Casualty Of Love
22 Capítulo 22
Notas iniciais
Bjs
Quando entraram pelos portões do castelo os guardas os rodearam. A fim de proteger o imperador e o príncipe, eles ergueram suas espadas, contudo com a ordem de Kamus abaixaram.
— Os gêmeos são irmãos de meu noivo, e a partir de hoje serão meus hospedes. Quero total respeito. — Kamus disse firme.
Todos olharam curiosos, porém jamais iria contra as palavras do imperador, na verdade ficaram felizes ao ver o loiro nos braços do ruivo, pois devido à falta de seu noivo, Kamus havia se tornando insuportável e todos sofriam com isso.
— Sim, alteza! — O capitão da guarda disse dando sinal para os soldados saírem do caminho.
— Majestade? — Dohko indagou ao se aproximar.
— General, ordene que prepare quartos para os hospedes, e espalhe a notícia que meu noivo voltou, e devido ao filho que me dará, perdoei o crime de seus irmãos e eles serão residentes permanentes aqui. — Kamus disse, e sem espera por resposta, desceu do cavalo com Milo adormecido em seus braços e rumou para seus aposentos.
— Ele é bem mandão! — Kanon sussurrou no ouvido de Mu. Ele detinha os braços em volta do amado.
— Sim, vem... Irei preparar um banho para você. — O príncipe disse levando o amado.
— Bem, mostrarei o aposento dos dois! — Dohko disse para o gêmeo restante que detinha um moreno nos braços.
— Grato! — Saga disse seguindo o general. Não sabia como seria a vida deles ali, porém realmente era o melhor caminho, ao menos ao que referia a proteção aos amados.
Ao passo disso, Kamus seguiu com Milo em seus braços ignorando os olhares. Quando adentrou em seus aposentos pessoais, ele colocou delicadamente Milo sobre o leito e começou a retirar as roupas dele. Claro, não pode evitar desliza suas mãos pela macia pele, ainda mais acariciar o ventre que detinha seu filho.
Com um doce sorriso nos lábios, ele rumou ao banheiro, e encheu a banheira com água morna e sais calmantes. Tão logo retornou ao quarto, tirou suas próprias roupas, e tomou o loiro nos braços.
Kamus levou um Milo adormecido nos braços, e entrou na banheira. Ele sentou com as pernas abertas e alojou o loiro entre elas. Delicadamente lavou cada pedacinho dele.
Pode sentir toda macies da pele, mas igualmente percebeu os hematomas no corpo do loiro. Isso o deixou furioso. A partir dali, iria garantir que nada ou ninguém, tirasse Milo de perto de si. Assim que lavou todo corpo, cuidou dos cabelos, que se encontravam um pouco ressecados.
Kamus não demorou no banho, pois a água começava a ficar fria. Com cuidado saiu da banheira com Milo em seus braços e seguiu para o quarto. O deitou sobre o leito, e passou a enxugá-lo.
Ele não pode evitar seu corpo de acende, não enquanto se deparava com o noivo nu e o tocava.
Sabia que devia deixar Milo dormir, pois devia está cansado, no entanto as mãos de Kamus ganharam vida, e tão logo inclinou sobre o menor, e seus lábios passaram a provar a pele do pescoço dele enquanto suas mãos acariciavam as coxas nuas.
Quando as mãos de Milo enrolaram em seu cabelo, ele soube que o pequeno acordou.
— Ka-Kamus... — Milo choramingou se contorcendo na ânsia de mais contanto.
Kamus o encarou maravilhado ao depara com sua face corada e o desejo brilhando em seus olhos. Não demorou em apossa da boca pecaminosa, sua língua buscou espaço, e uma dança sensual começou.
— Preciso de você... — Milo sussurrou arqueando-se contra ele. — Kamus. — Milo ofegante ao que seus olhos dilataram.
Kamus sorriu e tomou o falo de Milo na sua mão, no que suspirou em apreciação. O pau de Milo era justamente como se lembrava. Ele era longo e grosso, e sua coloração era uma tonalidade vermelho escuro, que atraia seu desejo mais profundo.
