Burning Desire

25 Capitulo 25 - Tudo que eu quero ouvi-lo dizer é: "Você é meu?"


Notas iniciais
Oiii Pois é voltei. Não me matem tá? Não ainda... esperem a fic acabar pra vocês pelo menos verem o final AHSHAUHSUAHSUA mentira, tenham piedade de mim. Ressurgi das cinzas. O capitulo não está betado porque eu o finalizei agora a pouco e queria posta-lo logo... Acho que a maioria de vocês vão precisar ler o anterior pra poder entender né. Se houver um erro muito ruim por favor me avisem O titulo do capitulo foi tirado da música R U Mine? do Arctic Monkeys. E por favor leiam as notas finais....

Capitulo 25 – Tudo que eu quero ouvi-lo dizer é: "Você é meu?"

“Traga a sua bunda branca pra cá”

Era o que a mensagem de texto dizia. E como estava na nova de condição de bobo apaixonado ele obedeceu. Só não imaginava que a casa estaria um verdadeiro caos. Ok ele até imaginou quando teve que estacionar o carro duas quadras antes por causa da superlotação das ruas. Mas não tinha pensado que seria tão... Bagunçado.

Pessoas entrando e saindo. Bebendo e gritando. Pulando e Dançando. Ou tudo ao mesmo tempo, e ao som da música extremamente alta que fazia o chão chegar a tremer.

Mas na verdade Sasuke nunca chegou a pensar em alguma coisa diferente daquilo. Vendo o modo de interagir dos melhores amigos da face da terra, ele só imaginava de um jeito:

Naruto+ Gaara+ Qualquer motivo = festa.

E qualquer um que dissesse o contrario estava redondamente errado.

Mas aquilo era até impressionante. Aquela era provavelmente a melhor house party que ele já havia ido – que não haviam sido muitas. Mas chegava a ser espantoso como tudo foi arrumado tão rápido. Os freezers, as cadeiras plásticas, luzes piscando, bexigas voando, bolhas... Porque tantas bolhas de sabão? Aquele amontoado de pessoas... E absolutamente nada de Naruto. Foi andando, entrando, se espremendo, tentando chegar ao coração do cômodo, e de lá quem sabe ter uma visão melhor.

Uma, duas, três passadas de mão em sua bunda e ele virou para trás só enxergando sorrisos maliciosos.

Perguntava-se onde diabo estava seu namorado – e com quem. Até sentir uma mão em seu antebraço o jogando violentamente na parede e o prensando com força o fazendo soltar um arquejo de surpresa. Levantou o punho direito com intenção de socar seu “atacante” e seu braço foi imobilizado ao lado de sua cabeça. Ele não costumava ser tão fraco assim, costumava? Sasuke achava que não, e só estava sendo rendido porque foi pego de surpresa e aquele ambiente não lhe favorecia. Iria até entrar em pânico, isso antes de escutar aquela risada tão linda...

–Naruto seu idiota. Quase me matou do coração. – reclamou tentando se soltar.

–Relaxa baby, eu nunca te mataria. – o loiro disse zombeteiro. – De prazer talvez, mas não do coração.

–Quando você ficou tão forte... Dá pra me soltar? – falou agora encarando os olhos do Uzumaki, que mais pareciam espelhos e mudavam de cor cada vez que as luzes também trocavam.

–Porque eu deveria? – provocou encaixando o nariz da curva do pescoço do moreno. – Eu estou te observando desde o momento em que pisou aqui... Te vi me procurando... – atiçou mais o outro dando mordidas – Então aqui estou eu.

Usuratonkachi...

A pressão em seus lábios foi dolorosa. Os dentes chegaram a se bater. E Naruto claramente tinha bebido algo bem alcoólico pelo gosto ainda em sua língua. E depois o céu, o massagear das bocas mais lentamente, lhe tirando o folego por completo e depois lhe preenchendo com o próprio ar.

–Oi... – foi à primeira coisa que o loiro disse quando as bocas se soltaram.

–Oi. — respondeu ainda desnorteado.

–Eu estava com saudades. – Naruto declarou lhe desprendendo da parede, mas ainda ficando bem perto, o suficiente para que moreno sentisse bem o perfume doce do outro.

–Não exagera. Faz quantas horas que não nos vemos? Três ou quatro?

–Você não pode controlar o jeito que me sinto. – falou com claro exagero colocando as mãos no coração.

–Sei... Onde você estava? – perguntou incomodado.

