Reunidas para um treinamento na casa de Giovana, as meninas treinavam revezando, três descansavam, três treinavam, para as pequenas duas treinavam, duas descansavam. Sarah nota que Iris escutava músicas em seu MP4 e pergunta:

–O que está escutando Iris?

–Eu tô escutando a música “Lost in the echo” do Linkin Park.

–Ai, você realmente gosta de escutar essas coisas? –diz Julia com um ar de patricinha

–Prefiro escutar meu rock, seja ele leve ou pesado, do que escutar o One Direction. Eita bandinha de modinha. –comenta Iris

–Nessa eu concordo com a Iris! Todos têm um gosto musical diferente e temos que respeitar isso. Eu por exemplo adoro as músicas do Crush 40 por questões de nostalgia, já que eles fazem as aberturas dos jogos do Sonic des da Era Dreamcast. E o meu primeiro console foi o Dreamcast! –diz Sarah

–Pois é eu gosto de músicas em estilo clássico e balad. –comenta Nicolle

–Já eu gosto de coisas mais frenéticas e cheias de energia como eletrônica ou as músicas da Kyary Pamyu- Pamyu. –diz Geovana

–Eu amo as músicas do Nobuo Uematsu por causa do Final Fantasy. –diz Botan

–Pessoal, mudando de assunto, mais alguém está escutando uma batida na porta? –pergunta Ponyo um pouco assustada

–Ué, como alguém conseguiria saber da minha casa se ela está escondida atrás da cachoeira falsa? –questiona Giovana que levanta do sofá e vai abrir a porta

Na hora que a porta abriu uma raposa de pelagem em tons de marrom entrou na casa, assustando as meninas menores que correram para os braços das irmãs (ou prima) mais velhas, menos Shina, que parecia reconhecer a raposa.

–Lethy, é você? –pergunta Shina

–Sou eu sim Shina! A sua babá preferida chegou! –diz a raposa que se transforma em uma garota de longos cabelos castanhos, olhos verde-água, jaqueta preta com blusa em tons de azul e calça roxa, e ainda mantinha cauda e orelhas de raposa. Ela se mantinha na mesma posição de uma raposa sentada.

–Shina, não me diga que essa raposa era a sua babá! –diz Julia amedrontada

–Ou, ou, ou, peraí! Raposa não! Kitsune! –diz Lethy se sentido ofendida

–Nossa, que legal! Nunca pensei que iria encontrar uma Kitsune! –diz Sarah

–Pelo menos alguém aqui que não está com medo! –comenta Lethy num tom bem-humorado

–Lethy, o que você está fazendo aqui? Ver a Shina eu sei que não é porque você não trouxe o Lucas! –pergunta Giovana

–Olha Botan, quero dizer, Giovana, eu vim aqui porque preciso da sua ajuda! –diz Lethy

–Como assim? Que tipo de ajuda? –questiona Botan meio desconfiada

–É que... Uma garota malvada até os dentes sequestrou o meu irmão e levou a pedra da minha família, a “Pedra das lamentações”. Ela disse que vai transformar meu irmão em um robô ajudante dela totalmente do mal e que vai usar o poder da pedra para derrotar umas garotas que se intitulam de Psyco Stars. – explica Lethy

–Opa! Psyco Stars é o nome da nossa banda! –diz Iris pulando do sofá

–Eu não acredito que a Shadow Soul pegou o Lucas e vai fazer isso com o coitado! –diz Shina zangada

Giovana concorda em ajudar Lethy e Lethy fica tão feliz que abraça fortemente a bruxinha a ponto dela ficar sem ar. Shina então sobe nas costas de Lethy e assobia, chamando sua nuvenzinha, animada com a aventura.

Capitulo II- Discuções

Enquanto mostrava o caminho para as meninas, Lethy tentou se aproximar de Botan. Ela disse:

–Escuta Giovana, só porque você não nos demos bem da primeira vez, não significa que não podemos ser amigas! Veja bem, eu gosto de saber que eu estou sendo aceita então que tal começarmos de novo?

–Você acha que me engana não é?

–O que?! Como assim?!

–Desembucha logo Lethy, o que foi que a Shadow Soul te ofereceu pra enganar a gente?

–Tá me chamando de agente dupla? Porque se estiver, vão ser minhas garras na sua cara!

