Notas iniciais
Olá pessoal! Mais uma vez peço desculpas pela demora. O tempo não está me ajudando. Nesse capítulo vocês irão conhecer um novo personagem. Boa leitura!

A madrugada foi longa para James e Cameron. Ambos pensavam um no outro. Havia uma grande muralha que os separavam. O sol voltou a brilhar novamente e mais um dia iniciou-se. O sono de Cameron foi interrompido pelo guarda que abria a cela. Acordou rapidamente com o grito dele informando que tinha visita.

– A senhora tem visita! –Informou abrindo a cela e dando passagem para ela sair.

– Quem é? É o meu marido? –Perguntou entusiasmada.

O guarda não respondeu nada. Acompanhou Cameron até a sala de visita. Antes de entrar na sala lavou o rosto para afastar o sono e arrumou rapidamente o cabelo. Não queria que James a visse daquela maneira. Respirou fundo e abriu a porta esperando vê-lo e esclarecer o mal entendido.

Abriu a porta com um grande sorriso e abriu a boca para dizer o quanto tinha saudade. Um homem levantou-se e quando se virou de frente não era quem ela desejava ver. James não fora vê-la. Seu amigo de faculdade Henry Smith prontamente a abraçou. O brilho de seus olhos azuis transmitia a alegria de revê-la depois de tanto tempo.

– Cameron eu nunca imaginei em revê-la depois de tanto tempo, só que na cadeia. Você não mudou nada, continua linda como sempre. –Disse puxando a cadeira para Cameron sentar-se.

– Eu fico muito feliz em te ver novamente Henry, mesmo estando nesta situação.

– Já me informei sobre tudo o que aconteceu. Você não fez isso, não é Cameron?

– Foi uma cilada. Me incriminaram de roubar a empresa. Sou uma pessoa honesta ou você também está duvidando? –Irritou-se Cameron enchendo os olhos de lágrima novamente.

– Eu nunca duvidaria de você. Conversei com o delegado e peguei o seu caso. Agora eu preciso que me informe tudo o que sabe para que eu possa recorrer ao Habeas Corpus. Eu vou fazer de tudo e até o impossível para tirá-la daqui. Eu prometo! –Disse olhando firmemente para ela.

A conversa foi longa entre os dois. Henry soube de tudo e indignou-se com o ato maldoso que fizeram com a sua amiga. Viu ela desolada e angustiada. Sem ninguém para defendê-la dessas pessoas.

– Confie em mim Cameron. Você não vai passar mais nenhuma noite aqui. –Disse segurando a mão dela. –Estou aqui com você. Só não fique assim. Pensei que estivesse feliz em me ver.

– Sim, eu estou feliz. Só pensei que a primeira pessoa que fosse ver seria...

– O seu marido? –interrompeu-a. Cameron me desculpe, mas ele duvidou de você. Não fique se atormentando por causa dele. Afinal, será que ele também está sofrendo? Tenho certeza de que se ele confiasse em você, não iria permitir a prisão. Você não merece passar por tudo isso.

A visita terminou e Cameron se despediu de Henry. Ele saiu rapidamente para resolver o caso dela. Cameron voltou ao lugar solitário. Olhava aquelas paredes cinzentas e refletiu em tudo o que passara.

James também não dormira bem na noite anterior. Não tinha notícias de Cameron e vovó Nancy estava internada. A casa estava tão vazia sem a presença da mulher mais alegre de sua vida. Tentou entrar em contato com ela, mas sem sucesso. “Atende Cameron!”, preocupou-se James.

O dia seria longo. Teria que enfrentar todos os problemas que o aguardavam assim que saísse de casa. Seu celular tocou e ele prontamente atendeu. Era Rachel e ela o convidou para almoçar.

– Hoje tenho que resolver muitos problemas.

– Mas você tem que se distrair meu queridinho! Vamos, prometo que não vai se arrepender! –Insistiu Rachel.

