Brincadeiras e Confusões. -Que Dure Para Sempre!

1 Capítulo 1- O Começo para ser Eterno!


Notas iniciais
Oi Lindas Pessoas que estão lendo aquiii! Bom, é a minha primeira FIC, e eu sempre tive vontade de postar aqui, mais depois que Malhação acabou, desanimei.. Mais como tem mais fics ainda postando, vou postar a minha também. Previsto para 10 capitulo, mais eu mudo conforme vocês comentarem!
Espero que vocês gostem. O primeiro capitulo pode ficar confuso, mais eu explico!

Há algumas coisas na vida que nunca gostamos, mais somos sempre obrigadas a fazer. Este é o meu caso. Eu era uma pessoa feliz no lugar em que eu estava, mais primeiramente, não é isso que mais importa agora. Eu morava sozinha em um apartamento, e tinha tudo que eu precisava, mais depois de eu quase cair da janela (ignoremos essa parte, ela não é boa), meu pai resolveu que eu tinha que me mudar pra casa em que ele morava com a nova mulher, e o filho dela. Isso seria chato. Eles eram chatos, muito chatos. No começo ela chegou a me dizer que tinham garotos lindos lá, mais eu já deixei bem claro que não quero gente correndo atrás de mim, por isso já passei a odiar o lugar. Começando pela casa imensa, que tinha perigo até de eu me perder lá dentro e nunca mais ser achada. Segundo: Iria para uma faculdade onde eu não conhecia NINGUÉM. Terceiro: morando na mesma casa que a Marcela (a nova mulher do meu pai), eu ficaria mais próxima do Gil (o filho dela) que era um dos playboys mais metidos que existem, do tipo que fazem qualquer garota correr atrás dele, menos eu. E era por isso que agora ele vivia tentando me ''pegar''. Acho que foi por isso que quase cai da janela.

-Lia, minha querida, você já está pronta? -perguntou Marcela entrando no meu quarto, sem bater.

-Sim Marcela. -respondi. -Não queria ter que me mudar.

-Você vai ver que vai ser bom. Temos uma vozinha que faz muito a sua cara. Ela tem um irmão, muito bonito também. Estuda na mesma escola que você, por isso você vai conhecer ela logo, logo. E a principio: É comportada. -falou rindo.

-Não estou nem ai para os meninos bonitos que tem na sua rua. -disse dando de ombros. -Para mim que você faz o tipo de quem faz visitinhas levando doces para os outros, como naqueles filmes ridículos.

-E levo mesmo. A amizade com os vizinhos é tudo. E quando os vizinhos... Sei que vai ignorar o que disse depois que conhece- los. Eles são de deixar qualquer uma babando. Se bem que acho difícil se interessar por alguém, já que nem pelo meu filho você se interessou. -falou.

-Vai pedir açúcar também? -perguntei ignorando a parte que se tratava do filho dela, pois ele era um delinquente, e nem vale a pena comentar.

-Não ignore o que eu falei Lia. -retrucou. -Não vejo porque tem tanto problema com o meu filho, ele parece gostar bastante de você.

-Se na sua rua o lugar é pra oferecidas o problema é delas, tá? -disse recebendo um olhar desentendido dela.- Quero dizer que não sou oferecida e que seu filho não passa de um chato.

-Ele também tem amigos lindos... -comentou.

-Devem ser todos chatos. -falei. -Me polpa Marcela! Não pode ficar falando assim dos garotos enquanto meu pai te espera em casa. Assim vou achar que ele está sendo traído. -disse saindo do quarto.

Ela riu e depois decidimos sair logo dali. Se era pra dar tchau, já tinha feito isso faz bastante tempo. Por um lado, seria bom para provocar o Gil, e ver se ele via que não gosta de mim nem um pouco, e que pode parar de correr atrás de mim.

-Filha! Achei que daria mais trabalho para chegar até aqui! Não tivemos que ligar pra policia desta vez, certo? -disse meu pai me abraçando assim que cheguei na minha ''nova casa''.

