Notas iniciais
Bem vindas/os para ler & comentar. *Os Nomes dos Jovens existem, realmente, com umas diferenças para melhor se condizerem à Ficção. *Toda a História é Fruto dum Desafio, há mais de 5 anos, entre o Autor & Sua Prima, cujo tema central foi: "Quem consegue terminar uma 'Fanfic' sobre o Tekken com Minhas 2 Primas mais Meu Irmão & Eu como Novas Personagens?" *C.A.D.G. é uma Trilogia [Aguardem].

No dia seguinte a conversa com a Xiaoyu, conseguimos fazer as nossas inscrições, com orientações da Christie, a qual havia feito a sua primeiro:

— É só vocês digitarem seus nomes completos, idade, país de origem, estilo de luta e profissão — Explicou ela, apontando pros respectivos espaços, nos quais deveríamos preenchê-los com as informações requisitadas. — Só, "pelo Amor de Deus", façam tudo certo! Senão a inscrição será anulada e terão que fazer tudo de novo. E Eu passei Cinco horas na frente desta tela para conseguir fazer a minha! Ai! Ainda preciso treinar!

Ela saiu nervosa do quarto, porém conseguimos fazer tudo sem problemas.

Quarta-feira, dia 16 [Dezesseis], Adriano conseguiu um jato particular para nós podermos viajar à Tóquio [Tokyo], sem problemas. O Torneio começa dia Dezenove, no Sábado, mas viajaríamos hoje, às 14 horas da tarde, para passarmos um tempo na casa da Xiaoyu e podermos treinar por lá.

À tarde, arrumamos nossas malas, com nossas roupas de corpo (as únicas que tínhamos!) e com nossas roupas especiais, as quais usaremos no Torneio. Estas foram um problema para Adriano, pois queríamos ser únicos, no meio de tantas roupas legais que os outros lutadores vestem.

A roupa da Denise tinha que ser composta por:

*Duas camisetas regatas, branca e verde, com um desenho de rosa nas costas;

*Duas camisas, laranja e verde;

*Uma calça comprida, branca com verdejantes detalhes;

*Um calção cinza;

*Duas pulseiras (Na verdade, dois pares de pulseiras!), laranjas e prateadas;

*Uma saia listrada de branco com verde;

*Um par de tênis preto;

*Um lenço branco, para Ela usar nas suas tranças.

A minha possuía:

*Um casaco prateado com capuz;

*Duas camisetas, azul e vermelha, com alvacentos detalhes;

*Duas calças compridas, preta e prateada, com dourados e esbranquiçados detalhes;

*Dois pares de tênis, preto e branco;

*Dois pares de braceletes, prateado e dourado;

*Uma faixa dourada, para usar no rosto.

A da Caroline foi:

*Dois casacos pretos, com capuz e com uma estampa de dragão albino nas costas;

*Duas calças compridas, preta e branca, com rubros detalhes;

*Um par de luvas negras;

*Dois pares de tênis, branco e preto;

*Uma corrente de prata.

A do Gabriel era:

*Dois calções, azul e roxo, com alaranjados e avermelhados detalhes;

*Duas camisetas regatas, laranja e branca;

*Duas camisetas de manga curta, vermelha e preta;

*Dois pares de luvas, amarela e azul;

*Dois pares de braceletes, amarelo e azul;

*Dois pares de tornozeleiras, amarela e azul;

*Dois pares de tênis, preto e amarelo.

Foi na Terça em que descrevemos nossos trajes ao Adriano e, logo na manhã de Quarta, tais chegaram. Estávamos preparados para ir, pois Christie mandou um e-mail à Xiaoyu, dizendo à que horas sairíamos, daqui do Brasil, e que era para ela esperar-nos pela manhã.

Tão rápida foi a viagem que me surpreendi com a velocidade da aeronave. Chegamos em Tóquio, pela manhã, e Xiaoyu nos recebeu com muita alegria & entusiasmo.

Ela levou-nos ao seu apartamento, o qual localizava-se num dos bairros mais ricos da Metrópole. Descansamos até a hora do almoço (Sempre quis comer Sushi!) e, depois, Xiaoyu levou-nos para conhecer Ginza, um dos bairros mais animados do Japão. Tudo quanto era novidade tecnológica havia por lá.

Porém, na volta, houve confusão. Quando estávamos nos aproximando do prédio, no qual a Xiaoyu morava, fomos cercados por uma gangue, composta por Sete pessoas. O líder parecia conhecer Xiaoyu, pois a chamou pra briga:

— Muito bem, Xiaoyu! Você 'tá me devendo esta luta! — Disse ele, embaixo duma luz vinda dum poste próximo.

