Cause I love you

12 Between life and death


Notas iniciais
Oiii deliciosos e deliciosas!! Como está sendo 2014?? Por mim já pode acabar :P Desculpa a demora na postagem, fim de ano é tudo uma bagunça do lado de cá, mas muito obrigada pela paciência e pelo carinho de todos.

♫Baby, since I've been loving you
I'm about to lose, I'm about lose to my worried mind ♫

Era possível ouvir ao fundo a música que tocava quando Stella e Jessica chegaram ao quarto. Sem entender exatamente do que se tratava, as duas se entreolharam e apressaram o passo para conferir o que estava acontecendo.

SB – O que você está fazendo Adam? – Stella perguntou nervosa entrando rapidamente no quarto vendo Adam aparentemente pousando para uma foto ao lado de Mac na cama sendo acompanhada de Jessica.

AR – Eita! – seu coração logo gelou ao ver a duas ali. Logo ele desligou o celular e colocou as mãos de Mac em sua posição normal, cobrindo-o novamente – Eu ... eu, eu... – ele gaguejava – eu só queria compartilhar esse momento com a galera nas redes.

SB – Você está louco?! Você podia machucá-lo! Acha que isso aqui é algum tipo de brincadeira?

AR – Juro que não! Eu não queria machucá-lo, Stell. Desculpa, só que ... é que estava tudo tão parado aqui que eu achei que uma música cairia bem e...

SB – E mais nada Adam! Não quero você perto dele, está me entendo?!!

JA – Calma Stell... ele não fez por mal. Não precisa falar desse jeito com ele.

AR – É... eu só queria ajudar. Se precisar de algo, estarei lá fora. – disse já saindo do quarto.

JA – Não precisava tratá-lo desse jeito. Não sei se percebeu, mas ele estava te fazendo um favor ficando aqui com o Mac enquanto você não estava. – Jessica praticamente dava uma bronca em Stella.

SB – Esse não é o melhor momento para sermões, Jessica. – Ela devolveu ríspida.

JA – Engraçado, eu ia falar o mesmo. Na boa Stella, estamos todos bolados com a situação do Mac. Para o bem de todos, é bom você manter a calma se não quiser que as coisas compliquem.

SB – Desculpa. – Ela baixou a guarda. — Isso tudo está me deixando fora de controle. Não vai acontecer de novo.

JA – Sei que não. Eu vou indo e vou levar o Adam comigo. Se precisar de algo me liga, OK?

SB – Tá. Obrigada por tudo.

JA – É pra isso que servem os amigos, não é? – disse partindo para um abraço. – Se cuida. E vê se come!

SB – Pode deixar.

Durante todo o resto do dia Stella permaneceu ao lado de Mac saindo apenas quando os médicos solicitavam. A todo momento recebia alguma ligação do pessoal do laboratório seja para saber o estado clínico de Mac ou para saber alguma informação ou procedimento em relação a algum caso.

Por volta das 20hs Lindsay, Don e Sheldon chegam ao hospital para trocar de turno com Stella e saber mais sobre o estado de Mac.

SH – Hey!

SB – Oi! – ela abriu um sorriso ao vê-los ali.

DF – Como ele está? – perguntou ao vê-la do lado de fora do quarto observando-o através do vidro.

SB – Trocaram as roupas dele à pouco. Agora estão fazendo um check up para ver se teve algum avanço com a medicação que deram hoje mais cedo. Se tudo estiver bem vão operá-lo depois de amanhã.

LM – Isso é ótimo! Já que parece correr tudo bem, que tal você ir pra casa? Eu fico aqui com ele.

SB – É melhor não. Vou dormir aqui.

SH – Stella é bom você ir pra casa, amanhã você volta bem cedo.

SB – Não Sheldon, eu vou ficar. Por favor, não insistam, não vou mudar de ideia.

LM – Tá bom então, mas no primeiro sinal de cansaço, por favor me chama, ok?

SB – Pode deixar Linds, quando eu perceber que não dá mais eu prometo que dou uma pausa na vida e passo a bola pra vocês. Aliás, obrigada por tudo o que estão fazendo por ele. Não conseguiria sozinha.

DF – Ah para... não vai começar com os textos melosos que nos fazem chorar, vai? – disse abraçando-a.

LM – Deixa ela Don! Não vê que está sensível por conta dos acontecimentos recentes?

