Brides of Vampires - Interativa
11 Chapter X
Notas iniciais
Mansão Sakamaki, Biblioteca
– Certo, então... Quem começa? – Perguntou Azusa para as outras garotas presentes naquela grande biblioteca.
Todas estavam dispostas em um quase circulo um pouco torto e encontravam-se sentadas em alguns dos sofás e cadeiras que ficavam naquele ambiente.
Assim como praticamente toda a casa, a biblioteca possuía uma ambientação aparentemente antiga, como se tivesse saído de um filme de época, com grandes estantes completamente lotadas de livros, suportes de metal para velas nas paredes feitas de pedra e madeira e o teto estupidamente alto fazendo com que as garotas virassem apenas pequenas formigas se comparadas aquele ambiente.
Elas decidiram que contariam suas histórias e como e porque foram parar naquela casa. Desde que Azusa chegara ali, há bem poucos dias atrás, elas estavam tentando arranjar uma oportunidade de ficarem todas juntas em um único local e sem a presença dos irmãos, coisa que era um pouquinho complicada.
– Posso? – Elise perguntou e recebeu a confirmação silenciosa das garotas – Não há nada de muito impressionante na minha história e eu não sei o exato porquê de eu estar aqui e eu não faço a mínima ideia da razão que meus pais teriam para me mandar para uma casa cheia de... Vampiros loucos
– Eu acho que o porquê exato de estarmos aqui ninguém sabe, nem mesmo as pessoas que nos mandaram pra cá... Acho que elas não faziam a mínima ideia que estavam mandando pobres e inocentes lindas garotas para uma mansão cheia de vampiros saradões e não muito simpáticos – Falou Amy enquanto fazia gestos rápidos com as mãos
– Eu concordo com a parte de “não muito simpáticos” – Alice comentou fazendo aspas não ar com os dedos – Agora essa parte de “vampiros saradões” fale só pelo seu noivo bonitinho e estressadinho de cabelo branco, porque aquele loiro, se tivesse que fazer, teria preguiça até de respirar e só não morreria sufocado porque teria preguiça de fazer isso também
Elise, assim como as outras garotas, soltou uma breve risadinha tanto do comentário de Amy quanto do de Alice. Exceto Nunally que se confundia mais e mais cada vez que as garotas falavam em “Vampiros”, mas resolveu não questionar apesar de não estar entendendo.
– Continue Lise-chan – Nunally incentivou a garota a voltar com o assunto original
– Certo – Elise começou – Bom, para inicio, meu nome completo é Elise Friedrich, tenho 18 anos e vim da Alemanha.
– Uou... Quase nada longe – Miyuki comentou e Elise concordou silenciosamente dando um pequeno sorrisinho.
– Segundo o que meus pais me disseram, eu estaria vindo pra cá para fazer algum tipo de intercâmbio para aprimorar os meus estudos e minha fluência em japonês e que durante esse tempo eu ficaria na casa da família Sakamaki porque eles se responsabilizariam por mim.
– Eu acho que seus pais confiaram essa responsabilidade as pessoas erradas – Azusa se pronunciou. Ela tinha evitado comentários até o momento para não atrapalhar a fala de Elise, mas não conseguiu segurar esse.
– Eu tenho a completa certeza – A Friedrich suspirou – Antes tivessem me mandado para um colégio interno...
– Ah, fala sério! Se tivessem te mandado para um colégio interno você não teria tido a honra e o prazer de ter conhecido a gente! – Amy falou como se fosse a coisa mais óbvia naquele momento e Elise a olhou de um jeito meio estranho – Ah, ok. Desculpe... Pode continuar
Quando a ficha da garota de cabelos brancos finalmente caiu ela fez um pequeno gesto para indicar que Elise continuasse falando
– Meu pai é engenheiro eletrônico e minha mãe é dona de uma não tão grande empresa de cosméticos e por conta disso eles não param muito em casa, mas não que isso seja muito importante. E eu tenho um irmão mais velho que se chama Sebastian – A garota se calou por instante pensando se havia mais alguma coisa para falar, mas não se lembrou de nada relevante então apenas deu de ombros – Eu acho que é apenas isso
– Próxima? – Miyuki perguntou arqueando uma sobrancelha
– Pode ser eu? – Azusa perguntou um pouco acanhadamente e logo em seguida recebeu a confirmação das garotas a fazendo abrir um sorriso animado – Meu nome é Azusa Nakano, eu tenho 17 anos e vim da Inglaterra.
