Casamento por Contrato
27 26. Descobertas, Provocações e Mais Provocações...
Notas iniciais
Obrigado por responderem a enquente, não sabia que tinha tantos leitores assim rrsrsr
Capitulo dedicado a todas vocês que comentam, e em especial a Caroline Fernandes que irá complentar aniversário no dia 07/01, meu presente para você adiantado
Bem-vindas leitoras novas e fantasminhas apareçam!
Vejo vocês logo abaixo
Pov. Bella
Essa gravidez estava literalmente mudando meu humor, estava calma demais para meu gosto e não sou assim. Sinto falta de quebrar as caras da vadias que davam em cima do Ed, ou quando o ridicularizava por besteira. Mas como tenho minha cabeça no lugar, até parece, tento não me esforçar por causa de Sophia. Mas isso não inclui aquela vadia arruaceira dos infernos chamada Vacatória, quer dizer Victória, pois se ela vir se meter de valentona irá comer como um ratinho de laboratório em minhas mãos, mas em seu caso, queijo estragado. Pois como sabem, vadia só come resto, se é que me entendem.
Edward, conhecido como o estressado da família só faltava botar dez ou mais seguranças como minha sombra, claro só se eu deixasse, mas não estou nem louca de fazer isso. Ele sempre antes de ir trabalhar deixava uma realidade de sermão completa. Bella evite sair de casa... Bella, Victória é perigosa... Bella, ela pode fazer mal nossa filha... E blábláblá, se eu fosse ligar estava pior que ele. Já avisei que ele irá de cabelos brancos antes do tempo, mas o protetor nunca me escuta.
Minha consciência é a prova viva que sempre me cuidei, e nunca fiz coisa errada. Afinal, sempre fui quietinha. Quer dizer, depois de ser traída duas vezes, né mole não viu. Cansa, e a beleza se irrita. Só que se Victória estava pensando que isso iria acontecer, está muito enganada. Ou ela acha que ficarei de olhos fechados para ela, como a víbora que é, dar o bote. Se iluda bebê, que a Bella aqui né besta não.
Como já tinha se passado quase mês, estaria daqui uma semana completando cinco meses. Minha barriga já estava bem elevada, e Sophia chutava constantemente, parecia até escola de samba. Mas não poderia reclamar, afinal, ela está se alongando, e pelo jeito será grande como o pai.
–Meu Deus essa garota acha que está em uma partida de futebol — Disse rindo para Edward que estava ao meu lado absorto em seus pensamentos. –Edward? Terra te chama? – Chamei, chamei e nada, o jeito era chacoalhar mesmo – Acorda criatura, hora de dormir já passou. – De repente as orbes de Edward começaram a crescer mais que o normal. Oh Senhor era agora que meu homem enfartava. Como ele estava deitado, subi em cima dele, e comecei estapear sua cara.
–Acorda Ed, vamos, não me deixa com uma filha pra criar. Deixa pra enfartar depois. Eu preciso de você. Prometo ser boazinha e não bater em ninguém – Quando falei a ultima frase, no mesmo instante Edward voltou à realidade.
–Hum... Juro que não irá bater mesmo em ninguém? Olhe que enfarto de novo. – Disse zombando da minha cara. Esse desgraçado, enquanto eu aqui sofria pesando que essa coisa estivesse morrendo. Ele só fez isso para tirar saro com minha cara.
–Seu cachorro, safado, sem vergonha... Eu aqui sofrendo pensando que você tinha ido para o andar de cima, e você brincando com minha cara. Por causa disso ficará duas semanas sem sexo. – Disse-lhe emburrada, saindo de cima dele. Como estávamos no nosso quarto, desci as escadas e fui para cozinha, comer chocolate.
–Bella, amor volta aqui. Foi só uma brincadeira. – Falou ressentido, nem preciso falar que ele me seguiu como um cachorro, com os rabos entre as pernas.
–Amor a puta que pariu. Você quase me mata do coração. Eu pensei que estivesse morrendo, mas não tudo por uma brincadeira. Não sabe como me assustei na hora. – Já estava chorando, maldito hormônios.
–Fofinha não chora. Juro que não fiz por mal. Estou me sentindo o pior do universo. Faço qualquer coisa para me redimir, mas não me deixa sem sexo. Se não enfarto de vez.
