Casamento Forçado
7 Casado?
– Eu ia falar que estou tentando entender o que eu sinto por você, eu nunca senti isso por mais ninguém. — Falou abaixando o olhar. — Eu sei que errado mas eu não consigo evitar e... — Dessa vez eu interrompi ele com um beijo.
– O que está acontecendo aqui? — Falou uma voz rouca vindo da porta.
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– Quim?! — Perguntei assustada ele só negou com a cabeça e se virou para sair dali, eu corri até ele e segurei seu braço e ele me encarou. — Ér... Quim...
– Não diz nada Magali, eu vim aqui tentar falar com você. — Falou irritado. — Eu realmente estava arrependido de tudo que eu fiz.
– Olha Quim eu... — Falei mais fui interrompida novamente
– Realmente achei que você não fosse tão baixa a esse ponto. — Falou negando com a cabeça
– Quem é você para falar assim de mim? — Falei gritando e ele se assustou
– Nunca mais grite comigo. — Falou ele segurando meu pulso. — O que ele te ofereceu? Nota alta na matéria dele? — Falou apertando o meu pulso
– Me solta seu canalha! — Falei gritando com os olhos marejados.
– Você é muito vadia mesmo. — Falou ele gritando. — Francamente ficar com o próprio professor.
– Solta ela. — Falou uma voz grossa que fazia o meu coração acelerar
– Quem é você para me dizer o que fazer? — Falou ele gritando e ele foi acertado por um soco do Rubens que batia muito no rosto dele.
– PAREM! — Eu gritei mais ninguém me ouviu, saí correndo dali a procura de alguém e vi o Cascão e o DC conversando. — ME AJUDEM! — Gritei e eles me olharam e vieram em minha direção.
– O que aconteceu? — Perguntou DC
– O Rubens e o Quim estão brigando. — Falei chorando e eles saíram correndo e eu fui atrás deles, o DC segurou o professor e o Cascão segurou o Quim separando a briga.
– Quim se você tiver um pouco de vergonha na cara não se intrometa na minha vida. — Falei gritando. — Você escolheu isso, você ficou com a Amanda enquanto nós namoramos. Você não tem o direito de mandar em mim. Não mais...
– Vamos? — Falei para o Rubens que assentiu e fomos seguindo até a saída do colégio e entramos no carro dele. — Você está bem?
– Estou. — Falou. — Quer que eu te deixe em casa?
– Não... Você está todo machucado, primeiro vou cuidar disso. — Falei e ele assentiu paramos em frente a casa dele. — Onde tem uma caixa com primeiros-socorros?
– No banheiro. — Falou e eu passei pelo quarto dele e entrei no banheiro e peguei os primeiros-socorros e ele já estava sentado na cama, peguei o algodão.
– Isso vai arder um pouquinho. — Falei e passei o algodão no lado da sobrancelha e passei no lado dos lábios e ele gemeu de dor.
Fiquei vendo seus lábios que estavam mais vermelhos por causa do corte, me aproximei e beijei e pedi passagem e ele cedeu, o joguei na cama ficando por cima dele e beijei seu pescoço, retirei minha camisa e a dele e fui beijando seu peitoral nu, arranhei o mesmo fazendo ele se arrepiar, sorri satisfeita. Retirei sua calça de moletom que já tinha um volume. Ele me virou ficando no comando.
– Você tem certeza disso? — Sussurrou em meus ouvido me fazendo arrepiar.
– Nunca tive tanta. — Falei e beijei ele, ele deu um chupão no meu pescoço que com certeza ficariam marcas, ele foi descendo e tirou a minha saia. E eu arfei. Ele me beijou e tirou as minhas roupas intimas. Inverti as posições ficando em cima, envolvi seu pênis em minha mão fazendo movimentos de vai e vem. Ele me puxou para cima e me penetrou de uma vez fazendo eu dar um grito de dor e prazer ao mesmo tempo, eu virei ficando no comando da situação. Comecei a quicar em seu colo e gozamos. Me deitei em seu peito nu e nos tampamos com um fino lençol. E adormeci abraçada a ele.
