C.S.I Buenos Aires
10 Nunca mais faça isso
Notas iniciais
Leon Pov's
Acordei com a cabeça latejando, parecia que ia explodir, não me recordava da noite de ontem, só da Violetta linda, da Francesca e o Marco chegando de viagem, de uma briga com a Castillo.. e só mente.
Fui despertado dos meus devaneios quando percebo um peso no meu braço, olho de lado e vejo uma morena, com um sorriso nos lábios me encarando.
– Bom Dia Príncipe. — Ela falou num tom calmo
– Bom Dia.. — Droga, eu não sei o nome dela..
– Adorei a noite de ontem, foi uma das melhores que já tive.
– Eu sei, já ouvi isso muitas vezes. — Queria logo que ela fosse embora dali. — Você viu meu celular?
– Tá na mesinha do seu lado. — Peguei meu celular e tinha 7 mensagens, abri e quase todas era do Diego. Dizendo, quem era a garota ao meu lado, o que aconteceu e outras coisas.
– Hm, Lara né? não importa, olha ontem foi bom, mas já deu né? tenho que voltar ao trabalho então se veste e saí da minha casa, obrigado. — Falei me levantando com um lençol cobrindo meu quadril pra baixo e indo pro meu banheiro.
Tomei um banho demorado, e quando saí dei graças a Deus por aquela mulher não está mais lá, me arrumei e fui pro prédio, o Pablo disse que queria falar com a gente, então nós fomos.
– Bem todos estão aqui porque o distintivo de Diego sumiu. — Todos olhamos pra Diego. — E acabaram de ligar dizendo que um policial da C.S.I matou um cara. — Todos nos assustamos. — E como a Castillo e o Vargas fizeram um ótimo trabalho juntos, eles vão ficar com esse também. — Ele olhou pra mim e depois pra uma Violetta com uma cara muito, muito brava.
– Por mim tudo bem. — Eu falei olhando pra Castillo. — Você topa Castillo? — A olhei com meu olhar desafiador, isso Vargas você é o cara, você é o cara.
– Por mim tanto faz. — Ela disse dando de ombros.
– Castillo, você sabe que se não aceitar pode perder pontos. — Falou Angie com uma voz doce.
– Ok Angie, eu topo. — Falou por fim e sorrindo pra Angie.
– Então, vocês começam hoje, nesse local, a Fran e o Marco vão ajudar vocês. — Falou German pela primeira vez naquele recinto. — Estão liberados. — Saímos todos e fomos pra sala do Marco.
– Então gente, eu vou com a Francesca falar com os familiares do falecido, e voltamos para falar com Diego, que está desesperado e super preocupado.
– Ok, eu e a Castillo vamos pro local do acidente. — Falei a olhando que tava com a cara fechada, saímos e fomos pro local tiramos fotos, recolhemos amostras e voltamos, não nós falamos uma vez se quer. Chegamos ao Prédio da C.S.I e entramos no elevador. Eu parei o elevador.
– Você ficou maluco? — Ela disse me olhando enfurecida
– Olha, você não falou comigo nem uma vez hoje, não disse nenhuma coisa que podia ter acontecido com o falecido, e nem disse as amostras que recolheu, então separe as coisas pessoais do trabalho, porque se eles souberem que estamos cada um por si, perdemos pontos e caímos lá pro começo, e EU não quero isso. — Falei
– Ok Vargas, se você quer assim. — Ela falou com a cabeça baixa. Fui até ela e a puxei para um abraço.
– Me desculpe. — sussurrei afagando os cabelos dela, ela me abraçou apertado, eu me afastei a olhei, e acabei lhe dando um beijo, com desejo e pressa, eu não sabia o que estava acontecendo comigo, mas eu não aguentei, estava ficando cada vez mais quente. Ela se separou e me olhou, logo senti um estalo em meu rosto. Isso ela bateu na minha cara.
– Nunca mais faça isso. — Ela botou o dedo na minha cara com um olhar que dava medo.
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