– Não consigo me distrair. Será que você não entende? Eu não tenho cabeça para me divertir sem ter notícias da Cameron!

Irritado desligou o telefone e foi até o hospital ver a sua avó. No caminho, tentou procurar por Cameron, mas não a encontrou. Ao chegar ao hospital, não viu a sua família. Procurou obter notícias de sua avó e encontrou o médico que lhe informou sobre o estado de saúde de Nancy. Foi liberada a visita e James se dirigiu até o quarto 259, onde Nancy estava.

Ao entrar, viu sua avó dormindo tranquilamente e cheia de aparelhos nos braços e no nariz. Tomava soro pela veia. Sua face ainda estava pálida. James se aproximou e segurou a mão de sua avó.

– Me desculpe vovó! Sinto muito por fazer você passar por tudo isso. Nunca foi a minha intenção de fazê-la sofrer. A culpa é toda minha. –Disse falando consigo mesmo olhando a sua avó naquela situação. Felizmente ela já estava fora de perigo.

Na empresa, Brian admirava a bela vista da cidade de Boston na sala da Presidência. Sentou-se na cadeira e já se sentia o presidente. Abriu um leve sorriso e olhou todo o escritório analisando cada detalhe. Tudo dera certo.

– Preciso arrumar essa sala do meu gosto. Está horrível! –pensou. Isso tudo vai ser meu!

Brian não conseguia esconder a sua alegria. Com a empresa em ruínas convocou uma reunião com os outros sócios e acionistas para informar o futuro da Haveral Business e a sua candidatura para o novo presidente. Ele não tinha limites. Tudo estava indo muito bem e com a falência da empresa, todos iriam votar a favor dele. Sua família como sempre iria apoiá-lo.

– Senhores, sei que peguei todos de surpresa, mas essa reunião é para decidirmos o futuro dessa empresa. Como todos sabem, estamos beirando à falência. Tudo isso é culpa da má gestão de meu primo James. A empresa está passando por momentos difíceis e agora é a hora de agirmos. Convoquei essa reunião para votar no próximo presidente. Vocês financiam essa empresa, nada mais justo do que escolhermos uma nova gestão que pode tirar a empresa do buraco. Eu sou capaz e por isso quero ser o presidente.

Foi um grande discurso. Brian sempre foi muito convincente com seus argumentos e sempre foi muito firme em suas palavras. Aproveitou a ausência de James para lhe tirar a presidência.

– Não podemos votar sem a presença da senhora Nancy. Todos devem estar presentes na hora da votação. Inclusive James. –Disse um dos sócios.

– Precisamos agir rápido ou então perderemos a empresa! Não podemos esperar mais nenhum tempo.

Brian insistiu e não conseguiu. A votação foi adiada até a melhora de Nancy. Tendo esse tempo Brian estava decidido a acabar com James e tirar tudo o que lhe pertencia. Não satisfeito decidiu inventar mentiras para sujar a reputação do primo.

Ao sair do hospital, James passou na lanchonete em que Cameron trabalhava. Ainda tinha esperança de ter notícias. Pediu apenas um café e perguntou aos funcionários se tinham visto sua esposa. Infelizmente saiu de lá sem notícias. –“Cameron, onde você está?”-Pensou.

Na prisão Cameron se sentia abandonada e sozinha. Queria sair logo daquele lugar que só estava lhe fazendo mal. Confiava em Henry, ele sempre foi muito prestativo, determinado e também um grande amigo. Olhou a aliança de casamento. Ela não representava nada mais do que apenas um acordo.

– Isso tudo vale a pena?- pensou. Cameron estava sendo infeliz e começou a se arrepender de aceitar a proposta de James.

Ouviu passos indo em direção à cela. Na verdade pela sua percepção era passos de salto alto, uma mulher. Não se surpreendeu ao ver Rachel em frente a cela com olhar de deboche.

