Carmesin

11 Capítulo 10 - Escolhas


Eu não parava de chorar, enquanto todos naquela mesa ficavam em silêncio, com certeza, assimilando o que eu havia revelado.

Tentei ver a reação de Jacob, mas não consegui, porque sua cabeça estava baixa, como se quisesse se esconder, o que me fez entrar em um estado de nervos, porque eu conhecia Jake muito bem para saber que ele iria perder controle a qualquer segundo e quando sua raiva tomasse conta dele, ele faria com que a nossa conversa virasse uma verdadeira carnificina que deixaria nossos corações feridos ainda mais feridos do que já estavam.

Em meio àquela situação, eu esperava que Jake agisse primeiro e foi o que aconteceu.

Jake levantou sua cabeça e deixou a mostra sua expressão tomada pela infelicidade. Lagrimas caíam dos seus olhos e sua boca tremia. Aquilo apertou meu coração mais do que eu esperava, principalmente depois que ouvi o modo como sua voz disse o meu nome.


– Renesmee, isso é verdade? — perguntou ele.


– Sim, é verdade — falei, tristemente.


Ao escutar a minha resposta, ele deu um soco na mesa fazendo um barulho enorme, chamando toda a atenção dos que ali estavam para ele.

Coitada da Emily, tomou um susto tão grande que pulou da cadeira e Claire segurou o braço de Quil com os olhos cheios de medo, o que me fez imaginar como estava a minha expressão... Creio que não muito distante da dela...

Naquele momento, quando olhei fixamente para Jacob, eu pude ver o ódio tomando forma.

Embry se levantou tentando acalmar o amigo.


– Jake boy, não fica nervoso. Essa notícia e para se comemorar — disse Embry.


– Você só pode estar brincando. Como eu vou ficar calmo, sabendo que perdi tantos momentos com o meu filho? — sibilou Jacob.


– Mas agora você pode recuperar o tempo perdido. Quil é advogado e pode entrar na justiça por você — disse Embry, batendo nas costas de Jacob, com um sorriso leve.


Aquele comentário infeliz de Embry foi o suficiente para fazer o meu medo desaparecer e trazer à tona a mãe que existia dentro de mim... Uma mãe que enfrentaria quem precisasse com unhas e dentes pelo filho.


– Se é assim, então, vamos para um guerra judícial, por que eu não vou deixar ninguém tirar o meu filho de mim nem mesmo Jacob — falei, cheia de raiva.


– Ninguém aqui quer tirar o seu filho de você, Nessie. Só queremos que jake possa frequentar a vida do filho como um pai — disse Quil, com calma.


Gargalhei.


– Agora, vocês querem que eu deixe Jacob frequentar a vida do meu filho? Eu sei como essas coisas funcionam! Depois vocês vão conspirar para tirar o meu filho de mim — falei, nervosa.


– Sua empregadinha burra, você tinha que ser menos egoísta e deixar Jake com está criança, já que a família dele sempre foi muito boa para você — disse Jéssica.


– Você não tem direito de falar assim comigo, sua vagabunda. E eu também, não devo nada a Jacob e, mesmo que fosse o caso, eu não deixaria meu filho ser tratado como um pagamento pela ajuda dele. Não fiz pacto com um demônio para ter que pagar um preço — falei, direcionando minha fúria a Jéssica.


– Ninguém aqui está tentando jogando na sua cara o que Jake fez por Edward. Mesmo que ele nem trabalhe mais aqui — disse Jéssica em tom de deboche.


– O Jacob só está pagando a dívida que tem com o meu pai. Está pagando por todas as humilhações que fez tanto a mim quanto a meu pai. Ele está pagando pelo tempo miserável que passamos aqui, nesta maldita fazenda! — gritei.


– Agora, você resolveu que vai se fazer de vítima, querida? — zombou Jéssica.


– Muito pelo contrario. Não existe vítima nesta história. O que existe é um mundo cruel, onde quem tem mais dinheiro é que manda, sua vagabunda — falei, olhando feio para ela.


