Sidney e Beto agora precisariam fazer o que eles sabiam de melhor (embora Beto mais do que Sidney): pensar. Pensar para descobrirem de onde vinham aquelas coisas que o ladrão havia usado na tentativa de roubo. Depois de algum tempo de cansaço psicológico, Beto (como sempre) encontrou uma resposta:

– Não pode ser ele! – disse Sidney espantado com o que tinha ouvido.

– Por que não? Os objetos são bem parecidos com os que estavam na loja dele.

– Então você esta tentando me dizer que o ladrão que tentou roubar o museu naquela noite era o mesmo dono daquela loja que vendeu o mapa pra gente?

– Sim. E eu acho que de alguma forma ele também esta metido nessa história do Colar de Anúbis.

– Mas espere um pouco Beto, preciso organizar todas essas informações.

Depois de alguns segundos, Sidney continuou.

– Eu tenho uma duvida: se aquele dono da loja também queria o colar, então por que ele se preocupou em dar o mapa certo pra gente?

Um ar de pergunta sem resposta se espalhou pela casa até que Beto quebrou o clima desconfortável:

– Já sei! Talvez ele já estivesse com o colar em mãos, mas queria nos deixar cansados durante a viagem para não o atrapalharmos no roubo do museu.

– Ate que faz sentido Beto, mas eu tenho outra pergunta: quando ele vai atacar de novo?

– E onde será o próximo ataque?

– Nós precisamos saber de tudo!

– Então precisamos de pistas. No que será que estamos nos metendo?

– Eu não sei você amigo, — disse Sidney ficando com uma expressão mais séria — mas eu acho que coisa pequena com certeza não é.