Broken Trust
13 Capítulo XII
Soul Eater POV
Antes que a cortina de fumaça se desfizesse totalmente, Maka pulou da abóbora para dentro do apartamento, com Blair vindo logo atrás dela. Assim que aterrissaram sobre os escombros da parede explodida, o olhar de espanto da loura veio de encontro a mim. Eu deduzi que os vários ferimentos em meu corpo eram os causadores do assombro. E não era para menos: Meu rosto possuía dezenas de cortes causados pelo estilete, em minha boca havia rastros de sangue devido ao corte da faca e das marretadas que me acarretaram tosses hemorrágicas, meus braços estavam numa tonalidade roxa, repletos de hematomas provocados pela corda, meu cabelo desgrenhado, minhas roupas em farrapos... Eu estava mesmo em uma situação deplorável. Quando Maka estava prestes a avançar até mim, algo se mexeu em meio aos escombros. Me lembrei então de quando Yoko havia sido atingida pelos destroços da parede. Desse modo, urgentemente, me direcionei até onde os movimentos sob as ruínas se originavam, e passei a retirar os vários pedaços de tijolos e concreto de cima da ruiva. Eu a chamava pelo nome, esperando que ela me respondesse e, assim, mostrasse que estivesse bem.
– Naom-...– No calor do momento, quase havia me esquecido da verdadeira identidade dela. Interrompi abruptamente minha fala, reiniciando depois com outras palavras. – Yang, você está bem? – Indaguei retirando os últimos escombros de cima dela.
Ela murmurou que estava bem, ainda demonstrando estar em uma situação de conflito com Yin. Enquanto eu a ajudava a levantar, Maka exclamou em tom de alerta.
– Não, Soul! Fica longe dela. Ela não é quem você pensa que é!
A exclamação de Maka mal foi concluída, e eu já estava dando-lhe uma resposta.
– Eu sei. Eu já sei de tudo. – Maka petrificou a expressão, como se não compreendesse como eu pudesse saber de tudo e ainda estar ajudando Yoko. Presumi, então, que talvez Maka não soubesse toda a história, como eu sabia.
Eu me levantei junto à Yoko, dando-lhe suporte para isso. Agora ela arfava de forma mais pesada, e murmurava algumas coisas que eu não conseguia compreender. Maka parece não ter aguentado e correu até mim, me puxando para distante de Yoko.
– Blair, eu não tenho como lutar contra ela. Será que você pode fazer isso? – Maka questionou à gata-bruxa, que assentiu positivamente, avançando com uma postura de quem iria atacar.
Maka me segurava pelo braço, enquanto eu exclamava para ela e Blair.
– Não, esperem! Vocês não estão entendendo... – Antes que meu esbravejamento se concluísse, Blair avançou com um de seus ataques de abóboras explosivas.
Mas quando o ataque pareceu que havia atingido a ruiva encolhida no meio da sala, ele foi repelido por uma forte onda explosiva, que emanava de Yoko, a qual agora tinha os braços abertos e a cabeça erguida para o alto. Blair, por estar mais perto da ruiva, acabou sofrendo consequêcias mais graves. Ela foi arremessada para um canto da sala, e permanecendo caída por lá, dando a entender que havia desmaiado. A onda explosiva provocou uma estrondosa corrente de ar, que percorreu todo o apartamento, batendo todas as portas, derrubando praticamente tudo, e apagando as velas que estavam acesas até então. Com isso, eu e Maka tivemos que nos esforçar ao máximo para que a ventania não nos levasse.
Aos poucos, a corrente de ar cessou, e os nossos olhares de espanto foram de encontro à ruiva ao centro da sala. O cenário agora era de uma destruição muito maior comparado a antes. Apesar das velas apagadas, não ficamos no breu completo por causa da iluminação da rua que adentrava através da enorme cratera na parede.
Quando encarei a expressão de Yoko, notei pelo seu olhar diabólico que, quem estava no comando agora era Yin. Ela esboçou um sorriso de satisfação e proferiu exclusivamente a mim, como se ignorasse a presença de Maka e Blair.
– Como eu havia prometido, dei um jeito de fazer a Yang ficar quieta. Agora vamos à segunda parte do plano. Aquela onde eu me alimento da sua alma.
Eu senti como se os olhos de Yoko tivessem se transformado em dois faróis vermelhos, transmitindo más intenções. Naquele momento me veio à consciência que era mesmo necessário matar Yoko, antes que acontecesse algo pior. Lancei um olhar urgente para Maka, que me fitou de volta. Não precisávamos de palavras naquele momento, pois conversávamos apenas pelo olhar. E assim que ela receptou a mensagem que eu transmitia, ela esticou uma das mãos até mim. Eu encaixei uma das minhas mãos na dela, na sequência, me transformando completamente em foice. Aquela, sem dúvida, seria uma manobra demasiadamente arriscada, pois nós não sabíamos se nossas almas estavam em condições de estar em sincronia, assim como costumavam estar quando Maka ainda era minha artesã. Mas a situação exigia que riscos fossem corridos. Por ventura, quando estava nas mãos de Maka, nenhuma reação negativa ocorreu. Aquele era o sinal de que a sincronia de nossas almas estava sendo reatada.