–Eu acho que está claro do que eu te chamei! Se quiser brigar caí dentro!

Lethy e Giovana caíram no chão brigando, Lethy voltou a sua forma de raposa e começou a arranhar e morder Botan, enquanto Botan revidava com magias elétricas e com suas garras de metal. Sarah e Shina param a briga e gritam:

–Vocês querem parar com isso, parecem dois cachorros brigando!

–Psiu! Pessoal, abaixa! –diz Nicolle

Um robô humanoide de Shadow Soul passa por lá. Sarah vê por meio de seus binóculos que a fabrica Genocity estava mais moderna des da ultima vez que invadiram. Na porta, havia duas cartas Clow que Tomoyo havia amaldiçoado a carta “SOMBRA” e a carta “ESPADA”, que estava na mão de um dos robôs.

–Droga! Ela se preparou bem dessa vez! –diz Sarah

–Como é que a gente vai entrar se essas duas ficam brigando fazendo um barulhão? –pergunta Iris

–Com isso aqui, Anna me ajude. –diz Sarah

Anna e Sarah recitam um dialeto em chinês: Léitíng xiàn/xiǎolóng huòluàn/diàndòng shǒukào/yínghuǒchóng jīqíng (Linhas de trovão/Cólera dos dragões/Algemas elétricas/vagalumes de paixão)

Uma algema de luz surgiu no braço de Giovana e Lethy. Todas se assustam.

–Sarah, como é que você pode fazer isso? –pergunta Julia

–Tem muitas coisas que vocês não sabem sobre mim! Agora as duas vão trabalhar em equipe para pegar aquela joia enquanto o resto vai salvar o Lucas! –diz Sarah

–Alguém me explica como é que a minha irmã sabia desse feitiço? –pergunta Iris

–Fui eu quem ensinou isso a ela, se quiserem bater em alguém, batam em mim! –diz Keberos saindo da bolsa de sua dona

Botan e Lethy ficaram se encarando, já que uma tinha antipatia da outra.

Capitulo III- I HOPE DIE IN THE FIRE!

Sarah vê que um sistema de duplas funcionaria melhor para conseguir invadir e chegar no destino, então divide o resto do grupo em duplas: Iris e Julia, Nicolle e Geovana, e ela com as duplas das meninas menores.

–Ah não Sarah! Eu não vou ficar com a Iris! –diz Julia

–E por quê? Eu te incomodo ou é porque você tem ciúmes do meu jeito radical? –diz Iris

–Opa, opa, opa, calma aí! Não quero nada de brigas entre nós, só fiz essa divisão para nós ficarmos mais unidas e aceitarmos melhor nossas diferenças! Eu prometo que cuido bem das meninas. E só mais uma coisa: Tem muita coisa que vocês podem aprender com essas baixinhas. –diz Sarah, dando boa sorte para as equipes e pulando com as pequenas.

Iris e Julia não paravam de bater os ombros uma na outra, até porque estavam meio ressentidas por causa das ofensas que uma fez para a outra quanto ao estilo musical. Geovana quis sair correndo na frente, enquanto puxava fortemente o braço de Nicolle, que pedia com todas as suas forças para ela ir devagar, Lethy e Botan mostravam os dentes uma para outra, sendo muito despreocupadas com o bem estar da “parceira”.

Ambos os times achavam que Sarah era maluca de fazer essa divisão, mas Sarah ouvia tudo pelo cosmo e diz em sua mente: ”Eu só quero que vocês não briguem. Só quero que vocês vejam o que eu vejo. Sei que temos diferenças e elas é que prevalecem, mas quando nos conhecemos isso não importou, agora que estamos nos conhecendo melhor nós vai começar a brigar? Pra mim isso não tá certo. Por favor, peguem essa chance, sei que não iram se arrepender.”. Sarah olha para as menininhas e sorri, porque vê pureza de sua amizade e inocência, e diz bem baixinho:

–Aproveitem bem essa fase, porque vocês não terão mais essa liberdade quando crescerem.

Capitulo IV- Pra quem disse que fogo e água não se misturam

Depois de muito tentarem se despedaçar, Julia e Iris pararam de correr e deram uma trégua de cinco segundos, depois voltaram a sua competição sem sentido. Elas passavam muito rápido pelos robôs de vigilância e deixavam um rastro de fogo e água no chão. Quando viram, estavam no meio de lasers de segurança.

