Casualty Of Love
8 Capítulo 8
Notas iniciais
Boa leitura!
Um medo descomunal apossava de maneira assustadora, era maior que a primeira vez que estivera diante daquele homem, talvez pelo fato que sabia que não poderia fugir. Não estava em jogo somente sua vida ou vontade, mas suas ações implicariam na vida alheia.
Não aceitou ajuda de ninguém, ele mesmo fez sozinho o processo de purificação. Tomou um lento banho com água morna regada a sabonete de rosas e óleo de lavanda.
Sua pele ficará macia e perfumada. Teve unicamente a ajudar de Marin, que trançou seu dourado cabelo em uma trança frouxa, ornamenta com fios de prata e pedras de safira neles.
Seus olhos grandes e azuis eram destacados pela maquiagem... O lápis preto, e no canto de suas pálpebras um minúsculo diamante foi posto nos dois e seus carnudos lábios tinha um leve brilho.
Seu dorso se encontrava nu ao que em seu braço direito uma tatuagem tribal foi feita, e em seu pescoço uma tira de couro — alegando propriedade — e no brilhoso material um solitário pingente de ouro.
No seu braço esquerdo um bracelete de ouro preto em forma de um escorpião.
Em seu quadril um cinto feito de pedras brancas com jade, que segurava a saia. Este era feita com faixas de tecido branco, quatro deles, o que permitia que suas coxas ficassem sutilmente amostra na medida em que se movia.
Em seu tornozelo esquerdo uma grossa pulseira, e no pé direito outro desenho tribal, mas desta vez, semelhava a uma flor, o símbolo do reino de Tranaden.
Os olhos de Marin brilharam quando contemplou Milo arrumado. O loiro parecia um deus encarnado, em beleza e sensualidade.
— Perfeito! Ele cairá aos seus pés.
— Não posso fazer isso... — Milo choramingou fechando os olhos. Seus olhos ardiam querendo permiti que as lágrimas caíssem, seu coração apertava. — Nunca tiver nada na vida, mas meu corpo sempre foi meu... Era a única coisa que tinha para oferece quando encontrasse a pessoa destinada pelos deuses a mim...
— Sinto muito por as coisas não serem da forma que sonhou. Saiba que falo a verdade quando digo que compreendo... Mas também posso afirmar que tem mais que seu corpo para oferece. — Marin disse aproximando-se dele. — Tem seu coração e sua linda alma. — Apontou para o coração dele.
— Como não sentir? Permiti que ele me toque?... — Tremeu só em imagina o toque do imperador em si.
— Deite na cama, feche os olhos e pense em coisas doces... No futuro lindo que ainda terá um dia. Prometo Milo, não será muito ruim... Seja brando que ele será gentil. — Ela disse dando um beijo no topo da cabeça dele.
— Obrigado! — Falou aceitado o abraço da ruiva, e justo no minuto seguinte à porta foi aberta pelo eunuco do harém.
— O imperador o esperar! — Disse dando margem para Milo seguiu aos aposentos reais.
Marin acenou para o loiro, e este respirando fundo, alinhou a coluna e seguiu o caminho indicando pelo eunuco. Ele seguia alguns passos atrás do homem, e logo atrás de si dois guardas. Talvez Kamus tivesse receio que ele poderia tentar fugir.
Quando chegaram à frondosa porta drapejada de ouro, o Eunuco abriu a porta dando espaço para Milo adentrar.
Com os olhos úmidos e a mãos fechadas em punho ele tomou espaço no recinto. Olhou ao redor não localizando o imperador, e isso lhe deu certo alívio, ao menos seu sacrifício iria demorar um pouco a acontece.
Guiado pelos conselhos da amiga ruiva foi até a pomposa cama com lençóis de seda vermelho, e subiu, se deitando em seu centro. Fechou seus olhos buscando trabalhar sua respiração para se acalmar, sem confiança que isso seria possível.
Seus dedos se fecharam no fino tecido quando seus ouvidos captaram o som da porta se abrindo e fechando em seguida. O som de passos tão suaves era ouvido, mas o recém-chegado não pronunciou nada.
Quando o farfalha do tecido começo a fazer presente, Milo apertou os olhos fortemente, e um imenso desejo de levantar dali e sair correndo se fez presente.
Sua mente o lembrou do motivo de ter cedido, do quanto queria proteger o amigo que lhe era como irmão.
Mordeu os lábios para reprimir o protesto ao sentir os gélidos dedos em suas mãos e subindo por seus braços até que tocou seu pescoço, justamente a tira de couro, um símbolo de dominação.
— Lindo... A minha disposição! Vou mostrá-lo hoje a quem pertence. — A voz rouca do imperador se fez presente.
Milo queria encolhe quando sentiu o peso sobre o colchão ao seu lado, ainda mais quando o outro moveu sobre o leito. Em todo momento ele buscou fica com os olhos fechados, se imaginasse que fosse apenas um pesadelo, talvez não doesse tanto.