-Para de ser exagerado pai! E nem vem com isso tudo, porque na verdade, eu odeio esse lugar, só de ouvir falar. -retruquei. -E tudo isso por causa do chato do Gil.

-Eu ouvi meu nome? -perguntou Gil, saindo para fora da casa, que ótimo, mais um para me dar as boas vindas. -Liazinha! -odeio quando ele me chama assim. -Aposto que vou curtir muito essa sua vinda pra cá! Não via a hora!

-Gil! -repreendeu Marcela. -Tudo bem que você tem lá seus certos interesses pela Lia, mais por favor, né?

-Meu Deus!!! Vamos entrar antes que os vizinhos, pelos quais a Marcela tem sua grande amizade, venha pra cá se juntar com agente, né? -falei, fazendo meu pai rir.

-Os vizinhos odeiam a minha mãe! -disse Gil recebendo um tapa de Marcela. -Opa! As musicas dela! -corrigiu. -Eu levo as suas malas lá para cima! -disse ele pegando minhas malas, com um sorriso malicioso.

-Não esquece que é para levar para o MEU quarto, tá Gil?

-Que pena... -disse ele rindo. -Vamos ver por quanto tempo. -disse ele entrando com as malas.

-Espere sentado. -disse meu pai entrando para dentro da casa, e puxando todo mundo também para entrar.

A casa realmente era enorme, e realmente a Marcela tinha um bom gosto para decorar as coisas. Pelo menos era bem colorido. Tenho que agradecer o Gil por ter 18 anos, ou pelo menos quase isso. Vai ser bem interessante ver pessoas frequentando a casa.

-Seu quarto fica no andar de cima, ao lado do quarto do Gil. Tem um banheiro e tudo está bem organizado de acordo com o que seu pai sabe sobre você e...

-Então está péssimo. Ele não sabe nada sobre mim. -disse interrompendo Marcela, que riu do meu comentário.

-Completando: O Gil tem amigas, e sabe do que elas gostam! Usamos isso para decorar seu quarto. Ou prefere que a Raquel venha decorar? -disse ela rindo. -Tenho alergia de ursinhos de pelúcia...

-Que engraçado. -ironizei. — Minha mãe tem bom gosto sim tá? Mesmo assim, obrigada Marcela. Vou subir até lá.

-Depois te explico sobre os demais lugares da casa. -disse meu pai enquanto eu subia devagar os lugares da escada.

Cheguei ao quarto que agora era meu. Juro que ele era fechado, e não era para as visitas, principalmente as do Gil. Até que ele não tinha mal gosto não. Tinham varias coisas que eu gostava lá, inclusive uma guitarra perfeita. Vou ter que agradece-lo pelo primeira vez, por colocar algo que eu realmente gostasse no lugar. Tudo muito colorido. Só irei ter de pintar uma parede cor de rosa, para não perder o costume de irrita-lo com as minhas artimanhas.

-E ai gatinha! -disse o Gil na porta do quarto.

-Por falar em assombração, ela apareceu! -disse irônica.

-Admita que gostou desse quarto querida! Sei que quer me agradecer por isso, mais é orgulhosa demais. -disse se gabando.

-Mais nem nunca. -disse me jogando na minha cama, que tinha lençóis com cheiro de novos, coisa que eu odeio.

-Devia me agradecer, por que na cabeça da minha mãe, ela iria colocar até bonequinhas em uma prateleira. E eu estou falando sério. -disse ele rindo, mais mantendo seriedade ao mesmo tempo.

-Valeu Gil! -disse em tom de brincadeira. -Agora sai daqui que esse quarto não te pertence mais querido.

-Vamos ver por quanto tempo eu fico sem entrar aqui, em?

-Sai! -mandei apontando para a porta. -Eu vou tomar um banho agora, e de preferencia com muitas espumas e bolhas naquela linda banheira que tem aqui!

-Sim, toma! Aproveita e fica bem cheirosa por que daqui a pouco agente tem uma festinha bem animada! -falou.

-Agente? -perguntei irônica. -Desculpa, mais eu não aceitei ir pra droga de festinha nenhuma, ainda mais com você!

