C.S.I Buenos Aires

2 Faça seu trabalho que eu faço o meu.


Notas iniciais
Gente acho que vou excluir a fic, quase ninguém tá lendo e comentando, poxa :c Obrigada de coração a: anabeatrizblanco por favoritar amor

Leon Pov's

Ok, vai ser dificil fazer esse trabalho com a Castillo, que por algum motivo me odeia, eu nunca fiz nada pra ela, nem se quer dei em cima dela, eu não entendia tamanho de tal odio pelo qual ela sentia, mas a melhor forma de não lidar com isso, é ignorando.

Chegamos ao local em que aconteceu o assasinato, UAU era uma boate cheia de camas com almofadas marrons e brancas brilhosas, tinha a cama em que a Falecida havia sido morta.

– Ok, analisando tudo, não tem sangue, não tem nenhuma marca que comprove uma arma, ou faca. — Falou Violetta olhando para a cama e olhando pra mim, eu estava olhando pra ela a algum tempo, mas logo acordei e começei a tirar fotos do local, mexi em umas almofadas até que:

– Temos a arma do crime. — Falei olhando para ela que me olhou sem entender, eu tava com um travesseiro na mão e virei ele pra ela mostrando marca de maquiagem do outro lado do tecido branco.

– Então ela foi morta por falta de ar, ou seja o assasino botou o travisseiro contra ela. — Ela falou botando uns oculos laranjas, eu fiz o mesmo e acendemos uma lanterna que só via a luz se estivesse com o oculos. — Hm.. parece sal. — Ela pegou um plastico e colocou uma amostra.

– Digamos, que a cena foi nessa cama. — Falei indo até outra cama.

– A falecida tava deitada assim. — Violetta se deitou na cama e eu fui por cima dela.

– E o assasino assim. — Falei em cima dela, depois me dei conta do que tava acontecendo e saí de cima dela. — Enfim, temos que saber o motivo pelo qual mataram ela. — Falei disfarçando meu jeito

– Não, temos que procurar marcas pela cama e almofadas. — Ela falou me olhando com uma expressão "séria" no rosto.

– Primeiro vem motivos, depois suspeitos e depois vem as provas. — Eu falei por fim

– Não Vargas, não é assim. — Ela falou vindo até mim, sua cara que antes era séria passou a ser brava.

– Olha Castillo, não venha querer mudar minha forma de trabalhar, faça seu trabalho que eu faço o meu. — Falei com um risinho de vitoria, ela abriu a boca pra falar algo, mas fomos interrompidos.

– Ela trabalhava formando casais. — Falou uma mulher, de pele branca com o cabelo meio ruivo. — Prazer sou Lena.

– Você conhece ela? — Perguntou Violetta a olhando.

– Não nunca a vi, mas ontem a noite eu tava aqui e a vi. — Ela disse.

– Vamos precisar de seu depoimento. — Falei olhando pra o Diego, o cara que fazia as perguntas e o chamando.

– Desde que não estrague meu trabalho. — Ela falou sendo levada por Diego.

Olhei para Violetta que estava de braço cruzado com cara emburrada.

– Não me olha assim baby. — Falei pegando no queixo dela e sorrindo, ela bateu em minha mão e nós voltamos a tirar amostras da cama.

Pegamos mais algumas amostra e Violetta foi levar para Federico, enquanto eu fui na casa da Falecida.

– Oi bom dia, sou Leon da C.S.I e preciso investigar sobre sua amiga. — Falei entrando na casa. — Em que a Natalia trabalhava?

– A Naty eramos como cupido. — Eu a olhei com cara de "Oi?Como?" — A gente fazia casais, tipo diziamos as mulheres que homens esranhos eram nossos amigos, ou conhecidos, mulheres sempre gostam de homens que são estranho pra elas, mas amigo das amigas dela.

– Então vocês são garotas que fazem vadias ficarem com Vagabundos? — Perguntei

– Não, nós somos cupidas — Ela falou por fim, perguntei quem foi o último cliente da "Naty". — Não sei, vamos vê na lista. — Falou ela ligando o computador.

– Mas me fala como funciona isso de cupido? — Perguntei, ela me explicou tudo. — Hm entendi.

– O último cliente foi um tal de Broduey, e esse é o endereço. — Olhei o endereço, pedi as fotos dos rapazes que queriam ajuda da tal de Naty e saí daquela casa.

Notas finais
To desanimada gente, muitos comentários e eu me animo, favoritações eu piro, indicações eu morro de amor por vocês haha' mas me animem..