— N-não... — Não conseguiu segurar o choramingo quando o peso se fez sobre si. Diferente do que achou que o corpo daquele imperador duro e cruel seria frio, sentiu toda a quentura e o perfume dele.
— Um animal selvagem... Arisco... Mas que irei dominar e torná-lo manso... — Kamus sussurrou quando cobriu o corpo tão deleitoso a sua disposição. Suas mãos deslizaram pelos dois braços do loiro, para fazer o caminho reverso e apertar no final a cintura delgada.
Primeiramente sua face encaixou na curva do pescoço de Milo, ele tomou todo doce e hipnotizante perfume que provinha do cabelo e pele do menor. Sua língua resolveu jogar e deslizou pela bronzeada pele, descobrindo que igualmente ela poderia ser macia.
Milo virou a cabeça para o lado, e enrijeceu seu corpo. Negava em aceita aquilo, se tratado como uma prostituta, mas no final, não fora comprado para está função?
Os beijos tornaram-se mais ávidos, e as mãos calejadas do imperador percorriam cada pedaço de pele acessível. Ansioso por sentir mais daquele “anjo” ele foi descendo pelo corpo. Sua boca mordiscou a clavícula e sua língua serpenteou pelo dorso até foi premiado pelos dois botões rosados que encontravam túrgidos.
Os dentes de Kamus apertaram a sensível carne, arrancando por fim gemidos da parte de Milo, não propriamente de prazer, mas de dor. Contudo, isso não parou o ruivo em suas ações... Ele maltratou a carne para no final, quando ela encontrava vermelha e inchada, passasse a mama nela suavemente. Quando se deu por satisfeito com um dos botões, o imperador rumou para o outro, dando o mesmo trabalho.
Milo apertava os olhos fortemente, dividido, por um lado ele queria abri-los e encarar seu assaltado, vê-lo... Por outro, queria fugir dali, impedir que aquele soberano tocasse-o tão intimamente como fazia.
— Teu gosto é divino, como o mais precioso néctar... — Kamus ditou dando por satisfeito em apreciar os discos rosados. A língua desceu do peito ao estômago liso, até que mordiscou o ossinho do quadril de Milo.
Milo arqueou as costas, em silêncio, quando sentiu o pênis do imperador. Isso era tão assustador... Mas dentro de si, em seu interior uma pequena luz de curiosidade começava a brilhar.
— Seu velho... Tarado... Desgraçado... — Bradou não podendo conter sua língua. Sua cabeça foi jogada para trás, e uma de suas mãos foram aos lisos cabelos de Kamus, os puxando, mas isso não pareceu desagrada ao imperador, apenas afrodisíaco.
Kamus lançou um rugido como uma fera que tinha acabado de ser libertada, em com habilidade desfez do cinto de pedras ao redor dos quadris do menor, e retirou o tecido que cobria o corpo desejado.
Seus olhos brilharam em desejo e luxuria. Antes que o loiro pudesse protesta, o imperador inclinou sobre o corpo dele, e ao passo que as mãos fortes apertavam as coxas roliças, sua boca tomou o pênis.
— Ahha... — Milo gritou em espanto. Seus olhos foram abertos arregalados, e sua respiração falhou por alguns instantes. Não podia acreditar em que seus olhos viam aquele poderoso homem no meio de suas pernas e tomando seu órgão com fome.
Suas bochechas tornaram-se rubras. Sentia ânsia de fugir, todavia aquela cavidade úmida parecia guiá-lo para um caminho nunca experimentado antes.
A boca molhada envolveu mais e mais o pênis de Milo, e este rolou os olhos em sua cabeça quando o prazer explodiu sobre seus sentidos. Não queria sentir nada, todavia era capaz de impedir. Aquelas sensações que tomavam seu corpo eram totalmente novas.
Do canto de seus olhos pequenas lágrimas brotaram, elas simbolizavam dor, medo e desconhecido. Se auto, considerava um idiota por sentir algo assim... Por permiti que aquele homem que somente o tratará até agora como mero animal o tocasse.
Kamus jubilou ao se deliciar do gosto do menor, o melhor que já experimentara em toda sua vida. O loiro estava saindo melhor do que imaginará, e mal tinha começado... Sua boca trabalho mais avidamente naquela carne, a tornando dura. Quando considerou que era o suficiente, ele largou o falo de Milo, agraciado pelo resmungo controlado.
— Que dizer quer estava gostando? — Kamus provocou colocando-se sentando entre as pernas de Milo, que o forçará a abrir. Seus olhos verdes percorreram todo o corpo diante de si, e não pode evitar lamber os lábios.
