Casualty Of Love
14 Capítulo 14
Notas iniciais
— Eu quero... Me de... — Não sabia ao certo o que carência, só tinha ciência que seu corpo ardia por algo nunca experimentado antes.
— O que deseja príncipe? — Kanon indagou à medida que impôs seu peso sobre Mu, e assim o forçou sutilmente a deita-se na cama, e cobriu o corpo dele.
— Quero se amado! — Suas palavras saíram em gemidos. Sua cabeça projetou para trás permitindo que seu longo pescoço ficasse amostra da cobiça do ladrão.
Kanon sabia que devia recuar. O menor havia sido preparado à vida inteirar para se torna um Acólito... Alguém puro tanto de corpo e alma... Se prosseguisse com suas investidas, tiraria essa chance para sempre da vida de Um.
— Não podemos... — Murmurou, porém não parou. Sua boca abandonou os saborosos lábios e passou maravilhasse com a pele pêssego do pescoço, deixava ali suas marcas.
Mesmo que sua boca disse tais palavras, seu corpo ansiava desesperadamente apossar do menor, em torná-lo seu.
— Preciso... A minha vida inteira as pessoas decidiram as coisas por mim... Ao menos uma vez quero fazer algo que seja minha escolha... Meu desejo. E eu quero... Ser seu... Por favor. — Mu desferiu. Suas bochechas ardiam em rubi, seu coração batia forte e seu corpo era tomado por um desejo nunca experimentado antes.
— Tem certeza? Não poderá voltar atrás depois. — Kanon quis testar todas as possibilidades, dando abertura para o outro recuar.
— Tenho... Como céu e céu e água e água... Eu quero você... Por favor...
Em um rugido Kanon avançou sobre o menor, como se a fera tivesse tido seu cárcere aberto, sua boca disparou em beijos e chupões desde a mandíbula do príncipe, deslizando pelo pescoço e saboreando os ombros.
Suas mãos literalmente rasgaram a blusa que Mu trajava deixando que o dorso liso e alvo amostrar. Seus dedos brindaram com os discos rosados. Brincou com eles à medida que experimentava o manja que era a boca do menor novamente em um beijo selvagem.
Mu gemia e contorcia diante dos toques. Descobria quantos certos pontos em seu corpo poderiam se sensível.
Kanon parou de contorce os mamilos quando eles se tornaram seixos vermelhos e inchados. Soprou sobre cada um deles causando arrepios no príncipe, para então mama em um deles.
— Ahhh... Sinto-me tão estranho... Mas é um estranho bom... — Ele não reconhecia a própria voz. Ela parecia manhosa e sofrida. Mesmo que a vergonha o tomou não recuou, queria mais das sensações que Kanon causava em si. — Mais...
— Uhh... Temos um menino insaciável aqui! — O loiro ditou ao que deslizou seu corpo pelo do menor. Sua língua traçou um caminho invisível do mamilo pelo abdômen. Brincou no umbigo deixando ali uma poça de saliva, ao que suas mãos desfaziam do cordão da calça do príncipe, e tal rápido como possível, e retirou a mesma do corpo desejado.
Mu tentou escondeu suas partes íntimas devido à vergonha. Era desconcertante ter os ardentes olhos do outro pairando sobre si, captando cada detalhe seu.
Kanon deslizou a mão pelo belo corpo. Se não era o ser mais lindo que já tinha visto! Sutilmente ele abriu as pernas do menor e encaixou entre elas. Ele deitou de maneira que sua cabeça ficasse no sentido do túrgido falo. Agarrou na base movendo a mão lentamente e sentido a macies da quente carne.
— Ahhh... Não... E...
— Quer que eu pare? — Provocou.
— Continue! Sinto meu corpo em chamas... Algo que nunca sentir antes... Sinto-me tão vivo... — Sussurrou perdendo-se nas sensações.
Quando a úmida boca tomou a cabeça de seu pênis, mas nada existia fora daquele quarto. Sua sanidade foi roubada e cada vez mais foi empurrando para um caminho sem voltar.
Kanon relaxou a garganta permitindo que o duro falo ganhasse espaço. Seu corpo jubilou ao prova o sabor perfeito do menor, melhor que qualquer vinho ou doce...