– Mais uma que veio ali da esquina – Miyu comentou distraidamente revirando os olhos fazendo Azusa liberar uma risadinha
– Eu não sei por que eu estou aqui, só sei que um dia eu ouvi minha tia conversando alguma coisa com alguém no telefone e depois ela me chamou e me disse que eu viria para cá e eu não tive escolha a não ser aceitar
Azusa estava pouquíssimo tempo na casa, mas mesmo conhecendo as garotas há apenas alguns poucos dias ela sentia que todas eram boas pessoas cada uma com seu jeito.
A pequena infelizmente teve a confirmação daquilo que temia e graças a Raito ela descobriu, por sinal de uma forma não muito agradável, que o senhor taxista estava correto ao dizer que naquela casa haviam vampiros. Não foram necessários muitos minutos na presença do garoto até que ele finalmente a mordesse e esse fato deixou a garota muito assustada e por mais que ela não quisesse, até segunda ordem pelo menos, ela teria que aceitar que Raito era seu noivo e que ela teria que conviver com vampiros por um bom momento de sua vida.
Azusa, um pouquinho depois que havia chegado a casa, descobriu que as outras garotas já estavam ali há algum tempinho e o encontro que ela teve com os outros irmãos foi bem diferente do que ela imaginou que seria quando a disseram que ela iria para a casa de uma “família”.
– Quando eu era bem mais nova – A pequena começou fazendo algumas pequenas pausas em sua fala, como se o assunto a incomodasse — Meus pais morreram em um acidente de carro e desde então eu passei a morar com uma tia minha que, por algum motivo que eu não sei, nunca gostou nada de mim, e bem... Não dá pra reclamar já que eu também não ia muito com a cara dela
– Então você morou um grande tempo com uma pessoa que não gostava de você? – Nunally perguntou meio abismada, em sua realidade aquilo era algo completamente inimaginável já que sempre viveu somente com pessoas que ela gostava muito e que tinha certeza absoluta que também gostavam dela.
– Pela parte da minha tia sim, mas na casa dela trabalhava uma mulher que pra mim sempre vai ser a minha segunda mãe, então eu não estava em uma situação tão ruim assim – Azusa disse dando um pequeno sorriso fraco.
– Minha vez? – Miyuki perguntou ao notar que Azusa havia acabado seu relato
– À vontade – Alice a respondeu fazendo um pequeno gesto para que ela seguisse em frente
– Ao contrario da Elise e da Azusa, eu acho que a minha história vai ser um pouquinho mais extensa, mas vamos começar do início – Miyuki respirou profundamente antes de começar – Meu nome todo é Miyuki Yatogami, tenho 16 anos e sou daqui mesmo, Tóquio, Japão
– Esse negocio tá por ordem de idade? – Amy perguntou – Elise tem 18, Azusa 17 e agora Miyu 16... Quem tem 15?
A albina olhou para todos os presentes na sala, mas ninguém se manifestou e nem fez menção de fazê-lo.
– Oh, ok, parece que a nossa ordem vai ser quebrada na próxima – Alice comentou balançando a cabeça fingindo estar decepcionada.
Elise olhou para as garotas e soltou um suspiro enquanto balançava a cabeça negativamente
– Minha mãe morreu no meu parto e meu pai era só mais bêbado inútil no mundo que não gostava nadinha de mim, e não me pergunte o porquê disso. Depois de algum tempo ele acabou morrendo de uma doença no coração e só foi mais apenas uma confirmação que eu não tinha mais ninguém já que ele nem se importava com a minha existência
– Meu Deus! – Nunally tapou a boca novamente assustada – Seu pai não se importava com você?