A loura sorriu gloriosa, agora empunhando o cabo da foice com as duas mãos. Eu também me sentia glorioso por aquilo, era gratificante sentir Maka me manipulando novamente. Por fim, depois de me alçar no ar, ela cravou os pés no chão, e exclamamos juntos:
– Ressonância de alma! – Nossas vozes soaram simultaneamente, enquanto nossas almas se conectavam e a minha lâmina se transformava no Caça às Bruxas. Os pés de Maka se desgrudaram do chão e avançaram ferozes para cima de Yoko.
Fui erguido por Maka, que logo tentou cortar Yoko, mas a ruiva esquivou do golpe e contra atacou com agilidade. Do centro das palmas de suas mãos expeliram-se cargas elétricas em forma de raios, as quais foram direcionadas diretamente a mim e Maka. Não havia como nos defender sem que um de nós saísse seriamente ferido. Aquela situação de certa forma me lembrou de quando nós lutávamos contra Chrona pela primeira vez que a encontramos, onde Maka não quis me usar para se defender e eu acabei entrando na frente, ganhando uma grande cicatriz no peito, a qual eu carrego até hoje. Tal lembrança me fez concluir que ela não me usaria sobre hipótese alguma para se defender dos raios. Minha intenção então se tornou a de defendê-la mesmo que ela não quisesse, assim como aconteceu naquela vez contra Chrona. Sendo assim, eu estava a postos para tomar tal atitude. Eu apenas aguardava o momento certo, para que Maka não tentasse me impedir.
Eu só precisava aguardar que os raios se aproximassem um pouco mais.
Só mais um pouco...
Um pouco mais...
Eu pude sentir meu corpo iniciando o processo de transformação reversa, onde a foice torna-se corpo humano novamente, mas tal processo foi interrompido por alguém que havia entrado na frente. Esse alguém usou um golpe similar à magia usada por Yoko, e quando os dois golpes se chocaram, um anulou o outro, salvando a mim e Maka.
Coloquei-me a investigar quem havia usado aquele golpe de alta periculosidade, e notei um grisalho alto parado em nossa frente. Um parafuso em sua cabeça reluzia com a luz advinda da rua. Sem dúvidas, aquele era Stein, que havia usado o seu Soul Menace para anular a magia de Yoko. Deduzi então que ele houvesse entrado pela cratera na parede atrás de nós a tempo de nos poupar de graves ferimentos. Maka, atônita com a velocidade dos fatos, balbuciou a Stein.
– Arigatou, sensei. – Como resposta, o professor apenas lançou um breve olhar para trás, assentindo com a cabeça.
– Eu já calculei o comprimento de onda da alma dela. É um pouco grande, mas nada que não possamos superar, entenderam? – Stein fitava fixamente Yoko a sua frente, mas suas palavras eram dirigidas à Maka e a mim.
A loura e eu respondemos com um breve “hai”, aguardando novas instruções de Stein. Mas ele não disse mais nada, apenas avançou para cima de Yoko, lançando um novo Soul Menace, o qual atingiu em cheio a ruiva. Por mais que a força dos dois fosse equivalente, Stein tinha uma velocidade extraordinária, o que fazia toda a diferença naquele momento.
Depois que o golpe atingiu Yoko, ela foi lançada contra a parede que continha a mensagem escrita de sangue. E antes que ela tivesse a chance de contra atacar, Stein exclamou enquanto apontava as duas mãos abertas para a ruiva.
– Amarras difusas da alma! – De imediato, várias linhas de luz preencheram o redor da ruiva, que acabou sendo presa à parede. Stein girou o corpo para trás, fitando a mim e à Maka com fervor. – Agora é a hora, ataquem!
A voz firme de Stein nos dava segurança para ter algum avanço, mas enquanto Maka dirigia seus passos largos e rápidos até o alvo, eu observava Yoko se contorcendo e tentando se livrar das amarras. Eu sabia que quem estava comandando o corpo era Yin, mas o que me atormentava era saber que Yang também estava ali, e eu não podia fazer nada para salvá-la. E parece que Maka sentiu a minha hesitação, pois enquanto avançava com os passos velozes, ela indagou.
– Soul...? – Não havia tempo para muitas palavras. Mas com aquele pouco dizer, eu compreendi que Maka havia sentido o meu receio. Eu tratei de deixá-la mais tranquila, e tomar consciência de que eu não havia escolha naquele momento.
