> Hospital do House < Liv levou Elliot para o hospital, e a doutora que instalou ele em um dos quartos foi a doutora Cuddy. Liv sentava-se ao lado dele, conversando banalidades, quando Cameron chegou no quarto. — Bom dia. — Bom dia doutora... — Cameron. — Prazer, Liv. — Você é a namorada do paciente? — Não, quem dera se fosse. – dessa vez foi Elliot que manifestou-se. — Ele está bem doutora? — Sim, não foi nada muito grave, apesar dele ter batido a cabeça muito forte. Daremos uma medicação á ele, e tem que permanecer algumas horas em repouso. Então, House abriu a porta com força, fazendo-a deslizar pelo trilho, e olhando para o paciente disse: — Achei que estava vazia. — Mas não está! – disse Cam revirando os olhos. — O que ele tem? — Nada de interessante para você. Somente levou uma pancada na cabeça. — Ótimo! – ele andou mancando, sentou-se na cadeira de Liv, levantou os pés, pegou o controle e ligou a tv a cabo, dizendo: — Já, já fica vago! — Quem é você? — Depende. Se você está procurando quem invadiu seu apartamento, eu me chamo Foreman. — Ele é o Doutor House. – respondeu Cameron. — Prazer, detetive Olívia Benson. — Prendam ela! – disse apontando para Cameron. – Ela roubou o estoque de vicodins do hospital! — House! ¬¬º — Cameron disse, com vontade de matá-lo. E então, mais alguém apareceu na porta. — House!! — Mommy! – disse o doutor virado de costas para a porta. — Então você está aqui! — Não, é uma fantasia da sua mente, dra Cuddy! — Cala a boca e venha aqui que precisamos conversar. — Ixi, não estou afim de ter uma DR agora. — Dá para parar de brincadeiras? Era para você estar preocupado! O cara do conselho médico vem aqui hoje, e você aprontando por aí! — Não posso evitar, é minha natureza! — Saia daí e pare de atormentar o paciente! — Quem disse que eu estou atormentando? A Liv é minha namorada. — O que? – Liv disse, assustada. — Claro! São anos e anos de muitos gemidos e paixões proibidas! — HOUSE! – disse Cuddy, P* da vida. – Você não presta ú.ú — Confessa que está com ciúmes! — Eu estou é com vergonha! Me fazendo uma dessas na frente do paciente. — Ele nem tem nada! Já está indo embora! — House, sai daí já! – disse Cuddy, batendo o pé. — Okay, Mommy. Só se você me prometer uma rapidinha no final da tarde. — HOUSE!!! – Cuddy estava a ponto de matá-lo. — Eu amo quando ela fala meu nome assim. É tudo fingimento, ela me ama. — Eu sei como é isso. – disse Elliot. — Elliot! – disse Liv, envergonhada. — Ela é igualzinha! – disse House, gargalhando. – Estou indo. Cuidem-se crianças! Ah, adorei vocês viu? — Brigada! – House saiu do quarto, e Cuddy antes de sair disse: — Me desculpem. Ele é... O House. – como se dissesse “não posso fazer nada”. E saiu do quarto também. Cameron pediu desculpas e saiu do quarto, ficando somente Ell e Liv. Eles se entreolharam, os dois tinham grandes dúvidas, e conhecendo-os, sabiam que eram praticamente as mesmas. Ell ia falar algo, mas Liv o interrompeu: — Você está mesmo bem? — Claro meu raio de sol. Melhor com você do meu lado. — Fico feliz =] Mas... — É. Eu sei. O John também me preocupa. — O que será que ele está tramando? — Não faço a mínima idéia. — Você percebeu que hoje de manhã todos sumiram? — É... Na verdade, nem percebi direito. — Por quê? — ao ver a cara dele, ela preferiu não ter perguntado. Se lembrava muito bem do que acontecera de manhã. — Você sabe... É que... — Eu sei, não queria estragar esse momento. — Hm... — *mas já estragou.