–Estava com o Neji. – o loiro respondeu não percebendo o tom de ciúmes.

–E cadê ele?

– Foi em um banheiro lá em cima. Alguma coisa sobre “coisas nojentas nos banheiros” daqui de baixo. – imitou a voz enfezada do Hyuuga – E ai, trouxe a câmera?

–Trouxe. – disse enquanto a tirava do bolso de sua blusa. — Porque você a quer?

–Eu só tenho meu celular pra tirar fotos. E ele não tem flash... Uma das luzes da cozinha quebrou, tá escuro lá.

–E o que isso tem a ver Naruto? – se mostrou irritado pela falta de informação.

–Vem, vou te mostrar. – e segurou na mão de Sasuke enquanto o guiava até a cozinha.

O cômodo tinha sido verdadeiramente transformado. No meio onde tem o balcão era aonde os barman haviam se instalado. Tinham colocado algumas mesas isolando aquele espaço entre o balcão e a pia e o usavam como um mini-bar. E o Uchiha tinha certeza que antes tinha uma mesa grande de madeira no canto direito. Mas agora só enxergavam-se as pessoas dançando e tentando chegar até onde havia bebidas.

–Olha! – o Uzumaki o chamou a atenção para um canto do lugar.

–Mas o que... Espera aquela é a Sakura? – apontou para um canto longínquo.

Não que fosse difícil achar a amiga. Ele tinha cabelos rosa afinal de contas! Mas a cena não era exatamente algo que ele relacionaria a ela. A Ino Talvez, mas não a Haruno Sakura; garota de típico comportamento japonês que repudiava demonstrações de afeto muito calorosos – ao menos tinha sido assim nos últimos anos. Mas aquela com o corpo completamente inclinado para frente, onde suas mãos encontravam o chão; seus cabelos soltos lhe tampando o rosto e o movimento constante e hipnótico que fazia com os quadris sugestivamente colados ao corpo do homem eram a Sakura. E o “homem” se esfregando com certeza era Lee. Rock Lee, o americano que vinha flertando com a garota desde que chegara.

Só teve plena consciência do que o loiro ao seu lado planejava quando ficou momentaneamente cego pelo flash da câmera muito próximo ao seu rosto. Não só ele como metade das pessoas percebeu pelo rápido choque de luz e viraram suas cabeças, incluindo Sakura com uma carranca digna de vilão.

–Naruto Baka, volta aqui! – a garota gritou a pleno pulmões.

–Até querido. – o Uzumaki riu e lhe jogou uma piscadela antes de sair correndo. Como se soubesse que isso iria acontecer. E ele sabia.

E Sasuke ficou lá, parado. Viu Lee correr atrás dos dois tentando evitar que o pior acontecesse. Sakura não era exatamente delicada. E mesmo Naruto sendo um homenzarrão, se não se cuidasse levaria uns bons cascudos. Ele não estava a par da dinâmica deles todos juntos. Já haviam saído juntos, mas sempre para barzinhos, nunca pra uma festa tão... Grande.

Perguntava-se se alguém notaria se ele subisse as escadas e fosse ler algum livro lá em cima. Quase ninguém o tinha visto e Jiraya tinha as mais belas coleções de livros em seu escritório. Quem o culparia por não gostar de eventos desse estilo? Bom, talvez Naruto, mas ele tinha jeitos muito bons para pedir desculpas. Qual era o problema de um calmo e belo jantar? Antes de conseguir decidir se realmente ficaria recluso no andar de cima pegou uma garrafinha de cerveja em um dos grandes freezers. Não era a sua bebida favorita, mas não enfrentaria aquele monte de gente para pedir uma bebida mais elaborada.
Decidiu ir procurar alguém que realmente conhecesse. Onde estaria Shikamaru, Ino e até Kiba? Era estranho não ver nenhum deles aqui. E de onde tinham saído essas pessoas? Ele duvidava muito que o loiro conhecesse tanta gente assim. Saiu pela mesma porta que entrou e sentiu o frio cortar suas bochechas. Deu a volta e foi para o jardim que ficava atrás da casa. Não era nada muito elaborado, mas tinha uma pequena fonte no meio do gramado que atraia muitos passarinhos na parte da manhã. Tinha também alguns bancos de madeira que eram comuns em parques. Sorriu ao pensar no loiro. Vinha fazendo muito isso também.

–Ei refugiados. – disse vendo quem teve a mesma ideia. Shikamaru e Temari estavam sentados em um banco, abraçados. Lee estava com um par de sandálias na mão enquanto conversava com Kiba. Ino e HInata estavam em um canto conversando e bebendo algum drink verde.