– Nem um pouquinho – Miyuki abaixou os olhos pensando na sua própria história antes de continuar falando – Depois que ele morreu eu fui pra um orfanato e fiquei por lá por 3 anos até que um belo dia nem tão belo assim o orfanato pegou fogo e esse incêndio matou muita gente. Eu não lembro muito desse dia, lembro de quando o fogo começou todo mundo ficou desesperado e que a porta principal e a de emergência foram os primeiros lugares por onde o fogo passou
– Então muito provavelmente foi um incêndio criminoso – Alice falou e as garotas olharam para ela em certa dúvida – Se o incêndio tivesse começado na cozinha ou em algum dos quartos seria praticamente 100% de certeza que ele era acidental, ou seja, a origem do fogo seria um acidente ou descuido, como por exemplo, uma vela perto da cortina do quarto ou uma falta de cuidado no manejo do fogão na cozinha.
– Então você está dizendo que alguém foi lá e colocou fogo na porta principal e na saída de emergência? – Elise perguntou olhando para Alice com a sobrancelha arqueada
–Basicamente, sim. É a explicação mais lógica. Porque se o fogo tivesse começado na cozinha ou no quarto não teria como perceber somente quando ele chegasse à porta principal, entendeu? Mas eu não estou dizendo com 100% de certeza, é apenas uma suposição baseada em fatos lógicos. Não que lógica seja muito meu forte...
–Entendi – Amy colocou a mão no queixo depois de falar em sinal que estava pensando em alguma coisa – Mas qual seria o objetivo do cara ao incendiar um orfanato cheio de crianças de uma forma que ninguém pudesse entrar e muito menos sair?
– Bom, vai saber – Elise deu de ombros.
– A gente nem sabe com certeza se foi realmente um incêndio criminoso – Azusa falou – Mas se for, essa pessoa com toda a certeza queria matar todo mundo ou pelo menos muitas pessoas.
– É um bom ponto e acho vocês podem ter razão, mas não há nada que nos ajude a confirmar já que os policiais nem se deram ao trabalho de procurar muito por isso.
– Mas eles não deveriam ao menos investigar isso? – Nunally perguntou franzindo o cenho
– Sim, deveriam mais não fizeram – Miyuki respondeu a garota – Depois desse incêndio eu fiquei algum tempinho no hospital e então, depois que eu recebi alta, eu fui mandada para outro orfanato, mas só fiquei lá por alguns dias já que logo depois me avisaram que eu tinha sido adotada e iria para um tempo de experiência com essa família... E foi assim que eu vim parar aqui
– Pera... Você foi adotada? – Alice perguntou com os olhos meio arregalados – Então isso significa que-
– Que você é tipo irmã daqueles garotos? – Azusa completou a ideia de Alice
– Isso é meio estranho... – Foi a vez de Elise comentar fazendo uma careta estranha enquanto analisava a ideia
– Eu nem tinha parado pra analisar, mas agora é muito estranho – Miyuki fez uma careta – Quer dizer que eu quase irmã do meu “noivo”? Credo...
– Eu acho melhor não pensar muito nesses detalhes – A pequena Nakano sugeriu e as outras garotas rapidamente concordaram com ela
– Faltam... – Amy olhou para todas as garotas antes de continuar a frase para confirma-la – Eu, Ali e Nunally?