À medida que chupava o doce pau, suas mãos percorriam o belo corpo, memorizando cada curva ou musculo. Ele empurrou as pernas de Mu até que elas encontravam dobradas contra o tórax do príncipe. Sem deixar a sucção do órgão pulsante, seus dedos apertaram as nádegas branquinhas, até que começaram a acariciar a doce entradinha enrugada.
— Ah... Eu vou derrete... O que está fazendo comigo? — Mu não compreendia a forma que seu corpo reagia, só tinha a plena certeza que não poderia se segurar.
Quando um ousado dedo venceu a barreiras das pregas do casulo do príncipe, e levou todo na boca. As costas de Mu arquearam em um arco perfeito. Sua boca deixou soltar um grito e sua semente pulverizou na boca do bandido.
Com gula, Kanon tomou tudo que o menor oferecia. Seu dedo entrava e saia lentamente do lugar que realmente desejava aventura, e deleitava na reação de Mu ao ser tocado tão intimamente por si.
— Kanon... — A voz de Mu sairá rouca.
Kanon não parou o movimento de seu dedo, acrescentou mais um. Instintivamente o príncipe rebolara com a invasão de mais um dígito.
Mu estava reagindo conforme seu corpo pedia. Sua mente já não trabalhava, agora ia pelas suas necessidades. Em sua mente ingênua não sabia bem onde aquilo iria acabar, contudo estava disposto a ver.
Kanon escutava os gemidos de Mu e ia cada vez mais fundo com seus dedos no corpo do outro. Em um determinado momento ele tocou em um ponto específico fazendo o menor dar um gemido mais alto. Com um sorriso faceiro, Kanon voltou a tocar diversas vezes naquele ponto e vendo o falo no menor rapidamente estar duro de novo.
Em um movimento inesperado, removeu os dedos de dentro, fazendo o mesmo soltar um rosnado de raiva, e logo depois cobrir a boca de vergonha. A cena toda era um delírio para o outro, que estava amando cada momento com o menor.
Rapidamente o bandido levantou da cama, abrindo uma gaveta da cômoda e voltou com um frasco em mãos. Posto que tudo fosse perseguido pelos olhos questionadores de Mu.
Com a própria mão Kanon começou a massagear seu próprio falo — duro como uma pedra — deixando o líquido viscoso cair sobre ele, assim preparando-se para o menor.
O loiro queria que aquele momento fosse perfeito, que de uma forma fizesse o menor não querer voltar atrás. Sabia que era errado o sentimento que detinha mais naquele momento não estava se importando com isso.
Quando seu pênis estava completamente engordurado com o líquido, voltou para a cama.
Mu assistiu a visão do outro se masturbando bem a sua frente o que só fez o seu desejo pelo homem aumentar. Seu membro aos poucos despertou gotejando pré-sêmen. Ele não entendia aquelas reações tão espontâneas de seu corpo, e naquele exato momento também não pretendia entender, só queria aproveitar.
Kanon rapidamente se posicionou entre as pernas do menor, seu corpo pedia pelo mesmo. Provocante esfregou a ponta de seu pênis na entrada expostas do menor, que pulsava lhe chamando.
— Kanon... — Mu gemeu. Não aguentava aquela demora.
Lentamente o membro do loiro começou a pedir passagem pelo canal apertado, como Mu era virgem a entrada fora mais difícil, não impossível.
Em nenhum momento Kanon recuou, sempre continuando com a investida, contudo com calma. Ele aproveitou o doce momento e não perdendo nem uma reação do pequeno príncipe.
— Kanon… Dói... Mas é quente! — Mu não aguentava aquele silêncio.
Em um movimento mais brusco, Kanon entrou por completo em Mu, trazendo um longo gemido para ambos.
Arfando roucamente forçou-se a ficar parado. Ele inclinou para frente tomando os doces lábios em um beijo molhado. Mu era tão apertava que chegava a doer está dentro dele, mas o prazer superava tudo.
Tao logo percebeu que o outro estava mais acostumado, ele passou a manear seus quadris. No primeiro momento foram lentas, para começar abrir passagem, mas logo o ritmo se intensificou, os gemidos ficaram mais altos.
— Kanon, mais! — Mu instintivamente abriu mais ainda suas pernas ficando totalmente exposto para o outro e para o prazer.
Kanon estava enlouquecido com a imagem do menor totalmente entregue para si, assim aumentando o movimento acertando diversas vezes o ponto doce do outro.
