Bruxos Do Limoeiro
1 PRÓLOGO
Notas iniciais
espero que gostem da nossa fic!
Era uma típica manhã de sábado. Mônica estava sentada no sofá, assistindo TV. Passava os canais, sem encontrar nada que a interessasse.
-Caramba- bufou ela- Nada legal passando na TV hoje! Nada legal para fazer! Para um sábado, isso está muito entediante.
Desligou a TV e largou o controle no sofá. Foi até o quarto, sentou-se na cama e ficou olhando para o teto.Não aguentava mais o tédio. Lembrou-se de seus livros. "Como pude esquece-los?", disse a si mesma, pegando um livro em sua pequena estante. Tinha um bom tamanho, iria distraí-la por um bom tempo. Seu pai ainda estava dormindo, comum de um sábado de manhã. Sua mãe havia saído para resolver coisas relacionadas ao banco, e coisas de trabalho. Voltaria logo.
Olhou no relógio do quarto: 10:30 da manhã. A mãe dissera que retornaria antes do meio-dia. Isso poderia ser dali a 5 minutos, ou as 11:50. Fazer o que? Resposta: ler seu livro ou olhar para o teto. Não poderia sair de casa sem autorização, e o pai estava dormindo. Afinal, tinha apenas 11 anos, e garotas de 11 anos não devem sair por aí sozinhas sem avisar ninguém. E, na verdade, não tinha vontade de sair, seu bairro era tranquilo, se deixasse um bilhete os pais não se preocupariam. "Chega de ficar conversando comigo mesma, vou é ler!"
Voltou para a sala de estar e acomodou-se no sofá. Abriu o livro e começou a ler. Ficou lendo, mas não se passaram mais de 15 minutos quando ouviu um som. Parecia... um piado de coruja.Estranho. Não havia corujas no Bairro do Limoeiro. Levantou-se, olhou pela janela. Nada de corujas. "O tédio me deixou maluca", concluiu. Sentou-se e voltou a ler. Nem 1 minuto depois ouviu de novo, dessa vez mais alto. Ouviu um alto 'CLANG', barulho de algo acertando metal com força. Deixou o livro no sofá e correu para a frente da casa.
Abriu a porta de frente e avistou uma coruja voando para longe. Olhou a caixa de correio: bem amassada! "Hunf, agora vem uma coruja e estraga a caixa de correio!" Se aproxima e abre a caixa. Para a sua surpresa, encontra um envelope.
-Estranho- pensou em voz alta- o carteiro não entrega aos sábados...
Segurou o envelope e leu no verso: Para Srta. Mônica Souza. Estranhou: "Srta?". Entrou em casa e fechou a porta. Abriu a carta e leu o início:
"Prezada Srta Souza
Temos o prazer de informar que a senhorita foi aceita na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts"
Notas finais
continuem acompanhando!
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