Casualty Of Love
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Obrigada por lerem galera... As sugestões e ameaças! Rrsrs
Boa leitura!!
— Nossa! Aqui é tão grande! — Mu falou olhando para o quarto que iria dividir com Shiryu. Obviamente a pedido seu.
— Tem um cheiro agradável! A cama é muito confortável. — O jovem cego falou deitando na mesma.
Milo olhou para os dois. Eles pareciam perdidos, demonstravam interesse e educação, mas aos olhos do loirinho conseguia captar claramente a tristeza que continha a alma de ambos.
— Vocês foram torturados? — Milo indagou aproximando. — Pelos bandidos!
— Não! Eles me salvaram. — Shiryu falou baixo. Só em lembrar-se de Saga, que as lágrimas brotavam em seus olhos.
— No primeiro momento eles eram grosseiros, e agiam de forma egoísta, mas com o tempo você vê que eles só estavam protegendo a sua família.
— Família? — Milo queria entender os outros, não sabia o porquê, mas precisava entendê-los.
— Sabe diferente do que muitos imaginam, o local onde me colocaram era cheio de amor, companheirismo amizade, poderia não ter traços sanguíneos, porém ali as mães se sentiam bem de criar seus filhos. — Mu tinha um brilho no olhar.
— Parece até a terra dos sonhos! — Milo riu consigo.
— Sim, verdade! Seria um lugar perfeito. — Mu sorria ao se sentar na cama ao lado dos outros dois. — Sei lá! Gostava de lá.
— E engraçado como algumas vezes tudo pode começar como um pesadelo mais acabar como um conto de fadas.
— Verdade! Milo, que família você representa?! — Mu indagou mudando de assunto repentinamente.
Shiryu se mantinha calado escutando a conversa dos outros dois. Isso o ajudava distrair sua mente.
— Nenhuma! — Milo sorriu amarelo no primeiro momento.
— Então como você conheceu o meu primo? — Mu tinha um ponto de interrogação no rosto. O pouco conhecia de Kamus, era que o mesmo não ficava andando pela cidade.
— Fui vendido pelos meus pais para o harém do imperador, depois de muitas guerras com o imperador pinguim, nos apaixonamos e cá estamos. — Milo sorria se lembrando das altas brigas sua e de Kamus. — E vocês como se apaixonaram pelos bandidos.
— Como? — Mu tinha o rosto vermelho, assim como Shiryu.
Milo havia estourado a boca do balão, acertado em cheio sobre os olhares tristes dos dois jovens.
— Kamus é um imperador frio e calculista, nunca vai pensar que seu primo está apaixonado pelo sequestrador. — Milo falou de forma simples rindo das caras constrangidas que Mu e Shiryu fizeram. — Então vão me contar ou manter segredo?
— Prometa não contar para Kamus! Não quero vê-los em mais problemas do que já estão! — Mu segurou a mão de Milo de forma desesperada.
Mu julgava Milo uma ótima pessoa, contudo se Kamus descobrisse seus sentimentos por Kanon, não saberia o que poderia acontecer ao ladrão.
— Tranquilo! Não quero ser o causador da falência de vários corações.
Mu suspirou pesadamente. Lentamente contou tudo que tinha acontecido enquanto estava no poder dos ladrões.
No final, Milo tinha lágrimas nos olhos. Mu e Shiryu ficaram por um momento sem entender direito, Milo estava chorando com eles, pela dor deles.
— Vou falar com Kamus! Deve ter algo que possamos fazer. — Milo falou levantando da cama rápido, sentindo uma pontada no braço.
— Não! Por favor, Milo! Não acabe com seu relacionamento com Kamus por um romance já fardado ao desastre. — Mu segurou a mão do outro, e Shiryu concordou.
— Você está falando isso pelo seu cérebro ou pelo seu coração? —Milo olhou por um momento para Mu vendo a incerteza ali. — Se está falando com o cérebro, não tem como está falando com o amor. Se Kamus não ajudar, vamos achar a saída por nós mesmos. Sabe meus irmãos uma vez falaram, se a porta não está aberta, então pule a janela. Assim que eu penso.
— Milo! — Mu não sabia o que falar para o outro.
— Vou pensar em algo! Nos falamos amanhã. Descansem! — Milo caminhou até a porta sorrindo.
— Devo estar ficando louco! — Mu falou coçando os olhos vendo a porta se fechar.
— Por quê? — Shiryu encarou o amigo mesmo sem poder ver seus olhos.
— Por um momento viu Kanon em Milo.
— Então somos dois, contudo, pelas palavras eu sentir Saga aqui!