– Até aqui você me persegue. O que quer agora? – Perguntou rispidamente. Não suportava vê-la.

– Você ainda pergunta queridinha? Vim ver a sua ruína. Esse lugar é perfeito para você. Vai passar longos anos apodrecendo nessa cadeia. É o que você merece. –Riu descontroladamente.

– É isso o que você mais deseja, não é? Víboras não merecem o meu respeito. Se você veio aqui somente para me humilhar, pode ir embora agora. –Irritou-se.

– Coitadinha, não tem ninguém para defendê-la. Está sozinha, se acostume com isso! E se você ainda está esperando por James, pode esquecê-lo. Ontem eu passei a noite toda com ele. Ficamos juntinhos!

Cameron enfureceu-se e tentou agarrar Rachel pelo pescoço, mas as grades não permitiam. Conseguiu arranhar o belo rosto da loira que logo saiu de perto e foi chamar o guarda.

– Sua maluca. –Disse colocando a mão no rosto. –Ela quer me matar policial! –Se retirou e foi embora.

Cameron não conseguia se controlar. Rachel era insuportável. Sem aquelas grades, não se responsabilizaria pelos seus atos. Pensou no que Rachel acabara de dizer. Era realmente verdade? Essa dúvida estava corroendo em seu ser.

Ao chegar à empresa, James perguntou aos funcionários se viram Cameron. Alguns disseram que não. A falta de informação já estava o atormentando. Perguntou para sua secretária se tinha notícias e novidades e não acreditou no que ouviu.

– Senhor James, como assim ainda não sabe? Cameron foi levada por alguns policiais, ela está presa. E hoje também convocaram uma reunião para eleger um novo presidente.

James entrou rapidamente em seu escritório e viu Brian sentado em sua cadeira da presidência. Enfureceu-se e o arrancou de lá com toda a sua força. Empurrou-o contra a parede e segurou fortemente a gravata dele.

– Não quero vê-lo mais na minha sala. Esse cargo não lhe pertence.

– É o que veremos primo. Você já está perdendo tudo. Agora me solte, tenho muito que fazer.

– Por que ninguém me avisou que a Cameron está presa?

– Sério? Não senti a falta dela! Afinal, a sua esposa merece, pois é uma ladra de quinta categoria.

– Eu vou tirá-la da prisão custe o que custar! –Declarou puxando a gravata com mais força tirando o ar de Brian.

George e Russel entraram e separaram os dois antes que uma nova tragédia acontecesse. O nervoso tomara conta de James. Não podia imaginar o que Cameron estava passando na prisão. Chegou até a delegacia e tentou vê-la, mas não conseguiu.

– Hoje as visitas estão encerradas. –Disse o delegado olhando o relógio.

– O senhor não entende? Eu preciso ver a minha esposa! –Alterou-se.

– Sinto muito!

James saiu abalado. Não conseguiu ver Cameron e nem dizer o quanto sentia sua falta. A cena de Cameron chorando bombardeava a sua mente incessantemente. Arrependeu-se por não acreditar nela naquele momento.

Henry trabalhou sem parar em busca da liberdade de Cameron. Recorreu ao Habeas Corpus, mas o juiz não concedeu por faltas de provas a favor de Cameron. Ela teria que passar mais uma noite na cadeia. Mas, Henry não desistiu. Tentou encontrar alguns argumentos em defesa de sua amiga.

Não era fácil estar isolada do mundo. Ficar presa dentro de uma cela sem ter feito nada era pior ainda. Queria provar sua inocência, mas como? A pessoa que planejara esta maldade estava impune de seus atos. Mais uma noite se passou e mais uma vez Cameron se sentiu abandonada e sem notícias de James que não fora vê-la.

Com o objetivo de tirar Cameron da cadeia, James entrou em contato com alguns advogados que já o informaram sobre a complicada situação em que sua esposa se meteu. Muitos cobraram uma fortuna pelo serviço. James não pensou no dinheiro e contratou um advogado de sua confiança.