Não tinha mais como me conter, por isso, dei uma sequência de tapas na cara da vadia da Jéssica com toda minha força e só não passei o resto da noite fazendo-o, porque Embry me segurou e me levou para a sala, enquanto Jéssica ia chorando para Leah e Yan.


– Aquela empregadinha vai me pagar por te me batido! — disse Jéssica, tentando me seguir.


– Você não vai fazer nada, Jéssica. Vamos embora que nós te damos uma carona — disse Leah, segurando-a pelo braço.


– Não vou embora com vocês, Leah. Eu vou ficar e ter meu acerto de conta com aquela vagabundinha — disse Jéssica, tentando se soltar, mas sem sucesso, pois Leah era mais forte do que ela.


– Você vai embora comigo, porque eu estou mandando, Jéssica, ese você não o fizer, terá que encarar consequências terríveis para você — disse Leah, com um sorriso maldoso no final.


– Que consequências seriam essas, Leah? — perguntou Jéssica, ficando parada e encarando Leah com surpresa.


– Nada de mais, só que eu faria Yan cobrar a dívida do seu pai, fazendo-o pagar com a hipotéca da sua casa. Creio que você não queira virar uma sem teto, não é? — perguntou Leah, com uma doçura fingida.


– Você não faria isso comigo,não é, Leah? Somos nascidas em berço de ouro... — começou Jéssica, com medo.


– Cherie, eu sou capaz de tudo, por isso, não me teste — disse Leah, dando um olhar ameaçador para Jéssica.


Jéssica assentiu com medo.


– Então, vamos embora e nunca comente o que ouviu aqui, entendeu? — disse Leah, séria.


Jéssica assentiu e a seguiu em direção a saída.


Leah piscou para mim e Yan sorriu de leve antes que saíssem.


Depois daquele conversa deles, eu fiquei mais calma por saber que leah e Yan tinham calado boca daquela vadia da Jéssica que sem Emily não passava de uma "abelha operária".

O resto, eu teria que enfrentar sem qualquer misericórdia.


– Acho que agora todos nós podemos conversar como pessoas civilizadas, ou seja, sem ofensas — disse Quil.


– Eu não vou ofender ninguém se ninguém aqui me ofender — falei.


– Eu não sei porque está briga toda. Jake descobriu que é pai! A gente devia festejar! — disse Embry.


– Você continua o mesmo, Embry. Não está vendo que a gente precisa saber o porquê de ela esconder o filho do Jake primeiro?! — disse Claire.


– Se for isso, eu falo, Claire. Não se preocupa, porque eu vou contar o motivo de eu ter ído embora da fazenda — falei, incisiva.


– O motivo de você ter ido embora foi porque estava com vergonha de ser vista grávida antes do casamento pelos outros, não é? Isso está na cara, Renesmee — disse Jacob, me fitando.


– O verdadeiro motivo para eu ter ído embora não foi "a gravidez", Jacob Black, porque isso, para muitas mulheres, seria a oportunidade perfeita para viver no luxo para sempre — falei.


– Isso é verdade, Jake. Ela teve a oportunidade de dar o golpe da barriga, mas não deu, o que me faz pensar... Porque não usou a gravidez para ser a senhora Black? — perguntou Quil.


– Porque meu pai me deu princípios e eu nunca poderia deixar meu filho ser criado por um pai que tirou minha virgindade e depois ficou comentando com os amigos como se estivesse falando de um jogo de futebol que ganhou — falei.


– Nessie, eu posso te explicar sobre aquele dia... — começou Embry.


– Não tem o que explicar, Embry. O próprio Jake está calado como todos os homens aqui presentes que planejavam fazer uma orgia com a empregadinha — falei, olhando para todos.


– Pode até ser verdade que rolou este comentário, mas eu só queria te comer com meu futuro compadre — disse Embry.


– Tenha mais respeito com ela, Embry, antes que eu te de uma boa porrada – disse Jacob.