Uma gota de pérola de pré-sêmen agarrou à ponta de sua ereção, e Kamus sabia que Milo estava tão perto.
— Ka-Kamus. — A voz do loiro endureceu hesitante aceitar a forma que seu corpo reagia.
Kamus encontrou os olhos de Milo e sentiu um momento único. Os olhos azuis perfuraram sua alma. Com um suspiro agradecido, ele caiu de joelhos na frente do loiro.
— Kamus? — Milo questionou docemente, com os olhos cheios de incertezas.
— Vou cuidar de meu anjo. — Disse, e sem aviso prévio, ele tomou a cabeça do falo em sua boca.
Milo jogou a cabeça para trás em agonia feliz. A quente e úmida boca de Kamus envolta de seu falo o levava a loucura. Quando a parte de trás da garganta de Kamus apertou a ponta de seu pênis com luxuria, Milo não pode segurar seus gemidos.
— Ohhhh... Sim... — Ele cantou mais e mais. Ele sentiu-se pousar na beira do céu e do inferno. Seu pênis pulsava prestes a explodir. Um clarão branco perfurou atrás de suas pálpebras era seu único sinal antes de sua volta curvou-se em orgasmo.
Milo gritou em êxtase foi seguido de perto pelo jorro do líquido quente que atiro na garganta de Kamus. Os olhos de Kamus se fecharam, como se ele igualmente vivenciava o orgasmo de Milo.
— Obrigado, meu imperador. — Milo sussurrou reverentemente, acariciando os cabelos de Kamus, mesmo quando seu corpo continuou a tremer com o orgasmo.
Kamus lambeu os lábios e deixou um sorriso malicioso em seus lábios, ao que Milo choramingou. Ele parecia muito satisfeito consigo mesmo. — Isso me deu fome... Fome de você! — Kamus disse com uma piscadela.
Kamus estendeu-se ao lado Milo e sorriu. — Quero guarda esse momento em minha mente. Você e ao mesmo tempo a luz e a escuridão. O pecado e a inocência... Absolutamente lindo.
Milo concordou de todo coração.
— Diga-me o que fazer. — Disse Milo, gentilmente passando a mão no corpo de Kamus. O hálito do imperador escapou em um assobio quando Milo procurou e encontrou a cabeça de ereção Kamus ainda apertado. — Eu quero... Por favor. Seus olhos verdes imploraram por ajuda, e sorriso maroto Kamus tornou-se suave.
— Abra a terceira gaveta da cômoda. — Kamus ordenou, apontando para o bureau grande localizado longe pela cabeceira da cama. Milo rolou e arrastou seu caminho até a cama para sustentar a cômoda e abriu a gaveta. — Há um frasco, o traga para mim.
Milo virou-se e praticamente correu de volta ao lado de Kamus. Seu entusiasmo ao se jogar na cama causou o range das molas da cama.
Kamus riu quando ele corou. — Amor! Calma! Não há necessidade de pressa.
Um rubro aprofundou em Milo. Com um sorriso final, o rosto de Kamus se tornou sério, e ele fez sinal para Milo coloca-se sobre seu estômago. Milo enrijeceu visivelmente, de repente, um medo intenso.
— Relaxe. — Kamus mandou o que causou à tensão ainda mais. Kamus deu um aperto sobre a bunda esculpida de Milo. — Mais belo do que nunca. — Disse dando um golpe forte para sua parte traseira, para acalmou o aguilhão da sua bofetada com a mão acariciando suave.
Milo gemeu. Seu corpo estava praticamente queimando de desejo e sua ereção saltou ansiosa por Kamus. Nervoso ou não, Milo queria isso.
Kamus arrancou a garrafa dos dedos de Milo.
— Deixe-me relaxar você, anjo. — Disse Kamus apertando os globos firmes da bunda Milo na mão.
Milo jogou seu corpo mais para frente quando sentiu os dedos de Kamus tocarem a sua entrada. Ele não era mais virgem, mas sempre que estava com Kamus era como sua primeira vez.
