Notas iniciais
N/A Ju beija flor
Oi meninas lindas.
Casal faísca na área.
Como passaram a virada para este lindo e novo ano? Espero quem bem. Que este ano seja muito bom para todas nós e que venham muitas fics deliciosas e pervas para sorrirmos bastante.
Bom por favor, tenham dó das autoras aqui e não queiram nos matar, sim?
Beijos
Até semana que vem.
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N/A Nilcia
Bom dia meus amores, como estão?
Obrigada pelos maravilhosos comentários de vocês!
Eu sei que vocês vão querer nos matar kkkkkkkkkkkkkkkkkk Mas tenham
piedade, o que vocês querem não está longe. Palavra.
Beatriz Ribeiro,
querida espero que tenha gostado spoiler. Muito obrigada pela linda
recomendação.

Capítulo 6

PDV Edward

- Senhorita Swan... quer dizer senhora Cullen não é nada disso que a senhora está pensando.

Katy disse completamente desconcertada.

Eu olhava para as duas sem saber o que fazer. Isso certamente não ia prestar.

- Primeiro você não sabe o que estou pensando. Segundo é bom mesmo que não seja nada do que acabei de ver aqui, pois se for Katy querida. — Isabella disse com a voz ameaçadora — Na segunda-feira não precisará ir trabalhar.

Katy arregalou os olhos.

- Agora. Fora!

Isabella silabou para Katy que quase caiu ao sair correndo. Deu-me até vontade de rir, mas resisti ao ver a cara feia que minha esposa dirigia a mim.

- Você é um canalha mesmo querido marido.

Disse com sarcasmo e entrou no banheiro feminino.

Isso não podia ficar assim. Eu nem tive culpa.

Entrei atrás dela. Ela estava em frente ao espelho ajeitando aquele lindo cabelo que a fazia ainda mais linda.

- Além de tudo não tem modos querido marido. Este banheiro é para damas.

- Isabella aquilo que você viu não é...

-... Não é o que estou pensando. Bla, bla, bla o problema não é o que estou pensando Edward e sim o que eu vi.

- Não viu nada demais.

- Você tem um caso com a minha secretaria!

- Não! Não é assim. Divertimo-nos algumas vezes, mas foi só. Eu vou respeitar você.

- Acho que não conhece esta palavra querido marido.

- Quer parar de me chamar desta forma.

- Que forma? Querido marido?... Oh querido marido.

- Mas você é osso duro hein? E eu que achava que seria interessante me casar com você do que com sua irmã.

Ela me olhou furiosa.

- O que quer dizer com isso?

- Bom sua irmã é mais calma, pacifica, submissa, doce. E você é um vulcão em erupção. Uma megera indomável...

- Seu cretino! Como ousa falar assim de mim? Bem se vê que não conhece as mulheres. Não conhece a mim. E muito menos a Rose. Ela não é nada submissa.

Aproximei-me dela.

- Eu conheço muito bem as mulheres, Isabella.

Ela riu debochada.

- Ah, conhece?

- Sim e sei exatamente o que se passa no corpo de uma mulher. — falei colando meu corpo ao dela. Senti sua respiração se acelerar. – Sei quando uma mulher sente desejo. Assim como você está agora. Louca de desejo. Assim como eu estou agora. Louco pra possuir minha esposa.

Não terminei de falar a agarrei em um beijo luxurioso.

E ela prontamente correspondeu. Agarrou meu pescoço e começou a castigar meus cabelos com suas mãos.

Peguei em sua cintura e a coloquei sentada sobre a pia do banheiro. Fiquei entre suas pernas. Seu vestido subiu revelando suas lindas coxas e é claro me aproveitei passando minhas mãos por elas sem deixar de beijar essa mulher. A minha mulher.

Gostei de como essas palavras soavam.

Pressionei meu corpo mais ao dela esfregando minha ereção ao seu centro quente. Ela me presenteou com um gemido. Porra de mulher gostosa! Coloquei uma de minhas mãos em seu seio. Era firme e no tamanho certo para minhas mãos.

- Isabella... você é muito gostosa...

Ela gemeu e eu quase perdi o controle.

- Oh minha nossa!

