Notas iniciais
Aviso: este capítulo contem hentai. Boa leitura :)

Então, por ora, tenho que ser obediente como ela me pedia. Mas isso não quer dizer que eu tenha desistido. Assim que eu tivesse a chance, ela ia se arrepender amargamente por ter se achado boa o suficiente para fazer aquela chantagem comigo.

Sasuke’s POV

Já fazia um mês desde que eu tinha me mudado da mansão de meus pais. Era bom estar de volta ao meu sobrado no condomínio de luxo de Konoha. Lá eu me sentia mais livre, sem falar que poderia levar quem eu quisesse para lá sem meus pais reclamarem.

Minha rotina estava sendo meio tediosa: eu tinha que ficar em período integral na empresa. Participava com meu pai nas reuniões, ajudava-o a fazer contratos com outras firmas e já estava quase comandando minha própria equipe dentro da filial de Konoha, apesar de eu não querer apressar as coisas. Mas só tinha um problema naquela empresa: Sakura Haruno.

Desde o incidente com as fotos, eu não havia trocado palavras com ela. Queria me manter o mais distante possível. Eu sabia que ela só estava esperando eu cometer algum deslize para mandar aquelas fotos para os jornais, e eu não ia dar a ela esse prazer.

Mas isso não quer dizer que ela também me ignorava. Pelo contrário. Sempre que nos encontrávamos na empresa, ela me provocava. Me mandava olhares maliciosos, olhares acusadores, do tipo: “Estou te observando”. Aquilo me irritava muito, porque era para EU estar atormentando ela, não o contrário. Era EU quem devia estar ensinando àquela ladra uma lição, não ela que devia estar me ameaçando pelas costas.

Eu não conseguia aguentar isso. Eu tinha que fazer alguma coisa para aquilo parar. Tinha que dar um jeito de encontrar as fotos que ela escondia ou fazer algo que a deixasse em uma situação bem pior do que a minha, e então a chantagem se inverteria. Mas a empresa tomava muito do meu tempo agora, eu nem estava saindo mais com tanta frequência. Mas não importa como, eu tinha que reverter essa guerra a meu favor.

– Sasuke-san – era a voz de Sakura. Ela fazia questão de me chamar assim enquanto estávamos na empresa, enquanto se fazia de gentil e inocente. Claro, ela só queria me irritar com aquilo e geralmente, conseguia.

– O que foi agora? – eu já não mantinha nenhum resquício de boa educação com ela.

– Seu pai pediu para eu lhe entregar a lista dos acordos com as empresas Kodou Ltda., Suiri e a Sekai no Shisou. Ele pediu para você ler a situação dessas empresas com a Uchiha e depois fazer um relatório sobre o que consta nos documentos. – ela depositou sobre a minha mesa uma pilha enorme de arquivos.

Não, acho que não me expressei bem. A pilha não era enorme. Era desumanamente gigantesca. Como assim meu pai esperava que lesse tudo aquilo no fim de semana – meu único tempo de folga – e ainda fizesse relatórios sobre os acordos e interesses entre essas empresas? Isso era impossível!

– Sakura – falei seu nome pela primeira vez desde o incidente das fotos. Ela se virou normalmente para mim e ficou esperando que eu dissesse algo. – Isso é sério? – eu esperava que fosse outra peça daquela rosada maldita, mas ela não deu nenhum riso de deboche.

– Sim, Sasuke. Se quiser pode falar com seu pai.

– Mas isso é impossível! Como ele espera que faça tudo isso para segunda? E sozinho? – eu reclamava em voz alta, indignado com aquilo. Era meu lado preguiçoso falando mais alto, sem contar que a quantidade de trabalho na empresa já estava me cansando e irritando. Mais do que Sakura.

– Não é comigo que você tem que reclamar, Sasuke. Com licença. – ela saiu do meu escritório, e eu sentei na cadeira de couro apoiando meus cotovelos sobre a mesa, passando as mãos pelos cabelos. Realmente, era um saco fazer tudo aquilo. Eu só podia apelar ao meu pai para pelo menos estender a data de entrega daqueles relatórios.