A cada estocada Mu gemia mais forte e auto, sabia que em poucos momentos estaria gozando novamente.
—... Ka... Non!
Olhando nos olhos azuis do outro, o príncipe mais uma vez arqueou as costas deixando o prazer fluir totalmente para fora de seu corpo e dentro dele também. Seu gozo havia se espalhado pela cama e em seu abdômen, mas ele não estava nem ai.
Com o estopim do menor, o corpo do mesmo compensará o falo do mais velho, dando um prazer imediato ao mesmo. Com aquele aperto, Kanon não aguentou mais, gozando assim dentro do menor.
O canal de Mu apertou tanto o membro do outro que o sugara ate a última gota. Kanon cairá de lado na cama, saindo de dentro de Mu e puxando o mesmo para si.
— Estou sujo! — Mu falou, contudo sua voz era totalmente rouca e embaraçada pela pós-luxuria.
— Não me importo! Vamos descansar! — Kanon puxou a colcha grossa para cima dos dois e fizera Mu usar seu peito como travesseiro.
O pequeno não sabia como estava cansado até relaxar no peito do bandido. Pode experimentar sentimentos novos... E abrir a porta para um desejo descontrolável. Queria descobrir muito mais coisas com aquele bandido.
Quando Kanon olhou mais uma vez para a face do menor, vira que o mesmo não estava mais acordado, sorrindo para si mesmo, passou a mão naqueles fios tão incomuns e belos.
— Eu te amo pequeno! — Kanon falou baixo, sabendo que o menor não podia escutar e assim cairá no sono também.
Entretanto Mu não estava dormindo, estava apenas relaxado aproveitando os toques do mais velho e escutou claramente cada palavra do outro. Seu coração quase sairá pela boca, mas covardemente não conseguira responder.
Com as doces palavras do loiro, finalmente adormeceu, ansiando jamais sair daqueles calorosos braços.
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— Não! — Milo gritou, todavia não havia em seu semblante medo ou raiva, e sim um sorriso de diversão. Ele encontrava perto da porta do banheiro e trajava unicamente um roupão de seda.
— Milo, venha aqui... Devolva isso! — Kamus bradou. Mesmo que sua voz fosse seria, não havia sua habitual frieza ou arrogância, poderia se dizer que igualmente ele se divertia.
— Ahh... Vem pegar Oh grande rei... — Provocou.
A cada dia eles passavam mais momentos juntos. Kamus sempre fazia questão de mostrar o mundo para o loiro, explicando muitas coisas desconhecidas para Milo ou ensinando algo novo. Alguns dias atrás havia ensinado a ele jogar de xadrez, todavia tal jogo requeria paciência e estratégia. O último o loiro até detinha, visto que era inteligente, mas paciência não fazia parte dele.
A partida daquele tinha estava indo tranquilamente. Em certo momento pararam no meio dela para sucumbirem à paixão, e após saciarem um no corpo do outro, e descansarem, eles retornar a jogar. A questão era que Milo não tinha calma para tramar as jogadas, e acabava fazendo movimento precipitados, o que garantia a vitória de Kamus.
Com “raiva”, o loiro roubou a peça do tabuleiro do ruivo e negava a jogar ou devolver.
— Não! Declare-me ganhador. — Gritou dando pulos em seus pés.
— Isso não é correto, deve ganhar por mérito anjo, e não roubando. — Kamus disse calmamente.
— O que me falou?
— Que isso não e correto! — Kamus disse dando os ombros.
— Não isso, a outra parte. — Milo bradou impaciente, mas igualmente nervoso.
— Ganhar por mérito?
O loiro sentia que o outro estava apenas enrolando ele, que sabia perfeitamente ao que tinha se referido.
— Kamus! — Gritou, porém no mesmo momento que alguém bateu na porta.
— Só um minuto anjo que retornamos a nossa conversa. — O ruivo disse fechando melhor seu roupão e indo atender a porta. Ao abrir deparou-se com Dohko – seu conselheiro – e a feição dele parecia em nada agradáveis. — Algum problema?
— Majestade, poderia me acompanhar a sala do trono. Creio que temos um assunto importante a tratar. — Disse fazendo reverência.
— Em minutos estarei lá, apenas irei me trocar. — Disse fechando a porta e seguindo para o closet. Seus passos eram decididos e firmes.