Ouvimos alguém dizer e ao olharmos para a entrada do banheiro, uma senhora de cabelos brancos nos olhava. Surpresa e maliciosa.

Eu e Isabella nos separamos rapidamente e minha esposa estava vermelha. E linda. Absurdamente linda. Mas o que estava acontecendo comigo? Não era o tipo de homem de achar uma mulher bonita por que ela cora.

- Tia Virgulina eu... nós...

Isabella tentou falar.

- Não se preocupe meu anjo se eu tivesse me casado com um pedaço de mau caminho como este seu marido, eu já tinha liberado a perseguida há muito tempo.

Eu gargalhei.

- Tia!

Isabella a reprendeu.

**

- Ah! Querida você está tão linda. Vou sentir sua falta meu bem.

A mãe de Isabella disse. Estávamos nos despedindo para irmos para a noite de núpcias.

- Mãe você fala como se eu fosse pro outro lado do país. Vamos nos ver amanhã se duvidar.

- Eu sei querida.

Ela a abraçou.

- Eu te amo mamãe.

A declaração dela me pegou de surpresa. Não parecia a Isabella forte, destemida que na maioria das vezes eu via.

Despedimo-nos de todos e a levei até meu carro abrindo a porta para ela. Acho que ela gostou do meu gesto.

Começamos a nos afastar de Los Angeles.

- Estamos saindo da cidade?

Ela quebrou o silencio.

- Sim.

- Achei que íamos para o seu apartamento.

Ela comentou não escondendo seu desconforto.

- Temos um chalé fora da cidade. Já que não haverá lua de mel por conta dos problemas das empresas, achei que ia gostar de passarmos esta noite fora. É uma noite especial.

Comentei e a olhei de canto.

- É. Especial.

Ela disse perdida em pensamentos e parecia... triste. Não. Ela não podia ficar triste. Eu não gostava de vê-la assim. Preferia quando ela estava espumando de raiva. Quando me xingava de cretino etc..., mas assim do jeito que estava, não.

Só havia um jeito.

- Então? Foi fácil ajeitar as coisas?

Perguntei.

- Coisas?

Ela disse sem entender.

- Sim. Esta armação entre você e sua irmã para que você se casasse comigo no lugar dela? Por que é obvio que você estava louca pra ficar no lugar dela. Então eu queria saber como vocês armaram tudo isso.

Desviei o olhar da estrada para vê-la me olhando espantada.

- Acha que armamos para que eu me casasse com você no lugar de Rose?

Assenti malicioso e pude ver sua expressão, que antes era de tristeza, mudando rapidamente com algo que parecia fúria.

- Você me deseja Isabella. Assim como eu a desejo desde a primeira vez que a vi. Por isso sei que este casamento pode ser muito bom para nós dois.

Disse com meu sorriso malicioso esperando alguma reação de minha esposa.

- É claro. Você tem toda razão Edward.

Ela falou, e eu não esperava que ela dissesse isso.

Desviou os olhos dos meus.

Em seguida chegamos ao belo chalé que pertencia a minha família. Descemos e conduzi Isabella para dentro.

Ela entrou e olhou em volta. Fiquei observando suas reações.

- Gostou?

- Sim é muito bonito.

Ela me encarou e logo desviou os olhos.

- Amanhã vem uma empregada para nos ajudar. Ela ficará só pela parte da manhã. Hoje, porém estamos sozinhos.

Ela andou pelo ambiente parando em frente a enorme cama. Respirou fundo.

- Eu vou buscar as malas.

Falei e saí rapidamente antes que a tombasse sobre a cama e a possuísse.

Peguei as malas e as levei para dentro.

Isabella continuava parada no mesmo lugar. A me ver ela pareceu acordar do transe.

- Eu vou pegar um champanhe que mandei colocar no gelo.

Disse olhando seus olhos castanhos. Lindos.

Ela sorriu.

- Claro. Ótimo. Enquanto você faz isso vou colocar a lingerie que separei especialmente para esta noite.

Ela disse com ar sedutor e eu engoli em seco mal segurando minha excitação. Ela foi para o banheiro e eu quase não podia segurar minha empolgação. Fui preparar o champanhe enquanto aguardava minha esposa para nossa inesquecível noite de núpcias.

