Casos e Acasos

10 Casos e Acasos - Capítulo 10


Notas iniciais
Eu gostaria de começar as notas iniciais dando um SUPER ULTRA MEGA POWER obrigada pela linda recomendação da Jell. Estamos sorrindo abestada, muito felizes mesmo. Viva nossa primeira recomendação. o/ Agora vamos lá, a princípio eu só viria aqui na semana que vem, desta vez por causa dos baixíssimos comentários. Amei os que comentaram, mas foram poucos, em vista dos capítulos passados.Não sei se é por não gostarem do enredo, ou do assunto abordado, mas vocês podem me falar. Eu preciso saber a opinião de todos vocês. Não terei tempo de responder os comentários hoje, mas eu li e super amei, como sempre. Akyyra07, no próximo capítulo eu posto uma imagem do Gustavo, pode ser? Dar rosto ao nome. Enfim, capítulo leve e curto, mas mesmo assim se tiver um número pequeno de comentários, eu só volto a postar daqui a um mês, ou até mais, dependendo do meu humor. SE houver um número significativo, eu deixo vocês incrementarem algo no relacionamento da Regina e da Emma. Só postarem o que querem nos comentários, que darei um jeito de colocar na história. ( Pelo amor de Deus, estamos no início, então nada de sexo, beijos ou coisas afins. Tem que ser algo de acordo com o relacionamento delas agora. ) Eu irei ver quais são as coisas mais pedidas por vocês e colocarei, pode ser? Vamos lá? Beijos e boa leitura.

Na manhã seguinte Emma acorda com o barulho do celular escondido tocando.

– Oi garoto. — Emma fala assim que reconhece o número de Henry no visor.

– Emma, hoje minha Vó vai vir ficar comigo enquanto minha mãe vai dar aula. Podemos ir aí?

– Pode sim. Eu aproveito e falo com ela sobre a nossa operação.

– Tudo bem. Depois da escola nós passamos aí.

– Ta bem, garoto. Beijo.

– Beijo.

Assim que encerram a ligação, Mary apareceu na porta do quarto.

– Ei criança, está melhor?

– Ótima. Confesso que ansiosa.

– Emma, você tem certeza disso?

– Absoluta. O máximo que pode acontecer é ela nunca mais olhar pra minha cara, coisa que ela já não está fazendo mesmo.

Emma deu um sorriso triste.

– Ei, vai da tudo certo.

Elas ficaram mais um tempo conversando.

Já na casa de Regina era só correria.

– Henry, vamos logo.

– Calma mãe.

– Estava falando com quem? Ouvi sua voz lá em cima.

– Ninguém não. Vamos? — Henry fez uma cara tão de desentendido que fez Regina desconfiar, mas decidiu não pressiona-lo.

– Vamos. Não se esqueça que sua Vó irá te buscar na escola.

Os dois saíram de casa.

Já na parte da tarde, Cora e Henry estavam conversando na sala.

– Vovó, nós podemos ir visitar a Emma no hospital?

– Quem é Emma, Henry? — Cora perguntou curiosa.

– A aluna da mamãe. Eu já falei dela pra senhora.

– Ah claro. Sua mãe também já comentou comigo sobre ela.

– Então podemos ir?

– Sua mãe sabe?

– Vovó, lá a senhora vai entender tudo. Eu vou me arrumar.

O menino saiu andando sem dar tempo de Cora falar alguma coisa.

No hospital, Emma aguardava ansiosa pela visita de Henry e Cora. Seria a primeira vez que falaria com a mãe de Regina. Como será que ela reagirá?

Emma estava perdida em seus pensamentos e só foi despertar, quando ouviu a voz de Henry.

O garoto entrou pela porta, seguido pela Avó.

– Henry. — Emma abriu um sorriso ao ve-lo.

– Emma, essa é minha Vó, Cora. Vó, essa é a Emma.

A senhora estendeu a mão e Emma a cumprimentou na hora.

– É um prazer Emma.

– O prazer é todo meu.

– Vejo que você está bem. Quando vai ter alta?

– Então, eu preciso conversar com a senhora.

– Claro, mas só depois que você parar de me chamar de senhora.

Ambas sorriram.

– Tudo bem. Então, Cora, o motivo que eu ainda estou nesse hospital, é para preparar uma surpresa pra Regina. — A cada palavra, Emma falava com mais calma. Se todos próximos a ela surtaram com a ideia, a mae de Regina não seria diferente.

– Que tipo de surpresa se prepara ficando num hospital? — Cora já estava acomodada em uma poltrona e Henry sentado próximo aos pés de Emma.

– É que eu quero fazer uma festa surpresa para Regina, com o tema de contos de fadas. — Emma falou tudo de uma vez só e literalmente fechou os olhos, esperando um esporro gigante.

Diferente do que a Emma pensou, Cora deu um largo sorriso.

– Eu amei. Quando vamos começar a organizar?

Emma franziu a sobrancelha.

– Você não vai querer me bater e dizer que Regina vai me matar?

Cora deu uma leve gargalhada.

– Eu não vou te bater, porque adorei a ideia, mas já sobre Regina te matar, eu não posso dar garantias.

Sim, Emma estava começando a ficar assustada com todo mundo falando esse tipo de coisa.

– Será que ela vai gostar? — A loira perguntou receosa.