— Jamais! Tenho nojo de ti. — Gritou revoltado, fazendo menção de levantar, no entanto a forte mão do imperador o forçou a permanece no lugar. Kamus não ligou para as palavras ofensivas do menor, na verdade elas o dava tesão... Não que gostasse de agressividade verbal, mas Milo era um desafio, o menor não o babujava ou encurvava diante de si somente por que era o rei...
Com um sorriso malicioso ele apertou cada uma das coxas do menor e abriu mais ainda as pernas dele. Milo tentou se liberta, mas sem nenhum sucesso, pois logo se viu com seus quadris levemente curvados, permitindo que sua bunda ficasse alguns centímetros fora do colchão, e suas pernas foram colocadas em volta dos quadris do imperador, não permitindo que as fechassem.
— Não! — Milo estava desesperado. Fazia força com o corpo para trás, mas nada disso adiantava. Kamus o segurava firme pela cintura.
— Pare com isso! Não quero ter machucar! — Kamus segurou os pulsos se Milo.
— Não! — Milo parou de se debater. Seus olhos azuis tinham lágrimas o banhando, e seus dentes mordiam seu lábio inferior.
— Relaxe! Serei gentil! — Kamus falou rente ao ouvido de Milo. — Sei que sou seu primeiro. — Por fim o imperador lambeu e mordeu o nódulo da orelha do outro fazendo todos os pelos de Milo se eriçarem.
Milo virou o rosto fechando os olhos. Novamente não queria ver o que iria ocorrer, queria acabar logo com isso. Seus cabelos contribuíram cobrindo um pouco de sua face, dando-lhe um ar mais angelical.
Kamus estava doido para possuir o menor. Seu corpo o desejava, e sabia que Milo lhe desejava, por que do contrário, seus toques não teriam tal efeito.
Esticando a mão para uma bandeja atrás de si. Achou o pequeno frasco, no qual despejou o líquido viscoso em sua mão.
O imperador levou sua mão para a pequena entrada rosada do loiro, que estava sorrindo para si. Quando Kamus passou o dedo, o corpo do menor tremeu, e mais uma vez o pênis de Milo estava ereto.
Kamus passou mais um tempo brincando com a entrada do outro, escutando o mesmo segurar os gemidos, ou era um choro. Naquele momento não se importava.
Começou a realizar um desejo a muito contido, introduziu o primeiro dedo na cavidade virgem de Milo, que deu um grito abafado. O ruivo acabou sorrindo ao sentir seu dedo ser amassado pelo corpo desejoso, e logo começou um vai e vem e cada vez enterrava o dedo mais e mais fundo.
Logo eram dois dedos que preparavam Milo. Kamus tocava em toda a parte ali. Curvou seus dedos, permitindo encontrar o ponto doce... O que contribuiu para que Milo gemesse alto, e seu corpo contorcesse.
— Está gostando? — Indagou mais uma vez, só que diferente da outra Milo se limitou ao não responder.
Quando Milo sentiu um terceiro dedo dentro de si, acho que iria pirar de tesão. Seu corpo estava totalmente dominado pelo calor do momento, e sua mente já não conseguia pensar em nada. O que lhe restava era apenas conter sua voz, para não ficar gemendo que nem uma puta.
Para o imperador aquela era a cena mais bela que já vira. Milo com a mão na boca abafando os gemidos. A ingenuidade do menino era como um botão para seu prazer.
Em um movimento rápido tirou os dedos de dentro de Milo, e virou o sobre o estômago. Forçou a ficar com os joelhos flexionados, em uma posição totalmente humilhante, mas bastante prazerosa para o grande imperador.
— O farei meu! — Kamus ditou bem perto do ouvido do outro e no fim mordeu seu ombro, escutando um leve gemido vindo de Milo.
Kamus não podia mais esperar. Seu falo estava duro como pedra, e seu corpo desejava o do outro, como nunca desejou o corpo antes.
Sem mais delongas, Kamus começou a forçar a entrada de seu pênis. O ânus preparado cedeu espaço, mas ainda continuava apertado.
Milo sentia-se sendo rasgado no meio. Suas mãos apertaram o fino lençol da cama, e ele mordeu os lábios.
— Dói! Para... Por favor! — A voz de Milo estava totalmente rouca.
Por um momento Kamus pensou se havia cedido o limite com o menor, porém vira que aos poucos a respiração do mesmo ia voltando ao normal, para acalmá-lo mais e mais, começou a depositar cálidos beijos nas costas do mesmo.
Assim que o imperador viu que o menor estava mais calmo, voltou com sua penetração, realmente o canal de Milo era muito apertado, todavia lhe proporcionava um prazer nunca imaginado.
— Dói! — Mais uma vez Milo se queixou, mas diferente da outra vez Kamus não parou até que seu membro estivesse totalmente dentro do menor. — Cheio de mais! — Detinha o peito descendo e subindo muito rápido.