PDV Isabella

Desgraçado. Canalha. Arrogante. Lindo e gostoso... Pare já com isso Isabella!

Ordenei-me.

Quem ele pensa que é?

Eu pensava enquanto escovava meus cabelos em frente ao espelho do banheiro do chalé. Se este casamento não fosse arranjado agora eu estaria muito feliz. Este lugar é lindo. Romântico.

Olhei novamente minha imagem no espelho. Eu estava sexy tinha que concordar. Usava uma camisola curta azul claro uma calcinha minúscula em renda da mesma cor. O lingerie era altamente sexy e praticamente transparente.

Sorri internamente.

Ah! Edward Cullen você vai pagar caro por ser tão metido e arrogante.

Vamos lá Bella! Coragem!

Saí do banheiro e tive o prazer de ver meu “marido” engasgar.

Fui em direção a ele andando sedutoramente, olhando em seus olhos.

- Você... você está... está linda.

Edward falou com a voz arrastada. Senti meu corpo se arrepiar com as promessas que sua voz trazia. Não. Não podia vacilar.

- Obrigado. Onde está o champanhe?

Edward serviu uma taça de champanhe e me ofereceu.

- Vamos brindar.

Falei batendo os cílios para ele.

- Claro. Ao que especificamente?

Sorri e mordi meus lábios. Ele olhou diretamente para minha boca.

- A esta noite perfeita.

Ele sorriu torto e eu mal consegui repirar. Que homem é esse?

Brindamos e bebi um gole generoso do espumante maravilhosamente gelado.

Comecei a andar pelo chalé. Sentia Edward me comendo com os olhos. Sorri internamente. Estava na hora do golpe final.

- Só há um quarto? Uma cama?

Perguntei inocente.

Ele sorriu.

- Sim. Não íamos precisar de mais de uma não é mesmo?

Sorri, mas não falei nada.

Vi o sofá que havia próximo a cama. Parecia confortável. Dependendo do contexto. Sentei-me no sofá.

- Este sofá parece confortável... acho que vai servir.

Ele franziu as sobrancelhas.

- Servir? Servir para o que?

Edward perguntou começando a se aproximar de mim.

Levantei para dar a ele uma visão de todo o meu corpo.

- Para você dormir querido marido.

Ele riu e eu o acompanhei.

- Eu? Dormir aí? Que brincadeira é essa?

Então a fúria que estava guardando, desde o carro quando ele disse que eu tinha armado para me casar com ele, explodiu através de mim.

- Brincadeira alguma. Você esperava que fosse tão fácil Edward. Que depois das babaquices que você disse no carro eu ia simplesmente transar com você. Pois se enganou querido.

Sorri com satisfação ao ver a expressão no belo rosto de Edward.

- Você é minha mulher tem obrigações a cumprir.

Mas que cretino.

- Vai me forçar?

- Claro que não!

Ele parecia ofendido.

- Nunca precisei forçar uma mulher a ficar comigo e não será com minha esposa que isso acontecerá. – ele repirou fundo – Por que está fazendo isso Isabella?

- Por que você se importa? Não disse que não importava qual era a noiva?

- Isso foi antes!

Ele disse furioso.

- Agora somos casados. Como pensa que teremos filhos?

- Já ouviu falar em inseminação artificial?

Falei debochada bebendo mais um gole de minha taça.

- Está louca!

- E sabe que se me trair de acordo com o contrato pré-nupcial boa parte da empresa da sua família será minha.

Ele bufou furioso. E então começou a sorrir. Eu tinha dito algo engraçado?

- Já sei o que está tentando fazer e não vai conseguir? Eu não vou traí-la e sabe por quê? Por que você vai implorar para que eu a possua. Vai implorar pelo meu toque. Para que eu me enterre dentro de você. Para que eu a faça gritar de prazer. E eu vou esperar pacientemente por este dia querida esposa.

Minha respiração estava acelerada. Imagens do que ele disse se alojaram em minha mente e me senti quente e molhada. Filho da puta! Ele sabia o que fazia com meu corpo.