Eles continuaram do lado de fora do quarto conversando enquanto os médicos avaliavam Mac. Stella quis saber a quantas andava o laboratório e se Sinclair não havia questionado sua ausência. Lindsay disse que sim mas respondeu a ele que em breve Stella estaria de volta e que tudo estava sob controle. Que ele não tinha dado muita importância pois sabia que a equipe era competente. A conversa parecia agradável e Stella até se permitiu alguns sorrisos, coisa que não lhe acontecia ha alguns dias. Tudo parecia ir bem quando ela percebeu uma certa demora por parte dos médicos. Pelas suas contas já deveriam ter terminado. Sem interromper o assunto ela passou a observar o que eles faziam lá dentro e notou uma estranha agitação. A mudança de sua expressão não passou desapercebida pelos demais do grupo até que o assunto cessou e todos começaram a observar o movimento dentro do quarto. Não era possível saber o que estava acontecendo mas uma coisa era certa: algo estava errado. Uma enfermeira aplicava algum medicamento através de um tubo que estava injetado na veia de Mac enquanto outra corria para chamar outros enfermeiros. Um outro médico analisava os aparelhos que estavam ligados a Mac, aparentemente estavam normais mas o que monitorava sua frequência cardíaca apresentava uma alteração considerável. Os batimentos estavam bastante acelerados e a frequência aumentava a cada instante sendo acompanhados pelo olhar aflito de Stella do lado de fora do quarto. Com as mãos espalmadas no vidro um pouco acima de sua cintura e sua respiração acelerada embaçando o mesmo ela ouviu o que mais temia naquele momento. O som continuo do aparelho indicando que o coração de Mac havia parado de bater.

Naquele momento algo mais parou para ela. A vida à sua volta também tinha parado, não existia som, não existia luz, ar, nada... apenas um Mac morto em uma cama de hospital.

SB – Mac... – sua voz saiu como um sussurro, totalmente desacreditada – Mac – falou mais uma vez mas dessa vez pode ser ouvida. Lindsay estava a dois passos dela quando decidiu se aproximar da amiga para abraçá-la e confortá-la quando Stella desesperada adentrou o quarto gritando totalmente fora de controle antes que pudesse ser alcançada por Lindsay

SB – Maaac! – seu grito era rouco e estridente – Maaac! Não! Mac! – Ela foi em direção ao corpo dele quando Don a agarrou pela cintura puxando-a para longe para que os médicos pudesse fazer seu trabalho – Mac! Não! Não pode ser! Maac! – Ela não parava de gritar tentando se desvencilhar dos braços de Don. – Me solta Don! Eu preciso ficar com ele! Mac! – Seus gritos saiam mergulhados em lágrimas – Mac! Por favor não vai! – Lindsay chorava sem saber o que fazer logo atrás enquanto Don reunia forças para controlar Stella e lidar com a situação ao passo que Sheldon já estava com os paramédicos tentando reanimar o corpo de Mac.

XX – No três. Um, dois, três... – o corpo dele tremia na cama com choques que levava do desfibrilador.

SB – Maac! – Stella assistia a tudo, fora de controle, chorando, gritando, lutando para se soltar dos braços de Don. – Por Deus, Maaac! Nãao!

DF – Lindsay, chama um enfermeiro pra me ajudar com ela! – Dizia enquanto tentava arrastá-la para fora do quarto – Stella, se acalma!

SB – Não, não!! Mac! Não vai, por favor!

DF – Stella, para!

XX – Aumenta para 260 – o médico dava ordem ao seu auxiliar.

XX – Aumentando para 260.

XX – No três. Um, dois, três. – E mais uma vez o corpo dele tremia.

XX – Aumenta para 280.

XX – Aumentando para 280.

XX No três. Um, dois, três...

SB – Mac! – Ela ainda gritava, agora fora do quarto, chamando atenção de todos ao longe quando Lindsay retorna com mais dois enfermeiros que ajudaram Don a segurá-la enquanto outro injetava um calmante em sua veia. – Me soltem! Maac! – Seu cotovelo foi de encontro ao rosto de Don com tamanha intensidade que ele foi obrigado a soltá-la para tentar estancar o sangue que escorria de seu nariz. O outro enfermeiro que ajudava-o desconhecia a força dela não conseguindo controlá-la. Ela correu em direção à janela do quarto, golpeando-a incessantemente gritando por Mac enquanto Sheldon juntos com os outros médicos lutavam para salvar a vida de Mac. Em instantes Don se recuperou e logo a afastou do vidro antes que Stella se machucasse com o mesmo.

