Casualty Of Love
26 Epílogo
Notas iniciais
Gente não sabem como estou emocionada com o fim desse projeto, fora um projeto inspirado do nada, entre MSN, entre eu e Hannah ela de férias e eu na sala de aula, antes que me mantem não tinha prof em sala, nunca imaginei que o projeto fosse ficar tão logo, e nem que iria ter esse número de fãs, que realmente fora a maior surpresa de todas.
Obrigada pelo carinho e pelos comentários, o projeto se encerra aqui, mas não fiquem tristes não, isso só indica começo de novas aventuras.
Obrigada muito obrigada mesmo, Eu, MaluquinhaX e Hannah também temos muito que agradecer!
A neve caia sobre a terra a regando com sua beleza e glamour. O reino de Tranaden vivenciava o seu inverno mais tenso e longo, porém tal força da natureza não seria capaz de gela os corações humanos, pois estes eram aquecidos por sentimentos únicos.
O reino caminhava para uma prosperidade nunca conhecida antes, e todo povo agradecia isso ao novo consorte, pois eles consideravam que o segundo rei – Milo – era a causa de prosperidade e felicidade no reino. Se eles respeitavam o imperador Kamus, o povo amava a Milo.
Os anos foram gentis com eles, e uma era de paz fazia-se presente. Naquele clima de paz a agitação era presente no castelo, justo por que naquele dia ocorreria uma comemoração especial. Lordes, rei e nobres foram convidados, e claros, além dos familiares, tudo a fim de comemorar o décimo aniversário dos pequenos príncipes herdeiros. Sim, Milo havia dado a luz a dois lindos meninos.
Miguel e Gabriel. Os pequenos eram copias fieis de seus pais. Miguel detinha os cabelos ruivos, como sangue, e os olhos azuis límpidos, apesar da aparência similar ao seu pai imperador, o pequeno era um poço de agitação e esperteza. Ele nunca ficava parado, e toda travessura tinha seus dedinhos presentes. Já Gabriel, era dono de cachos loiros que junto com os olhos azuis, o tornava com uma aura angelical. Este puxara em aparência de seu pai Consorte, todavia em personalidade era o cuspi de Kamus. O pequeno detinha uma inteligência descomunal, além de sempre sério e comportado, claro, fazia alguns travessuras com seu irmão, mas igualmente controlava as artimanhas de Miguel.
Milo agora não era mais um adolescente inexperiente da vida, agora era um belo homem com cultura e elegância, digno do posto que ocupava, e poderia se considerado a Mão do Rei, pois era com grande ajudado do imperador para governa o reino.
— Relaxe os ombros, e mantenha os olhos no alvo! — A voz rouca de Kamus fez presente. Ele achava na arena de treinamento e dava instruções aos seus filhos. Os pequenos, mesmo com apenas 10 anos, começavam a toma instruções sobre armas, e claro, outras coisas, afinal no futuro seriam eles a governa o reino.
Miguel e Gabriel achavam lado a lado e ambos detinham arco-flecha em suas mãos. Concentrados soltaram as flechas ao mesmo tempo, contudo a de Gabriel acertou certeiro o alvo, e a de Miguel voou longe.
— Uhh... Não sirvo para isso, quero ir brinca! — O ruivinho disse batendo o pé.
— Não pode desisti das coisas facilmente! A habilidade vem de treino e esforço. — Kamus disse gentil, mas ainda firme.
— Mas Gabe nem treina tanto e é bom! — Miguel disse fazendo um bico adorável.
— Cada um tem seu tom. Alguns vêm com naturalidade, outros com esforços.
— Não reclame Mi, continue treinando, papa está assistindo. — Gabriel disse com calma.
O ruivinho virou a cabeça e viu seu pai loiro no patamar da escada, e não precisou de muito para que largasse as armas e saísse correndo. — Papa! — Gritou subindo com presa às escadas e por fim jogou-se nos braços de Milo, sendo recebido com amor.
— Olá querido, feliz aniversário! — Milo disse abraçando com carinho o ruivinho.
— Obrigado, papa... Os titios já chegaram?