–Tudo que eu quiser. Promete? – Disse com os olhos brilhando. Não digo que estava ficando louca, há pouco tempo estava chorando, e agora, prefiro nem comentar.
–Tudo, sem objeções. – Concordou com a cabeça, agora você se ferrou Edward Cullen.
–Então quer dizer que posso ir atrás de Victória, e dar um avisinho á ela. Claro que juntamente com minhas amigas.
–Bella isso não. Você pode ser machucar você não sabe de que Victória é capaz de fazer. – Respondeu aflito.
–Você disso tudo que eu quisesse. Então nem adianta voltar atrás. Além do mais eu não sou nenhuma louca de ir sozinha. Vai que ela dá uma rasteira em mim, e eu desmaio. Não nasci ontem Edward.
–Então esse vai ser o único jeito – Falou para si mesmo, olhando para mim. – Bella tem uma parte da história minha e de Victória que eu não te contei naquele dia. Mas na época achei desnecessário para o momento. Só que agora, isso seja o único jeito de fazer você mudar de idéia.
–Que história mocinho? Nem venha me dizer que ela engravidou também, e você tem um filho fora do casamento? – Já pensou meu Ezinho, tendo uma miniatura dele com aquela vadia, não jamais, isso não pode acontecer.
– Não Bella... Claro que não. Deus que me livre. – Disse com a respiração acelerada. Depois de ele ter falado pude respirar novamente.
–Então se não é isso. O que pode ser mais grave.
–Victória já provocou um aborto em uma amiga minha, pois ela pensava que o filho era meu. E com isso ela atropelou Karen, e a mesma perdeu o bebê.
–Meu Deus, isso é muita informação para minha cabeça. Como assim ela pensava que esse filho era seu? Você teve algum caso com essa Karen. E quando foi isso? – Disparei como metralhadora em perguntas que só ele poderia responder.
–Uma pergunta de cada vez. Eu vou lhe contar do começo. Assim você entenderá melhor. E quem sabe eu não consigo botar algum juízo em sua cabeça.
Na medida em que Edward contava a história, eu nutria ainda mais raiva da vadia louca. Como ela podia fazer isso com uma criança, e ainda mais por saber que tudo fazia parte do seu plano para roubar Edward, e ficar com o dinheiro junto a James. Pobre de Karen, perder um bebê não é fácil, nem sei o que faria se perdesse Sophia, provavelmente uma parte de mim iria junto. E Edward se sentia culpado pelo bebê, mesmo a culpa sendo toda dela, sempre ela. Quando Edward finalizou a história eu já estava chorando. Mas não de medo, e sim de raiva de Victória.
–Agora você entende Bella. Por que eu não quero que você vá encontrar essa mulher. Tenho medo por você, pela nossa filha. Não quero que aconteça o mesmo que com Karen. Eu não sei se agüentaria carregar essa culpa duas vezes. Por favor, Bella não tente medir força com Victória, ela é capaz de tudo. – Sua voz saiu abafada por seu rosto esta entre as mãos.
–Edward – Chamei-o tirando seu rosto de suas mãos. — Abra os olhos, olhe para mim, — Fez o que pedi. – Entenda que nada irá acontecer comigo nem com Sophia. Victória pode ser forte e psicopata. Mas ela não usa a cabeça. E eu juro que farei pagar por todo sofrimento que ela já causou em você e Karen. E nada nem ninguém irá me impedir de fazer isso.
–Mas Bella eu te medo. Se algo acontecer com vocês duas eu não sei se irei agüentar.
–Nada irá acontecer. E eu não vou dar esse gostinho a ela. Eu só não entro nos tapas com ela agora, por causa de Sophia. Mas se ela tentar algo pode ter certeza que não sairá barato. E espero que isso aconteça daqui alguns meses. Pois quando Sophia nascer, ela irá ter se arrependido de ter mexido com uma Swan Cullen. Agora pare de se preocupar a toa. Pois dela cuido eu. – Disse acariciando seu rosto
–Espero que você saiba o que está fazendo. Não irei mais interferir, pois sei que nada irá mudar sua decisão. Mas te peço algo, espere Sophia nascer para tomar qualquer decisão. Você não pode entrar em uma briga com essa barrigona. – Falou tocando em minha barriga por cima da blusa.