— Quando me falaram que o amor nos deixa louco não imaginou que fosse tão sério assim. — Mu e Shiryu começaram a rir. Até poderiam está a salvos, mas seus corações sangravam.
–oo0oo-
Sua expressão era dura. Apesar do alívio ao ter seu primo em segurança, sua raiva era devido a o que aconteceu quando estava fora. Kamus não gostou nem um pouco de descobrir que em sua ausência Milo havia sido atacado e ferido.
Uma besta interior rosnou em fúria ao saber a audácia de Jabu. Em primeira estância mandou castiga os guardas responsáveis pela segurança de Milo, por não terem o cuidado de realmente protegê-lo, em seguida sentenciou a morte de Jabu, e ele mesmo teve o prazer de corta cabeça do infeliz, e deixou claro, que ele servisse de exemplo, qualquer um que ousasse tocar naquilo que o pertencia, morrerá.
Seus passos ecoavam contra a madeira. Sua expressão dura fazia todos manterem a distância.
Abriu a porta de seus aposentos ignorando os guardas e seguiu para dentro. Cortou o quarto e abriu outra porta, justa a que dava para o quarto de banhos, mas ainda não era ali que desejava. Em seu caminho foi desfazendo de suas roupas, ao menos a pesada farda. Tão logo o ar fresco da noite tocou sua alva pele.
Seus olhos captaram o céu estrelado. O imperador fechou os olhos respirando.
Aquele era seu lugar favorito no castelo, seu jardim privado. Ali poderia fica longe de suas obrigações e responsabilidades. Podia ouvir o canto dos pássaros, a brisa fresca em sua pele e o som da água corrente.
O lugar era amplo. Em um canto tinha uma pequena floresta. No lado direito tinha uma grande rocha e dela saia uma nascente de água cristalina que formava um belo lago transparente. O chão ao redor em coberto por uma espessa grama, e alguns pontos detinham belas flores. Um paraíso particular.
Os olhos de Kamus caíram dentro do lago, mas especificamente no belo loiro de pele bronzeada que nadava tranquilamente. Somente essa bela visão para acalmar seus nervos.
Perdido naquela visão, ele desfez rapidamente dos restantes de suas roupas, exposto sua nudez.
Fazendo o mínimo de barulho, entrou no lago e caminho até o loiro.
— Se não é uma esplendida visão! — Sussurrou assustando Milo, por pouco o loiro não afundou no lago, somente não teve tão destino por que Kamus o reteve em seus braços. — Assustado, raio de sol?
— Não tem graça pinguim! — Milo bradou. Com seu braço bom, rodeou o pescoço de Kamus e achegou do corpo dele.
Kamus bicou os lábios de Milo e balançou a cabeça. Acariciou a bochecha com delicadeza.
— Obrigado por fica com meu primo, ele precisa de todo apoio.
— Eu sei. — Milo sorriu para ele. — Entendo porque que foi um momento difícil, mas aparentemente ele se apegou ao ladrão, e não foram cruéis... — Tentou alegar o assunto.
— Não comece Milo! Não vou ser suave ou os soltarei. Mesmo que não tenham sido cruéis, ainda são criminosos. — Falou autoritário.
— Eu tentei... — Milo disse dando os ombros.
— Estou com saudade! Kamus murmurou para si mesmo.
A cada dia caia mais duro para com o outro.
— Sei que tipo de saudade que estava. — Milo disse rindo.
— O que posso fazer se meu pequeno loiro me tornou viciado.
Aos olhos de Milo, Kamus viu a verdade dessa afirmação e muito mais. Sentiu a necessidade de Milo, e encontrou um atendimento dentro dele.
Sabia que devia estar lidando com vários assuntos, como a sentenças dos irmãos gêmeos, cuidar de Mu a ameaça do rei vizinho, mas tudo que queria agora era se perde em Milo.
A luxúria brilhou nos olhos de Milo.
Kamus não podia se conter. Soltando um rosnado baixo, puxou o loiro e esmagou seus lábios juntos.
Milo gemeu. O grito doce ingerido em seu beijo. Concedeu a Kamus entrada, e o ruivo avidamente tomou o convite, varrendo a sua língua dentro da boca de Milo. Nunca poderia ter suficiente do gosto de Milo. O loiro era seu medicamento, e quanto mais ele tinha, mais precisava. Agora não era diferente.
O beijo começou como um duelo apaixonado, mas cresceu ainda mais vulcânico a cada segundo que passava. Kamus se agarrou a ele até que a necessidade de respirar o incentivou a se separar de seu amante bonito. Quando separou sua boca de Milo, Kamus sentiu o calor dentro de ele crescer a insuportável proporção. Precisava de pele, e precisava agora.