— Ainda não, mas estarão aqui em breve. E cadê meu outro campeão? — Milo disse colocando Miguel no chão e sendo abraçado na cintura por Gabriel. Este não mostrava afeto com qualquer um, apenas seus pais, irmão e tios detinham seu carinho.
— Estou aqui!
— Felicidade querido! Aos meus dois carinhos, toda felicidade do mundo... E tenho um presente. — Milo disse agachando e ficando na altura de ambos.
Os pequenos olharam com expectativa para ele, ao que Kamus aproximou-se com um belo sorriso, amava ver sua família unida.
Milo tirou dois pequenos embrulhos do bolso de seu casaco e entregou um para cada um deles. Rapidamente eles abriram e deparam com belos medalhões forjados com ouro e prata, além de sustentarem belas pedras azuis.
— Esse medalhão e o símbolo do nosso reino, e um amuleto que irá proteger vocês. Toda vez que olharam para ele lembrem, o quantos nos os amamos. — Milo disse tocando o rosto dos filhos.
— Obrigados papais! — Os gêmeos disseram sendo abraçados por ambos os pais.
— Ayra não corra! — A voz doce de Mu soou no final do corredor.
O imperador e sua família já estavam acostumados com aquela cena, Ayra era o filho de Mu e Kanon, o pequeno era dois anos mais novos que os gêmeos, mas conseguia superar os primos na arte de aprontar. Ayra tinha os cabelos lilases como Mu, contudo o mesmo era regado de ondas, puxando a genética de seu pai Kanon, seus olhos eram azul piscina que variava entre o verde e o azul nunca se sabia ao certo. Sua pele era branca como a mais delicada porcelana, Ayra tinha aparência mais do que frágil, contudo era mais atentado do que o pai Kanon. Miguel e Gabriel amavam o primo, pois ele sempre tinha as melhores ideias, e isso sempre arrancava os cabelos de Mu.
Por sua vez Mu continuava belo e delicado, parecia que os anos não se passaram para o jovem de cabelos lilases, já para Kanon o tempo só lhe trouxe ensinamentos, assim como Milo aprendera várias coisas que antes lhe foi privada, amadureceu e se tornara um belo homem, invejado e admirado por todos de seu reino, ninguém colocava defeito no mesmo, seu povo o amava.
Tanto Mu quanto Kanon não poderiam estar mais felizes, Ayra era a loucura que faltava na vida dos dois, criar o pequeno dava trabalho mais isso garantia que nenhum dia fosse igual.
— Vejo que a viagem não cansou ninguém? — Milo falou abraçando o sobrinho que era a coisa mais apertável do mundo.
— Ayra faz esse trajeto desde os seis meses, então acho que ele já nem vê o tempo passar. — Kanon falou se fazendo presente. — Isso eu não posso dizer do pai! — Apontara para Mu.
— Ei! Viagens longas não me trazem boas lembranças, sequestro e perseguição ainda não estão nas minhas melhores memórias. — Mu falou indignado, fazendo todos rirem.
— Meninos, porque não vão os três se arrumarem para o aniversário, daqui a pouco Tio Saga e Shiryu vai chegar aqui e apresentar a prima de vocês, e é claro a grande festa! — Milo falou sorrindo para os pequenos que logo se puseram a correr.
— Sério! Esses meninos são elétricos demais! — Mu falou abraçando o dorso de Kanon dando um longo suspiro.
Mais uma vez todos se puseram a rir, era iminente que aquelas cabecinhas ainda iriam superar os pais em nível de confusão, mas isso todos estavam pagando para ver.
O dia se passou rapidamente logo Lordes e Lady começaram a chegar, diferente do costume que a festa seria no belo jardim, dessa vez ocorreria no salão, pois o tempo não estava tão agradável. Dentro da sala do grande jantar, onde os mais velhos ficavam e a sala das crianças havia várias almofadas, jogos, livros e brinquedo.
— Será que Hyoga vai vir? — Kamus indagou depois de cumprimentar mais um conde.
— Shun falou que eles têm uma agradável surpresa, mas pela carta não quis me dizer o que era. — Milo falou sorrindo para o amado.
Como se fosse uma mágica Hyoga e seu companheiro foi anunciado. Quando Shun entrou pela sala com a avantajada barriga, o queixo de Kamus e Milo foi ao chão.