Esperei até acabar nosso expediente, às 5 da tarde. Encontrei-o no lobby do edifício que levava o nome Uchiha Corporation. Ele parecia apressado, terminando de falar no celular e olhando o relógio de pulso.

– Sasuke! – me chamou enquanto eu me aproximava – Sakura lhe entregou os arquivos da Kodou, Surui e Sekai no Shisou?

– Sim, pai, era exatamente sobre esses arquivos que eu vim falar com o senhor.

– Fale logo, estou atrasado para uma reunião com o Saito-san. Estamos prestes a fechar um negócio valiosíssimo. – ele disse entusiasmado.

– É que eu acho que não vou poder entregar os relatórios que você pediu até segunda. – agora ele me olhou surpreso, com uma cara pouco amigável.

– Como assim, Sasuke? Já que está subindo de posição na empresa, precisa aprender a lidar com datas de entrega de relatórios, acordos...

– Eu sei pai – ele fechou ainda mais a cara por eu tê-lo cortado. – Mas é muita coisa. Vai demorar uma eternidade só para eu ler aquilo! E hoje já é sexta! Sem contar que tenho ainda outros assuntos da empresa para resolver esse fim de semana. Se me desse uma semana de prazo, tenho certeza que...

– Sasuke. – agora ele me olhava sério. – Essa data não fui eu quem escolheu. Você sabe que quando se está em uma empresa de nosso porte, tudo deve ser feito o mais rápido possível, e você tem que aprender a se acostumar com isso. Essas empresas que constam nos arquivos precisam desses relatórios na segunda, até meio-dia. Eu também preciso deles, pois nossa reunião está marcada para esse dia. Inclusive, preciso até antes desse horário, já que devo ler antes de encontrá-los. Sinto muito que você já esteja sobrecarregado, mas esse é seu trabalho. Não vai me desapontar, não é?

– Mas pai...

– Não tenho mais nada a lhe dizer, Sasuke.

– Então pelo menos deixe alguém me ajudar! – merda, nem a pau que eu ia ler toda aquela porcaria sozinho.

– Mas você precisa aprender a se virar sozinho, Sasuke. – agora ele mostrava um pouco de irritação na voz.

– Prometo que essa será a única vez! Pai, se você realmente precisa disso até segunda, então tem que me deixar pedir ajuda de alguém, caso contrário, será impossível. – ele me deu um olhar emburrado, mas parece que cedeu. Olhou apressado no relógio mais uma vez e em seguida me respondeu, ainda emburrado.

– Certo, verei quais funcionários estarão disponíveis amanhã e os mandarei ir à sua casa, já que você não vem à empresa amanhã. 8 horas está bom para você? – não, é muito cedo para se começar a trabalhar em um sábado, pensei. Mas acho que meu pai não gostaria de ouvir isso.

– Está ótimo. – respondi por fim.

– Certo, terá sua ajuda. Agora preciso ir. Volte com cuidado para casa. Não me desaponte, Sasuke. – e com isso, vi meu pai entrando no jatinho particular da empresa junto com meu tio Yusuke, que o esperava já.

É, parece que minha mãe e minha tia Madoka teriam somente Sakura como companhia no jantar. Me pergunto se um dia eu também seria como meu pai e meu tio. Tão... ocupados. Tão viciados em trabalho, tão dependentes dele. Não sou muito religioso, mas rezei para que a resposta fosse não. Eu sei que era graças ao grande esforço de gerações de minha família que nós éramos tão ricos e influentes hoje, mas isso vinha com um grande sacrifico.

Voltei para minha casa e resolvi tocar naqueles arquivos somente amanhã, com a cabeça mais fresca e com alguém para me ajudar. Sabia que se saísse, não poderia voltar muito tarde para casa. Mas não queria passar a noite de sexta em casa.

Tomei um banho quente enquanto pensava no que faria para não ficar entediado hoje a noite. Saio do banheiro mexendo em meus cabelos úmidos e minha toalha enrolada na cintura e percebo meu celular tocando. Era Karin, minha “amiga com benefícios”.