Embry levantou as mãos como quem se rende e se calou.


Todos na sala ficaram em silêncio por alguns minutos até que Emily começou a gritar com Sam mostrando toda a sua indignação e revolta.


– Eu não acredito nisso! Você também estava nessa putaria, Samuel? — gritava Emily.


– Emily, a gente falou algumas coisas, mas estávamos todos alcoolizados. Não sabíamos o que estávamos falando — tentou explicar Sam.


– Eu quero ir embora, agora mesmo! Antes que eu acabe ainda mais chateada com você! — disse Emily, pegando sua bolsa e levantando-se do sofá.


Sam foi embora ao lado de Emily, que veio até mim pedindo desculpas por tudo e dizendo que ia conversar com Sam e que estava torcendo por mim. Dei um sorriso por saber que tinha ganhado mais alguns amigos no meio daquela confusão.


– Eu errei muito no passado, mas me afastar do meu filho um foi castigo muito cruel, Nessie — disse Jacob, magoado.


– Eu não queria te castigar. Eu só queria e quero proteger o meu filho — falei, calma.


– Protegê-lo do próprio pai... Nessie, isso é irreal — disse Quil, enquanto Jacob passava a mão pelos cabelos.


– Quil, eu sei que você é amigo de Jacob e que tem um carinho muito grande por ele, mas Jake nunca foi uma boa pessoa .- falei.


– Você deve estar maluca! Jake sempre foi um bom amigo e uma pessoa excelente. Eu coloco minha mão no fogo por ele — disse Quil.


Naquela hora, eu tive pena do Quil.

Ele era um amigo de verdade. Defendia Jake com unhas e dentes, mas o próprio Jake não merecia uma amizade como a dele.


– Então, uma hora esse seu braço vai queimar, ou melhor, já queimou tanto que já virou cinzas — falei, sem emoção.


– O que você esta querendo dizer? — perguntou-me Quil.


– Ela está tentando tirar a sua concentração, amor — disse Claire, nervosa.


– Não estou tentado fazer nada disso. Só por que você é o melhor advogado do interior, não quer dizer que seja algo para eu temer, porque eu tenho dinheiro e sou amiga intima de Jasper Hole que é cunhado do meu sócio — falei, confiante.


– Jasper Hole é um dos cinco melhores advogados do mundo — disse Quil, pensativo.


– Isso mesmo, Quil. Não quero te enganar, por isso, vou te contar a verdade — falei, olhando para Claire com um sorrisinho.


– Por favor, Renesmee, eu te imploro! Não fala nada! — pediu Claire, entrando em pânico.


– Por que eu faria isso, Claire? — perguntei, fingindo dúvida.


– Porque eu amo o meu marido — disse ela, nervosamente.


– Se eu terei o meu mundo destruído, eu levarei o de vocês comigo — falei, rindo no final com crueldade.


– Renesmee, não faça isso — pediu Jacob, alarmado.


Fitei-o sem emoção.


– Do que vocês estão falando, afinal de contas? — perguntou Quil, sem entender nada.


– Estamos falando sobre quando sua esposa ainda estava namorando com você e escapava para transar com jake escondido, só isso... — falei, indiferente.


Quil entrou em um estado de nervos, colocou as mãos no cabelo enquanto seus olhos se enchiam de lagrimas e tentava falar alguma coisa, mas sem conseguir, pois parecia que voz não saia.

Embry foi até ele e colocou a mão no ombro dele, mandado-o se acalmar, enquanto olhavam para Jake e Claire com raiva.


– Eu sempre te achei meio piranha, Claire, mas não pensei que você, Jacob, pudesse fazer uma coisa dessas com um amigo como Quil — disse Embry.


– Ninguém aqui te deve explicação alguma, Embry — disse Claire, com raiva.


– Mas eu mereço, não acha, Claire? — sibilou Quil, cheio de ódio.


– Quil, eu posso te explicar — começou Jake, nervoso.