— Não acredito! — Milo falou correndo para abraçar o amigo, que antes era uma criança agora era um jovem e belo adulto.
— Nós também não, a marca de Shun ficava muito escondida, só depois de descobrirmos a gravidez que nos demos conta dela! — Hyoga falou sem medir sorrisos, desde que soubera da gravidez do pequeno seu mundo eram só rosas.
— Meus parabéns! — Kamus falou sorrindo para os jovens papais.
— Se for um menino o dará o nome de Ikki, do falecido irmão de Shun. — Hyoga falou orgulhoso de seu pequeno.
— Com certeza ele deve estar muito feliz! — Milo sorria com lágrima nos olhos só ele sabia como Shun amou o irmão.
— Então a guerra vai ser dos príncipes, pois nessa família só existe uma princesa! — Saga falou chamando atenção de todos os seus familiares.
Nos braços de Shiryu estava um pequeno embrulho rosado, de fios negros e pele levemente amorenada, mas seus olhos eram para lá de azuis.
— Essa é nossa pequena! Mia! A letra M e em homenagem a Mu e Milo. — Shiryu falou sorrindo carregando o pequeno embrulho.
No início Saga e Shiryu não queriam ter filhos, o pequeno não se achava capas de cuidar de um bebê por causa de sua cegueira, mas depois de conseguir lidar com seus sobrinhos, só lhe dera forças para ter um pequeno ser. Só que outra coisa era o medo que o filho herdasse a sua doença, não queria que o seu bebê nascesse cego, pois sabia como era difícil e desesperador, não queria isso para ninguém, depois de muito esperar ali estava à pequena, que carregava todo o amor dos dois e não tinha nenhum único problema de saúde.
A pequena Mia sorria para todos de forma agradável e receptiva, tinha a doçura e a paciência dos pais fazendo a vida de ambos muito fáceis e proveitosas.
A festa rolava animada. As crianças brincavam e corriam, e claro, se esbaldavam nas diversas comidas preparadas. Os adultos colocavam a conversa em dia, e claro, aproveitava a boa música e comida.
Na hora de cantar os parabéns, os gêmeos ficaram junto aos pais, e em animação a música foi cantarolada. Todos desejaram felicidade aos pequenos príncipes.
Quando os convidados começaram a se despedirem era o finalzinho da tarde, claro, Kamus, Saga e Hyoga, tal como seus receptivos esposos e filhos, ficaram o resto da semana no castelo, assim podiam curtir mais os momentos em família, afinal com aos cuidados do reino e província, não dava para se verem sempre.
Milo cuidou do banho dos filhos, se arrumarem e os colocaram na cama. Após conta uma história para eles, facilmente Miguel e Gabriel adormeceram, ainda mais que brincaram o dia todo. Claro, Ayra dormiu no mesmo quarto que os primos, os três eram um grupinho inseparável.
— Dormiram? — Kamus indagou da porta. Seus olhos brilhavam cheios de amor.
— Estão cansados! — Milo disse ajeitando a coberta sobre os pequenos e saiu até o marido abraçando esse pela cintura. As bocas se chocaram em um beijo apaixonado. — Quero um banho!
— Sua vontade é uma ordem! — O imperador disse. Com os braços em volta do marido, ambos saíram rumo ao quarto deles, que ficava nas proximidades perto dos filhos. Mal entraram no quarto, eles foram para o banheiro e entre beijos desfizeram das roupas.
Kamus separou os lábios brilhantes por causa de sua saliva, empurrando sua língua nele, demorando um tempo para explorar o interior da cavidade úmida e quente.
Ele tinha gosto doce com um leve toque de menta.
O loiro gemeu mais alto quando Kamus começou a roçar seu latejante pênis contra o dele. Kamus soltou seus lábios e começou a chupar o pedaço de pele exposta acima de seu pescoço.
— Foda-me... Por favor, foda-me. — Suplicou enquanto empurrava seus quadris para frente.
Kamus apertou os dentes, Milo era capaz de fazê-lo perde facilmente o controle.
— Apoie-se contra a parede, então vou fodê-lo. — Disse Kamus.