-Liazinha, se você for, não te chamo mais de Liazinha! -disse ele rindo. -E ai eu te apresento uns amigos, que provavelmente estarão no mesmo colégio, junto com agente!

-Tá, eu vou, mais sai do meu quarto! -disse enquanto ele saía rindo, rumo ao seu quarto.

Assim como eu havia dito ao Gil, tomei um bom banho e vesti apenas uma lingerie, já que eu não sairia agora mesmo. Eu iria ir até o quarto dele, só para provoca-lo, mais vi outra coisa que me chamou atenção, antes que fosse. Da janela do meu quarto, eu conseguia ver o quarto de alguém. Tinha alguns posters na parede, e eu gostaria de ver sobre o que era. Acabei me esquecendo que estava só de lingerie, e nem percebi quando o cara que provavelmente seria o dono do quarto apareceu na janela. Quando me virei ele me observava, sorrindo malicioso. Me joguei no chão assim que percebi como eu estava.

-Lia, o Gil esta... O que você está fazendo ai? -perguntou me vendo jogada no chão.

-Eu... Eu perdi meu brinco Marcela. Meu brinco preferido. -menti.

-Quer ajuda para procurar? -perguntou.

-Não. Acho que estou atrasada. Vou me trocar. -recusei.

-Tudo bem. Mais feche a janela enquanto estiver se trocando querida. -disse ela puxando as cortinas para tampar a vista que se tinha do meu quarto.

Ela saiu e eu ainda abri a cortina para ver se tinha alguém na outra janela. Porém, assim como eu, ele não estava mais lá. Não sei porque, mais tenho a impressão de que ainda vou ter oportunidades para conhece-lo.

Desci para a sala, depois de colocar o short mais curto que eu podia, até por que não posso viver usando o que os outros acham certo, né?

-Vamos Liazinha? -disse Gil. -Meus amigos com certeza estão loucos para te conhecer... -disse ele sorrindo malicioso.

-Eu te dou um tapa na cara se você quiser Gil! Independente da situação, você quem sabe! -disse irônica.

-Não, obrigado! Vamos logo! -disse ele me puxando.

Ele tinha carro? Claro que tinha. A Marcela não bate bem, e isso vale muito a pena lembrar. O único problema é saber se ele sabia dirigir. Meu Deus! Agora é meu fim. O Gil ria do jeito como eu me assustava nas curvas que ele fazia, mais pelo menos chegamos lá inteiros.

-Espero que seus amigos sejam mais interessantes que você. -disse rindo, e eu sabia que isso provocava ele.

-Vamos. -disse ele me puxando.

Entramos na casa em que seria a festa, e eu tinha que confessar que tinha uns meninos BEEEM interessantes... Principalmente um dos que estavam dançando na pista de dança. A musica também era boa, mais o Gil continuou me puxando, até um lugar em que dançavam duas meninas e três meninos, provavelmente elas eram disputadas. Ou melhor: três meninas, mais uma delas nem dançava, confessemos.

-Gata nova Gil? -perguntou um dos garotos. A não! Não poderia ser quem eu estava pensando!

-Essas aqui já estão meio passadas né? -disse Gil rindo, e recebendo olhares raivosos das meninas ao seu lado. Depois ele as cumprimentou com beijos na bochecha e parou ao lado de uma, que eu tenho certeza que era a ''preferida'' dele.

-Apresenta ela para nós cara! Não vai querer que agente tenha que se apresentar sozinhos, né? -disse um dos caras. O que tinha cara de ser menos ''safado''. Calma. Tem algum que se salva? Ri do meu própria pensamento.

-Não. Ela não está a venda, e não é pro bico de nenhum de vocês também. -disse Gil se fazendo de protetor. Falso!

-Meu nome é Lia Martins, eu moro na casa do Gil agora, não estou a venda. -disse enquanto um dos garotos se aproximava de mim sorrindo. -E não. Não estou afim de me enrolar com ninguém. Muito menos com idiotas. -dei um passo para trás. Não. Não com os amiguinhos do Gil, né?