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Mônica
– Mônica! Querida o que aconteceu com o seu pé? — Falou Dona Luísa preocupada e se sentou no canto da minha cama. E o meu pai ficou na porta.
– Estou bem mamãe. — Falei. — Aquela loira oxigenada da Carmen colocou o pé na minha frente e eu acabei caindo.
– As vezes foi um acidente. — Falou meu pai e eu revirei os olhos
– Claro... Como não pensei nisso antes? — Falei irônica.
– Trouxe um lanche para você. — Disse a minha mãe me dando um x-salada que eu comi, estava faminta mais eu na cozinha é um desastre, então preferi não fazer nada. — Boa noite. — Falou minha mãe beijando a minha testa e saindo do quarto.
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Magali
Eram duas horas da manhã e eu acordei, me levantei delicadamente para não acordar o Rubens e sorri ao lembrar o que acabará de acontecer. Nunca me entreguei desse jeito a ninguém. Vesti a minha roupa e desci as escadas para beber água. Enchi meu copo e levei até a minha boca. Lavei ele e guardei novamente. Estava retornando ao quarto quando algo chama a minha atenção. Um porta-retrato com uma bela mulher loira, o professor e uma criança com cabelos castanhos e os olhos da mesma cor. Não pode ser... Resolvi vasculhar o armário e achei um book de casamento dele com essa mesma mulher loira. Subi as escadas rapidamente indo até o quarto, peguei devagar a mão do Rubens e vi a sua aliança. Meus olhos marejaram. Droga! Eu só quebro a cara! Peguei a minha bolsa e desci as escadas de novo e liguei para a Mônica.
– Magali espero que tenha um bom motivo para me acordar essa hora da madrugada. — Falou ela com voz de sono.
– Mônica vem me buscar. — Falei chorando
– Magali! Onde você está? O que aconteceu? — Falou preocupada
– Eu te mando o endereço por SMS, vem me buscar, por favor. — Falei soluçando alto e mandei o endereço. Saí da casa e fiquei esperando ali na frente.
Depois de um tempo de espera eu avisto o carro dela e faço sinal que estaciona o carro, e eu entro nele.
– Magali?! Porque você está chorando? — Falou ela preocupada
– Eu te conto quando chegarmos na sua casa. — Falei chorando. — Não quero ir para casa hoje. Não quero explicar para os meus pais o que aconteceu. — Ela apenas assentiu e ligou o carro.
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Mônica
–O QUE?! — Perguntei alto e a Magali fez sinal de silêncio. — Você transou com o professor de biologia que ainda por cima é casado? — Falei sussurrando alto. Ela apenas assentiu e chorou
– Eu não sabia que ele era casado. — Falou chorando e eu abracei ela
– Olha... Eu não vou te julgar. — Falei abraçando ela e ela chorou. — Se acalma Magali...
– Eu fiquei julgando o Quim e no final fiquei com um cara casado. — Falou chorando mais ainda. — Eu só me meto em furada.
– Tenta beber mais um pouco desse chá de camomila e tenta dormir um pouquinho. — Falei entregando a xícara. — Já está quase amanhecendo...
– Eu não vou para a escola amanhã não. — Falou bebendo o chá de uma vez só.
– Vai sim... — Falei. — Nem que eu te amarre, vai deixar ele achar que ganhou? Dê a volta por cima.
– Falando é fácil... — Falou ela
– Eu não estou dizendo que é fácil. — Falei. — Mais eu vou estar lá com você como eu sempre estive.
– Você é a melhor amiga que existe. — Falou ela
– Eu sei. — Falei me gabando e ela riu. — Agora vamos dormir. — Falei me deitando e ela se deitou do meu lado e eu desliguei o meu abajur e adormeci.
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