– Não quero ouvir você, Jacob! Você traiu a minha confiança! Eu te tratava como um irmão e recebo essa facada! — gritou Quil.


Jacob ficou calado de cabeça baixa, enquanto Claire me olhava com raiva e tentava abraçar Quil que se mantinha parado sem olhá-la se ajoelhando para pedir desculpas.


– O que eu fiz de errado para você ter me traído, Claire? — perguntou ele, depois de um tempo.


– Na época, eu não te amava, Quil. Só namorei com você por causa dos meus pais, mas hoje eu te amo — disse Claire, chorando.


– Eu não sei se acredito em você, Claire — disse Quil, sentindo-se traído.


– Quil, fica calmo, eu vou embora com você e essa megera — disse Embry.


– Obrigado, Embry — disse Quil, olhando para o amigo com um sorriso infeliz.


Embry foi levando Quil e Claire embora, mas antes fechou a porta da sala, deixando, finalmente, eu e Jacob sozinhos para começarmos nossa conversa.


– Acho que agora a gente pode conversar melhor, Jake

– Você deve estar feliz de estar me fazendo pagar pelo que fiz no passado, não é, Renesmee? — sussurrou Jacob.


– Eu já disse que não quero fazer você sofrer, Jake, eu só queria ser feliz e proteger o meu filho — falei.


– Você fala de proteção, mas eu acho egoísmo seu ter tirado a boa vida que eu poderia ter dado para você e meu filho quando vocês estavam passando dificuldade — disse Jacob.


– Dúvido muito que, naquele tempo, você iria querer um filho — falei, cética.


– Eu sempre quis ser pai, Nessie, isso você não pode negar — disse Jacob, tristonho.


– Um filho de alguém da sua classe social, não da filha de um de seus empregados — falei, rígida.


– Muita coisa mudou, hoje — disse Jacob, olhando-me.


Jake me encarava os seus olhos misteriosos, me deixando com medo pelo o que ele poderia fazer comigo, pois vi Jake dando passos na minha direção como um lobo pronto para abater a sua presa. Quando ele estava perto o suficiente de mim, ele me pegou pelo braço e me colocou contra a parede, fazendo-me ver que estava presa e não tinha saída.

Como se para me deixar mais amedrontada, Jake me fez sentir seu corpo pressionando o meu, o que me fez dar grito agudo.


– Jake, por favor, se acalma — falei, com medo.


Jacob agarrou o meu queixo e me forçou a encarar os seus olhos negros, que estavam tão intenso a ponto de me deixarem mais aterrorizada.


– Está com medo, branquinha? — perguntou-me.


– Jake, vamos tentar conversar, por favor — pedi.


– Você não tem muitas opções, agora, Nessie... — disse ele com sua voz rouca.


Jake sorriu para mim de um jeito possessivo, aumentado cada vez mais o medo que eu sentia.

O que mais me apavorava, era o fato de eu reconhecer aquele brilho nos olhos dele. Eu sabia que por dentro ele estava se divertido com tudo daquilo.


– Quais são as minhas opções? — perguntei.


– Você só tem duas opções, branquinha. Hum... Eu adoro o seu cheiro — disse ele, dando uma inspirada no meu pescoço, me deixando totalmente arrepiada.


– A primeira escolha é se casar comigo e me deixar criar o meu filho junto com você e tentar ser feliz — disse ele, sorrindo com a ideia.


– E qual seria a segunda? — perguntei.


– A segunda seria: eu vou participar da vida do meu filho, mas sem se casar com você — disse ele.


– Acho que a segunda opção é melhor — falei, insegura.


– Não, branquinha esta opção é a pior, porque você me pertence e você sabe disso — disse ele, possessivo.


– Jacob, eu não pertenço a ninguém — falei, com o orgulho que eu tinha.


Ele me empurrou ainda mais forte contra a parede e, pressionando ainda mais seu corpo contra o meu, Jake tentou me beijar, mas protestei contra a ação dele, fazendo-o morder a minha boca.