-Que peerda em?? Desperdício isso! -riu um dos garotos.

-Vocês é que ficam se rastejando por qualquer vadiazinha que passe por aqui. -disse a garota de óculos de garrafa. Odeio ela antes de conhecer. -Tomar foras, seria um bom remédio não seria?

-Olha aqui, periguetezinha do caramba, não estou vendo nenhum espelho aqui para você estar falando de si mesma, meu amor. -disse rindo, enquanto ela praticamente deveria estar procurando um lugar para colocar a cara, já que todo mundo começou a zoar com ela.

-Prazer Lia, meu nome é Nicholas. -disse um dos garotos, ele era auto e moreno. Meu Jesus! Com esses garotos lindos desse jeito (confessemos né?) , quem aguenta pressão?

-E o Nicholas, não está com nada perto do bonitão aqui! -disse o outro, que tinha cabelos enrolados, e não era tão mau assim. Mais ninguém ganhava do cara com olhos azuis. -Eu sou Dinho. O mais gato, mais bonito, mais disputado, mais querido, e...

-Mais galinha! -completei enquanto todos riam.

-E eu, sou o Vitor! -disse o de olhos azuis. Raciocinando: ele era o garoto da janela. Que ele não me reconhecesse. -E você, é a garota que eu vi agora de pouco. Tão linda! -ele riu. -Poderia ter continuada distraída com meus posters da parede, né?

-Filho da mãe! -reclamei. -Fiquei apenas intrigada.

-Pois se quiser um autografo, passa lá no meu quarto que eu te dou amostra grátis também. -ele riu e eu me fiz de irônica. -Mais aqueles posters gata, sou eu na capa da revista.

-Ele poderia te dar uma revista se a mãe dele não tivesse pegado todas para ela, por conta das garotas que pulavam desesperadas atrás dele. -disse a garota loira, rindo da cara do ''Vitor''.

-Pula essa parte, cara! Vocês nunca vão esquecer? -riu.

-Não. ''Vitor, querido, comprei todas as suas revistas e ainda disse que você não é nada do que parece. Disse que você era casado''. A sua cara foi impagável. -zoou Nicholas.

-''Poxa mãe, eu tava ficando famoso!''. -completou Gil.

-Chega! -disse Vitor. -Lia, as meninas são: Maria de Fatima, mais pode chamar ela de Fatinha, que é melhor. -disse apontando para uma loira. -E essa aqui é a Juliana, mais pode chamar ela de Juli. -disse apontando para a outra. Deveriam ser periguetes, aposto. Mais vivendo com essa turma, deveriam pensar o mesmo de mim. -A entojadinha que saiu daqui é a Luana. Ela é depressiva, nem liga.

-Ela é louca mesmo. -disse Fatinha rindo simpatica. Ou não. Ela me olhou com um olhar mortal logo depois. -Bruno, vamos dançar? -disse ela puxando o garoto de perto de mim.

Enfim, todo mundo saiu para dançar, e eu sinceramente estava achando essa festa um tédio. A vaca da Luana não deu mais as caras por aqui. O Vitor dançava com algumas garotas. ALGUMAS. Ele não presta. Filho da mãe. Não podiamos chamar aquilo de dança, mesmo né?

-E ai LiGatinha? -disse Vitor bebendo minha bebida.

-Minha bebida cara! Sabia que eu sou menor de idade e não posso pedir? -disse brava. Agora ele me paga. -Vou ter que ir atrás de alguém pra pegar pra mim agora.

-Eu, talvez? -disse ele sorrindo.

-Não. Você não é alguém. -não sei qual era meu problema com ele, mais sinceramente, se ele queria mostrar que era bom, eu mostraria ser bem melhor.

Sai de lá e comecei a dançar. Os garotos me olhavam e logo eles estavam dançando praticamente colados comigo. Eu estava rindo sim, e me divertindo muuuuito. Mas o melhor era a cara do Vitor. Ele curtia o que eu fazia, mais não era muito fã dos caras do meu lado. Pra compensar ele começou a dançar com uma garota, e eu curti a minha noite sem ele. Pelo menos até o quase final dela, quando ele provocou.