Milo pareceu concordar com ele.
Kamus sabia que precisava tomar o controle da situação.
Pegando nos braços de Milo, Kamus empurrou o jovem de volta contra a rocha. O prensou contra a mesma, e manteve as mãos de Milo imobilizadas sobre sua cabeça. Mordiscando Milo na orelha.
Sorte que seus corpos já encontravam livres de qualquer impedimento, e poderiam tocar livremente.
Milo rendeu-se as ministrações de Kamus, choramingando quando se esfregou desesperadamente contra o corpo do imperador. A sensação do pênis duro de Milo contra a coxa de Kamus o fez ansiar a se ajoelhar aos pés de do ruivo e tomar seu pênis em sua língua. De fato, Kamus queria explorar cada centímetro de pele cremosa de Milo, começando com por seus mamilos de pequenos e atrevidos.
Com isso em mente.
As mãos já não imobilizadas, Milo finalmente conseguiram retribuir o favor, e explorar o corpo do outro.
Milo virou de costas para o outro e empurrou a bunda para o ar, balançando-a cordialmente e apresentando Kamus com seu presente já esticando seu ânus.
Mostrando que já tinha a intenção de compartilha os momentos quentes com Kamus.
Atrevido e um pouco sorrateiro.
— Pergunto-me como você manteve isso de mim. — Kamus disse enquanto esfregava um dígito ao longo do ânus de Milo.
O loiro tinha obviamente se preparado para seu acoplamento?
— Tenho o meu... Oh por favor... Os meus caminhos. — Milo respondeu. Sua coerência mais afetada quando Kamus mexeu um dedo dentro dele.
— Por favor, Kamus. Apenas me foda.
Kamus tinha a intenção de fazer exatamente isso. Seu pênis latejava, exigindo ser deixado em ação, dolorido pelo santuário do corpo de Milo. Mas Kamus travou, ignorando a escavação quase dolorosa de seu zíper em seu pênis inchado.
Apertou os lábios para a nuca de Milo, inalando o cheiro do cabelo, de suor e desejo. Desejava que pudesse engarrafá-lo e banhar-se nele para sempre. Era o mais potente afrodisíaco na existência, e guiava Kamus e seus próprios desejos.
Fodeu o loiro com o dedo com uma intensidade quase cruel, acrescentando outro dígito, em seguida, um terceiro, enquanto Milo exigia mais.
O corpo de Milo abriu-se a ele como uma flor na tomada dos raios de sol, seu canal apertado e quente, espremendo os dedos de Kamus como um torno de ferro.
Quando Kamus encontrou o lugar especial do menor, este liberou um grito desesperado, truncado.
— Kamus, por favor! Dentro de mim.
Havia tanta necessidade em Milo que quase esmagou Kamus. Mas Kamus tinha um amor tão grande e o desejo de dar, e por isso, eles eram almas gêmeas. E pela mesma razão, Kamus sabia que não podia torturar ambos, durante muito mais tempo.
Seu pênis já vazando grandes quantidades de pré-sêmen.
Em um impulso suave, Kamus empurrou dentro de Milo, incorporando seu pênis no traseiro de Milo.
Ambos gemeram, ao mesmo tempo, o sentimento de vida finalmente juntos tão inacreditável como sempre tinha sido.
Kamus segurava os quadris do seu futuro cônjuge, e brevemente retirou-se de Milo antes de empurrar para trás. O calor dentro e a tensão quase insuportável foram surpreendentes.
Milo se mudou com ele, empurrando contra o pênis de Kamus, seus gritos aumentando à medida que o prazer cresceu em intensidade.
— Sim. — Gritou Milo. — Oh, Kamus, sim!
Kamus permitiu que seus instintos corressem livres, sem medo de ser ele mesmo quando o loiro estava junto. Seus corações batiam no mesmo ritmo e seus corpos pareciam tornar-se um, quando se juntavam à dança sensual de sua vida amorosa. Mais e mais.
Kamus levou seu amante, perseguindo seu prazer partilhado e o clímax que sabia que iria levá-los totalmente.
Um súbito impulso pediu-lhe para agarrar o menor e virá-lo, trazê-los cara-a-cara novamente. Os olhos de Milo eram uma das muitas coisas que Kamus amava. Ele queria olhar para eles e ver a alma de Milo quando beijasse aqueles lábios cheios, gordos e foder a boca de Milo com sua língua, assim como seu pênis fodia o ânus.
Mais uma vez, Kamus pressionou suas bocas juntas, levantando Milo em seus braços.