– Vamos lá. – Proferi tentando parecer convincente em minha nova mudança de comportamento.
Maka então avançou com mais alguns passos até finalmente chegarmos à parede onde Yoko estava. Sem delongas, fui alçado no ar e levado em alta velocidade até o corpo da ruiva. A minha lâmina roçou a pele dela, e logo começou a se entranhar em um corte profundo e fatal.
Dizem que quando você está prestes a morrer, a vida lhe passa na mente como um filme. Tudo nos passa aos olhos em um único momento. Mas eu não sei por que, foi como se eu visse a vida de Yoko passar frente aos meus olhos, enquanto minha lâmina parecia a perfurar em câmera lenta. Naqueles milésimos de segundos, eu via a vida de conflitos que Yang levara, e o estorvo que ela sentia por ser uma bruxa. A vida lhe tinha sido muito dura por todo esse tempo, e morrer agora parecia estar sendo uma libertação para ela. Eu posso jurar até mesmo que, nos últimos momentos em que minha lâmina avançou sobre ela nos últimos centímetros do corte, eu consegui vê-la em sua verdadeira identidade, a verdadeira Yang. Ela tinha uma aparência lânguida mas havia um brilho inestimável em seu olhar. Ela me sorria e agradecia; Pelo o quê, eu não sei. Assim, aos poucos ela desaparecia do meu campo de visão, e gradualmente eu voltava à realidade, notando que ali não restava mais nenhum rastro da existência de Yoko; Tanto Yin quanto Yang não se manifestavam mais. O que restava era o corpo de Naomi, caído no chão.
Da cratera formada na parede atrás de nós, surgiam os primeiros raios solares do dia que adentravam o apartamento em ruínas. Todos ali estavam exaustos, e ninguém arriscava dizer sequer uma palavra. Eu voltei à minha forma humana assim que Maka me encostou no chão. Assim que desativei o modo foice, o cabo onde a loura segurava se transformou em minha mão, portanto, quando terminei de assumir a forma humana, eu estava de mãos dadas à Maka. Nós fitamos um ao outro simultaneamente, ainda sem dizer nada, mas quando a realidade bateu em nós, soltamos as mãos ao mesmo tempo. Eu sentia minha face um pouco ruborizada, e notei que Maka também reagia do mesmo modo. Para então fugir do constrangimento da situação, me virei para o lado, e acabei notando Blair caída em um dos cantos da sala sendo examinada por Stein. Me dirigi então até eles, percebendo que Maka me acompanhava também.
– Está tudo bem com ela? – Questionei ao sensei, que desviava o olhar até mim e, consequentemente, até Maka que estava ao meu lado.
– Ela deve ter batido com a cabeça e por isso desmaiou. Mas os batimentos cardíacos estão estáveis, ela respira bem e não há indícios de ossos quebrados. Portanto eu me dou a liberdade de dizer que ela está bem sim. – Suspirei aliviado com a resposta de Stein. Mas meu alívio acabou logo quando o sensei retomou as palavras. – Mas quem não parece bem aqui é você, Soul. – Disse Stein, me fazendo lembrar de todos os meus ferimentos acarretados mais cedo. – Vamos ao Shibusen, que lá eu irei fazer alguns exames em você. – Eu bufei impaciente, pois eu sabia que não era necessário, mas seria inútil relutar contra aquela decisão do sensei.
– E o que faremos com o corpo da Naomi? – Maka questionou, olhando intrigada para Stein.
– Eu vou entrar em contato com o Shibusen, cabe ao Shinigami essa decisão. Mas eu presumo que ele vá optar por contatar os parentes dela e pedir para que venham buscar o corpo. – O sensei respondeu, logo depois apanhando o celular dentro do bolso de seu jaleco, e ligando para o que parecia ser a central do colégio.
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– Muito bem, Soul. Parece que não há nada de anormal com você. – Stein proferia enquanto examinava algumas chapas de raio x que tinha em mãos. – Só é necessário tempo para que essas cicatrizes sumam do seu rosto. Tudo bem pra você, né?
Assenti positivamente respondendo ao questionamento.
Depois de sair daquele apartamento destruído, deixamos Blair em casa, e viemos direto para o colégio, já que Stein não parava de insistir na ideia de fazer exames em mim. No caminho, eu contei a eles toda a história de Yoko, que Yang havia me contado. Depois de chegarmos ao Shibusen, Stein me levou direto para a enfermaria, onde passei por vários exames.
O sensei agora estava sentado em frente à escrivaninha do alojamento médico, assinando alguns papeis e colocando os exames em um envelope. Eu estava sobre a cama da enfermaria, com alguns curativos no rosto e algumas faixas enroladas em um dos braços e no peitoral. Estava à borda da cama, com as pernas apoiadas no chão e as mãos no colchão, enquanto fitava o chão, me deixando ser levado por uma onda de devaneios. Até o momento que algumas leves batidas soaram à porta. Eu não dei muita importância para averiguar quem era, estava entretido demais com meus pensamentos para me importar com isso. Mas mesmo que não quisesse dar relevância a quem entrava na enfermaria, a voz de Stein chamou minha atenção.