– Saaasukee-kuuun – eu só não gostava desse jeito de falar dela, todo irritante, meloso e enrolado. Ai, que nojo. Mas fora isso, eu não tinha o que reclamar dela no quesito sexo.

– Fala logo, Karin. – sério, tentei não ser rude, mas essa semana havia sido foda para mim. Mas para ser sincero, Karin não ligava para o meu humor. Era só sexo. Por isso eu gostava dela. Não, não gostava. De novo, era só para sexo. Não que ela não fosse uma boa amiga, mas era muito melhor na cama.

– Juugo e Suigetsu estão querendo ir naquela boate famosa que abriu na cidade vizinha. É claro que você vem, né?

– Não. Queria, mas hoje não posso.

– Aaaaaah Sasukeeeeeeeee, vamooos... – admito que eu tinha vontade de esganá-la pelo telefone quando ela falava as coisas daquele jeito. Que menina problemática. Ela devia achar que assim ficava mais sexy. Coitada.

– Não posso, Karin, já falei. Se não tem mais nada para falar, vou desligar.

– Mas eu queria passar a noite com você!

– Então venha aqui. Mas vá embora depois porque amanhã vou receber um funcionário da empresa aqui.

– Aaaw, Sasuke, eu sabia que você também não conseguia ficar longe de mim. Juugo e Suigetsu terão que ir na boate sozinhos. Me aguarde, gostosão. – não pude deixar de sorrir maliciosamente. Apesar de que era mentira o “você não consegue ficar longe de mim”. Eu conseguia, claro. Mas não podia recusar uma noite com ela.

Liguei na recepção do condomínio e autorizei o carro de Karin a entrar. É, pelo visto meu tédio da sexta a noite estava resolvido. Ouvi Karin estacionar o carro próximo à minha casa enquanto tocava o interfone. Deixe-a entrar. Ela estava muito bonita naquela noite. Havia trocado os óculos por lentes de contato, que deixavam a mostra seus olhos vermelhos.

Seus cabelos ruivos repicados de um jeito diferente caíam-lhe sensualmente pelas costas, e ela vestia nada além de uma blusa preta apertada e cavada e um shorts jeans escuro, com botas de cano baixo e um salto pequeno. Ofereci água, comida, só por cordialidade. Mas sabíamos que ela iria recusar e eu a conduziria direto ao meu quarto. Assim foi.

Abrimos a porta do meu quarto e ela já foi me beijando com vontade, segurando minha nuca enquanto enfiava a língua na minha garganta. Eu já apertava sua bunda e erguia sua blusa apertada. Ela me jogou na cama e ficou por cima de mim, ficando só de sutiã.

Nesse momento, não pude deixar de lembrar de Kurenai e como ela havia me manipulado no ato sexual. Decidi que dessa vez não seria assim. Inverti rapidamente nossas posições, voltando a sugar os lábios de Karin e depois seu pescoço. Ela dava uns gemidos baixos, enquanto eu apertava seus pequenos seios por cima do sutiã e ela tirava minha camisa. Depois de passar a mão por meu tórax, ela se pos em cima de mim de novo. Eu ia inverter as posições de novo, mas então percebi que Karin não era Kurenai e não estava tentando me manipular como a outra havia feito.

Ao invés disso, deixei ela percorrer meu peito e abdômen com seus lábios. Ela arranhava e mordia meu peito enquanto eu aproveitava o momento, tentando tirar Kurenai da cabeça. Ela desceu para meu abdômen, lambendo e sugando toda a extensão. Parou um pouco abaixo do meu umbigo e me deu um sorriso malicioso. Sim, ela era muito safada. Abaixou meu zíper sem delongas, junto com minha calça e minha cueca, e começou a chupar meu membro já duro.