–Isso eu posso concordar. Enquanto isso ela pode está armando e não atacar agora, mas quando ela atacar pode ter certeza que também estarei preparada. Agora vamos deixar de falar dessa mulher, que tal irmos começar a arrumar o quarto de Sophia. Pintamos hoje, e se ainda der tempo você arma os moveis. – Falei sorrindo, levantando-se do sofá. O assunto Victória seria esquecido pelo momento.
–Por que eu tenho que montar os móveis? Você não fará nada não é Senhora sou muito preguiçosa e gosto de mandar nas pessoas. — Murmurou, ficando de frente a frente para mim, enlaçando seus braços em minha cintura.
–Tenho um homem forte e gostoso para isso. Ou você acha que só deixarei de enfeite. Hum? – Perguntei passando a ponta do nariz na base do meu pescoço, fazendo com que Edward estremece, e soltasse um pequeno e excitante gemido. Seguindo com beijos em seu maxilar, até sua boca. Onde o beijei com todo fervor. Separei-me dele com falta de ar.
–Vai desistir de organizar o quarto de Sophia? – Perguntou rindo
–Não...Vamos antes que alguém me faça mudar de idéia. – Sussurrei em seu ouvido.
–Não quer continuar na idéia errada não? Estava curtindo muito. – Falou com a voz rouca de desejo
–Deixa para mais tarde. Agora vamos. – Puxei sua mão indo em direção as escadas.
O quarto de Sophia era um tanto espaçoso. Como estava completamente vazio e só com caixa por todo lado, tinha o aspecto de menor. Eu e Edward decidimos fazer uma coisa diferente, no lugar de só uma pintura com determinada cor, escolhemos papel parede. Onde o berço ficaria alojado iria ficar um painel bem floresta da princesa da Disney. E nas outras, médios quadrados de letras, nos tons rosa, azul, verde e laranja.
Edward começou a afastar as caixas nos dando espaço, enquanto eu pegava os papeis paredes. Começamos pelo do berço, já que era o mais difícil, e o maior de todos eles. Tivemos certa dificuldade, mas com muito esforço da parte de Edward, conseguimos. Como os outros eram mais fáceis de colocar, eu mesma fiz o serviço, só a parte alta que teria que subir em escada ficou para Ed.
Depois de algumas horas as paredes já estavam prontas, e posso dizer que fizemos um belo serviço. Como já era quase 5 da tarde, fui fazer um lanche para nos dois, e Edward ficou montando o moveis. Desci as escadas calmamente, fui à cozinha e preparei sanduiches. Cortei em fatias o bolo de chocolate que tinha, peguei duas taças para colocar sorvete. E fiz um suco de frutas naturais.
Quando entrei no quarto novamente Edward estava sem camisa, um pouco agachado montando a parte da cama do bebê, o que deixava restando só as rodas, e alguns acessórios incluídos. Mas quem disse que eu queria saber, minha visão estava toda naquela extensão de músculos. E na maldita gotinha que descia por sua coluna.
–Oh visão do paraíso meu Deus- Disse um pouco para mim mesma, mas falhamente pois Edward ouviu já que sua cabeça inclinou para trás em uma gargalhada gostosa.
–Eu sei que sou isso tudo. – Levantou de onde vindo em minha direção, se Edward não tivesse pegado a bandeja de minhas mãos, eu mesma teria derrubado. Mas a culpa seria única e exclusiva de Edward Cullen, porque homem perfeito assim, a formula é quebrada depois que sai o resultado.
– Amor...Seus pais estavam inspirados quando te conceberam. Por que vai ser lá gostoso em minha cama. Oh Maria das mulheres em combustão me ajuda. – Murmurei suplicante.
–Meu anjo pelo jeito eles estão inspirados todos os dias, mas claro no meu dia em especial. Olhe que eu vou mesmo, quando você menos esperar. – Disse se sentando no chão.
–Hum... Eu já estou esperando há muito tempo querido. – Respondi mordendo os lábios.
–Você fica sexy e total provocadora fazendo isso. — Falou olhando para meus lábios.
–Eu nasci sexy! – Disse com uma voz brincalhona
–Claro que sim. Nasceu nua, se você estivesse nascido ao mesmo tempo que eu. Dava-te uns pegas no berçário. – Deu uma piscadela para mim, deixando-o incrivelmente sexy.