–Vixe! Como que nós entramos aqui? –questiona-se Julia

–Não sei, mas não vai ser por sua causa que eu irei sair! –diz Iris

–Ah, é? Então vamos apostar! Aquela que chegar na porta primeiro estava certa o tempo todo! –diz Julia muito irritada

As duas tentavam passar em alta velocidade para tentar vencer, ambas com sangue nos olhos. Iris no seu jeito radical, Julia no seu jeito delicado. Iris quase tomba de nariz ao tentar dar um mortal.

–As garotas radicais sempre serão menos cuidadosas e observadoras! – diz Julia zoando geral

Julia diminui a sua velocidade e tenta passar de um laser em câmera lenta.

–As garotas delicadinhas sempre serão mais lerdas e de pensamento devagar! –diz Iris num tom de troll de internet

Bem no finalzinho do percurso as duas trombam para tentar afastar a concorrente do final e caem no chão ativando o sistema de segurança.

–É tudo culpa sua Iris! Você e suas manobras idiotas e sem ritmo!

–Minha culpa?! A culpa é sua por ser tão lerda com seus movimento de madame!

As duas começam a se arranhar e só param quando escutam as vozes de suas irmãs por meio do cosmo.

–CHEGA! –as duas pequenas gritavam

–O que foi Anna? Não está vendo que eu tô tentando resolver algo aqui? –diz Iris

–E vai resolver isso assim? Não veem a encrenca em que se meteram por causa dessa briguinha besta só por causa de suas bandas? –diz Luiza

–Mas ela... – dizem Iris e Julia tentando esclarecer seu lado da história

–Sem mais nem menos. Olha Julia, não é errado uma menina gostar de rock seja ele leve, pesado ou qualquer tipo que exista, é só um gosto pessoal da Iris, ela gosta. Você não acha errado julgar ela por causa disso? O mesmo vale pra você Iris, a Julia não gosta do One Direction só por causa que tá na moda, mas sim porque ela gosta das músicas. –dizem as duas pequeninas.

Julia e Iris se sentem mal e pedem desculpas uma para outra, abraçando-se. Então voltam a realidade, onde estavam rodeadas de robôs. As duas unem as mãos e começam a rodar até formar uma bola de fogo e água que derrubou todos os robôs de uma vez e passando para o se destino. Isso foi pra quem disse que fogo e água não se misturam!

Capitulo V- Calma e gritaria

Geovana praticamente puxava o braço de Nicolle enquanto corria extremamente rápido.

–Ai! Mais devagar Geovana, já tem um monte de guardas atrás de nós por causa da sua correria! –diz Nicolle

–Devagar coisa nenhuma! Se eu for devagar, eles nos pegam! Então cebo nas canelas e corre! –rebate Geovana

Nicolle insistia em ir devagar, mas Geovana não queria escutar isso, pois devagar não estava no seu vocabulário. O colar da mãe de Nicolle caí no chão e Nicolle pede para parar, mas Geovana se recusou à ouvir, então Nicolle usa o “Pó de diamante” e congela os pés de Geovana. Ela pega o colar.

–Ei, que ideia foi essa de me transformar em picolé?! –reclama Geovana

–Eu tive que fazer isso! Você não quis parar para eu poder pegar esse colar. Saiba você que esse colar é mega importante pra mim! –retruca Nicolle

–Sei, aposto que isso foi frescurite sua!

–Não foi! Sabe de uma coisa, se você não fosse tão caótica e doida desse jeito, nós não estaríamos com uns vinte robôs de segurança atrás de nós!

–E se você não fosse tão lerda e preocupadinha com esse colar sem graça talvez nós teríamos chegado onde o garoto está!

E as duas começam a discutir, então foram presas fáceis para os robôs que as seguiam. As duas foram pegas e estavam sendo levadas para selas especiais. Geovana vê que Nicolle estava olhando fixamente para o colar e falava algo em russo.

–O que diabos você está fazendo? –pergunta Geovana

–Estou tentando relembrar da época em que eu era pequena e vivia com os meus pais! –diz Nicolle ainda brava

–Peraí, isso quer dizer que seus pais já morreram?