Karin chupava muito bem, e com vontade. Ela fazia questão de mexer sua língua até onde alcançava, enquanto vez e outra mordia de leve. Aquilo me deixava louco, e eu raramente conseguia disfarçar algum gemido. Senti meu gozo invadir a boca dela, que engoliu com gosto enquanto passava a língua pelos lábios. Sim, ela era muito safada mesmo. Mas não perdi tempo. Ainda queria fazê-la gritar meu nome, como sempre. Joguei-a de volta na cama, dessa vez tirando seu sutiã e chupando seus seios. Ela, por outro lado, não economizava nos gemidos. Assim que me cansei na parte de cima, tratei de abaixar seu shorts e sua calcinha.

Depois de colocar a camisinha, tratei logo de penetrá-la de uma vez, enquanto ela gemia alto. Eu segurava suas pernas bem abertas enquanto estocava fundo, forte e rápido, enquanto ela mexia a cabeça de um lado para o outro, entre gemidos e falas pouco compreensíveis.

– Mais... forte. Mais... rápido. – era só isso o que eu entendia, e para mim já era suficiente. Fiz como ela queria, apoiando minhas mãos em cada lado da cama enquanto intensificava os movimentos.

Não demoraria muito e eu teria um orgasmo, assim como ela. Antes disso, porém, foi de praxe:

– AH! SASUKEEEEEE – eu a ouvi gritar meu nome enquanto despejava nela mais do meu gozo. Caí do seu lado na cama, ofegante. Ela estava ainda mais. Depois de nos acalmarmos, tratei de me trocar, enquanto ela fazia o mesmo.

– Não quer repetir? – ela disse de um jeito safado enquanto eu lavava o rosto no banheiro. Cara, ela era mesmo uma puta. Nunca se cansava.

– Não, já estou satisfeito. Pode ir embora agora.

– Mas ainda é tão cedo, Sasuke... tem certeza? – ela me olhou com cara de criança pidona enquanto fazia a voz que eu tanto detestava. Aquilo sim era broxante.

– Tenho. Preciso descansar, vou trabalhar esse fim de semana inteiro.

– Como sempre, não é Sasuke?

– Como assim “como sempre”? Eu não trabalho todo fim de semana.

– Mas ambos sabemos que já faz um tempo que você anda afastado das boates. Não deve ser fácil seguir o caminho de seu pai, ainda mais sendo tão jovem. Só não deixe de se divertir por causa disso, tá? – ela falou me dando um beijo na bochecha, enquanto eu ainda processava o que ela acabara de dizer.

De certa forma, era verdade. O trabalho estava tomando muito do meu tempo. Eu dizia que não, mas tinha que admitir que isso ia se intensificar. E eu não queria isso. Não queria levar uma vida só de negócios. Não queria acordar pensando nos trocentos problemas que eu teria que resolver na empresa, como meu pai. Não queria deixar minha esposa (se é que eu fosse ter uma um dia) jogando meu jantar fora toda vez que eu não aparecia por causa de alguma reunião de emergência.

– Não quer nem mais uma “rapidinha”, Sasuke? – Karin me chamou a atenção de novo, fazendo uma pose sexy ao lado da minha cama.

– Não, Karin, que droga. Já disse pra você ir.

– Frio e direto como sempre. – ela disse em um sorriso sarcástico. – Parece até seu pai. – olhei-a com raiva quando ela disse isso, mas ela nem pareceu notar. – Bem, já que é assim, boa noite então. Sempre que precisar, já sabe como me encontrar, né, gatão?

Ela se aproximou e me deu um último beijo, ao qual eu não correspondi.

– Boa noite. E bom trabalho amanhã. – ela saiu do quarto e eu nem precisei acompanhá-la até a saída. Ouvi a porta de entrada sendo aberta, depois o portão e depois ouvi seu carro ligar e ir embora.

Eu tinha ficado com raiva agora. Quem ela pensava que era pra falar comigo como se eu já tivesse deixado o trabalho dominar minha vida? Que direito ela tinha de me comparar a meu pai? Não que não gostasse do meu pai, pelo contrário. Mas só não queria ter o mesmo destino estressante e de vício em trabalho que ele tinha.

E eu não ia deixar isso acontecer comigo. Não podia deixar.

Tentei parar de pensar naquilo, vi um pouco de TV para me distrair, comi alguma coisa e no final, querendo ou não, fui dormir um pouco mais cedo do que de costume. Eu teria um longo final de semana.