–Ei Uchiha, achou nosso esconderijo. – Inuzuka disse alegre. – Como sabia que estávamos aqui?

–Eu não sabia. – respondeu sincero. – só estava à procura de um lugar mais calmo.

–Todos nós estávamos. Está bem selvagem lá dentro. – Ino a última pessoa que Sasuke imaginou que falaria isso revelou.

–É. Ás vezes Gaara se empolga. Conheceu metade dessas pessoas nas lojas que foi hoje. E Naruto não nega uma boa festa. Talvez só o vejamos amanhã. – Shikamaru declarou.

E Sasuke não gostou nada de saber disso. Não queria que Naruto se entretivesse de mais na festa e o deixasse de lado. Queria a atenção exclusiva do namorado. Já começava a se perguntar onde ele estaria. Chegou perto de Lee e apontou para as sandálias em sua mão.

–São da Sakura. Ela diz que os pés estão doendo. – o americano disse.

–Ah. Ela está atrás do Naruto ainda? –

–Acho que não. Ela parou de persegui-lo quando ele se misturou com o povo que tá na sala. Foi pegar uma bebida. – o rapaz disse desinteressado.

É agora ele tinha certeza que queria ir atrás de Naruto. Deixar ele solto por ai numa casa cheia de gente bêbada e excitada? Nunca. Mas mesmo antes de conseguir sair do lugar um toque discreto em seu ombro o fez olha pra trás.

–Sasuke-Kun. – a ruiva disse.

–Oi Karin. – respondeu simplesmente para a Uzumaki. Uzumaki Karin a garota que ele conheceu no segundo ano de faculdade. Nunca passou de alguns beijos, na época ele já tinha certeza que era gay, o que não significou muita coisa. Como ele poderia negar isso a uma garota que só faltava beijar o chão que ele passava? Ele não poderia seu ego não permitiria tal coisa. Mas não foi tão marcante, tanto é que em momento algum ele se lembrou de que ela e Naruto tinham o mesmo sobrenome. – O que está fazendo aqui?

–É o aniversário do Naruto. Ele é meu primo sabe. – disse como se fosse a coisa mais obvia do mundo. E era se parasse pra pensar. Eles eram família. — Seu namorado pelo que eu soube.

–Oh é verdade... Então o que vem fazendo? – perguntou não muito interessado. Não tinha muita certeza se Naruto já havia dito o que a prima fazia ultimamente. Ela fez medicina, disso ele sabia; e trabalha no Memorial. E todo seu conhecimento acabava ali.

–Eu sou a chefe da oncologia no Memorial. – ditou com orgulho. – E você faz especialização em neurologia né?

–É. – estava mal humorado e queria Naruto, mas ninguém poderia acusa-lo de não tentar não é? A ruiva ainda fez algumas perguntas. Queria saber o que tinha acontecido desde a ultima vez que se viram. Ela se formou antes, era mais velha. Até que tocou no assunto que mais o interessava no momento. – Então você não quer saber de nada da infância do Naruto? Porque eu sei de cada coisa...

E na hora Sasuke até chegou a sorrir. Só se distraiu um segundo quando um estrondo foi ouvido e ele pode ver pela porta de vidro que Gaara tinha dado um pulo de cima de uma caixa de som a levando junto para o chão e várias pessoas davam risadas escandalosas, inclusive um loiro. Seu loiro. – Ele sempre foi assim? – perguntou apontando para dentro. – Tão feliz.

–Ninguém é tão feliz assim Sasuke. – Karin revelou com um pesar na voz.

–Então ele finge que está feliz o tempo todo?

–Não. Na maioria das vezes acho que ele realmente está alegre. Nas outras acho que somente não está feliz. Ele fazia muito disso quando era menor. Quando não estava feliz fingia, até que conseguisse ficar verdadeiramente feliz.

–Oh. – foi à única coisa que conseguiu deixar sair de seus lábios. O que exatamente ele poderia dizer sobre isso? Nada. Absolutamente nada. Não tinha como fazer aquilo mudar. Era parte de Naruto, assim como tudo o que aconteceu com o loiro, não tinha nada em suas mãos. Só a promessa de fazer o possível e o impossível para que seu namorado não tivesse que fingir mais. Seu namorado, ainda sentia um incomodo em seu estomago quando ouvia essas palavras. Não pelo sentido literal dela. Mas para uma pessoa com uma lista de relacionamentos fracassados sempre havia o medo de ser mais um erro. Sasuke não queria isso. Pela primeira vez em sua vida queria que desse certo.