– Você é só minha e de mais ninguém — disse ele.


– Eu não sou sua, Jake — falei.


– Presta atenção, Renesmee. Você está me negando o direito de me casar com você, então, já que é assim, você nunca mais vai chegar preto de homem nenhum. Não vou admitir um outro criando o meu filho — disse Jacob.


– Você não pode estar falando sério... — falei.


Então Jake jogou tudo que tinha na mesa da sala no chão e depois chegou perto de mim de novo e, com uma mão, rasgou o meu vestido e com a outra me jogou em cima da mesa.


– Eu vou te tortura até você aceitar a primeira opção — disse ele.


Eu não sabia se estava com medo ou excitada, mas quando eu senti a mão grande e forte do jake na minha coxa e seus dedos movendo-se para perto da minha calcinha, enquanto ele falava olhado para mim.


– Eu vou mandar... — disse ele.


– Oh! — exclamei.


Jacob estava me torturando ao continuar brincando com a minha calcinha. Ele puxava e largava, enquanto eu só conseguia gemer.


– Matar...


Ele estava fora de si... Só podia ser, principalmente, quando rasgou a minha calcinha, começou a roçar seus dedos na minha intimidade e continuou seu terror psicológico sobre mim.


– Todos que tentarem roubar você e meu filho de mim...


– Jake, por favor, pare... — tentei.


Mas ele não parava.

No lugar de parar, ele colocou dois dedos dentro de mim e começou a dar bombadada violenta me fazendo ofegar e gritar seu nome uma hora pelo prazer outra de dor, mas Jake não estava ligando para os meus gritos.... Ele continuava sem perder o ritmo firme e irregular, às vezes mais rápido e selvagem.


– Oh! Por favor, Jake! — gritei.


– Então, diga que é minha! — disse ele, de volta.


– Não! — gritei.


– Então, você vai quer ser fodida na frente de outro cara que tente tê-la? — perguntou ele.


– Jake! OH! — gemi.


–Ou vai querer levar o remorso de ser a causadora da morte de alguém? — perguntou ele.


Eu não conseguia mais falar... Meu orgasmo estava chegando e Jacob estava alucinado, então, ele tirou seus dedos de dentro de mim e começou a lamber me deixando arder por dentro.


– Jake, por favor, me deixa sair daqui! — implorei.

– Deixo você ir só se você aceitar a primeira opção. Case-se comigo, branquinha... Diga que será a minha esposa... Deixe-me ser feliz com você e meu filho — disse Jake.


– Eu odeio você, Jacob Black — gritei, quase sem fôlego.


– Eu não ligo que me odeie, branquinha — disse Jacob com um sorriso travesso.


Vi jacob colocando a cabeça entre as minhas pernas e começando a me lamber, fazendo-me voltar a gemer como antes... Ele colocava língua dentro de mim e às vezes mordicava, mas, sempre que eu estava chegando no orgasmo, ele parava e começava a falar.


– Pela última vez, qual será a sua escolha? — perguntou Jacob.


– Eu vou casar com você, seu maldito — falei, com raiva.


– Isso aí, minha branquinha! — disse ele, levantando-se.


Jacob saiu de perto de mim, sorriu igual a uma minha criança e foi embora, me deixando sobre a mesa toda excitada e chorando, porque, mesmo não querendo, ele sempre seria a minha fraqueza e eu sabia que tudo o que ele falou era verdade. Ele seria capaz de matar por mim e seria ainda mais capaz de transar comigo na frente de quem quer que fosse só para mostrar que eu era dele.

Eu queria muito não ter que amar aquele cretino, mas era uma pena a gente não escolher quem amar



Notas finais
01 - Este Capitulo Vai para ThaisaLima que ,e deixou uma recomendação
02-Fic esta Acabando então por favor vamos deixando uma recomendação
03- Se estiver lendo e GOSTANDO da fic deixa um rewiewzinho nem que seja só pra dizer : "Estou lendo e estou gostando".