Notas iniciais
Mais um cap sobre a história! espero que gostem ^^

- OMG! Jura? Macarena???????
- Pra você ver Casey. – respondeu Fin.
- Nesses tempos, nós éramos mais sossegados, muito palhaços
- Até hoje, você ainda é muito palhaço John! (Y)
- Há-há-há!
- Pior que é verdade! Hauhauhaa. Ah, mas essa eu queria ter visto!
- O quê?
- Eles passando em baixo do cabo! Hauhaah.
- Ah ta. Isso por que ela não viu a dança da boquinha da garrafa!
- WHAT???????????????? – Casey olhou para Fin de boca aberta.
- Calma Casey. É sério! Uma vez a gente fez dancinha na boquinha da garrafa!
- AHHAUHAAHUAHAHUAH. – ela enxugava as lágrimas. – Vou morrer de tanto rir!
- Da onde você acha que eles tiraram tanta intimidade hein?
- Só pode ser dessas festas! – respondeu John a Fin.

- Bom isso é verdade...
- Além do mais, tinha os ciúmes da Kathy, lembra? – perguntou Fin;
- Lógico que lembro!
- John. Acho que vem mais estória por ai...
- Isso \\o eu quero saber *-* — respondeu Casey.
- Bom, foi o seguinte...

- Flash In –

Elliot estava na Squad, conversando e resolvendo alguns casos com o pessoal, quando uma presença loira se fez ali.
- Elliot?
- Fala John;
- A Kathy ta ai. – Ell virou-se e viu Kathy parada na porta, com uma cara não muito contente...
- Vamos ver o que ela quer agora. – ele levantou-se e foi até ela.
- Oi Amor.
- Oi Kathy. O que você ta fazendo aqui?
- Você já não acha que está muito tarde?
- Eu preciso resolver esses casos o mais rápido possível. É meu trabalho.
- Sempre é o seu trabalho não é?
- Mas você quer que eu faça o que?
- Volte para casa cedo! Quem é que vai cuidar de você?
- Eu sei me cuidar sozinho. – mas ele pensou *Benson*
- E volta pra casa como?
- Se eu ficar sem carro, a Liv me leva.
- Aff, é sempre Liv pra cá, Liv pra lá, manda ela largar do seu pé!
- Que foi? Ciuminho agora? Ela é minha parceira! Só.
- Ta, vou fingir que acredito. Não confio naquela mulher.
- Não sei o porque. Vocês podiam se tornar amigas.
- Nem que a vaca tussa! To cheia dela.
- Ta ok então. Volta pra casa que depois eu vou. – Kathy olhou para Liv, encarando-a e a fuzilando com o olhar. Liv correspondeu com um sorriso daqueles.
Kathy levantou uma sobrancelha como se dissesse: “Vai encarar?” , Liv piscou pra ela, continuando a sorrir, como se dissesse: “Já encarei.” =]
- Tchau amor. – ela foi beijá-lo, mas ele ofereceu o rosto, abraçando-a. Ela saiu da Squad soltando fogo!
John não pode deixar de comentar:
- Amansando a fera detetive Stabler?
- É ne? Imaginem que ela tava com ciúmes da Liv?
- De mim? – ela se fez de desentendida.
- É! Não sei o porque!
- Nem eu. – Fin olhou para John dando uma risadinha.
- Esse, a Kathy já perdeu. :)