Kamus brincou com a entrada do menor, se deliciando com os doces gemidos que Milo emitia.
— Kamus! — Milo olhou para o amado com olhos febris. Seu corpo entrava em combustão e reagia a cada dígito que adentrava em seu corpo.
— Já disse para relaxar! — Kamus falou sorrindo enquanto introduzia fundos seus dedos, sempre fazendo questão de acariciar o doce lugar.
— Kamus, quero mais! — Milo rebolava sobre a mão do ruivo. Um desejo incontrolável tomava conta dele, e seu corpo carecia mais e mais do outro.
Kamus sabia que Milo era sua perdição, mas o menor gemendo daquela forma seria sua morte. Sem pensar muito retirou seus dedos de dentro de Milo, e com a mão agora livre, levou seu pênis até a entrada do menor.
— Você é minha morte. — Kamus falou tocando com a ponta de seu falo na entrada no casulo adorável à medida que mordicava o pescoço do menor.
Quando Kamus finalmente entrou do amado corpo, o menor se sentiu completo, seu corpo estava morrendo de saudades do imperador de uma forma que não havia se tocado no meio daquela confusão toda.
As estocadas começaram suaves. Kamus não desejava machucar o menor. Aos poucos no ritmo dos dois foram aumentando, em alguns minutos só se ouvia palavras desconexas e a cama do imperador rangendo.
— Kamus... Mais... Mas!
Milo sem perceber levou sua própria mão ao seu órgão gotejante começando a massagear no mesmo ritmo das estocadas do ruivo. O que contribuiu para que uma onda de prazer tomasse seu corpo.
— Kamus... Eu! — Milo mal terminou sua frase e sentiu as ondas tomarem seu corpo e o seu orgasmo finalmente aparecer. Seu corpo apertou o pênis de Kamus, que o imperador, praticamente havia gozado junto ao companheiro.
— Eu... Estava com saudades disso! — Kamus falou caindo encima do corpo de Milo, mas sem impor peso.
— Há! Só disso? — Milo falou rouco. Estava rindo e nem sabia o motivo.
— Claro... — Kamus soltou uma sonora risada ao ver o bico de Milo. Como sempre o menor era encantador. — Que não! Estava com saudades das suas manhas também!
Kamus sorriu e deu um doce beijo nos lábios bicudos de Milo. O que começou como um toque suave foi se intensificando. Somente desgrudaram os lábios pela falta de ar, mas seus corpos continuavam milimetricamente unidos.
— Milo, vamos dormir! Você ainda está em recuperação. Já tivermos diversas brincadeiras na mesma noite! — Kamus mexia dos macios fios da cabeça de Milo vendo o menor já piscar os olhos de cansaço.
— Pense pelo lado positivo, podemos fazer sexo quantas vezes quisemos, pois assim, não vou engravidar! — Milo deu uma abafada risada já embalada pelo seu sono.
— Boa noite meu anjo! — Kamus disse por fim trazendo o corpo de Milo para cima do seu e caindo no sono junto com o loirinho.
Kamus sabia que muita coisa iria mudar em sua vida, mas dessa vez ele não tinha medo, pois finalmente iria realizar ter o seu maior sonho: Uma família.
Não muito distante dali, em um dos outros quartos, mais um casal desfrutavam as primícias do amor. Eles haviam compartilhado corpo, alma e corações. Deitados lado a lado e com os dedos
— Ainda não posso acreditar! — Mu ditou bocejando. Seu corpo achava entorpecido pelo efeito do prazer e a paz em seu coração. Ao que tudo indicava as coisas tomavam seu rumo.
— Nem eu! Jamais sonhei que encontrarei minha alma gêmea. — Kanon disse movendo e colocou-se sobre o menor. Embrenhou sua face na curva do pescoço do menor e exalou o doce perfume de seu amado. Suas mãos percorreram a pele das coxas até que as abriu e colocou-se no meio delas.
