Broken!

4 Capítulo 4


- pequena. — Split disse indo até sua amiga que chorava baixo sentada na beira da cama. Pedro deixou as duas sozinha e foi tomar um banho no seu quarto.
- oi Liss. — fingiu um sorriso enquanto limpava suas lágrimas.
- o que o Ger fez dessa fez? — a olhou com carinho.
- ele terminou comigo porque vim te ajudar. Acho que estou certa, Pedro estava sem rumo total e Gerard fora um egoísta por não me deixar ajudar. Mas ajudei e agora não posso voltar para casa. — disse em controle quase tropeçando nas palavras. — quero fazer o que sempre fazíamos quando estávamos mal. Mas agora não pode mais beber. — sorriu e acariciou a barriga da amiga.
- é Pedro não iria deixar. — respondeu a amiga com um sorriso malicioso. — mas, não me tão mal beber por uma vez. É uma emergência.
- não, vai acabar perdendo...
- Desaster não vai sair daqui, a pelo menos sete meses. E vai estar viva! — beijou a testa da amiga e saiu do quarto indo até o quarto de Pedro que assistia um jogo de futebol pela televisão.
- então... — ele disse numa forma de pedir continuação.
- ela está bem, mas vou passar a noite com ela. Se importa de não nos atrapalhar, ela está chorando atoa e não quer ver ninguém do sexo masculino. — respondeu o fazendo rir.
- então tá. — abriu os braços esperando que ela fosse até ele lhe dar um abraço.
- não vou até ai, se levante. — ela virou os olhos e abriu os braços. Se levantou e riu indo abraçá-la.
- te amo. — ele beijou a bochecha dela.
- eu também te amo. — o beijou calmamente e assim se separou dele deu dois passos para trás saindo do quarto. - ele caiu. — disse a amiga entrando no quarto de Bomb.

- sério? Ele é tão idiota assim?
- acho que quando eu disse que ti não quer ver nenhuma alma masculina, fui bem clara que não queria ele aqui. — sorriu e se sentou na cama. — já pediu as bebidas?
- já, estão no frigobar ali. — Bomb apontou ao pequeno objeto. Split s elevantou e foi até lá vendo duas garrafas de Barcardi Big Apple. Pegou as duas e se sentou com a amiga. Começaram a beber em silêncio, mas em pouco tempo a bebida fazia efeito fazendo-as cantar algumas músicas animadas.
- Till the world ends! — berram em coro e logo ouviram a porta bater.
- Pedro ou alguém reclamando do barulho. — disse a mais baixa indo até a porta espiando pelo olho mágico. — Pedro. — acabou cuspindo todo o liquido na sua boca. Esconderam as duas garrafas em baixo de uma almofada e tentaram tirar todo o cheiro de álcool enquanto Pèdro batia impacientemente na porta.
- ah, o que está fazendo aqui? — Split tentou não mecher muito a boca para não deixar muito obvio que estava bebendo pelo cheiro.
- Bacardi Big Apple. — ele disse áspero e cruzou os braços.
- como sabe? — virou os olhos e se encostou o batente da porta.
- o cheiro está chegando no meu quarto. — umideceu os lábios demonstrando insatisfação. — sabe o que pode acontecer.
- eu sei, mas sempre fiz isso com a Bomb, não vou mudar tradições da Sweet, por um feto — respondeu sorrindo.
- o que a Bomb está fazendo? — ele se refiriu a Bomb que andava de um lado para o outro quando cantarolava uma música.
- Sweet Revenge com música nova, ela quando ta assim faz uma música nova.
- então é por isso que vocês tem várias músicas? — os dois riram e ficaram a observando e as vezes rindo.
- já sei! — Bomb berrou vindo a eles. — Split, sei que você e Pedro podem fazer uma música para Desaster. Seria a coisa mais linda pai e mãe cantando juntos uma música para sua filha de nome tenso. — sorriu simpática.
- minha filha não tem nome tenso. — Split suspirou passando a mão na sua barriga maternalmente. - como se Desaster fosse um nome normal. — respondeu Bomb indignada e a amiga lhe mostrou a língua.

