Notas iniciais
Espero que gostem de Aleesa, a demônio de cabelo pink

Os irmãos Wincheter estavam voltando de mais uma caçada, nada muito difícil, apenas mais um demônio assolando uma cidade. Estava tocando uma das bandas favoritas de Dean, que a cantava.

- Anda Sammy se anime – diz Dean.

- Estou muito cansado pra isso – diz Sam.

A conversa continua até o celular de Dean tocar. Ambos se olham, aquilo provavelmente não seria coisa boa. O mais velho pega o celular e vê que não era um numero que ele conhecia.

- Alô – diz desconfiado.

- Dean é o Bobby – diz uma voz baixa – eu e um colega fomos atacados e separados, tem como vocês virem para Hilros?

- Estamos perto, entraremos na cidade em 5 minutos onde vocês estão? – diz Dean fazendo uma curva.

- A casa abandonada dos Black – fala Bobby antes de desligar.

Parecia que os planos de descansar em algum hotel barato haviam acabado, eles foram o mais rápido possível para aquela cidade. Hilros não era nada muito grande, devia ter umas 20 ruas.

Eram por volta das 3 e meia da manhã, não foi difícil achar uma casa velha, abandonada e caindo aos pedaços. O portão estava aberto, mas não havia nenhum sinal de passos.

Os dois entraram armados, a casa estava escura e por isso precisaram usar uma lanterna. Os dois se separaram, por mais que tentassem não fazer barulho parecia impossível com aquele chão de madeira velha.

Dean observava tudo atento, a madeira comida pelos cupins, a grande camada de pó e os sinais de batalha, logo sentiu uma arma em sua cabeça, quando se virou viu Bobby serio.

Os dois se abraçaram, era bom ser um amigo e não um inimigo. Bobby parecia aflito com o seu companheiro perdido, algo como se até mesmo Sammy pudesse o matar.

Sam estava andando cuidadoso, tentando não chamar a atenção e achar logo o companheiro de Bobby ou o mesmo. Logo sentiu um chute e alguém lhe apontando a arma, de todas as coisas que podia esperar nenhuma era a real.

Quem lhe apontava a arma era uma garota de cabelos rosa repicados, olhos castanhos, pele pálida e uma expressão seria. Ela usava uma saia pregueada preta até metade das cochas, um top vermelho, jaqueta de couro, meia estilo teia de aranha e bota de plataforma.

Sam a olhou mais atentamente e finalmente notou, ela era um Demônio e não parecia que queria brincar. Estaria pronta para o matar a qualquer movimento dele. Não teria outro jeito, ele teria que usar suas habilidades demoníacas.

- Sam não faça nada – grita Bobby entrando.

A garota continuava com a face seria o encarando com cuidado, esperando um próximo ataque, esperando qualquer coisa para poder atirar. Talvez até mesmo trabalhasse para algum demônio inimigo.

- Aleesa pode abaixar essa arma – diz Bobby firme

- Conhece ele? – diz ela fria.

- Eu os chamei para ajudar – diz Bobby.

Aleesa da um tiro em uma parede, depois da um meio sorriso e abaixa a arma. Aquela noite estava se tornando realmente interessante, isso era algo mais do que obvio para ela.

Os irmãos esperavam uma resposta sobre quem era Aleesa e porque Bobby estava andando com um demônio. Principalmente ele que odiava tanto os mesmos e não perdia a chance de matar um.

- Garotos essa é Aleesa ela é uma amiga – diz Bobby simplesmente – Aleesa esses são os garotos que te falei.

- Você disse que eles eram bonitos – diz ela rindo.

Os irmãos olhando do Bobby a Aleesa. Era estranho pensar que Bobby que era quase um pai para eles dissera a garota que eles eram bonitos. O problema era que parecia ser mais estranho ela não achar isso, quando quase todas as garotas achava eles uns gatos.

- Eu não consigo sair desse cômodo, alguém quer ser bom e abriras passagens – diz ela simplesmente.

Ela não parecia estar incomodada, apenas desconfiada. Ela não confiava neles, isso era obvio para todos. Os irmãos não podia a achar errada, afinal eles não confiavam nela.

Os irmãos não se moveram para ajudar Aleesa a sair dali, a demônio de cabelos Pink bufou irritada. Bobby decidiu fazer o que nenhum dos irmãos queria. A garota sorriu e encostou em uma mesa.

- Tem dois demônios aqui, só que eles não são normais – começa a falar Aleesa baixo o suficientes para que todos tenham que chegar perto dela para ouvir – eles são mortais, estão matando pessoas a um bom tempo e de algum modo estão roubando as almas de suas vitimas.

Ela fora fria e direta quanto ao assunto, não parecia nem ao menos chocada com o fato do que ouve com as vitimas. Sam e Dean pensaram a mesma coisa: típico de demônios.

Aleesa não estava sendo fria e calculista por causa de ser um demônio e não se importar com as vitimas. Ela se importava, não gostava de pensar no que aquelas pessoas estavam sofrendo.