O loiro colocou seus pés em torno da cintura de Kamus, atendendo cada orientação, ofegante, e contorcendo-se, seu calor queimava Kamus de dentro para fora. Era prazer demais, e Kamus pensou que a qualquer momento, sua mente entraria em curto-circuito ou seu coração iria parar.
Certamente, nenhum ser vivo poderia resistir ao ataque de tal êxtase.
Kamus quebrou o beijo ofegante.
Ele vibrou com o nirvana e sua mente estava em sintonia completa com ao loiro.
Suas almas e mentes entraram em clímax simultâneo. Assim quando Kamus inundou o canal de Milo com seu esperma, calor úmido espalhou entre eles, sinalização que Milo tinha encontrado seu pico também.
O vínculo entre eles brilhava, quase transbordando de prazer, tanto que Kamus ficou surpreso que não entrou em colapso sob o peso esmagador.
Em vez disso, manteve seu companheiro, o gosto doce de sangue de Milo um néctar para seus sentidos.
Instantes depois, seu pênis deslizou para fora do corpo de Milo, e ambos Kamus e Milo caíram sentados no chão do lago, exausto e gasto.
Por alguns minutos, só ficaram ali, curtindo o prazer ainda zumbido através de seus corpos.
Quando a neblina o último da pós-luminescência começou a escurecer.
— Uhh-uh... Estou cansado. — Milo disse aninhando sua cabeça no ombro do outro.
— Preguiçoso!
— Culpa sua, aguente as consequências. — Milo falou em um bocejo.
Kamus acabou rindo, mas no final limpou Milo e ele, e depois o levou para o quarto.
O grande imperador Kamus não podia se sentir mais completo, sua vida estava totalmente perfeita, seu coração e cama estava aquecidos por alguém totalmente perfeito e seu primo — única família de sangue — estava a salvo.
Se não fosse pela guerra que havia comprado com o príncipe Afrodite, tudo estaria perfeito, mas ele era um homem paciente, sabia ficar feliz com um passo de cada vez.
Naquele momento o passo que queria da era estar junto com o pequeno loirinho que estava em seus braços nada mais.
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— Mu! Fique parado! — Shiryu falou ficando nervoso com o nervosismo do amigo.
— Não dá! Como você sabe que estou andando? — O jovem de cabelos lilás olhou assustado para o amigo.
—Você faz barulho no chão quando andar! — O jovem cego falou o óbvio para o amigo. — Vamos pensar em algo, Milo falou que iria nos ajudar.
— Eu sei! Mas não consigo ficar parado aqui sabendo que da para eu fazer algo. — Mu voltou a andar pelo quarto de modo frenético.
— Mas não da para você fazer nada, e Kanon não vai gostar que você fizesse uma idiotice, e você sabe disso! — Shiryu repreendeu o amigo.
— Então o que você quer que eu faça?
— Eu não quero nada, você já fez por de mais por minha pessoa, contudo, agora não estamos mais tratando das regras de Kanon e Saga e sim com as regras de uma nação que e muito poderosa.
— Não é justo! Sei que eles agiram errado, não deveriam ter me sequestrado, Kanon até hoje me pede desculpa pelo que fez comigo, contudo a vida não deu outra escolha para eles. — O jovem príncipe tinha lágrimas nos olhos
— Mu...
— E agora o que vai ser de Kiki e das outras crianças? Por minha culpa todos sofreram.
— Não foi sua culpa! Você salvou mulheres, idosos, e crianças. Não se culpe assim!
— Então de quem é a culpa? Se não fosse por minha causa todos estariam bem, e Kanon e Saga estariam livres. — As lágrimas corriam livremente pelo rosto totalmente entristecido de Mu.
— Olha! Sei que pode parecer rancor, mas a culpa e daquele príncipe do outro país e de Shura! Ele que traiu a todos. Kanon e Saga sabiam que estavam comprando uma guerra ao te sequestrar. Independente se agora eles te amem ou não.
— Mu sem mais! Você é a maior vítima disso tudo... Vamos ter fé nas palavras de Milo!
— Sim! Vamos dormi um pouco ele disse que quando tiver tempo vai nos levar para velos, não quero estar acabado! — Mu deu um sorriso fraco, mesmo sabendo que o amigo não poderia ver, mas aquele ato era mais para si.
— Boa noite Mu. — Shiryu assim que encostou a cabeça no travesseiro seus olhos começaram a se fechar.
— Boa noite, meu amigo! — Mu falou cobrindo a si e o outro.
Não importa o que os outros falassem, Mu faria algo, ajudaria os gêmeos nem que fosse a última coisa que fizesse em vida.
Continua...
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