-Sinceramente... Você sabe divar. Tenho que confessar. -disse ele rindo, enquanto estendia as mãos para cima, como quem se rende. -Mais, eu também, sou bonito o gostoso, e aposto que danço melhor que você.

A, ele quer apostar? Pois bem. Ele vai ver que na verdade está mechendo comigo. E quem meche comigo, sempre se da mal. Desafio aceito.

-Duvido que você dance melhor Vitor. Parece que está dançando a dança da chuva, enquanto pensa que esta ''causando''. -ri. -Mais o que eu ganho se eu ganhar?

-Pode fazer o que você quiser. -falou. -Mais lembre-se: se eu ganhar, você vai ter que fazer... O QUE EU QUISER. -disse ele com voz sexy, no meu ouvido.

-Apostado. Disse rindo...

E partimos para a pista de dança. Começamos a dançar. E como o Vitor era boiola demais para começar, eu tive que fazer as onras, né? Vamos ver quem é melhor, e ganhar de uma vez essa aposta.

Comecei a rebolar, sem me importar com o que as pessoas poderiam pensar. Umas das coisas que aprendi morando sozinha, é que uma das coisas mais normais é achar outra pessoa louca.

Ela é debochada
Ela é debochada
Senta, quica rebolando, olhando pra minha cara

Senta quica rebolando, senta quica rebolando,
Senta quica rebolando olhando pra minha cara

Ela é danada é poderosa
e quando dança ela sabe que provoca
jogando avanço toda empinada
que ela incomoda, essa mina se destaca

Eu via o Vitor me olhando, e seu que muitas pessoas pensavam que eu era uma periguete do caramba, mais não é nenhum pegador que vai fazer com que eu me esquive.


Tá gostosinho, tá gostosinho
eu fico louco quando você faz assim
Tá gostosinho, tá gostosinho
eu fico louco quando você faz assim

Eu tô vidrado, ligado nessa mulher
tá jogando charminho mostrando que me quer
nesse clima envolvente, num jogo de sedução
ela fica me estigando pra chamar minha atenção
Debochar que eu tô facinho
Debochar que eu gosto assim
Debochada desse jeito eu quero você pra mim.

A musica terminou, e eu apenas ria da cara do Vitor, como quem falava ''Já era pra mim agora''. Sai andando pelo meio das pessoas até chegar no lugar em que ele estava. Muitas já haviam sacado o que acontecia, apenas pelos comentários da Fatinha, e suas observações.

-Sua vez. -disse convencida de que tinha divado, e a cara dele, de quem estava gostando, era a melhor de todas.

-Não sei dançar isso. -disse ele ironico. -Não desse jeito. -riu. -Aposto que ganho de você, de qualquer jeito. Você vai ver. -novamente rindo.

E saiu rindo de perto de mim.

Onde eu chego eu paro tudo
A mulherada entra em pânico
Meu cordão é um absurdo
Meu perfume é da armani

De christian ou de oakley
De tommy ou lacoste
De cb 1000 da honda
Ou de Hyundai Veloster

Querido na balada
Bem vindo no puteiro
Até que eu cheguei longe
Eu sou simples sou guerreiro

Filho da mãe! Com a Fatinha dançando junto dele até os garotos mudariam de lado. Foi por essas e outras, que eu vou ter que tomar algumas providências. Ele que me espere! A vida dele vai virar uma loucura.

Claro que mesmo depois de tudo isso, eu acabei ganhando, por um voto de diferença, que a Luana deu pra mim, por que o Vitor deu um fora nela. Depois de tudo isso, ele foi pra pista de dança terminar a noite dele e eu decidi ir pra casa. As musicas já estavam ficando uma droga mesmo.

Notas finais
E ai? O que acharam? Comentem por favor gente linda!
Próximo capitulo:
-Aposto que você adoraria ir pro meu quarto!
-Você que pensa!
-Duvido que eu não consiga!
-Espere sentado!
-Você vem, e é agora!
COMENTEM SUAS LIINDAS!