–Olha ele vindo. – escutou Karin dizer, mas só percebeu de quem se tratava quando ouviu a voz.

–Oi quatro-olhos. – Naruto disse com divertimento enquanto se colocava ao lado do Uchiha.

–Oi bochechudo.

–Feiosa.

–Idiota.

–Encalhada.

–Bebê chorão.

–Feiosa.

–Você já disse isso panaca. – A Uzumaki disse sorrindo e foi abraçar o primo. – Você está grande cara. – disse enquanto o apertava mais. – Você tá cheirando a álcool Naru.

–Fica quieta. Você não é minha mãe ruiva azeda. – O loiro alfinetou. – Eu ‘to cheirando a álcool porque o Gaara derrubou a bebida dele em mim quando caiu no chão. – completou voltando para o lado do moreno e passando o braço pelos seus ombros.

–Eu não sou sua mãe, mas sou mais velha e sei de muita coisa sua então me respeita. – Karin o repreendeu querendo parecer séria, o que não adiantou muito já que segundos depois já ria sendo seguida pelo primo.

Sasuke achava tudo incrível. Primeiro havia conhecido Karin que nunca tocava no assunto de sua família e depois Naruto que para todos os efeitos não tinha família, era estranho ver a interação dos dois. Agiam como se nunca houvessem ficado separados. Como se os anos e as tragédias entre eles não fossem nada. E talvez fosse assim que a química dos Uzumakis funcionasse, eles estavam sempre abertos a tudo. – Então, vocês são um casal – Escutou Karin afirmar.

–É, nós somos. – reafirmou.

–Vocês fazem um belo casal. Quando é que os bebês chegam? – perguntou com claro divertimento em sua voz.

Naruto soltou uma de suas belas gargalhadas enquanto o Uchiha continuou com a cara fechada. – Logo, assim que o esperma mágico do Sasuke criar um útero em mim... – o loiro disse se divertindo.

Naruto... – Sasuke sussurrou tentando conte-lo, o que não parecia muito efetivo já que o loiro ria cada vez mais sendo acompanhado pela prima que dizia palavras entre o riso, mesmo com o frio que estava sentindo por estar do lado de fora da casa sentia o rosto esquentar, se houvesse algo mais vergonhoso que aquilo ele não sabia. Já ia ser um pouco mais categórico quando escuto os dois ao mesmo tempo com o típico “Ai, ai” que faziam quando terminavam de dar risada. – Já pararam com a palhaçada? — perguntou querendo parecer furioso o bastante.

–Sorry Sasuke! – e o loiro deu um rápido selinho em sua boca.

~oÕo~

Já conversavam a algum tempo ignorando completamente o forte vento que chegava a fazer barulho quando passava pelas arvores. Não entraram mais nos méritos do relacionamento entre Sasuke e Naruto, e o moreno agradecia ainda o fato de Karin não ter tocado no assunto do breve envolvimento deles, o loiro já tinha se mostrado ciumento em relação a isso mesmo sem ter certeza, imagina se tivesse? Embora não escondesse que iria ser bem engraçado provocar Naruto. Conversavam sobre o fato de Naruto começar a trabalhar dali a dois dias. O hospital tinha sido comandado pela família de sua “avó” e depois pelo seu pai e agora estava nas mãos de um completo estranho. Mas Sasuke não tirava da cabeça de que se aquilo era uma questão pessoal porque Karin e Nagato trabalhavam para alguém que traiu a confiança de Tsunade? Se eles eram apegados a Kushina do jeito que Nagato havia dito, alguma coisa não estava certa, aquilo simplesmente não batia. E era uma das coisas que ele queria muito descobrir, não iria deixar Naruto desprotegido.

Ainda estavam de pé no jardim, o frio já não incomodava tanto e sentia os dedos de Naruto passeando na palma de sua mão enquanto os três conversavam. Uma das coisas que ele mais gostava no loiro era como ele sempre procurava alguma forma de contato entre os dois. O contato de repente foi cortado e virou a cabeça a tempo de ver uma cabeleira vermelha puxar seu namorado para longe, poderia rugir de raiva.

–O porquê dessa cara de psicopata? Não gosta da coisa ruiva? – Karin perguntou percebendo a careta que fazia.

