Notas iniciais
A menina vai conseguir o que tanto quer?

-Beatriz o que faz aqui?

-Você me deixou sozinha! Depois de arrancar-me do bar com Michel dizendo-me que não me deixaria sozinha!

-A deixei depois que adormeceu.

-Não me convida para entrar?

-Betty, está tarde! Melhor que vá para seu quarto e...

-Gostei muito da brincadeirinha. -disse, abraçando-o -Nunca senti isso com meus dedos... Não sabia que dava para fazer isto... O que mais sabe?

-Beatriz, foi apenas uma brincadeira. Um erro, na verdade.

-Você me deseja!

-Isto não é....

Beijo.

-Beatriz... Sabe...

-Você está... -sentindo que estava excitado. -Quero que me faça tremer em seus braços, que me ensine tudo que sabe -disse, beijando-o. -Quero ser sua!

-Beatriz isto não é brincadeira! Você é apenas uma menina!-disse tomando seu braço.

-Acaso pareço uma menina para você?-disse tirando seu hobby revelando seu belo corpo coberto apenas por uma camisola transparente.

-Está louca, Betty? Cubra-se.

-Sei que me quer! -beijo

-Betty.

-Faça-me sua! Quero que faça de mim o que quiser.

Ele a apertou contra ele e começou a beijá-la com desespero. Betty gemeu lembrando-se de sua boca faminta fazendo estragos em sua intimidade e imaginando como seria senti-lo possuindo-a com todo o vigor da sua masculinidade que sentia apontando-a.

-Isto é loucura, Betty, você é apenas uma menina!

-E esta noite serei sua mulher! -disse deitando-se na cama. Venha, Dinho, faça-me uma mulher!

-Betty! Sou um homem e não posso me aproveitar de um momento de confusão.

-Confusão? -disse levantando-se. -Quem está confuso é você!

-Tenho que te proteger e...

-E se não quero ser protegida? Sou uma adulta e não quero ser protegida por você! Quero que seja meu, como sempre sonhei. E sei que que também me deseja!

-Isto está saindo do controle! Voltaremos bem cedinho à fazenda, amanhã!

-Volte você sozinho, idiota! -disse vestindo-se -Tenho muito que fazer aqui, tenho que visitar Tio Lázaro, sair com minhas amigas e claro dançar com Michel!

-Não se atreva!

-Quer saber? Vou ligar para Michel, com certeza deve estar querendo minha companhia.

-Não se atreva!

-Ele não me acha uma menininha! Vi como me olha.

-Como um gringo aproveitador!

-Como um homem!

-Eu a proibo!

-Haha! Quem pensa que é?

-Sou seu, seu...

-Vou para meu quarto, adeus seu Armandinho!


Ele a segurou pelo braço, ficou louco de ciúmes e pegando-a seu corpo, começou a beijá-la.

Betty cedeu e começou a retribuir-lhe o beijo, enroscando-se nele.

-Sei que me deseja. -beijo-Não quero ser de outro, nem de Michel, nem Daniel nem ninguém! O quero! -disse enroscando suas pernas, enquanto ele colocava as mãos dentro de sua camisola para tocá-la.

-Mato estes desgraçados, se a tocarem.

-Por quê?

-Vou dar-lhe o quer, Beatriz!-disse deitando-a apenas com a camisola.

-Porque não aguento mais resistir. -disse sem desgrudar de seu corpo, caindo sobre ela, para beijá-la com loucura, enquanto se colocava ainda vestido entre suas pernas.

-Ah! -disse acariciando suas costas.

-Você é forte!

-A tenho desejado como um louco! -disse lambendo seu pescoço, descendo pelos seios, os quais eram como pequenas mangas as quais segurou com as duas mãos para lamber os mamilos.

A moça contorcia-se em seus lábios, enquanto ele adentrou com seus dedos sua cavidade vaginal para levá-la facilmente ao prazer.

-Sua menina levada!

-Quero ser sua mulher!

-Isto não é brincadeira, Beatriz! Depois de fazer, não poderá voltar nunca mais...

-Quero que me torne sua mulher!

-Ah Betty... -beijo -merece um homem melhor.

-Você você é perfeito. O homem que quero!

-Isto vai doer.

-Ouvi dizer que dá muito prazer.

-Mas a primeira vez é dolorosa, é o que dizem.

-Mas para sempre?

-Não, só a primeira vez! Não tenho certeza. Nunca estive com uma menina.

-Então, valerá a pena para ser sua!

-Serei gentil e cavalheiro como sonha.


Betty o beijou, entregando seu corpo à vontade dele.

Armando não sabia o que era estar com uma virgem, nunca havia estado com uma. Tentou ser gentil, adentrou com cuidado, enquanto a acariciava, até que sentiu uma barreira. Queria voltar atrás, não queria ver sua menina sofrer. Mas Betty o beijou, e disse que o amava.

Munido de coragem, Armando adentrou de uma vez. Nunca havia estado em um local tão aconchegante, sentia as paredes dela apertando-o, começou a gemer, queria mexer-se com vigor, mas não podia machucá-la. Precisava se conter.

Não ouvia os gritos que habitualmente ouvia das mulheres, abriu os olhos para ver se a menina estava sentindo o mesmo que ele e o que viu partiu seu coração: Betty estava de olhos fechados com lágrimas nos olhos.

-Sou um canalha! Não deveria ceder a meus desejos! Tinha que protegê-la!

-Está sentindo tanto prazer, Dinho!

-Mas o que adianta se a faço sentir dor? É apenas uma menina, sou um animal.

-Tem volta?

-Receio que não, Beatriz!

-Já sou sua mulher?

-Certamente, uma mulher, mas não estava preparada. Melhor que a deixe. -disse tentando levantar-se, ainda dentro dela.

-Não.

-Mas está sentindo dor.

-Mas você prazer!

-Beatriz..

-Não tem mais volta, Armandinho. -disse apertando-o ainda mais com as pernas -Quero que vá até o fim. Que grite de prazer, que me marque sem dó.

-Beatriz, isto é loucura! -disse adentrando-se.

-Sou apenas sua!

-Ah, Betty! -disse virando os olhos, enquanto Betty apertava os olhos segurando as lágrimas e fechando as pernas em volta dele para que a possuísse como queria.

Armando não podia aguentar tanta provocação, sentiu uma descarga recorrer seu corpo, ao sentir o maior orgasmo que teve em sua vida.

Estava sendo doloroso para Betty, mas senti-lo em seus braços se contorcendo de prazer era o que havia sonhado.

-Te amo, Armandinho! Você é meu! Desde hoje será meu! Diga que será meu para sempre!

-Eu... AH! Sou seu! -disse, virando os olhos ainda mexendo-se de prazer.

-Só meu e serei só sua!

Armando estava tão tonto de prazer que não se dava conta que estava selando sua sentença nos braços daquela menina, outrora inocente. E selado compromisso em seus lábios.

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