— Ka-Kanon... — Mu choramingou contorcendo. Poderia ter acabado de fazer amor, mas seu corpo ainda reagia ao outro.
— Meu adorável príncipe. — Kanon disse deslizando as mãos por todo corpo do menor. Sua boca percorreu pela mandíbula, mordiscaram ambos os ombros até que tomou um dos mamilos nos lábios.
— Ahah... Isso... — Os dedos de Mu agarraram o lençol seda de maneira que quase os rasgaram. Seu corpo contorceu carente por mais toques e seu coração buscavam pelo amado.
— Eu te amo... — O ex-ladrão murmurou ao que saboreou o outro...
Mu, involuntariamente, arqueou-se contra ele provocando mais fricção.
Kanon soltou Mu repentinamente, tentando alcançar o lubrificante na mesa de cabeceira. Espremeu uma quantidade considerável na palma da mão antes de envolvê-la ao redor do pênis de Mu.
— Merda, sim é... — Mu gemeu enquanto Kanon continuava acariciando seu pênis com movimentos irregulares.
Kanon soltou o pênis de Mu por um instante, agarrando suas pernas e abrindo-as aos poucos para que seus joelhos ficassem dobrados, sem nada para impedir a visão. Ele se inclinou para frente, com o nariz a um centímetro do buraco rosado de Mu. Soprou delicadamente na abertura, fazendo com esta se apertasse levemente, ouviu Mu gemer ao mesmo tempo em que o buraco se contraía.
Ele queria enfiar seu pênis latejante na passagem de Mu nesse mesmíssimo instante, e amaldiçoava seu lado racional que dizia que esperasse.
Em vez disso, começou a lamber o buraco enrugado, rosado, gostando do sabor almiscarado tão familiar que sentia em sua boca.
Penetrando mais fundo, torceu sua língua tentando alcançar o ponto que daria prazer a Mu. Os quadris de Mu se moviam de cima para baixo, e Kanon podia ouvir seus gemidos, seus suspiros que soavam mais e mais à medida que Mu ficava mais excitado.
Com um aperto que massageava o pênis de Mu e uma língua que fodia seu buraco apertado, Mu gozou tanto que os jatos do seu esperma voaram pelo ar. Kanon contemplou a imagem, e com a mesma mão que minutos antes tinha agarrado o pênis de Mu ele se acariciou forte e rápido antes de gozar sobre seu estômago e o peito de Mu.
Com um dedo, Mu pegou uma gota que caiu sobre seu mamilo duro, e o chupou. — Hummm, proteína para o lanche da noite. É saudável.
Kanon caiu sobre Mu, rindo. — Você ainda vai me matar.
— Talvez. — Disse Mu. — A não ser que me mate primeiro com a maratona sexual.
Eles voltaram a se beijar, até que o cansaço, dos últimos dias caiu sobre eles, e abraçados, foram levados para a terra dos sonhos, onde a felicidade começava a ser palpável.
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— Como pode! Ele estava tão perto, mas todas às vezes falhamos. Primeiro o príncipe e agora o noivinho dele. Maldição! — Afrodite gritou em fúria.
— Precisa se acalmar meu rei, não se preocupe, darei a cabeça de Kamus em uma bandeja para você. — Mascara disse ajoelhando diante do delicado rei.
— Me prometeu isso há séculos. Estou ficando cansado. Chega de táticas e de planos, seremos direitos. — Afrodite disse levantando e andando até a janela.
Shura olhou para o general e este acenou como se dissesse que as ordens do rei não deviam ser contrariadas.
— O que sugere meu senhor? — Mascara indagou.
— Prepare o exercito, vamos à guerra. Derrubarei Kamus ao chão e tomarei tudo que é dele. — Afrodite disse cheio de si.
— Suas ordens são leis! Mandarei prepara a frota agora mesmo e partiremos... Ao amanhecer o imperador Kamus conhecerá o fio de sua espada. — Mascara disse fazendo reverencia de joelho e depois levantou para sair do recinto sendo seguido por Shura. Dois homens para cumprir o capricho de um rei mimado.
Continua...
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