SB – Don, diz que ele não morreu! – Ela não parava de chorar, contudo estava levemente mais calma devido ao remédio aplicado em sua veia.

DF – Stella, eles estão fazendo o que podem. – Ele a abraçou.

Lindsay, que também estava em estado de choque, se aproximou dos dois, abraçando-os. Aos poucos Stella foi ficando mais calma até que não podia ficar sobre suas próprias pernas. Don segurou-a no colo enquanto um enfermeiro providenciava uma cadeira de rodas para levá-la a um outro quarto, no entanto, Stella não parava de pronunciar o nome de Mac, mesmo estando inconsciente.

XX – Isso vai mantê-la calma por um bom tempo – disse o enfermeiro – vocês podem me acompanhar, por favor?

Lindsay e Flack acompanharam o enfermeiro até um quarto onde puseram Stella sob observação. O calmante que lhe aplicaram a apagou por completo, tão cedo não acordaria.

DF – Lindsay, fica aqui com ela que eu vou voltar para o quarto de Mac – ele procurava manter a calma.

LM – Ok, me mantém informada, pode ser?

DF – Tá. Qualquer novidade eu te aviso. Não demoro. – Disse já saindo.

As horas pareciam não passar, Lindsay estava muito aflita com o que havia acontecido e Don demorava a retornar com novas informações. Quando finalmente conseguiu se acalmar, ela ligou para Danny para lhe informar do ocorrido mas Don já havia lhe avisado e ele já estava a caminho do hospital. Cerca de seis horas depois Stella começou a dar os primeiros sinais de que o efeito do calmante estava passando. A princípio não se agitou muito, ainda dormindo, pronunciava palavras sem sentido que com o tempo foram ganhando lógica. Por várias vezes disse o no ‘Mac’ e com o tempo passou a pedir que ele não morresse pois ela precisava dele.

SB – Arg! – Ela deu um leve gemido sinalizando que já estava consciente e forçando-se para reconhecer o local onde estava – O que aconteceu? Onde estou? – Perguntou ao ver Lindsay sentada em uma poltrona um pouco à sua direita.

LM – Você estava muito agitada e precisamos de dar um calmante, você apagou e te trouxemos pra cá.

SB – Há quanto tempo estou dormindo?

LM – Cerca de sete horas ou um pouco mais que isso.

SB – Meus Deus! E o Mac? Cadê ele? – ela então se lembrou de tudo e se agitou um pouco.

LM – Ele está na sala de cirurgia. Tiveram que antecipar a operação dele.

SB – Ele está bem? Eu preciso ir lá. — Ela tentava se livrar dos tubos de soro que estavam conectados em seu braço esquerdo.

LM – Não Stella. O Danny e o Flack estão lá à espera de alguma informação e o Sheldon se juntou à equipe médica. Não precisa se preocupar, eles vão nos manter informadas de tudo. Agora você precisa ficar aqui e se recuperar. – Ela deu uma pausa para respirar pois o cansaço se instalara em seu corpo. – Estão fazendo o possível para salvá-lo.

Stella olhou para Lindsay preocupada, pelo que lhe parecia a situação de Mac era bastante complicada mas ela nada podia fazer. O silêncio tomou conta do quarto, nenhuma das duas ousou falar mais alguma coisa. Stella tinha medo de que a qualquer momento alguém aparecesse na porta para avisar que tudo tinha chegado ao fim e Mac tinha morrido quando uma batida na porta quebra o silêncio do ambiente e ambas se entreolham surpresa com quem era.

AH – Bom dia meninas. – Ela tinha um leve sorriso no rosto.

LM – Aubrey! – Lindsay se levantou para cumprimentá-la.

AH – Vim ver como vocês estão. Stella... – ela se dirigiu até a cama – como está se sentindo?

SB – Oi. – A presença de Aubrey não lhe agradava muito mas ela tentou forçar simpatia – Preferia estar no lugar dele do que estar aqui nessa cama sem poder fazer nada.

AH – Não diga isso... Ele vai ficar bem!

SB – Você tem alguma notícia?

AH – Acabei de passar no centro cirúrgico e por enquanto as coisas estão correndo bem. Eles devem acabar logo.

LM – Por que tanta demora?

AH – É uma neurocirurgia então é bem delicado e o caso do Mac não ajuda muito.