O problema foi que ela havia perdido coisas demais com aquele caso, pessoas demais, sonhos demais e a esperança. Não agüentava aquele caso, sabia que Bobby e os seus amigos não estavam prontos.

Só havia um meio de salvar eles, ela sabia perfeitamente que enrolar não era o melhor jeito eles só perderiam mais tempo ali. Tinha que ser direta, todos ali tinham que saber que não dava para continuar e principalmente que era hora da retirada.

Aleesa odiava sair e deixar seus inimigos acharem que venceram, mas ela não iria morrer naquela casa. Nem ela, nem Bobby e muito menos aqueles amigos irritantes de seu companheiro de caçadas.

Não tinha certeza de como os dois haviam ido parar ali, mas esperava que fosse de carro. Bobby havia vindo junto com ela na moto e não havia gostado nada. Olhou para os irmãos esperando que eles dessem um sinal de vida.

- O que vamos fazer então – diz Sam.

- Sai daqui e coletar mais dados, não da para fazer nada com o pouco que sabemos – diz Aleesa.

- Devia ter pensado nisso antes de entrar aqui, demônio – diz Dean rude.

- Eu me chamo Aleesa e sabe eu também não estou gostando nada de estar aqui com você, mas não acho uma boa idéia ficarmos discutindo com dois demônios psicopatas aqui – fala a demônio no mesmo tom.

Bobby encerra o assunto por ali dando uma bronca nos dois, Aleesa torce o nariz e sai dali junto com todos. Ela da um sorriso quando vê que eles estão de carro, antes de subir em sua moto ela da uma olhada na mansão Black.

- Estão em algum lugar? – Pergunta Bobby.

- Não e vocês – diz Dean, mas era obvio que a pergunta não era para a demônio.

- Fechamos uma conta de hotel ontem – diz Aleesa – sei de um bom hotel não muito longe, me sigam.

Dean faz uma careta mais acaba a seguindo, a demônio não usava capacete o que ajudava muito nesse caso. Não existem muitas pessoas de moto às quatro e quinze da manhã com cabelo rosa.

Em certa de quinze minutos chegaram em um hotel nada mal, era limpo, bem iluminado, sem cara suspeita e se chamava Victoria. Estacionaram o carro e a moto na garagem e ficaram se olhando.

Não era aconselhável dar os nomes verdadeiros, a questão é o que fariam agora. Teriam que já bolar a historia, e teria que ser as quatro da manhã com 3 pessoas mortas de sono.

- Historia básica, dois irmãos, um está noivo e o Bobby é o sogro de um dos dois que for ser meu noivinho – diz Aleesa calma.

- Eu não – fala Dean.

- Tirem no par ou impar – diz Bobby também cansado.

Não é que eles fizeram, Aleesa se perguntava a quase cada trinta segundos se eles eram mesmo homens adultos maiores de vinte anos. No fim Dean seria seu noivinho, ela revirou os olhos era tão obvio que eles não se suportavam.

Era hora do teatrinho, Dean pegou a mão dela e eles foram começar a peça animada. Ele se perguntava se não podia ser outra garota ou outra historia, a pessoa não ia notar que ela é muito nova pra ele.

A recepção estava praticamente vazia, mas mesmo assim a recepcionista que estava quase dormindo ali arregalou os olhos e acordou quando viu os dois. Só Aleesa já chamava a atenção, mas o jeito dela estar de mãos dadas com o cara como se fossem casados já era estranho.

Sam e Bobby que estavam mais atrás queriam morrer de rir daquela situação que era de longe engraçada para ambos. Os dois se odiavam mortalmente e agora teriam que agir como dois apaixonados.

Para Bobby era ainda mais engraçado, pois ele sabia que nenhum dos dois era assim com ninguém. Logo chegar até a recepcionista que não tirava os olhos daquele casal.

- Queremos três quartos, um para mim e minha noiva, um para meu irmão e outro para meu sogro – diz Dean serio.

- Noivos, ela não é muito jovem – diz a recepcionista e Aleesa ri.

Os irmãos a olham nervosos, ela podai ali por tudo a perder. De longe ela faria isso, estava sendo além de tudo a boa atriz que era. Seria ali uma perfeita adolescente que devia estar mais do que acostumada com aquilo.

- É por isso que papai veio junto – diz a garota de cabelos Pink sorrindo – sou Blair Roberts, este é meu pai Sandy Roberts, meu noivo Chuck Cooper e meu cunhado Seth Cooper.

A recepcionista chamada Amanda teclou tudo rapidamente no computador geral e logo entregou as chaves dos quartos para Dean. Aleesa deve uma idéia divertida para brincar com seu amiguinho caçador.

- Amor pode carregar minhas malas estou tão cansada – diz ela fazendo biquinho.

- Claro, minha princesa – diz ela pegando as malas de ambos.

Aleesa e todos subiram as escadas, mas a mesma tinha um sorriso animado no rosto, Dean estava a ponto de explodir com ela e Sam e Bobby? Bem eles estavam rindo como nunca.

Notas finais
Dou ponto pra quem comentar *.*