–Isso. Meus pais adotivos me tratam como se eu não existisse, e tudo que eu tenho pra me lembrar dos meus pais é esse colar. Mas você não deve saber o que eu sinto, sua vida deve ser muito feliz.

–Na verdade eu sei sim. Eu sempre pareço feliz, mas essa felicidade no meu rosto é uma mascara que esconde a minha tristeza e meus traumas do passado.

–Como assim?

–É que meu pai era um pesadelo para mim. Só casou com a minha mãe para conseguir a localização de um poderoso segredo de nossa família, que eu não posso contar. O meu pai vivia brigando por qualquer coisa com a minha mãe, batia forte em mim e no meu irmão mais velho, e a gota d’agua foi o exilio em que ele me colocou com meu irmão na ilha de Andrômeda.

–Nossa, seu pai era um monstro!

–É. Só consegui sobreviver a isso graças a meu mestre Shun. Eu prometi a ele que ia sempre sorrir e me manter feliz, e ainda ia estampar sorrisos nos rostos das pessoas. Por isso eu ajo assim.

Nicolle e Geovana acabam por se entender e armam quase que sincronizadas, uma maneira de escapar da enrascada. Elas combinaram o “Pó de diamante” com as “Correntes de Andrômeda” e deram um belo ataque arrasa quarteirão (Quem é da época dos clássicos de Beat and up sabe o que significa essa expressão).

Vendo tudo acabado, as duas vão de mãos dadas completar sua missão

Capitulo VI- D-O-L-L-H-O-U-S-E

Lethy e Botan ainda brigavam e discutiam, uma querendo mandar na outra, brigavam tanto, que os robôs usaram a distração das duas para prendê-las em uma sela com uma grade elétrica especial. Quando se deram conta do ocorrido, tentaram sair na força, mas levaram um tremendo choque.

–Ótimo, agora estamos presas! E tudo por culpa sua Lethy! Se você tivesse me ouvido, não estaríamos aqui, muito menos com essas algemas idiotas! –diz Botan

–Não é minha culpa se você não acredita em nada que eu falo! Mas agora isso não importa, estou novamente presa, sem poder ajudar meu irmão ou proteger o legado da minha família! –diz Lethy, que se agacha e fica de bruços no chão.

–Como assim, presa novamente?

–Quando eu era bem pequena, meus pais foram mortos por dois homens que estavam atrás da joia da minha família para tentar encontrar a “Joia de quatro almas”. Eu fugi do lugar onde vivia com meu irmão que tinha acabado de nascer e com a joia da minha família. Uma mulher me encontrou e me levou para um lugar chamado Dollhouse...

–Dollhouse? “Casa de boneca”?

–Isso. Os três primeiros dias foram bons, eu guardava um pouco do meu lanche para meu irmão que estava em um cesto escondido no meu quarto. Ele era muito fofinho quando não podia se transformar em um humano. Mas depois do quarto dia, aquele lugar se tornou meu trauma, lá faziam as meninas de bonecas mesmo, as tratando como se fossem brinquedo que uma criança odiava. Eu fazer uma rota de fuga uma vez, mas fui pega e torturada da pior forma possível. Na segunda tentativa eu consegui fugir com meu irmão e a sua tia Luka me encontrou.

–Nossa, que horror! Foi por isso que a Tia Luka te encontrou naquele estado.

Lethy ainda conta uma música que fez para aquele local. O tipo de narrativa que usou na música era como se tivesse duas pessoas a cantando. Vejam ela aí e depois vejam a versão original na playlist do YouTube “Musicas da primeira temporada”. O nome que Lethy deu para a música é “Casa de bonecas”. Vejam a letra:

Hey, garota! Venha brincar com sua boneca... E crie a família perfeita! Não irá doer, veja só o meu caso... Você será perfeita! Mãe! É do que iram te chamar... Assim que entrar na brincadeira, por favor, não fuja, e junte-se a nós, só assim então você será perfeita!

Venha! Venha! Junte-se a nós, eu sei que você irá se divertir! Todos querem ser perfeitos, por que você não ia querer? Foto! Foto! Sorria para a foto, tire uma linda foto de família! Todos querem ser perfeitos, por que você não ia querer?