- Pode esperar sentado querido marido. Isso não vai acontecer.

- Varemos Isabella. Veremos.

Ele foi até o armário e pegou um travesseiro e lençol e se encaminhou para o sofá arrumando sua cama improvisada.

Então ele tirou o casaco do terno. A camisa. Eu estava hipnotizada olhando. Quando ele foi desabotoar a calça eu acordei do transe.

- O que pensa que está fazendo?

- Espero que não se importe, mas eu só durmo nu.

Ele retirou a calça e eu babei naquele corpo esculpido pelos deuses. Salivei de vontade de beijar seu peito e descer... ele colocou a mão no cós da boxer que escondia aquela maravilha. Quando ele a abaixou eu me virei rapidamente ficando de costas.

- E mesmo se você se importar, eu vou continuar a dormir nu.

O ouvi dizer e rir.

- Com medo de não resistir senhora Cullen?

Fechei a cara.

- Até parece.

Falei e ouvi sorrir.

- Pode se virar querida esposa eu estou composto.

Virei lentamente e vi aquele lindo homem tapado com lençol até a cintura. Em nada adiantava, pois aquele peito maravilhoso ainda exposto mexia comigo de forma enlouquecedora.

Ele estava praticamente com metade do corpo para fora do sofá. Ele era grande. Fiquei incomodada. Ele não ia conseguir dormir.

- É... está muito ruim aí pra você? Digo em relação ao sofá?

Ele me analisou serio.

- A única coisa que está ruim para mim é ficar olhando uma mulher seminua na minha frente, que por acaso é minha esposa, e não poder fazer nada. Com o sofá eu me ajeito. Pode ficar tranquila.

Assenti e fui para cama me cobrindo até o pescoço.

Fiquei respirando profundamente tentado me acalmar e acabei relaxando. Acho que devo ter cochilado, pois um pouco depois acordei com o barulho de um telefone.

- Alô.

Ouvi Edward sussurrar.

Espiei e o vi sentado no sofá com a expressão contrariada.

- O que foi? O que aconteceu?

Ele estava nervoso.

- Tudo bem se acalme Tânia. Eu já estou indo para aí.

Tânia? Quem é Tânia?

- Eu já a abandonei alguma vez querida? Sabe que nunca a abandonarei. Nem você nem ela. Já estou indo pra ai. Aguarde-me.

Ele olhou para mim rapidamente fechei os olhos fingindo dormir. O ouvi se levantar e se vestir.

Minha vontade era confronta-lo, mas eu não podia. Eu tinha que descobrir o que este homem misterioso escondia. Quem sabe assim eu conseguiria entende-lo.

Ouvi o carro dar partida. Minha noite de núpcias não foi nada do que um dia sonhei. Mas não era isso que me intrigava. O que me intrigava era: Quem era Tânia? O que ela representava na vida de Edward? Que era ela? Que pela segunda vez ouvi em uma de suas conversas misteriosas.

O sono se foi totalmente. E me vi ansiando para que Edward retornasse. Não sabia se ia confronta-lo ou se faria minhas próprias investigações. Mas agora eu tinha um nome e era por ele que ia começar minha busca.

Tânia.

Continua...

Notas finais
Ai, ai, ai a PuTânia deu o ar da graça meninas e agora?
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spoiler
Eu disse a mim mesmo que não iria até a sala de Isabella, que não deixaria Katy me envenenar, que eu confiaria em minha esposa, mas a curiosidade falou mais alto que minha força de vontade.
-Bella por que não me disse que queria se casar querida? Se eu soubesse disso antes já teria lhe pedido em casamento há muito tempo e lhe garanto que você jamais se arrependeria, pois eu a levaria ao paraíso.
-James não seja absurdo!-escutei Isabella exclamar parecendo indignada.
-Não estou, apenas estou sendo sincero. Você sabe que gosto de você como ele jamais gostará. filho da ...
-James pare!-Isabella pediu.
-Não me deixe ir até o fim, se divorcie Bella e case-se comigo. O que me diz?
-Que se não sair daqui agora eu vou quebrar sua cara de funhinha amassada!-eu respondi por minha esposa que parecia em choque.