O jovem loiro nunca iria admitir, no entanto a sensação apesar da dor era muito boa.
Quando o ruivo começou a se movimentar, Milo já não conseguia mais esconde seus gemidos, e desejos carnais.
O imperador estava amando cada estocada que dava no corpo do menor, que parecia se moldar ao redor de seu membro e só lhe dava mais e mais prazer... Sem contar com os gemidos abafados de Milo que mais parecia uma melodia para aquele momento.
Sem perceber que o loirinho começou a rebolar na mesma sincronia, garantindo a ambos um maior prazer.
— Mais! — Quando Milo reparou oque falara, suas bochechas ficaram mais e mais coradas. Já Kamus dera um sorriso de vitória, e fez o que lhe era pedido.
Em determinado momento o governante só batia contra o ponto doce de Milo, fazendo-o gozar sem nem ao menos ter o pênis tocado.
Kamus teve o canal esmagando seu falo, lhe dando um prazer descomunal. O que contribuiu para que logo chegasse ao seu estopim, gozando tudo dentro daquele casulo.
O imperador desabará encima do menor, o puxando para si e o abraçando, Milo ainda tinha a respiração acelerada, como a do ruivo, mas nenhum dos dois ditara algo.
Quando Kamus recuperou a sanidade, pós-orgasmo, encarou o menor, que havia caído no sono. Não se importou, sairá de dentro do mesmo, puxando uma grande coberta felpuda e cobriu os dois, para a noite de sono.
O que o imperador não sabia, era que Milo só fingia dormir. Ele não conseguia encarar o outro e nem queria. Lágrimas corriam pelo rosto. Chorando baixinho ficou parado, até que caiu realmente no sono. Dormiu pesado, sem sonhos ou inquietação, e quando finalmente suas pálpebras se abriram o dia tinha a muito raiado.
Seus olhos estavam inchados por causa do choro. Seu corpo estava dolorido e marcado pelo que ocorrera naquela cama. Não queria pensar.
— Bom dia! — Kamus tinha um sorriso nos lábios. O imperador já estava impecável naquela manhã, como todas as outras. — Pedi que servissem o café aqui. Tem uma muda de roupa! Pode ir tomar seu banho! — Kamus tinha a voz calma e serena, chegando perto de Milo que permaneceu de cabeça baixa.
Sem encara o outro pegou a roupa que estava na cama, e correu para o banho. Queria tirar aquela sensação de sujeira de seu corpo.
Banhara-se por um bom tempo. Seus dedos já estavam enrugados, porém não se sentia limpo e sabia que por um bom tempo não iria se sentir. A passos calmos e com o cabelo pingando — agora sem nenhuma joia ou maquiagem — voltou para o quatro do imperador.
— Anda! Sente-se e fique a vontade! — Kamus apontou para uma bandeja encima da cama.
— Senhor, não tenho fome! — Milo falou num fio de voz, mas era verdade, seu estômago estava embrulhado só por estar naquele quarto. — Posso me retirar?
— Hum... Só um momento! — Kamus tinha um papel na mão, e uma batida na porta fora ouvida. — Chegou! — Disse pegando uma nova bandeja e fechou a porta novamente.
Milo não estava entendendo nada. Queria só ir para o seu quarto e chorar pelo resto do dia.
—Escolha uma! — Kamus falou tirando a tampa da bandeja na qual estava cheia de joias diferentes. Ouro... Prata... Bronze... Com as mais raras pedras preciosas. — Vamos escolha uma, e um presente para você. Geralmente eu escolho, mas não sei seus gostos, então fique a vontade.
— Não! Obrigado! — Milo não olhou nenhuma das joias.
— Como? Não lhe agradam? Posso mandar trazer outras. — Kamus realmente não estava entendendo o comportamento do outro, calado e sem lhe encara.
— O senhor quer me dar um presente?
— Milo não vamos discutir sua liberdade! Achei que já tivesse entendido. — Kamus falou sério.
— Não senhor! Já entendi essa parte. — Milo estava se segurando para não chorar. Queria ter seus irmãos pelo menos para ter os conselhos de um e a proteção do outro, estava se sentindo tão fraco.
— Sendo assim pegue!
— Só quero me retirar! Isso já seria um presente senhor. Posso? — Milo questionou baixo para não soar como ofensa.
— Já disse que pode ir Milo, só escolha uma joia e pode ir descansar. — Kamus falou calmo mais estava realmente não gostando daquilo.
— Não! São belas, porém não as quero. Dar para alguém que goste disso. Obrigado imperador. Tenha um bom dia. — Sem falar mais nada Milo deixou o quarto do imperador.
Mais por um momento o loirinho encarou o ruivo, e naquele momento Kamus reparou que um brilho havia se apagado nos olhos de Milo. Se seu intento era quebrar Milo, ele tinha conseguido bravamente.
Continua...
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