* ele pensou. Os dois ficaram em silêncio por alguns minutos. O que acontecera de manhã foi muito forte para eles... — Flash In — Liv chegou á Squad naquela manhã e seu café já estava na mesa. Ela sabia que ele havia deixado para ela, mas ela estava tomando chá toda manhã ao envéz de café. Sentou-se á sua mesa e começou a remexer nos papéis, quando Elliot chegou perto. — Bom dia meu raio de sol. — Bom dia, aqui não Ell. — Hey, o que houve? Dormiu mal? — Eu não consigo dormir á alguns dias... — Por quê? — Não sei. Me sinto... Inquieta. Ele olhou na mesa e viu que ela nem tinha tocado no copo. — Não vai tomar seu café? — Sorry. Eu prefiro meu chá matinal. — É, mas antigamente o seu café é que era matinal. — Sim, mas as coisas mudam. — Pensei que você tinha dito que nada havia mudado. Ela olhou para o lado suspirando. — Eu disse, mas isso não depende da minha vontade. — É, vai ver que namorar um cara sem nem me contar, também. — Não começe! Eu devia ter te contado, mas... — Não contou. — Você sabe que não foi por querer... Eu apenas... Não me senti segura. — É, parceiros á oito anos, e agora completamente estranhos? — Não é bem assim. — Lógico que é! Nem os seus segredos você não comenta mais! — É que... — mas ele a interrompeu: — Eu sempre te contei tudo! Quando eu me sentia mal, quando me sentia bem. Sobre meus filhos, sobre a Kathy... Sobre trabalho, e banalidades! E você sempre me contou tudo... Mas agora? Eu sei das coisas por intermédio de terceiros! — Elliot, você está sendo muito infantil! É claro que eu conto tudo para você, mas... Alguns problemas são muito íntimos... Ele a olhou cheio de amargura, quase decepção. — Eu achei que fossemos íntimos até demais. — Nós somos, mas... Olha, quer saber? — O quê? — Eu não devo satisfações á você! E dizendo isso, pegou sua bolsa e saiu correndo, sem nem perceber que algo havia caído no chão. Elliot pegou o papelzinho e então, sua face encheu-se de preocupação. Pelo menos era um exame que ela ainda não havia feito, mas mesmo assim... Estava escrito: \"Teste de Gravidez\" Ele abriu uma gaveta e depositou o pequeno papel lá dentro. Fechou e tomou o café que era dela. Precisava pensar... Esfregou a mão na testa, preocupado. Mas, nada disse a Liv sobre aquilo. — Flash Out — Elliot lembrou-se do papel, mas não disse nada. Esperaria que ela lhe contasse. E por outro lado... Liv? Como estava? Digamos... Perdida? Preocupada? Arrasada? Aquele não era um problema com o qual ela sabia lidar... Queria tanto... Mas logo agora? Logo dele? Não, era impossível... Eles nunca tinham dormido juntos... Mas de quem seria? — Liv? — ele a tirou de seus devaneios. — Sim? — Eu quero voltar pra Squad. — Okay Elliot, eu te levo para lá. Acho que posso conseguir sua alta. — Obrigado. Na Squad... Elliot e Liv chegaram lá e não viram quase ninguém por lá... — Ué, que estranho. — disse Liv. — Ninguém por aqui. Onde será que se meteram? — Não sei, Ell. — eles foram andando procurando por alguém. Quando estavam chegando perto de uma sala, o faxineiro os viu. Entrou para a sala novamente gritando: — Já chegou o disco voador! Todos levantaram correndo e começaram a fazer qualquer coisa, fingindo que estavam trabalhando, e o Cap começou a berrar: — Eu já mandei vocês pararem de comer por aqui e fofocar, e irem trabalar! — Nossa! — disse Liv na porta. — O que houve? — Simples Elliot, eles estavam de pernas para o ar batendo papo enquanto precisamos deles. — Então, era isso que o John estava tramando, Ell! — disse Liv baixinho para ele. — É mesmo! Pelo menos, não é nada grave. — John virando-se para os fãs: — Hahá, tolinhos ^^. O cap saiu da sala deixando os outros lá, e logo Elliot o seguiu, deixando Liv parada na porta. Ela estava com o olhar perdido, e John percebeu. — O que foi Liv? — Nada John. — Eu te conheço... Você não está bem. — Já disse que não é NADA! — Okay! Mas posso te dizer uma coisa? Bem pequetita! — Fala. — disse Liv cansada. — \"Uma formiga encontrou a outra e perguntou: Qual o seu nome? E a outra respondeu: Fu. E a primeira: Que fu? e a outra: Fumiga! E o seu? e a outra respondeu: Ota. e a primeira: Ota o quê? e a outra: Ota Fumiga!\" — HAUAAAHAHUAHUAH. Piadinha mais sem graça!huahauha — mas Liv não conseguiu conter o riso. — E ai? Viu como sei contar piada? — Só você mesmo John.