— Algum problema? — Indagou incerto. Sabia que a brincadeira tinha acabado e o outro tinha vestido a faceta de imperador.
— Preciso sair, fiquei aqui! — Kamus disse quando saiu do quarto com suas roupas e passou vesti-las rapidamente.
— Não! Eu vou com você. — Milo bradou correndo para se vestir
— Milo não é hora para se mimado.
— Não sou mimado! Se serei seu esposo, devo está contigo em todos os momentos. Não vou deixa-lo sozinho! Não. — Falou ríspido. Ele vestiu um par de calças, blusa e sapatos rapidamente. Nada glamuroso, mas decente.
— Ok! Apenas fique quieto. Conheço-te, vai querer opinar. Entenda! Mostrar rebeldia diante dos outros, serei posto como um imperador fraco que nem sua casa controla. — Kamus disse indo até o loiro e ajeitou sua camisa.
— Certo! Ficarei calado! — Ele mesmo tinha suas dúvidas, mas com toda certeza tentaria.
Assim que os dois estavam prontos, rumaram para o grande salão. Uma nevoa de soldados rodearam o imperador e o loiro, enquanto seguiam para o recinto. Ao chegar ao mesmo, todos os presentes se ajoelharam em sinal de respeito.
O imperador sentou em seu trono, e atrás deste em pé, encontrava Milo com a expressão relaxada. Não havia muitas pessoas no recinto, apenas conselheiro, generais e anciões nobres.
— O que devo a convocação? — O ruivo indagou altivo.
— Majestade, nosso espião descobriu a localização do refugio dos ladroes que sequestraram seu primo. — Um dos generais disse.
— E o que estão esperando para resgatá-lo? — Kamus mostrou que não aceitaria falhas.
— Ele também descobriu que os soldados do rei de Astoria, Afrodite, estão prontos para atacá-lo. Aparentemente ele tem empenhado bastante para coloca as mãos no príncipe Mu.
Os olhos de Kamus tornaram-se ainda mais frios e todos os presentes temerem. Sabia que não devia está perto do imperador diante de sua fúria.
— Não podemos ir contra Astoria, por que daria margens que ajudamos bandidos, mas se eles tiverem sucesso podem sequestrar o príncipe. — Dohko disse.
Ninguém disse mais nada. Kamus ficou a pensar, Estava realmente em um beco sem saída.
Milo aproximou-se de Kamus. Ele sem ligar para os olhares alheios sentou-se no colo do ruivo e manteve seus olhos somente nele.
— Milo... Agora...
— O que é mais importante para você? — Milo indagou cortando a recuar do imperador.
— Mu é meu primo... Mesmo que nunca tivemos muito contanto, ele é precioso. — Kamus disse em voz baixar que somente o jovem loiro em eu colo poderia ouvir.
— Então não ligue se estive ou não salvando banidos juntos, mas salve-o. E como o jogo de tabuleiro... Para seu objetivo maior, assim como sacrifícios são necessários, as jogadas arriscadas, também. — Milo ditou sem vacilar.
— Tenho que sempre pensar em toda percussão, Milo! Minhas ações interferem em todo reino.
— Eu sei, mas pense... Os ladroes foram justos... Digo, o que eles fizeram foi errado, mas eles têm negociado abertamente, sem ferir ou pressioná-lo... Já o rei de Astoria é um inimigo maior... Se ele tiver seu primo, terá algo para derruba todo seu reinado.
Um sorriso surgiu na face do ruivo. — Sábias palavras! — Murmurou para Milo acariciando seu dourados cabelos. — Dohko?
— Sim alteza!
— Organize nossas tropas, vamos lutar. Astoria saberá que não deve invadir meu Território e nem ousar tocar naqueles que são importantes para mim. — O imperador disse firme.
Imediatamente todos colocaram em cumprir suas ordens, eles precisavam apressar.
Quando Milo foi sair de seu colo, Kamus o deteve. — Obrigado! — Agradeceu tomando os lábios viciantes com os seus. O loiro era o verdadeiro alento para si... Seu coração, alma e corpo. Kamus sempre trilhou o caminho de governante sozinho, mas agora ele tinha alguém ao seu lado. Alguém capaz de acompanhá-lo e brilhar ao seu lado.
Continua...
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