Camelot, uma história
1 Capítulo 1 (Prólogo)
Notas iniciais
Essa é uma história comum, mas diferente. Uma história de amor, heróis, aventuras e.....ódio.
O que é diferente nessa história? Ela contém magia. Vamos voltar um pouco no passado para entendermos o presente.
Eu nasci em uma pequena aldeia chamada Leendor. Era bem feliz lá, só eu e minha mãe. Até que....aos 8anos fugi de casa e foi parar em Avalon. Avalon não é uma aldeia qualquer. Só pude entrar por causa de meus ancestrais. Como eu e Avalon, compartilhamos de uma mesma religião: a druida, e o mesmo fluxo de energia: a magia. Fui criada como sacerdotisa. Pude aprender uma língua nova, novos costumes, rituais, algum feitiços e algumas ervas medicinais. Eu não era tão feliz lá. Não tinha muita ação e eu sonhava em usar minha magia para o bem maior, mas não tinhamos muita permissãopara usar livremente. Ao invés disso, nós, sacerdotisas, teríamos que aprender a como controlar nossa mente, corpo e alma. Era gratificante meditar e ficar a sós com a Deusa, mas nada se comparava a praticar magia.
Bom, e assim foi minha vida. Dedicava-me a medicina com as ervas e aos rituais loucos, que a cada estação da lua havia um ritual diferente.
Aos 15 anos de idade já tinha completado meu treinamento como sacerdotisa. Quero dizer, não completamente. Faltava um último ritual: o Grande Casamento. Eu achava um absurdo esse ritual, não via o seu objetivo, mas toda grande sacerdotisa tinha que passar por ele. Eu não aceitava, tinha medo, estava em dúvida. Foi quando fugi de Avalon. Fugi na noite do Grande Casamento e corri. Corri como nunca havia corrido antes. Corri muito e acabei em um novo e bonito reino: Camelot. Eh aí que minha história começa.
Finalmente eu estava em um reino grande em que eu poderia fazer a diferença, como eu sonhava. Contudo, sempre tem um problema. Camelot era uma das cidades onde magia, feitiçaria e principalmente bruxaria eram proibidos. Eu não os culpo, porque essas cidades sofreram com várias bruxarias. Mas não é certo descriminar todos os usuários mágicos como bruxos e maus.
Ninguém dava importância na diferença entre bruxos e sacerdote, era tudo proibido. Graças ao rei, Ulther Pendragon, que sempre que tinha uma oportunidade executava homens ou mulheres envolvidas com magia, inocentes ou não.
Eu ainda queria fazer a diferença e ainda teria que esconder meus "poderes".Como uma garota assustada de 15 anos iria sobreviver? Foi aí que resolvi trabalhar como assistente do médico real no castelo. Assim, poderia fazer a diferença e esconder a magia bem de baixo do nariz de Ulther. Aí sim, eu estava feliz de novo.
Logicamente que os problemas não param por aí. Eu me apaixonei pelo príncipe, Arthur. Um menino loiro, elegante e que se tornou um homem forte, corajoso e bondoso. Na verdade nós nos apaixonamos. Um anos depois que cheguei, o rei morreu. Arthur ficou perdido, afinal era um rei de 16 anos. Mas com a minha ajuda e de seus cavaleiros e amigos: Gwain e Lance, ele agora é um ótimo rei.
Sem eles também não conseguiria. No presente momento, todo com 20 anos, somos melhores amigos: eu, Arthur, Gwain e Lance. É claro que nenhum deles sabem que tenho magia ou que eu continuo fiel a minha religião.
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