No dia seguinte James estava determinado a tirar sua esposa da cadeia. Antes passou no hospital para ver sua avó que apresentava um bom quadro de melhora. Entrou lentamente pelo quarto e viu Nancy sentada e consciente.

– Vovó! É tão bom te ver melhor. Não sabe o quanto estou feliz de vê-la. – Aproximou-se a abraçou.

Ao ver o neto, Nancy abriu um leve sorriso, mas permaneceu em silêncio. Assimilava tudo o que acontecera e percebeu que James estava confuso e em conflitos. Nancy segurou em sua mão e o olhou profundamente.

– Como está meu filho? Vejo em seus olhos que está muito confuso. E a Cameron?

– Vovó, ela está presa. Eu estou muito confuso. Todas as provas a incriminam. Eu não sei em quem confiar.

– Siga o seu coração James. Confie em seus sentimentos. Cameron ama você. Posso ver o brilho de seu olhar.

– Eu não sei vovó! Estou dividido! Uma parte de mim confia em Cameron, outra não. A empresa de meu pai está falindo e eu não sei o que fazer. – Disse abaixando sua cabeça.

– Encontre as respostas dentro de si e então as dúvidas desaparecerão. Só você pode acabar com essa confusão James.

Cameron estava muito ansiosa. Não aguentava mais esperar por novas notícias. Desde que recebeu a visita de Henry, a ansiedade aumentava cada vez mais. Queria ser livre e sair daquele lugar sombrio. Ela teve muito tempo para pensar a respeito de James e chegou à conclusão de que seu futuro com ele era incerto.

Na cela, ela andava de um lado para o outro. O tempo não passava. Até que ouviu barulhos de chaves e viu o guarda se aproximar. Ele olhou-a friamente e abriu a cela.

– A senhora tem visita. –Disse acompanhando-a até uma pequena sala.

Henry levantou-se e foi cumprimentar Cameron. Ambos se sentaram e Henry deu inicio a conversa. Abriu a sua maleta e tirou alguns papéis. Segurou-os por um pouco de tempo analisando o seu conteúdo.

– Henry, você só vai ficar lendo? Estou ansiosa por novidades!

– Ainda não tenho novidades. O juiz negou o pedido de Habeas Corpus. –Disse analisando mais os papéis.

– Não acredito! Eles conseguiram! –Falou desanimada.

– Mas, tenho outra notícia. Consegui ter acesso a esses documentos com a sua assinatura. Olhe cada um deles com muita atenção. –Disse dando-lhe os papéis.

– Eu não assinei esses documentos. Nunca faria isso!

– Essa assinatura é sua mesmo? –Perguntou interessado.

–Sim, mas como eu disse, não assinei esse tipo de documento. Não sei como fizeram isso!

– É aí que eu queria chegar. Olhando essa assinatura, realmente parece que foi assinada por você. Só que existem profissionais que falsificam as assinaturas e isso pode ter acontecido com você. Vou levar esses documentos para análise. A perícia grafotécnica vai verificar a caligrafia, o espaçamento das letras, é uma análise minuciosa. Sendo provado que a assinatura é falsa, vai ser muito mais fácil provar que é inocente.

– Sim, mas quanto tempo isso vai levar?

– É um trabalho delicado Cameron. Prometo a você que será o mais rápido possível. Enquanto isso, tento levantar mais argumentos para te libertar. Confie em mim Cameron! –Disse segurando a sua mão firmemente.

De repente, James entra na sala e vê Henry segurando a mão de Cameron. Ao ver aquela cena se surpreendeu vendo um homem desconhecido segurando a mão de sua esposa. Henry prontamente se levantou e apresentou-se a James.

– Muito prazer! Sou Henry Smith! – Disse estendo a mão para cumprimento.