- Flash Out -

- Vixe, desde o início a Kathy já se dava mal, não é? – comentou a curiosa Casey. John fez quesimcom a cabeça.
- Ah já, sóumcegonão percebia os olhares dos dois! Os sentimentosque tentavam esquecer.
- Concordo. – completou Fin. – E eupoderia chamá-los de cegos, mas na verdade acho que os doisnão queriam deixartransparecer.
- Nossa, eu imagino o quãodifícilnão foi! Se eumesma presenciei várias cenasque deixam a entender, e olhaqueeu estou aqui a menostempoquevocês... Eles começaram há muitotempoatrás!
- E olhaqueeramaisdifícilaindaquandoeles se irritavam com alguma coisa, porque ai ficavam insuportáveis. – John concordou comele.
- Concordo. Porque os sentimentospessoais se misturavam a situação, transformando o tempo de chuva, a temporalcomdireito á raios e trovoes. – Fin escutou o que o companheiro disse, mas resolveu complementar:
- Ah, masnão se assuste Casey. Porquequando trabalhavam juntos...em sintonia, era uma maravilha! Atéhoje! Tantoque o Cap quasenuncanos trocou de parceiros. Sempre foi Benson e Stabler; eu e o velho John aqui.
- É, issoeu percebi. Sóquequandoeles brigam... Igual aquela vezqueeles jogaram meucaso no lixo, no dia da doação de rins. Eu quis matar os dois! Fiquei commuitaraiva!
- Masvocê viu o que rolou depois?
- Rolou depois Fin? O que?
- Não acredito queelanão sabe!
- DO que??? – Casey já se desesperava.
- hauhaah humm. Vou contar-lhe.

- Flash In –

Elliot e Liv pararam emfrente ao elevador. Ela apertou o botão e voltou a encará-lo.
- Qualseutiposanguíneo? Faz oitoanosque trabalhamos juntos e euaindanão sei.
- A positivo.
- O meutambém. =] – eles entraram no elevador. Poralgunssegundos, Elliot pensou em alguma coisa e resolveu falar.
- Eute daria umrim. – elanão pode deixar de rir daquele comentário, foi muito... estranho.
- Não se eute desse o meuprimeiro. – e dizendo isso, ela deu uma olhada praele, cruzando os olhares. Cúmplices. Os dois sorriram e voltaram a olharparafrente.
Chegando láembaixo, eles saíram do elevador e foram andando lado a lado. Nenhum deles gostaria de comentar essas duas frasestãoimportantes...
- Vocême daria mesmo o seurim? – Elliot a fitou ao dizerisso.
- É... Eu disse quesim. Porque a pergunta? – Ele deu de ombros respondendo:
- Porquevocê disse que o amor é uma droga.
- Bom, nãodeixa de serverdade. – ele parou de andar e ficou na frente dela.
- É nisso quevocêrealmente acredita? – ela ficou semreação. Ela acreditava e não acreditava ao mesmotempo. Comoexplicarissopraele?
- Bom, depende. – ele a olhou comimpaciência, depois desviou o olharpara o chão.
Ela ficou desconcertadacomaquilo, e logo imendou:
- Mas tenha a certeza, queeusó doaria o meurimpravocê, e só aceitaria o seu. – ao sorrir dizendo isso, passou porele e foi emdireção á rua, entrar no seucarro. Elliot ficou lá parado, tentando digerir as palavras dela. Balançou a cabeçanegativamente.
- É... Liv, Liv... Ondenós vamos parar?

- Flash Out –

- Meu Deus!
- É Casey, eu falei que era comprometedor...
- Depois ainda tem gente que fala que o amor deles é da nossa cabeça!
- Concordo. – disse John. Então, uma quarta pessoa se fez presente ali.
- O que vocês estão fazendo ai? Não tem trabalho não?
- Cap! – John levantou-se. – É que nós demos uma adiantada nuns trabalhos e tivemos um tempinho livre, então estamos conversando...
- Sobre o que? Posso saber?
- John e Fin estão contando pro pessoal sobre a história do Ell e da Liv, mas a verdadeira, que eles presenciaram.
- Nossa, então vai demorar uma eternidade!
- ahuahua por que?
- Por que Casey? Porque simplesmente nesses nove anos que eu sou patrão deles, eu já presenciei muitas e muitas coisas...
- Lá vem mais estória? *-* — Casey parecia uma criança.
- Ah, não sei... Estou lotado de trabalho. – ele disse isso, mas já foi sentando-se numa cadeira.
- Ah fica ai e conta pra ela! – John pediu. – Só um pouquinho.
- Tudo bem. Acho que o que eu já presenciei, uma das cenas mais graves... Foi a do caso do Guitanno. Quando eles quebraram o pau aqui no escritório.
- Ah nesse dia eu não estava aqui! – disse Casey. – Conta? *-*
- Okay... Foi assim...