D-O-L-L-H-O-U-S-E! Eu sei quer se juntar a família! D-O-L-L-H-O-U-S-E! Eu não quero isso pra mim!

Só isso bastou para emocionar Giovana, Lethy começou a chorar, lembrando-se da morte de seus pais e daquele maldito lugar.

–Não chore Lethy! Olha, eu acho que não gostava de você por inveja, você e a Shina se dão tão bem, e eu sempre tentei me dar bem com ela, mas nunca consegui. –diz Botan

–Tudo bem, a Shina sempre foi cabeça dura. Mas se der o espaço dela, ela começa a gostar mais de você. Então... Amigas? –diz Lethy, estendendo a mão para Giovana.

–Amigas! –diz Botan

A algema no braço delas se quebra e a grade elétrica entra em curto, abrindo. Ash e Jiji aparecem, mostrando que foram eles que deram um curto na grade.

Sarah e a sua equipe chegaram num corredor de selas e procuravam ficar atentas a achar Lucas. As pequenas estavam super animadas pelo que fizeram, invadiram uma base no estilo Metal Gear Solid.

–Ponyo, você foi incrível com esse canivete! –disse Shina

–Ah, obrigada! E você luta muito bem com o bastão! –diz Ponyo sorrindo

–Aquele mortal triplo que você deu na carta ilusão foi demais Luiza! –diz Anna

–E o modo como você comanda e captura as cartas é tão sofisticado! –diz Luiza

–Tô vendo que vocês se tão melhor do que as suas irmãs quando o assunto é duplas! – comenta Sarah

Um barulho que parecia ser de alguém tomando um choque veio de uma das celas, quando o grupinho olhou na sela, viram que era um garotinho da idade das pequenas, com cabelos castanhos bagunçados, pele branca que nem neve, usava uma camiseta com um raio e shorts jeans, ele tinha cauda e orelhas de raposa. Aquele era Lucas.

–Lucas! Calma, vamos dar um jeito de te tirar daí! –diz Shina

–Shina! Que bom te ver aqui! Como é que vocês passaram pelos seguranças? –pergunta Lucas

–É uma longa história! –diz Shina

Sarah encosta na grade elétrica, mas não leva choque, ela simplesmente atravessa sem tomar dano algum. Isso assustou a todos e até mesmo ela própria. Lucas saí com a ajuda de Sarah e corre para abraçar Shina. Os dois choram ao se abraçar e Shina dá um beijinho na testa de Lucas.

–Oh Lucas, eles te fizeram algum mal? –pergunta Shina

–Quem se importa? –diz Lucas com um enorme sorriso

–Eu me importo e a sua irmã também, bobinho! –diz Shina cheia de alegria e lágrimas nos olhos

Os outros grupos chegam e veem a cena, achando-a muito fofa. Lethy e Giovana estavam com a “Pedra das lamentações”, ao ver seu irmão, Lethy corre para abraça-lo.

–Irmãozinho! Meu príncipe, ela não te transformou ainda? –pergunta Lethy

–Não, ela disse que o robotizador estava carregando, quando ele carregasse, ela me transformava em robô. –diz Lucas

–E então? No final as duplas não foram tão ruins né? –diz Sarah com um sorriso sarcástico

–Tá legal Sarah, você venceu, no final a gente acabou se dando bem! –diz Iris

Shadow Soul aparece e estraga o momento de paz, ela começa a usar um laser e ataca à todos. Lucas e Shina falam para elas fugirem e que eles davam conta dela. Enquanto todas fugiam, os dois unem as mãos.

–Tá pronta, Shina?

–Sim! Vai ser como nos velhos tempos!

Os dois se fundem e criam uma criatura com as características de cada um, seu nome era Shiucas. Ela tinha ataques rápidos com os de uma Kitsune, e muita força com um Sayamim. Ela foi capaz de fazer um combate de igual pra igual com os robôs, Tomoyo e Shadow Soul sem nenhum problema, explodindo os geradores e destruindo tudo lá dentro, e é claro, mandando Shadow Soul e Tomoyo pelos ares.

Os dois voltam para sua forma normal e recebem mil e um elogios de suas colegas. Lethy agradece as meninas e diz que voltaria um dia para visita-las. Lucas e Shina se abraçam uma ultima vez.

Fim. Continua...