– Vou deixar vocês sozinhos. Eu preciso mesmo sair para arquivar esses exames. – O sensei se ergueu da cadeira, apanhando o envelope com os exames e as folhas que estava assinando. – Com licença. – Ele encerrou seus dizeres antes de se retirar do recinto e fechar a porta.
Foi então que abandonei os devaneios para voltar completamente à realidade. Soergui a cabeça e notei que quem havia adentrado a enfermaria a alguns instantes atrás era Maka. Ela estava em pé, próximo à porta, mas não me olhava. A loura encarava o chão, me fazendo entender que ela estava procurando as palavras certas para iniciar alguma conversa. Eu também estava um pouco desajustado com a situação e não tinha ideia do que dizer a ela. Decorridos alguns instantes de silêncio, Maka ergueu a cabeça e balbuciou algumas palavras.
– Eu sinto muito... – Ela parecia querer dizer mais, mas lhe faltava coragem para isso.
– Pelo o quê? – Indaguei.
– É que... Bem... Ela era sua namorada. Você com certeza gostava muito dela e... – Ela se enrolava cada vez mais com as palavras. – Eu não sei. Eu apenas sinto muito.
Maka voltou a fitar o chão, parecendo arrependida de ter entrado naquela enfermaria. O mesmo embaraçamento que a perturbava, também me fazia refém. Mas eu tinha que enfrentar meus medos para demonstrar a ela o que eu sentia. Tomei então encorajamento para ao menos dizer algo que não a fizesse ir embora.
– Eu também sinto muito. – Proferi sem tirar os olhos dela. Percebi as íris esverdeadas da loura se erguerem e se encontrarem com meu olhar. Ela pareceu intrigada, e logo tentou sanar sua dúvida.
– Sente o que?
– No momento, vergonha... Por ter duvidado de você algum dia. – Agora era eu quem desviava o olhar. – Me sinto envergonhado, culpado, e sem nenhum direito de te pedir desculpas. – Meu olhar cravou-se no chão, pois agora eu não conseguia mais encarar Maka tão diretamente assim.
Notei que os passos estreitos dela se direcionaram até mim, e pararam quando pouca distância passou a nos separar. E mesmo com o olhar ainda fixado no chão, eu podia sentir que ela tinha vontade de dizer muita coisa, mas parecia ter receio. Então, me senti no dever de tornar a situação no mínimo confortável para que ela se abrisse.
– Agora eu percebo que eu não amava a Yoko. – Ergui a cabeça, chocando meu olhar com o de Maka. – Do mesmo modo que ela me usava para os planos dela, eu também a usava, mesmo que inconscientemente. – Eu engoli seco, como se engolisse a coragem para os meus próximos dizeres. – Eu a usava para tapar o buraco que você deixou na minha vida. Eu estava tentando transformá-la em você, Maka. Mas eu fracassei... – Minha voz se enfraqueceu nas últimas palavras. Eu queria dizer algo para tornar a situação mais maleável e para que Maka pudesse se abrir. Mas no fim, quem acabou se abrindo fui eu. – Eu fracassei porque você é única.
Maka estava atônita a minha frente. Só se mexeu para enxugar uma única lágrima discreta que escorreu pela minha face sem que eu percebesse. Aquela sensação que eu sentia, de estar finalmente dizendo a ela tudo o que eu escondi por todos esses anos era algo inapreciável. E eu tinha que tornar aquele momento a oportunidade que eu sempre esperei.
Notas finais
Mas eu tenho novidades bastante contraditórias: Resolvi fazer uma segunda parte pra essa fic! Eu sei, eu sei... sou indecisa demais. Uma hora eu quero acabar com a história, outra hora eu quero continuar. Eu sou assim mesmo gente, não repara HUAHUAS. O único porém é que eu não sei quando eu vou iniciar essa continuação. A única coisa que eu garanto é que virá uma nova história, nova trama, e um personagem novo na roda: Wes Evans. HMMMM Sinto cheiro de confito no ar. kk
Outra coisa que eu estou super afim de comentar: Alguém leu o capítulo 108 de Soul Eater??! Eu acabei de ler, e estou pasma!! Altas revelações, que eu não vou contar aqui pq spoiler é uma merda, eu sei, rs. Mas um aviso pra quem ainda não leu: LEIA! Está imperdível, sério. '-'
Enfim, quero agradecer a todos que comentam a fic e me fazem continuar escrevendo. E quero pedir aos leitores anônimos que se manifestem! Poxa, venham conversar comigo, ok? u-u
Até o próximo.
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