C.S.I Buenos Aires
29 Vamos improvisar
Notas iniciais
– Violetta? — perguntei na esperança de encontrá-la, mas nada ouvi em troca. Quando estava para dar meia-volta, senti duas mãos frias irromperem a região dos meus olhos, mas talvez aquelas mãos não tinham a intenção de me cegar e sim de me impedir de virar. Num impulso, coloquei as minhas mãos por cima daquelas geladas e notei dedos finos e unhas longas, típicas de mulher. Era ela. — O que você quer cegando seu chefe? — falei com autoridade — Isso é caso de... — Perdi-me em minhas próprias palavras.
Ela encostou os lábios em minha orelha, roçando-os. Meu Deus!Quando foi que ela resolveu gostar de mim e pior, me seduzir, me tocar... Não seria possível, mentira claro que era possível, estávamos mais próximos agora né? é.
Eu não podia acreditar naquilo, mentira eu podia sim, procurei pela cintura fina dela e quando finalmente achei puxei roçando meu corpo no dela, e a sensação foi incrível como sempre é.
– Não pensei que fosse assim.. Tão fácil. — Sussurrei no seu ouvido de uma forma sexy, para não quebrar o clima.
– E não é Senhor Vargas! Mas aproveite esse momento, não irá se repetir.. — Ela sussurrou da mesma forma, como assim não iria se repetir? O que ela queria dizer com isso?– Não fique tenso seu bobo, é apenas uma brincadeira. — Sorri involuntariamente e apertei a cintura dela, selando nossos lábios em seguida num beijo feroz e ardente. Fui conduzindo ela até a parede, a mesma parou o beijo.
– Aqui não tem cama, e eu não quero fazer isso em uma mesa. — Ela riu desajeitada.
– Não seja por isso. — Peguei ela no colo a levando até o banheiro enorme do nosso andar e a coloquei em cima da pia, sem perder tempo ela enlaçou as pernas em minha cintura, me puxando para si, beijei o pescoço dela, deixando algumas marcas de chupões pela região, mas eu não ligava, afinal era um momento quente certo? Certíssimo.
Violetta Pov's
Sabe aqueles momentos em que você sente que nada mais importa? E que só o hoje, o agora é o momento certo? Era exatamente assim que eu estava, aquilo era tão bom, e ao mesmo tempo tão louco... Eu simplesmente amava. Leon parou os beijos e me olhou sorrindo malicioso.
– Vá em frente – falei sorrindo. Nessa hora ele me puxou e beijou meus lábios. Sua língua invadiu minha boca, me causando calafrios. Ele me suspendeu do chão e eu enlacei minhas pernas em sua cintura. Me levando para a sala novamente, ele não parava de beijar meus lábios e pescoço. Então me deitou no chão da nossa sala:
– Desde daquela nossa conversa você.. — Não o deixei terminar..
– Eu sei. – Segurei seus lábios. Leon riu e tirou sua camiseta. Mordi o lábio inferior e sentei, beijando todo seu peitoral, depois desci minhas mãos e desabotoei sua jeans.
– Como uma moça como você faz isso?
– Você já se olhou no espelho? – perguntei rindo. Ele tirou minha blusa e me deitou, sugando meu seio e massageando o outro. Gemia feito uma louca.
– E VOCÊ? Já se olhou? – ele perguntou e sugou meu outro seio com mais força. Tive de me segurar pra não gritar. – Eu não tenho camisinha aqui comigo.
– Eu tenho – falei olhando para o móvel do lado da minha mesa. Ele desceu os beijos, contornando meu ventre e chegando à barra da minha calça. Ele desabotoou e baixou o zíper, olhando para mim. Então ele tirou aquilo, me deixando apenas de calcinha. Puxei-o para cima e beijei sua boca novamente.
– Você tem certeza que quer continuar?
– Se você parar, eu te mato! – falei com dificuldade enquanto ele beijava meu pescoço. Com o comentário, ele riu e desceu os beijos.
A essa altura, sua calça também estava longe e pude ver o que ele escondia tão bem. Em um movimento, ele tirou minha calcinha e começou a beijar por entre minhas coxas, indo cada vez para o meu ponto, que já doía de tanta espera. Minha respiração se esvaiu quando senti o toque de sua língua dentro de mim. Era como se ele sugasse minha alma. Quando ele sugou com mais intensidade, soltei um grito. Sua língua encontrou a minha e, num movimento só, ele tirou sua cueca. Lhe dei a camisinha e, depois de colocá-la, ele me beijou, penetrando com força dentro de mim. Seu beijo abafou o grito. Os movimentos iniciais eram lentos, porém começaram a ficar mais rápidos a medida que o tempo passava.
Me esquivei completamente e o ápice me atingiu violentamente. E logo depois veio o dele.
Então, olhando em meus olhos, ele sorriu. Ele ainda estava dentro de mim e estávamos ofegantes. Sorri um pouco e então ele saiu, estendendo a mão para mim, a segurei e levantei pegando as minhas roupas jogadas ao chão logo em seguida, sorri vendo ele se vestindo, ele se virou pra mim e me puxou, me dando um selinho demorado.
– Vamos Senhorita Castillo? — Disse num sussurro.
– Sim Senhor Vargas. — Sorri e saímos juntos da nossa sala trocando olhares cúmplices.
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