— Ai!, de novo não, Tai! — Reclamou ela. — Você não 'tá cansado de apanhar, não?

— Ahm! Mas, daquela vez não valeu! — Falou Tai, emburrando-se. — Eu me distraí!

— E Eu lhe acertei um chute na cara, lembra-se? — Debochou Xiaoyu.

— Chega de brincadeira! — Esbravejou Tai, raivoso. — Vamos lutar ou não?

— Tudo bem! — Aceitou a moça, alongando-se.

Então, ambos começaram a lutar. Xiaoyu possuía muito mais habilidade que o Tai. Foram bem interessantes os primeiros Dez segundos, antes de ela acertá-lo no joelho e fazê-lo cair ao chão, com o rosto. A cena foi cômica, porém nos controlamos, o que não foi o caso da gangue. Esta ficou tensa e só estavam aguardando um sinal pra atacarem.

Ataquem eles! — Gritou Tai, com as faces e o nariz enrubescidos, ainda no chão. — Eles são estrangeiros!

Como da vez anterior, todos foram ao chão em poucos segundos. Não gostava que me atacassem pelas costas. A Xiaoyu aproximou-se de Tai e o ajudou a se levantar, censurando-o.

— Eu ainda lhe derroto! — Jurou Tai, meio com raiva, meio sem jeito.

— 'Tá certo! Acredito! — Disse Xiaoyu e, com uma reverência, despediram-se.

Na manhã seguinte, após o café, Xiaoyu levou-nos até o C.T. (Centro de Treinamento). Lá havia um espaço para nós nos exercitarmos e melhorarmos nossas técnicas, assim como habilidades. Porém, uma surpresa nos aguardava.

Meia hora de treinamento, no C.T., e uma visita surpreendeu-nos:

— Hwoarang! — Exclamou Xiaoyu, correndo para abraçá-lo. — Há quanto tempo está aqui?

— Cheguei ontem à noite! — Respondeu o mesmo, retribuindo o abraço. — Tem visto o Jin?

— Não! — Negou ela, desconfiada. — Você ainda quer lutar com Ele, não é? Deixa disso, Hwoarang!

— Não descansarei até derrotá-lo num combate! — Afirmou este, nervoso e convicto. — E, quem é esse pessoal?

— Ah! São do Brasil! — Explicou Xiaoyu, apresentando-nos . — Estes são: Ariel, Caroline, Denise e Gabriel! A Christie também está por aqui! Você se lembra dela, não é?

— Claro que me lembro! — Confirmou ele, apertando a mão de todo mundo e abraçando à Christie, por último. — Do Brasil, hein? O que vocês lutam, exatamente?

— Sabatha.

— Hookarê.

— Rajuit.

— Luta Livre.

— Hummm, parecem interessantes! — Refletiu Hwoarang, pensativo. — 'Tô' a fim de enfrentar um de vocês! Alguém topa lutar comigo?

Hwoarang parecia entediado e queria lutar para distrair-se. Este vestia seu casaco de couro marrom, de manga curta, com uma calça jeans, cheia de bolsos, juntamente com um par de tênis preto e um par de luvas de couro. Ele tirou os seus avermelhados óculos e apontou pra Caroline.

— Você! — Disse. — Topa lutar comigo?

Caroline petrificou-se. Pela primeira vez (e talvez a última), em sua vida, Ela iria enfrentar a sua personagem favorita do Tekken, porém...

— Eu topo! — Aceitou Esta, convencida da loucura que faria.

— Ótimo! — Exclamou Hwoarang, satisfeito. — Vamos ver no que isso vai dar!

Os dois se concentraram no meio da quadra, cumprimentaram-se e começaram a lutar. Caroline demonstrava muito nervosismo e estava entre não apanhar e não bater, o que era uma confusão para Ela. Por isso, defendia-se somente e suas ofensivas não adiantavam. Lutaram durante 7 [Sete] minutos. Hwoarang via que seus golpes não estimulavam nenhum efeito de contra-ataque, então terminou a luta, derrubando-a com um chute em seu tornozelo destro.

Fiquei preocupado com a Caroline, de certo ficaria arrasada, mas...

— Você lutou muito bem! — Admirou-se Hwoarang, ajudando-a a se levantar. — Só precisa treinar um pouco mais nos ataques e, talvez, nos encontraremos de novo pruma revanche! Que tal?

— Tudo bem! — Aceitou Caroline, alegre. — Vou me esforçar!

— Tchau! — Despediu-se ele, pondo os óculos e se dirigindo à saída do local. — Vejo vocês no torneio, amanhã!

Nas horas posteriores, Caroline treinou como nunca e jamais, em todos esses anos, pude ver como seu olhos brilhavam, jubilosos!

Notas finais
Espero que tenham apreciado.