– Emma, querida, deixa eu lhe contar uma história. Mas antes, Henry, nada de contar isso pra sua mãe. — O menino assentiu. — Bom, Regina sempre gostou muito dos contos de fadas, quando era mais nova, tanto que a festa de 15 anos ela escolheu esse tema para sua festa. Não era surpresa nenhuma ela gostar tanto da Rainha Má, pois essa era Regina. A que preferia os vilões, porque dizia ela que nenhum deles nasceu assim. Todos os vilões eram bons, mas algo ruim aconteceu a eles, os forçando a serem maus. Regina estava toda empolgada. Mandamos fazer uma fantasia da Rainha má especialmente pra ela. O salão foi todo decorado. Estava lindo. Tudo lindo, até que deu a hora da festa. Regina tinha se escondido, pois queria ser a ultima a chegar, mas na festa dela, as pessoas que foram podíamos contar nos dedos. Uma menina mais popular que Regina deu uma festa no mesmo dia, com o mesmo tema. Depois desse dia, festa ficou fora de cogitação pra Regina. Ela ficou muito mal durante dias, mas depois resolveu deixar isso pra trás. Em todos seus aniversários seguintes, o máximo que eu e o pai dela conseguiam os fazer, era arrastar ela para algum restaurante.

– Nossa. Eu achava que essas coisas só aconteciam em filmes — Foi só o que Emma conseguiu falar.

– Mas me diga. O que está faltando?

– Eu vou conversar com um amigo meu e ele vai reservar o salão. Você poderia me ajudar com as fantasias.

– Claro. Claro.

– Vovó, eu vou ser o Peter Pan. — Henry falou todo empolgado.

– Eu imaginei isso. — Cora sorriu. — Querido, vai pegar um café pra mim?

– Claro. Já volto. — O menino saiu da sala e acabou encontrando o Gustavo no corredor. Acabaram que ambos foram para a cantina do hospital.

– Agora que estamos a sós, eu queria te perguntar o porquê você está tão disposta a fazer tudo isso pela Regina. — Cora perguntou realmente curiosa.

– Regina é muito importante pra mim. Ela me ajudou quando eu mais precisei e digamos também que é um pedido de desculpas por eu ter falado coisas que não devia.

– Entendo. Só continuo em duvida sobre uma coisa. Por que você precisa organizar tudo isso aqui do hospital?

Emma deu um longo suspiro e então começou a contar toda a história para Cora. Desde a perda de sua mãe, até a ultima vez que ela e Regina se viram.

– Menina, você é realmente muito corajosa. E então, já decidiu sua fantasia?

– Sabe que eu nem pensei nisso ainda. — Emma deu um meio sorriso.

– Mas como não? Temos que agilizar tudo logo. Mas agora eu tenho que ir, porque daqui a pouco Regina ta em casa.

– Tudo bem, mas Cora, é... Como vamos fazer pra Regina colocar a fantasia?

– Isso você pode deixar comigo. — A mulher piscou pra Emma.

Logo assim que Cora levantou da poltrona, Henry e Gustavo apareceram na porta.

– Se minha salvação fosse o café, eu estaria morta, né? — Cora falou tirando onda com a demora de Henry.

– Humm, me desculpe, mas acho que a culpa é minha. Imaginei que você queria falar a sós com Emma e levei Henry para um tour no hospital. — Foi a vez de Gustavo falar.

– Pois imaginou certo. Muito obrigada.

Todos se despediram e Cora e Henry saíram de lá.

Assim que chegaram em casa, Regina já estava a espera deles.

– Posso saber onde os estavam? – A morena estava sentada no sofá vendo TV.

– Nós fomos visitar a Emma. – Cora tomou a iniciativa.

– Hum. – Regina que pretendia falar um monte, ao escutar isso, não conseguiu falar mais nada.

– Henry, por que você não vai tomar seu banho pra depois a gente jantar? – Cora direcionou ao menino.

– Quer falar sozinha com a mamãe, né?

– Exatamente.

Os dois sorriram e Henry subiu.

– Querida, você já não acha que está na hora de ir conversar com a Emma, não?

– Pelo visto vocês conversaram muito, né?

Regina continuava voltada para a televisão.

– Regina, não muda de assunto.

– Mamãe, a Emma me magoou e eu ainda não estou pronta para perdoa-la.

– Regina, a menina foi impulsiva, falou algo que não devia, mas você não acha que está levando isso um pouco a sério demais não?

– Não sei. – A morena deixou a cabeça no colo da mãe.

– Querida, ela gosta tanto de você. – Cora falava e fazia cafuné na filha.

– E eu dela. – A morena sorriu.

– Que sorrisinho é esse, Regina?

Regina fechou a cara na hora.

– Que sorriso?

– Querida, só vá visitar a Emma, tudo bem?

– Uhum.

Cora ficou fazendo cafuné na filha até Henry descer para jantarem.

Após o jantar, Regina foi colocar Henry na cama. Era sempre assim. Por mais que Henry insistisse na sua ‘’fase adulta’’, nem o próprio abria mão disso.

– Mamãe, você está chateada com a Emma? – Henry perguntou deitado na cama.

– Não mais. Você gosta mesmo dela, né? – Regina perguntou fazendo carinho no rosto do filho.

– Sim, muito.

Regina sorriu.

– Vai dormir meu príncipe. Bons sonhos.

– Boa noite mamãe.

Ela deu um beijo nele e foi em direção a seu quarto, decidindo por fim ir visitar Emma no dia seguinte.

Notas finais
Lembram do nosso acordo lá em cima?