Kilápodes, seres resistente as chamas e quase tão resistente quanto diamente. Guirforiun fica preso com uma coleria, correntes cravadas em sua coluna, seus ombros e peitos ficam presos em um peitoril, e seus braços ficam estendidos de modo que ele fico em forma de cruz com os braços bem esticados para que não os contraia, sua cintura e abdômen ficam presos em um cilindro dom diversas fechaduras, suas coxas possuem 3 arcos os envolvendo também ligados a correntes, cabos e cilindros, os joelhos ficam juntos de forma que ele não tenha como se sustentar pelas pernas, usa tornozeleiras que o prendem fortemente ao chão. Dricobus ficam a disposição dos guardas para transporte rápidos, Dricobus são criaturas parecidas com os grifos, porem com asas de morcego e corpo completamente de esqueleto e um pouco de pele, ele deixa um rastro de fumaça bem negra, apesar de ser uma criatura bem horripilantes eles são rápidos, ágeis e inteligentes. Para completar a segurança de tudo, o próprio Cáfarogui, nome pelo qual também é chamada a prisão, guarda o abismo com o auxílio de outros 300 guardas.

– Eu sei que Guirforiun pode levantar-se novamente Diami, porém não me preocupo com isso agora, sei que Cáfarogui cuidará dele muito bem, nada acontecerá – falou Mianium.

– Você está certo Mianium, assim com tenho conexão com o reino de Celênia, também tenho uma conexão com o mundo inferior – falou Diami – sei que o estão vigiando muito bem, a segurança é a mais reforçada que já vi.

– Que bom, assim fico menos preocupado –falou Mianium.

– Agora vá para o seu reino, e coloque tudo em ordem, não se esqueça que você agora controla os outros 3 reinos de seus irmãos – ordenou Diami.

– Sim, é melhor – falou Mianium.

Mianium levantou-se e do mesmo lugar que estava Diami, ela abriu a porta com apenas um gesto no ar.

– Espero conversar com você de novo Mianium.

Mianium começou a virar um pequeno ciclone e saiu com grande velocidade da casa de Diami.

– Pobre Mianium, o que será dele agora sem os irmãos? – falou Diami para si mesma.

A casa de Diami por fora parece ser pequena, porém é completamente gigante por dentro, ao entra na sala de estar a única coisa que se pode ver são cadeira e uma mesa de centro feita de um tronco de árvore, na parede, alguns quadros de Midrian por onde ela os vigia. Existe uma porta na sala de Diami, que quando aberta se tem a visão de um grande salão com vária outras portas. Isso é o mínimo que se pode esperar da casa de uma feiticeira tão poderosa como Diami.

Diami andou até a única porta da sua sala e entrou no salão e na direção de uma porta com um livro gravado na madeira, obviamente ali dentro havia uma biblioteca, várias estantes cheias de livros e várias épocas da história e em várias línguas de outros mundos.

Ela foi andando pelos corredores que as estantes de livros formavam e ficava observando livro por livro até que parou em uma seção de livros e pegou um livro bem velho, aquele deveria ser o mais velho de todos os livros daquela estante, ela o levou até uma mesa redonda também feita de madeira, em cima dela estavam vário papéis com esquemas e diversos desenhos, provavelmente estivera trabalhando em algum tipo de feitiço novo, a cima da mesa havia um lustre de bronze que era preso por raízes até o teto, aquele lustre era diferente dos lustres que os humanos estão acostumados, ela não tinha lâmpadas nem velas, eram apenas esferas de energia que emanava uma luz de tom natural como o sol.

Ela arrumou a mesa que estava sem nenhum espaço livre para colocar o livro, então ela pegou uma cadeira e a colocou perto mesa, sentou-se e abriu o livro. O livro estava totalmente empoeirado, as páginas eram amareladas e desgastadas, aquele livro deveria ser mais velho que Diami, mais velho do que Midrian, e começou a ler.

– Deve ter algum modo de ajudar Mianium para que ele não tenha que carregar todo esse peso dos outros três guardiões – falou Diami para si mesma.

Diami não parou de ler aquele livro até o dia seguinte, ela estava empenhada em descobrir uma maneira de ajudar Mianium, mas de uma coisa ela tinha certeza, ela não poderia jamais trazer Quiriun, Tabans e Ácadis de volta.

Mianium voltou para o Reino de Agiu e foi até a general de seu exército, Ziari, o reino d e Mianium era semelhante ao de Celênia, se não fosse pelo fato de que não existia gramados e nenhum tipo de natureza, apenas nuvens e mais nuvens, algumas casas que pareciam ser feitas de mármore.

Os habitantes daquele reino também não encostavam nas nuvens, apenas flutuavam pelo reino, grifos voavam livremente pelo local, existia um campo enorme onde o chão parecia ser de cristal, olhando para baixo era possível a terra de Midrian, porém só se via pontinhos andando de um lado para o outro, aquele campo era usado pelos guerreiros para treinar suas habilidades durante a batalha. Mianium chamou Ziari para sua sala.

– Ziari, estamos passando por um processo de adaptação por todos os reinos, agora vou precisar mais do que nunca de sua ajudar, não poderei estar sempre presente aqui para ajudar e auxiliar vocês, por isso lhe peço desde já que fique no comando do Reino de Agiu – falou Mianium olhando fixamente para Ziari.

– Sim senhora, não sei pelo o que você está passando, mas lhe prometo que serei a melhor comandante que esse reino já teve, depois de você é claro – falou Ziari com um sorriso.

– É muito bom ouvir isso de você Ziari, agora vou ter que me dividir para fica comandando os outros 3 reinos, Diami será minha conselheira e estará me ajudando em algumas decisões já que ela está 24 horas conectada com Celênia, lembre-se que ela visitará o Reino das Nuvens quando quiser e se eu não estiver presente por favor a receba e tome nota de tudo que ela disser – falou Mianium.

– Claro, sempre lhe avisarei – falou Ziari.

Mianium levantou-se e saiu da sala, toda vez que Mianium tocava no assunto sobre seus irmãos ele ficava abalado e tentava se distanciar dos outros para ficar sozinho e tentar organizar seus pensamentos, nunca Mianium se sentira assim, mas como guardião ele tinha que manter-se firme para comandar os 4 reinos e proteger Midrian.

A noite, no Reino de Agiu Mianium convocou todos os seus habitantes para uma reunião, do alto de sua torre ele começou a dar o seu anúncio.

– Atenção todos, tenho um comunicado a fazer, depois da morte de meus irmãos, fui escolhido para comandar os 4 reinos, Celênia deu-me a missão de defender sozinho a terra de Midrian, como não poderei ficar presente doas as vezes aqui em Agiu, a chefe do nosso exército, ficará responsável como subcomandante deste reino.

Notas finais
Obrigado por continuarem a ler. Estou pensando em fazer uma parceria com minha amiga para que ela poste a histórias para mim enquanto eu as escrevo já que fico muito ocupado, algumas mudanças podem ocorrer, obrigado.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.