–Meu Deus. Isso iria ser caso de cadeia. – Fingi está espantada.
– Lembre-se que bebês não são presos. Pois se isso fosse possível eu teria freqüentado a prisão á um tempão.
–Não vai me dizer que você era um pegador desde as fraldas. – Disse sarcástica.
–Segundo minha mãe. Um pai de uma menininha quase iria me dando umas poradas, quando eu tinha dois anos. Por ter dado um selinho, sem querer, na princesinha dele. Então me considero garanhão desde as fraldas.
–Oh Deus você era impossível desde pequeno. Pobre de Esme.
–Eu sempre fui impossível. – Murmurou com a voz rouca, alisando minhas pernas, e trilhando sua mão vagarosamente no local onde passava. Nem preciso dizer que fiquei extremamente excitada. Quando chegou em minha coxa, apertou-a perguntando – Que tal eu mostrar agora o quão pegador eu sou? Tenho certeza que não irá se arrepender. – Nem pude responder. Já que ele subiu em mim rapidamente, deitando-me no chão. Depois de alguns segundos reagi.
–Terei o prazer de desfrutar de seus poderes de sedução. Mas serio que você quer fazer isso no quarto de sua filha? – Perguntei
–Isso é um problema? – Rebateu
–Sim. Afinal é sexo, e Sophia não merece saber que um dia fizemos isso em seu quarto. – Expliquei com certa dificuldade. Mas culpa não tenho. Pois se vocês estivessem em meu lugar, com um gostoso e deus do sexo em cima de você, beijando e dando pequenas mordidas em seu pescoço, não conseguiria nem formular uma resposta coerente. Então me considero uma vencedora.
–Ok Senhorita Isabella – Amava quando ela me chamava pelo meu nome, sem apelidos. – Obedecerei a seu desejo, mais fique sabendo que será o único. Pois hoje eu que estarei no comando. – Oh céus com essa hiperventilei, morram de inveja meninas.
Edward pegou-me em seus braços, indo em direção ao nosso quarto. Deitou-me na cama gentilmente, jogando seu corpo em cima do meu logo em seguida. Começou com pequenos beijos em meu pescoço, boca e colo. Sentou-se comigo na cama, tirando meu vestido o que me deixava, apenas de roupas intimas. Estava pior que incêndio, meu desejo escoria, deixando minha calcinha molhada.
–Hum... Que delicia vejo que alguém já está pronta para me receber – Falou infiltrando seus dedos em minha carne.
– Mais que pronta Edward. Estou incendiando na verdade.
–Pena... Pois terá que esperar um pouco. – Sussurrou em meu lóbulo, mordendo-o em seguida.
–Você é mal
–Não sou. Estou apenas querendo proporcionar prazer a minha esposa. Então isso não é considerado uma maldade. – Deitou-me novamente, tirando meu sutiã. Beijando meus seios em seguida, mordendo-os na verdade, um seguido do outro.
Edward continuou na provocação trilhou com beijos, em meu corpo. Quando chegou ao centro, rasgou minha calcinha, infiltrando-se ali, com sua língua devastosa. Prevaleceu por minutos intermináveis, até que supliquei.
–Não agüento mais, para com essa tortura. Eu quero você por completo. Agora... – Me contorci toda, falando entredentes.
–Ok! Só faço, pois também preciso de você em mim. – Tirou todas as suas roupas, ficando entre minhas pernas. Beijou-me no mesmo instante em que nos unimos em um só, provocando uma onda de prazer em ambas as partes. Movemos em um ritmo explendoso, chegando ao ápice em minutos infinitos. Edward caiu exausto ao meu lado, puxando-me para seu peito. Alisando meus cabelos, tentando recuperar a respiração.
–Você anda mais apertada que antes. O que anda fazendo? – Perguntou safado
–Que eu saiba nada. Agora que tal irmos ao segundo round? Ainda não estou completamente saciada.
–Terei o prazer de fazer tal proeza. Até suas pernas ficarem bambas, e você estiver totalmente saciada Senhora Cullen.
–Só que agora quem estará no comando serei eu. – Disse ficando por cima de seu abdômen
–Adoro mulheres no comando.
Continua...
Quarto de Sophia Cullen:
Notas finais
Espero que tenham gostado
E Feliz Ano Novo!
Até a proxima
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