SB – E quais são as chances? – ela perguntou com medo da resposta.

AH – Neurocirurgia não é minha área, mas pelos meus conhecimentos e o que vi lá ele tem 50% de chances de sair vivo.

SB – Isso não elimina as possibilidade de ele ficar com alguma sequela, não é mesmo?

AH – Infelizmente não. Mas isso só o tempo pode dizer.

LM – Não te vi esses outros dias por aqui. – Lindsay indagou estranhando Aubrey ter aparecido somente agora.

AH – Estava de férias. Vim correndo pra cá quando soube o que aconteceu. Achei que poderia ajudar de alguma forma mas meus conhecimentos não são suficientes no caso do Mac. De toda forma Mac vai precisar de uma pessoa para ajudá-lo depois que tudo isso passar e eu quero estar do lado dele.

SB – Não será preciso, eu faço isso. – A ideia de Aubrey ficar ao lado de Mac não lhe agradava.

AH – Que é isso Stella, claro que não! Eu posso cuidar dele, faço questão de ficar do lado dele. Além do mais você tem o laboratório pra cuidar e o Mac vai precisar de atenção dobrada.

SB – Bem... Veremos. Só o tempo pode dizer o que Mac vai precisar, não é mesmo?

AH – Tem razão – disse sem graça – talvez ele nem precise disso tudo.

XX – Ah! Ai está a doutora – disse uma enfermeira próxima à porta – Estão solicitando sua presença no centro radiológico para acompanhar um paciente.

AH – Claro. Já estou indo. Bem meninas... eu vou ter que ir. Se tiver algo em que eu possa ajudar é só...

SB – Não, está tudo bem. – Stella a interrompeu. – Obrigada por tudo o que já fez.

AH – Algum problema Stella? Estou te achando estranha... nunca usou esse tom pra falar comigo.

LM – Ignora Aubrey. Desde que o Mac foi espancado naquele jogo Stella tem estado uma pilha de nervos. – Lindsay tentou salvar a amiga — Ela se culpa pelo que aconteceu.

AH – Entendo. Eu também me sentiria culpada no lugar dela – disse lançando um olhar de pena para Stella que a ignorava olhando para um canto qualquer do quarto. – É melhor eu ir. Até mais.

LM – Obrigada por tudo. – Ela tentou ser simpática apesar do clima tenso.

AH – Tchau Stella. Se cuida. – Ela se despediu sem receber uma resposta.

LM – Nossa, o que foi isso? – Perguntou assim que Aubrey saiu.

SB – ‘Eu posso cuidar dele, faço questão de ficar do lado dele. Além do mais você tem o laboratório pra cuidar e o Mac vai precisar de atenção dobrada’ – ela imitava a voz de Aubrey – Me poupe né Lindsay! O que ela está querendo? Voltar pra ele? Já foi o tempo dela.

LM – Isso é ciúmes? – perguntou bastante sugestiva.

SB – Claro que não! – ela mexia com as mãos como sempre fazia quando estava em uma situação complicada – Só não vejo motivo para ela tentar uma reaproximação, ainda mais agora que o Mac está fragilizado. Tenho certeza que ela só estava esperando uma oportunidade para tentar voltar com ele.

LM – Você ouviu o que você falou? Ele está frágil. Está bem claro que esse é o momento certo pra ela tentar voltar com ele. Eu no lugar dela faria o mesmo.

SB – Ela já deveria ter percebido que ele não a quer mais. Já tem o quê, um ano que eles terminaram?

LM – Isso não faz diferença, o que importa é quem vai sair na frente, você ou ela.

SB – O que você quer dizer com isso? – ela se fez de desentendida.

LM – Está na cara que você gosta do Mac. Muito antes de aparecer a Aubrey e até mesmo a Peyton isso era perceptível. Assim que cheguei ao laboratório era notável a química entre vocês dois e isso só se intensificou com o tempo. É obvil que você o ama, Stell.

SB – De novo essa história?! Caramba! Até quando vocês vão continuar insistindo nisso? Poxa vida, já disse que não existe nada entre a gen...

LM – Tá, tem razão. – disse interrompendo-a – Você é muito cabeça dura pra admitir isso. Eu desisto.

SB – Como que você quer que eu admita algo se não existe nada?

LM – Já disse, eu desisto. Um dia você estará em um vestido de noiva subindo ao altar para se encontrar com Mac e eu estarei ao lado como sua madrinha. Simples assim.

