Caçadores de relíquias
5 É hora de pensar
Sidney e Beto agora precisariam fazer o que eles sabiam de melhor (embora Beto mais do que Sidney): pensar. Pensar para descobrirem de onde vinham aquelas coisas que o ladrão havia usado na tentativa de roubo. Depois de algum tempo de cansaço psicológico, Beto (como sempre) encontrou uma resposta:
– Não pode ser ele! – disse Sidney espantado com o que tinha ouvido.
– Por que não? Os objetos são bem parecidos com os que estavam na loja dele.
– Então você esta tentando me dizer que o ladrão que tentou roubar o museu naquela noite era o mesmo dono daquela loja que vendeu o mapa pra gente?
– Sim. E eu acho que de alguma forma ele também esta metido nessa história do Colar de Anúbis.
– Mas espere um pouco Beto, preciso organizar todas essas informações.
Depois de alguns segundos, Sidney continuou.
– Eu tenho uma duvida: se aquele dono da loja também queria o colar, então por que ele se preocupou em dar o mapa certo pra gente?
Um ar de pergunta sem resposta se espalhou pela casa até que Beto quebrou o clima desconfortável:
– Já sei! Talvez ele já estivesse com o colar em mãos, mas queria nos deixar cansados durante a viagem para não o atrapalharmos no roubo do museu.
– Ate que faz sentido Beto, mas eu tenho outra pergunta: quando ele vai atacar de novo?
– E onde será o próximo ataque?
– Nós precisamos saber de tudo!
– Então precisamos de pistas. No que será que estamos nos metendo?
– Eu não sei você amigo, — disse Sidney ficando com uma expressão mais séria — mas eu acho que coisa pequena com certeza não é.
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