Café Da Sedução

1 Capítulo 1 - O café, O beijo, A cama


Estava chovendo, e Zepeda estava totalmente encharcado, afinal como o tempo não expressou nenhuma mudança aparente resolvera ir a pé até um café perto do seu apartamento, no caminho foi pego de surpresa por um temporal, que fez com que sua camiseta branca ficasse transparente, revelando assim seu físico intransponível. Zepeda entrou correndo no café, afinal não aguentaria mais um segundo naquela chuva, sentou-se e pediu um Cappuccino.

Na mesa ao lado estava Thaís, ela também havia tomado aquela chuva e estava tremendo de frio, Zepeda em um gesto involuntario sentou-se ao lado e envolveu os braços fortes no pescoço dela.

–Ei!!! — disse ela em um tom desconfiado — quem é você e por que está me abraçando?

Zepeda em um movimento brusco e assustado se esquiva, afinal não esperava aquela reação.

– Me desculpe — disse atônito — Eu só queria te livrar de pelo menos um pouco desse frio

O gesto inofensivo fez com que a garota rebaixasse seus muros e permitisse o abraço, ela havia gostado, não podia negar...

A garçonete chegou com os pedidos, o Cappuccino de Zepeda e o Café au lait de Thaís.

– Eu acho que não perguntei seu nome — disse Zepeda em um tom galanteador e com um sorriso no canto do rosto — ela abaixou levemente a cabeça e sorriu — Thaís, e você é? — David, respondeu ele. Ambos sorriram encabuladamente e se abraçando um pouco mais forte, eles não podiam negar aquela atração que sentiam um pelo outro.

A chuva cessou e Zepeda se ofereceu para acompanha-la até sua casa, eles caminhavam abraçados, o frio já havia passado as roupas haviam secado por si só, mas eles não conseguiam se soltar, algo os ligava, era mais forte que eles.

Ao virar a esquina um pouco antes do destino final Zepeda a segurou pelos braços e a beijou apaionadamente, ela não esboçou nenhuma reação, apenas retribuiu o beijo, aquilo não deveria estra acontecendo, afinal eram apenas estranhos, mas se sentiam como velhos conhecidos.

– Vamos ao meu apartamento? — sussurou Zepeda. Thaís parou por alguns segundos e pensou, afinal ela não o conhecia, deveria se entregar assim? — Zepeda passou as mãos por entre os cabelos dela e acariciou levemente o rosto, então beijou as bochechas frias e rosadas pelo frio que havia sentido e disse:

– Não tenha medo meu amor, eu sei que mal nos conhecemos, mas você é o que eu sempre esperei, eu poderia me ajoelhar agora e te pedir em casamento..

– Eu não aceitaria — disse ela um pouco confusa, e com a voz ofegante. David estava colado em seu corpo, e não poderia negar a exitação ao sentir a ereção dele.

Zepeda continuou acariciando o rosto dela, desceu aos beijos pelo pescoço, com as mãos posicionadas um pouco abaixo do umbigo, ela não viu saída, ou acabaria se entregando ali mesmo, naquela rua deserta.

– Vamos ao seu apartamento — disse ela totalmente rendida, enquanto abria um dos botões da blusa de David. — os dois seguiram se abraçando por mais alguns quarteirões, entraram no prédio e seguiram ao apartamneto de Zepeda.

Ao fechar das portas do elevador, Zepeda puxou-a pelo braço em um movimento brusco e sensual, colocou uma das pernas dela por entre a sua cintura, e a levantou no colo.

9º andar, o elevador se abriu, os dois seguiram ao apartamento, Zepeda abriu a porta e entrou, segurando-a ainda no colo, trancou a porta e foram em direção ao quarto.

Ele a deitou na cama, os dois se beijavam apaionadamente enquanto Zepeda acariciava os seios dela. Pararam por alguns segundos, olharam-se nos olhos e epeda sussurrou:

– Eu te amo!

Thaís estremeceu. todo o seu corpo formigava e ela sentia um desejo incontrolável, passou a mão pela barba mal feita dele e sorriu — Eu também te amo — disse ela, e logo voltou a beija-lo. Ambos se despiram e ficaram apenas com roupas intímas, Zepeda acariciava as coxas de Thais, ambos estavam quase delirando, ele beijou os seios dela e rasgou seu sutiã, fazendo com que ela soltasse um leve e tímido gemido...

Notas finais
continua....
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.