— Sempre mandão! — Milo murmurou. Rapidamente ele desfez das roupas apoiou-se contra a parede do banheiro mesmo, ansioso.
Kamus suspirou fundo ao depara com aquele corpo lindo, que era tão seu, e ainda mais o duro falo que batia contra o estômago de Milo, e da cabeça cogumelo que brotava o líquido perolado de excitação.
— Merda, não poderei ser gentil hoje, amor.
— Vem duro meu rei! — Disse umedecendo os lábios antes de acariciar seu pênis com um movimento lento e circular.
O pênis de Kamus ficou ainda mais duro, aumentando seu incômodo ao estar limitado nas calças que, logo, pareciam muito apertadas. Desabotoando suas calças, Kamus puxou seu pênis duro e latejante delas e da cueca preta que vestia. Abrindo a garrafa de lubrificante, ele despejou o líquido deslizasse por seu comprimento inchado, antes de espalhá-lo em volta dele.
A garganta de Kamus secou, ao ver como o outro arqueava o pescoço por causa do prazer, seu pênis ficou maior e mais duro contra seu estômago.
— Porra! — Kamus empurrou as calças do rapaz até os tornozelos. — Levante suas pernas um pouco, bebê, — Tentou persuadi-lo com súplicas. Levantou suas pernas, envolvendo-as ao redor de sua cintura antes de acariciar seu buraco apertado. — Não posso esperar, seja rápido. — Gemeu Kamus.
O loiro se limitou a olhar para ele, inserindo outro dedo, estirando a si mesmo. Quando ele balançou levemente a cabeça, Kamus empurrou seu pênis grosso no buraco estreito e quente. O outro bateu forte em seu peito. —Mais devagar. — Pediu apertando fortemente os dentes.
— Sinto muito. — Kamus conseguiu murmurar. Ele se mexeu um centímetro no canal e foi recompensado com um gemido necessitado. Entrou ainda mais fundo, mais um pouco, deixando seu pênis deslizar através do esfíncter. — Merda, você é tão bom meu anjo. — Ele ditou. Jamais cansaria de seu amado.
Milo jogou a cabeça para trás e empurrou várias vezes, mais e mais rápido. Suas mãos se esfregavam nele, suas unhas estavam cravadas nas costas de Kamus e teriam deixado marcas se não fosse o casaco que vestia.
O loiro resmungou, contraindo ainda mais seu buraco em volta do pênis rígido quando gozou, derramando seu esperma em jatos densos e quentes. As bolas de Kamus endureceram antes de estocar mais rápido, explodindo sua liberação no rapaz enquanto gemia alto.
O amor deles parecia crescer mais e mais a cada dia, um elo tão forte e profundo, mesmo que tivesse começado de maneira estranha e incomum.
A testa suada de Milo descanou no ombro de Kamus, suas pernas ainda estavam ao redor de seus quadris. E suas mãos pendiam fracas em volta do seu pescoço.
Com seu peso nos braços, Kamus se perguntou como ainda conseguia ficar em pé, principalmente depois de um orgasmo que fez com que seus joelhos parecessem fracos. Ele se mexeu, deixando seu pênis flácido deslizasse de dentro do esposo, que gemeu baixo quando fez isso.
Ele levantou a cabeça, seu rosto estava avermelhado por causa da excitação e seus lábios inchados e vermelhos, Kamus sentiu a necessidade de fodê-lo de novo contra a parede. Afastou as pernas de Milo de sua cintura, antes que ficasse ainda mais tentado em fazer isso, permitindo que o loiro se equilibrasse antes de afastar seus braços de sua cintura.
Tomou os lábios dele com doçura, e sustentando seu corpo o guiou a grande banheira, a fim de tomarem um banho e por fim, descansarem.
Não tinha como saber o que o futuro reservava a eles, mas desde que estivessem juntos e que a saúde, era o que importava.
Uma coisa era certa, em Tranaden nunca mais tivera um imperador como Kamus, contudo o reino vivera na prosperidade, uns diziam que os deuses haviam abençoado aquela terra, por ser a terra dos justos e dos que tinham coração.
Em poucos anos o inverno passara dando a um longo período de primavera, a onde as terras eram mais férteis. E o amor prevalecia em cada arvore daquele local.
Fim...
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