- Bomb, vejo que está muito bem e nem deu um ataque quando me viu. Então, vou levá-la comigo. — Pedro segurou o braço de Split e começou a arrastá-la pelo corredor.
- até amanhã minha bebê! — Split berrou e mandou beijos com a mão fazendo Bomb rir. — não seja mal. Eu só bebi quase uma garrafa de big apple sozinha. — choramingou indo até a cama tirando suas sapatilhas metalizadas.
- não pode beber. Sei que sabe disso, porque bebeu?
- ela precisava de mim. Não acah que eu iria deixar ela se afundando em lágrimas sem eu e álcool?
- por isso deixei as duas sozinhas até agora. Sabia que faria bem, mas quando vi que já estavam cantando achei o suficiente. — sorriu vitorioso e se jogou na cama.
- então porque está brigando comigo? Sabia que eu ia encher a cara — rosnou e foi até o armário a mala de Pedro, pegando uma blusa azul com um monstro na frente e uma box preta. — Kalvin Klein? essa é nova. — disse into até o banheiro se trocar. — achei que iria reclamar do nome da sua filha.
- eu até gostei do nome. Vamos batizá-la aonde? — fez piada.
- claro. Quero morar em Nova Jersey — deitou-se na cama esperando a reação de Pedro.
- como assim? Outro país. — Pedro pigarreou um pouco alto. — abandonar tudo e...
- nunca vou abandonar a Sweet! Só digo ter um casa lá, morar enquanto a Desaster cresce e depois voltaria tudo ao normal. Mas ela iria viajar comigo!
- escola?
- eu arrumo uma professora particular. Isso não vai ser problema, nossa princesinha vai ser uma nerd linda. — sorriu para ele e se deitou sobre seu peito como sempre fazia quando se deitava com Pedro.
- Ector. Venha. — Split tentava tirar seu filho das pernas de Pedro que iria viajar.
- ir com papai. — a criança de ao menos um ano e meio dizia enquanto se segurava.
- da próxima vez eu te levo ta garotão. Aí vamos jogar futebol e correr pela casa está bem? — Pedro disse pegando seu filho com um sorriso bobo.
Logo uma pequena veio correndo de um modo desajeitado enquanto arrastava uma mochila da Barbie e um urso nas mãos.

- vou com mamãe. — afirmou parando ao lado da mãe fazendo a mesma rir.
- Desaster, quando arrumou suas malas? — Split pegou sua filha no colo.
- agora vai lá e enquanto eu estou fora. Você vai ser o homem da casa. — Pedro dizia abaixado para ficar ao tamanho de seu filho e mesmo assim era mais alto. — cuide da sua irmã e da sua mãe até eu voltar.
- está bem. — o pequeno Ector fez uma pose de forte e foi para frente de sua mãe e irmã como se fosse escoltá-las.
- Athenodora não corra! — Bomb passava correndo atrás de uma meinina de mais ou menos o tamanho de Desater.
- até — Split disse se aproximando de Pedro

As vidas seriam retomadas, a não ser pelos enjoos agora mais frequentes de Split. Desejos malucos durante todo o dia e a visita de Pedro Lucas todos os dias ao apartamento só para ver Evelyn. Tudo corria bem, até o passeio no shopping de Bomb e Split procurando roupas para sua nova filha. Até lá já estava com cinco meses de gestação.
- não vai fazer sua filha in feliz e fazê-la usar rosa como toda mãe faz. — Bomb grunhiu olhando uma de coisas especializadas para bebês.
- se eu não uso rosa, minha filha vai usar? Talvez, se ela quiser. — se confundiu ao ver uma pequena menina passando, usava um vestido rosa com algumas flores.
- não é fofa? — Bomb sorriu um pouco sem jeito.
- imagino se um dia vou ter a liberdade de passear com a Der, sendo o que eu sou. — suspirou e se sentou em um banco.
- não vou mentir. Terá pessoas que vão ficar ricas só em ter a sombra dela em foto.
- pare de me assustar! Sabe que não gosto deles. — rosnou a mesma enquanto olhava calma para sua barriga agora já bem óbvio que ela estava a espera de um bebê. — um chute. — comemorou. — só que dessa vez doeu.
- ei, não é o Pedro? — Bomb apontou para dentro da loja de bebês que olhavam antes.
- é ele sim. O que ele está fazendo ali?
- já pensou em perguntar pra ele e não peguntar pra mim?

Notas finais
já é o bastante né? :3'
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.