****

Acordei com o maldito despertador. Olhei e eram 7 e 15 da manhã. Por que eu tinha colocado aquela joça pra tocar tão cedo mesmo? Que merda. Eu devia estar bêbado, se bem que nem bebi ontem. Como o aparelho continuava a tocar, joguei-o na parede e virei para o outro lado.

Hoje era sábado e eu não tinha que voltar à empresa. Não conseguia me lembrar de nenhum compromisso para hoje, então não via motivos para não dormir de novo. Assim fiz.

Acordei de novo com um som irritante. Pensei ser o despertador, mas depois lembrei que ele estava despedaçado do outro lado do quarto. Droga, eu teria que comprar outro. Mas aquele barulho não parava, por que ninguém me deixava dormir?

Depois percebi que era a campainha. Mesmo assim, quem diabos para me acordar tão cedo em um sábado para...

Opa.

Sim. Era isso mesmo. O burrão aqui havia esquecido que não teria o sábado inteiro para dormir, mas sim que ia ter que ficar fazendo relatórios para a empresa idiota na qual ele trabalhava. E ainda por cima, havia pedido ajuda a algum funcionário, que estava agora apertando sua campainha feito louco.

Muito bem, Sasuke. Vai lá agora atender a porta só com uma calça de moletom toda amassada que você usava para dormir, além de cabelos no estilo ninho de rato e sem escovar os dentes. Maravilha! Eu sabia que esse fim de semana seria incrível. Merda.

Saí correndo do quarto, alcancei o interfone instalado no andar de cima. Nem olhei quem estava ali, provavelmente era o Tomatsu-san, ele sempre dava uma ajuda extra quando alguém precisava. Apertei o botão e falei do jeito mais educado que consegui para ele parar de tocar a merda da campainha e esperar um segundo, enquanto eu ia me trocar para pelo menos estar apresentável.

Tirei minhas calças e joguei-as em cima da cama desarrumada, procurando qualquer jeans para colocar por cima da minha boxer preta. Pensei ter ouvido um barulho no andar de baixo, mas ignorei. Eu estava com pressa.

Peguei a calça para vestir e olhei rapidamente para a porta, e o que vi me fez gritar de susto.

O que ela estava fazendo ali parada? Veio me roubar de novo? Mas o pior era a cara dela: não sei se era de espanto, de estranheza ou de diversão reprimida. Ela arqueou a sobrancelha enquanto eu me recuperava do susto e a encarava, sem reação nenhuma. Na hora me esqueci que estava ali, seminu. Na frente dela.

– O que você está fazendo aqui? – falei alto assim que pude. Era só o que me faltava para completar o dia. Sakura vindo me fazer outra chantagem. Ela me olhou de um jeito zombeteiro dos pés a cabeça, e finalmente me dei conta de meu estado. Mas aquilo nem importava mais.

– Seu pai me ordenou a vir aqui te ajudar com aqueles arquivos que te entreguei ontem.

– O QUE? Você foi a única ajudante que ele conseguiu?

– Sim. Algum problema? – ela cruzou os braços, me dando um riso sarcástico, ainda me observando dos pés a cabeça, enquanto não desgrudava aqueles olhos verdes de mim. Ela vestia uma calça jeans com uma camisa cavada roxa, que contrastava com seus cabelos rosa claro, presos informalmente em um coque, com alguns fios soltos. Ah, isso não ia acabar bem.

You're so good and you're so bad

And everybody wants to be your man

You're so good and you're so bad

And everybody wants to be

In your hair and under your skin

And in those clothes and on those lips

But me

Voce é tão boa, você é tão má

Todos querem ser seu homem

Você é tão boa, você é tão má

E todos querem estar

No seu cabelo, na sua pele

Dentro das suas roupas e nos seus lábios

Exceto eu

You Me At Six – Kiss and Tell

Notas finais
O que acharam? Como pensei, acho que agora só conseguirei postar uma vez por semana, então na próxima sexta já tem outro cap ^^