–Gaara tem a péssima mania de querer monopolizar Naruto. Eles são melhores amigos eu entendo, mas me irrita um pouco. – confessou.

–Então vai lá e arranca o Naru das mãos deles ué. – disse naturalmente e apontou para o canto onde Naruto e Gaara conversando.

–Eu não acho que o Naruto vá gostar que eu faça isso. – falou. Nesse pouco tempo que estavam juntos não se lembrava quantas vezes o loiro reclamou de sua implicância com Gaara.

–Oh Sasuke bobinho, se tem alguém que pode acalmar Naruto, esse alguém é você. Você pode fazer coisas que ninguém mais pode. De seu presente de aniversario pra ele. – A ruiva aconselhou com seu toque de malicia.

E nessa hora o moreno teve um estalo. Um pequeno sorriso se formou em sua boca. Colocaria em pratica o que queria fazer a algum tempo. Andou com passos largos e simplesmente agarrou o braço do loiro sem dizer uma única palavra.

–Mas que merda! – escutou Naruto gritar.

Não ligava, só queria chegar ao quarto logo.

[...]

Naruto ainda tinha tentado se desvencilhar de Sasuke enquanto o moreno o puxava pela sala. Tentava não esbarrar com ninguém, o que era uma missão quase impossível tendo em vista que o cômodo estava lotado. Chegou ao pé da escada e com agilidade puxou a corda vermelha de veludo para o lado para poder dar espaço para ambos passarem e a colocou de volta. Não queria que mais ninguém subisse.

Atravessou o corredor com uma rapidez que nem mesmo ele sabia ter. Entrou no quarto do loiro o carregando junto e logo encostou a porta. Quando o olhou viu que Naruto fazia uma expressão de total desentendimento.

–O que eu fiz? Não fiz nada de grave, eu nem estou bêbado. – parou para pensar e depois continuou. – Ok, eu estou um pouco bêbado, mas não fiz nada de errado.

–Tá, não faz essa cara de emburrado eu só quero te dar seu presente.

–Você já me deu um presente Sasuke. – Naruto disse se referindo ao isqueiro estilizado com as letras “U” e “N” em prata, semelhantes ao que Sasuke tinha.

–É, mas eu vou te dar outro presente. – disse usando um tom diferente na voz que fez com que o loiro captasse o que queria dizer.

–Oh entendi, uma rapidinha né. – o loiro disse já sorrindo.

–Não... Ok, na verdade é, porque a gente não pode demorar muito, acho que ainda tem seu bolo ou alguma coisa do gênero... Mas não vai ser igual às outras vezes.

–Porque não vai ser igual às outras vezes? – perguntou confuso. Ele gostava de como eles faziam sexo, não entendia como poderia ser diferente.

–Seu segundo presente de aniversario é me foder Naruto.

Notas finais
(Já voltei pra modificar umas trezentas vezes e o espaçamento simplesmente não fica aior, perdão) Oi de novo. Eu sei que não foi um capitulo tão bom assim, principalmente porque eu demorei meses pra atualizar. Eu entendo que é frustrante esperar tanto tempo e não ter as expectativas alcançadas, aconteceu comigo esses dias em uma fic que leio. MAs embora eu tenha demorado não poderia sair atropelando as coisas ainda mais nesse ponto especifico da fic, fora minha aversão a capítulos grandes. Eu sinto muito por ter demorado (repetindo sentenças eu sei) e não tem nada que eu possa fazer por vocês para recompensar a não ser escrever e tentar atualizar o mais rápido possível. Bom, pensando nisso eu tive ideia de fazer um extra de Burning... ire posta-lo como side-fic pra não atrapalhar aqui. Vai ser sobre algum assunto que eu não dei muita importancia por não ser relevante para a trama principal. Tive algumas ideias, nada definitivo ainda. Ahn... se você quiserem podem opinar e tal... se não quiserem tudo bem eu decido sozinha, aqui vão algumas que eu estou considerando: -ShikaNaru (o relacionamento do Shikamaru e do Naruto antes de tudo isso, e como a Temari se envolveu nessa) -A formatura do Naru na universidade --ItaNaru (lembram que o Itachi e o Naru tiveram um rolo quando o Naru era novinho né? ñ sei se vai ter lemon.. mas é valido) - o aniversario do Sasuke (que eu pulei porque nao tinha Naru no meio) E só... eu acho Podem votar... só irei postar depois do Natal, já que tenho planos especiais :3 Beijooos e até a próxima (que vou tentar agilizar ao máximo)