Casamento Forçado
25 Para sempre
Notas iniciais
Mônica
– Mas está tudo bem com a Magali? — Perguntei preocupada no telefone depois que o Rubens me contou o ocorrido.
– Sim. Está tudo bem.– Falou ele
– Quer que eu vá ai? — Perguntei
– Não precisa Mônica.– Falou ele e eu suspirei aliviada. — Ela já vai ter alta amanhã mesmo.
– Tudo bem. — Falei enquanto vestia minha camisola. — Qualquer piora, qualquer mesmo, me ligue.
– Está bem. — Falou ele. — Tchau.
Finalizei a chamada e deixei o celular do lado da pia do banheiro. Soltei meu cabelo e limpei meu rosto. Estava muito preocupada com a Magali, ela estava passando por muitas coisas ruins. Eu tenho certeza que quando esse bebê nascer tudo vai começar a melhorar. O pai dela tem que a perdoar, não é bom essas brigas para ela nem para o bebê.
A minha vida por outro lado está finalmente entrando nos eixos. Um pequeno sorriso habitou meus lábios quando pensei em meu moreno.
Ela saiu do banheiro vendo o DC deitado na cama assistindo a um programa na televisão. Ele vestia um pijama azul marinho.
~♥~
3ª pessoa
– O que está passando de bom? — Perguntou a Mônica se deitando prestando a atenção na televisão.
– Nada. — Falou ele desligando a televisão e guardando o controle.
– Ah... Eu queria assis... — A Mônica não teve chances de terminar a frase, DC se virou e beijou ela.
A sensação de beijar ele sempre era diferente. Toda vez era um turbilhão de sentimentos e sensações diferentes. As mãos da Mônica estavam em suas costas enquanto as mãos do DC estavam em sua cintura.
O toque dele em sua cintura fez ela estremecer. Era a primeira vez que ela faria isso e ela estava apavorada e ao mesmo tempo curiosa.
As bocas se separaram quando os pulmões estavam pedindo por ar. Eles se encararam ofegantes e sorriram.
– Eu te amo. — Sussurrou Mônica ofegante.
– Eu também. — Falou ele tomando seus lábios novamente num beijo urgente.
A Mônica se sentia muito bem. Queria que aquele momento nunca acabasse. Só o seu moreno sabia faze-la sentir assim. Ela mordeu levemente o lábio inferior dele. Se afastou e sorriu enquanto ele tirava sua camisola e jogava em qualquer lugar do quarto.
Aquela seria a noite.
Mônica mordeu o lábio inferior nervosa quando pensou nisso. Ela respirou fundo encontrando coragem para terminar aquilo. Ela sabia que ele já tinha feito aquilo com outras garotas e aquilo a deixava irritada e mais nervosa.
Mônica afastou esses pensamentos tirando a camisa do pijama dele.
Ela passava devagar e timidamente os dedos no abdômen do DC.
Ele se preocupava em beijar e dar chupões o pescoço dela. Isso com certeza deixariam marcas na pele morena dela.
Ela sentia que iria derreter a qualquer momento nas mãos grandes e ágeis dele.
– Você tem certeza? — Perguntou ele hesitante. Não queria fazer nada que ela não quisesse. Por mais que ele quisesse muito isso.
– Nunca tive tanta na minha vida. — Falou ela sorrindo.
A Mônica timidamente tirou a calça juntamente com a boxer dele.
Por instinto uma das mãos dela foi parar na base de seu membro. Ela começou a descer e subir a mão por todo o membro pulsante dele. Ele gemeu e ela sorriu por conseguir dar prazer a ele.
Mônica masturbou ele por algum tempo e tomou coragem aproximando mais o rosto e passou a língua na glande de seu marido.
Com a mão ele empurrou a cabeça dela, ela entendeu o recado. Começou a subir e descer a boca em seu membro. Ele jogou a cabeça para trás tomado pelo prazer. Ele não queria terminar tão rápido e afastou a Mônica. Empurrou ela a deitando delicadamente na cama e começou a beijar seu pescoço.
Ele puxou a calcinha dela a tirando por completo. Mônica ficou nervosa, era a hora.
DC acariciou o rosto tentando passar confiança a sua pequena. Ele pegou prateada e rasgou.
– Posso? — Perguntou ele com medo de machuca-la.
– Pode. — Falou ela baixinho
A Mônica sentiu a sua intimidade ser pressionada. Uma ardência invadiu ela. Ela puxou ele e mordeu seu ombro para evitar um grito de dor.
– Vai passar. — Ele sussurrou se sentindo mal por fazer ela sentir dor.
Ela não respondeu. A dor estava muito grande. Então ela começou a pensar em seus momentos com o DC. Suas brigas, brincadeiras, o casamento... Aquilo reduziu um pouco da dor.
DC parou com seus movimentos para ela se acostumar com ele. Se sentiu culpado por fazer ela sentir essa dor. Ele a beijou com todo seu amor. Sentiu ela ficar relaxada, viu ela sorrir e ficou mais relaxado.
DC voltou a forçar a entrada dela. Agora ela sentia uma mistura de dor e de prazer. Ela alcançou seus lábios novamente. Foi um beijo urgente e cheio de luxuria.
–Está tudo bem? — Perguntou ele. — Estou te machucando?
– Está tudo bem. — Falou ela sorrindo.
Mesmo com a confirmação ele ficou hesitante em se mover rápido. Não queria nem pensar em machuca-la.
– Pode ir mais rápido. — Sussurrou Mônica surpreendendo ele.
Ele começou com movimentos mais rápidos fazendo a Mônica gemer alto.
Os únicos sons naquele quarto eram de gemidos altos, os corações acelerados, respiração ofegante e os corpos se chocando um contra o outro.
A Mônica começou a arranhar as costas, o abdômen e os braços.
Ele aumentou as estocadas e a Mônica cravou as unhas em seus braços. Em vez dele sentir dor ele sentiu mais prazer.
Não demorou muito até que a Mônica sentiu que chegou em seu limite. DC demorou mais algumas entocadas para chegar ao seu ápice. Ele saiu de dentro dela estranhando a sensação de estar em contato com ela. Ele saiu de cima dela esperando suas respirações se normalizarem.
– Como você está? — Perguntou ele.
– Incrivelmente bem. — Falou ela sorrindo. — Vou tomar um banho.
– Fica. — Ele sussurrou segurando o braço dela. Ela apenas assentiu deitando em seu braço e adormeceu nos braços dele. Ela era apenas dele. Para sempre.
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