SB – Rum – ela fez pouco caso do que Lindsay havia falado – cada um se apega ao que lhe convém.

Toc Toc Toc!

DF – Clube da Luluzinha? – ele perguntou próximo à porta.

SB – Don! Tem notícias do Mac?

DF – A cirurgia correu bem, estão finalizando os curativos e ele deve passar cerca de uma hora na sala de recuperação para só então descer para o quarto.

LM – Os médicos disseram mais alguma coisa, se ele vai ficar com alguma sequela ou coisa assim?

DF – Não. Só falaram que a cirurgia correu bem e que só saberão como vai ser daqui pra frente quando ele acordar.

SB – E isso vai ser quando?

DF – Tudo no seu tempo... – disse se aproximando mais dela – o importante é que ele está fora de perigo.

LM – Onde está o Danny?

DF – Ele foi para o laboratório e antes que pergunte, Sheldon ia passar em casa e depois seguir pra lá também. Só vim avisar que Mac não corre mais perigo, ver como a dona Stella se comportou e se você não está precisando de algo.

LM – Obrigada Don, está tudo bem.

SB – Não está não. Ela está cansada Don. Leve-a pra casa.

DF – Levo sim.

XX – Com licença. – Um médico entrou no quarto com uma prancheta nas mãos– Bonasera?

SB – Sou eu. Já posso tirar esses tubos do meu braço? – Perguntou impaciente.

XX – Está mais calma?

SB – Parece que sim, não é?

XX – Bem vamos ver. Estende o braço direito, por favor. – Stella assim o fez para que o médico aferisse sua pressão.

SB – Por que eu tive que tomar soro esse tempo todo?

XX – Estava desidratada, imunidade baixa e a taxa de nutrientes em seu organismo estava bem abaixo do recomendado. Ou seja, não era apenas um soro. Mas acho que já está tudo bem.

SB – Isso significa que eu já posso ir, certo?

XX – Sente tontura, enjoo, dor em alguma parte do corpo?

SB – Não. Estou bem.

DF – Tem certeza?

SB – Tenho Don. Já disse estou bem.

XX – Tá ok. Já volto com os papéis da sua alta.

DF – Eu te levo em casa.

SB – Não mesmo. Eu vou ficar aqui esperando o Mac acordar.

XX – Mac Taylor?

DF – Sim. O doutor conhece.

XX – Fiz parte da equipe médica que o operou. A senhora é esposa dele? – perguntou conferindo o nome dela na ficha – O sobrenome não bate.

SB – Não, apenas uma amiga.

XX – Seja como for, ele é um homem de sorte, você parece ser uma grande amiga. Entendo que queria ficar do lado dele mas recomendo que vá para casa descansar. Ele não vai acordar tão cedo. A anestesia foi geral, só deve acorda do fim da tarde ou mesmo no meio da noite. Não tem com o que se preocupar, ele está fora de perigo e qualquer coisa eu te aviso.

DF – Viu. Ele está bem. Agora vamos pra casa?

SB – O doutor tem certeza de que ele está bem?

XX – Pode ir tranquila, ele ficará bem.

SB – Não posso vê-lo antes de ir?

LM — Stella! Vamos logo que eu preciso de um banho e tenho que ajudar o Danny no laboratório.

DF – Lindsay tem razão, vamos.

Stella não contestou mais e aceitou ir pra casa de “bom grado”. Antes de seguir para a delegacia, Don a deixou em seu apartamento e depois Lindsay no dela. O calmante ainda fazia efeito em Stella que passou a tarde inteira dormindo. Quando por fim acordou, já passava das sete da noite. Assustada com as horas ele conferiu seu celular para ver se não havia nenhuma chamada perdida, visto que não tinha nada, ligou para Flack para saber se ele tinha alguma informação de Mac, mas também não obteve nada. Optou por não ligar no hospital pois tinha certeza de que o médico a manteria informada de tudo, contudo, saber que Aubrey estava o tempo todo ao lado de Mac a incomodava no entanto, a melhor opção que tinha era aguardar e assim ela o fez, esperou por horas ao lado do telefone até que por volta das 22hs ele tocou.

Notas finais
E aí, o que achou?? Deixa lá teu comentário. :))) Também estou nas redes, aliás sempre estou nas redes, então se achar interessante ~> @nafabricia Bj grande _Eleni.