– Me chamo James Haveral, sou o marido de Cameron! – Disse seriamente. — Eu acho que não interrompi nada, não é?

– O que quer dizer James? – Perguntou Cameron irritada.

– Não precisa ficar vermelha Cameron. Vocês estavam juntos e pertos um do outro. Só achei que a minha presença incomodasse.

– Vamos parar por aqui. Henry é meu amigo de faculdade. Cursou direito junto comigo. Eu o chamei por que não tinha ninguém do meu lado para me defender. Ele prontamente atendeu o meu pedido e agora está aqui, me defendendo de um crime que eu não cometi.

– Então você não precisa mais dele. Agora quem vai te defender sou eu. Contratei um dos melhores advogados. Você vai sair daqui rapidamente.

Henry indignou-se com a postura de James e não aguentava mais ouvi-lo discutir com sua amiga. Isso era uma falta de respeito. Percebeu que ele era apenas um homem mimado e orgulhoso.

– Senhor James, não é porque acabou de chegar que vai mandar em tudo. Eu vou defender a Cameron dessa acusação até o fim. Não imagina o quanto ela está sofrendo. É melhor não dizer nada, pois como marido não teve a preocupação de defender a sua esposa. –Disse retirando. –Até logo.

Cameron e James ficaram a sós. O clima estava tenso e pesado. Cameron permaneceu em silêncio esperando que James dissesse algo para ela. Estava decepcionada com o ato dele. Ele então se sentou e olhava Cameron. Não sabia como iniciar a conversa.

– Eu preciso que você me escute Cameron! Sei que fui rude e grosso com você naquela reunião. –Suspirou. – Mas, agora estou aqui. Vou tirá-la e você vai ser livre novamente.

– Suas palavras não me consolam. Eu esperei pela sua visita, pela sua preocupação comigo e o principal, a sua confiança em mim. Agora eu não preciso que me defenda. Vou ficar aqui o tempo que for necessário, mas vou provar a você e a sua família que sou inocente.

– Eu não sabia que estava presa. Você não é a única vitima dessa história Cameron. A minha empresa está na falência. Eu posso perder tudo. Isso também não está sendo fácil. –Disse alterando-se.

– Pensei que você fosse diferente, mas eu me enganei. Não precisa vir me visitar, deve ser muito vergonhoso pra você. Afinal, só se importa com a sua empresa. – Disse enchendo os olhos de lágrimas. Eu não represento nada na sua vida. Se você soubesse o que sinto por você... –Retirou-se e voltou para a cela.

James viu Cameron sair. Tentou impedi-la de se retirar, mas não conseguiu. As dúvidas ainda se faziam presentes. Cortou-lhe o coração ao ver Cameron mais uma vez magoada. A situação entre os dois estava difícil.

Cameron entrou correndo na cela e sentou-se no chão. Pôs-se a chorar profundamente. A cada dia tinha certeza de que seu amor por James não daria certo. Precisava desabafar ou ela explodiria a qualquer momento.

–Será que fui muito dura com James? –Perguntou a si mesma.

A mentira estava causando graves consequências. Uma delas o amor que Cameron sentia por James. Ela não mandava em seu coração e por isso estava sofrendo muito. Queria acabar com essa farsa de uma vez por todas e prometeu a si mesma que quando fosse livre, iria tomar uma drástica decisão. E essa decisão mudaria o destino de ambos.

As palavras de vovó Nancy martelavam na cabeça de James sem parar. Ele também sofria ao ver o sofrimento de Cameron. Saiu desolado, sem saber o que fazer para acabar com as suas dúvidas e poder acreditar em seu coração.

– Será que ela me ama mesmo? –Perguntou-se.

Notas finais
E então o que acharam? No link abaixo, vocês podem conferir o elenco da história: http://autoraaventureira.blogspot.com.br/2015/08/casamento-de-mentirinha-personagens.html Até breve pessoal!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.