– Os últimos serão os primeiros – Alice deu de ombros
– Sim, mas quem das últimas vai primeiro? – Perguntou Miyuki
– Eu suponho que a minha história é a menor já que não tem muitos detalhes, então eu acho que eu posso começar a terminar essa sessão de “Sente-se que lá vem história”
– Então comece – Elise disse fazendo um sinal com a mão para Alice
– Era uma vez, em um reino talvez um pouquinho distante chamado Estados Unidos da América, ou EUA para abiguinhos íntimos, há 17 floridas primaveras atrás nascia uma linda menininha chamada Alice Jasphier que, após completar seu primeiro aninho de vida, foi deixada, largada ou abandonada, escolha a palavra que melhor lhe convir, na porta de um grande orfanato na qual ela viveu até o auge de suas 17 luas, mas um belo dia a bruxa má do Oeste, também conhecida como Madelene Garcez também conhecida como diretora do orfanato, chamou a pequenina Alice para sua sala e disse que ela iria para casa de uns ótimos samaritanos que decidiram acolher em sua pequena residência essa aclamada criança, então a pequena grande Alice que não curte cogumelos e que por conta disso não vai para o País das Maravilhas, após xingar muito não só a mãe, mas todos os ancestrais próximos da bruxa má teve que aceitar vir para essa tão misteriosa casa... E acabou parando aqui, numa casa cheia de vampiros problemáticos e noiva de um preguiçoso... E todos viveram felizes para sempre, Fim
Assim que Alice terminou seu relato Amy aplaudiu fazendo a morena se levantar e fazer uma pequena reverencia
– Obrigada, obrigada – A garota disse para logo em seguida voltar a se sentar.
– Foi um jeito interessante de contar a sua história, eu admito, mas você não disse quase nada de relevante – Elise comentou a olhando com uma sobrancelha arqueada.
– Não há mais nada de relevante que eu posso dizer... Eu não sei de muita coisa, quer dizer, eu não passei por muita coisa. Eu vivi a minha vida praticamente toda naquele orfanato e eu era tão nova quando eu cheguei lá que é praticamente impossível eu me lembrar de mais alguma coisa antes
– Eu entendo seu ponto – Azusa falou – Acho que da sua história, mesmo que houvesse mais alguma coisa, não seria necessário que nós soubéssemos. Só pelo que você falou já dá para entendermos o suficiente – Alice abriu um pequeno sorriso agradecido para a pequena Nakano
– Certo, certo. Minha vez agora – Amy disse enquanto cruzava as pernas – Nana-chan ficará por último, tudo bem por você?
– Sim, pode começar – Nunally sorriu logo em seguida se ajeitando na cadeira onde estava.
– Ok – Amy respirou fundo – Meu nome é Amy Kuronuma e eu vim da Rússia
– Todo mundo veio de um país diferente? Só eu que sobrei aqui no Japão? – Miyuki fez uma expressão ligeiramente indignada
– Eu também sou daqui – Nunally respondeu sorrindo
– Graças a Deus! Pelo menos uma! – A garota levantou seus braços
Enquanto quase todas as garotas riam de Miyuki, Elise reparou que Alice analisava a biblioteca como se procurasse por algo especifico e após passar os olhos por um determinado local ela abaixou um pouco a cabeça e mexeu os lábios sutilmente como se dissesse algo para si própria bem baixinho.
Essa atitude da morena deixou Elise um pouco desconfiada e ao mesmo tempo confusa, mas achou que seria melhor não perguntar nada para a garota, pelo menos por agora.
– Continuando – A voz de Amy fez com que Elise retirasse seu olhar de Alice e o colocasse de volta na conversa – Eu tenho 16 anos e tenho um irmão um ano mais velho que se chama Yuri. Quando eu tinha doze anos meus pais... Bem... Eles morreram em um acidente de avião e desde então eu e meu irmão fomos morar com um tio nosso que com certeza não é o tipo de individuo que ganharia o Nobel da paz e muito menos o premio de melhor pessoa neste pequenino universo, mas nos mandaram pra ficar com ele do mesmo jeito. Era horrível morar lá, mas nós acabamos nos acostumando com o tempo.
– Como assim era horrível? – Azusa perguntou
– A forma como ele tratava a gente não era muito agradável – Amy respondeu um pouco séria e ficando alguns segundos em silêncio após isso para depois fazer uma pequena careta e continuar falando – Depois de algum tempo morando lá, um dia, do nada, uns caras entraram na casa armados e subiram para o andar onde estavam meu tio e meu irmão e... Mataram meu tio – Amy respirou fundo e olhou para cima – Meu irmão viu tudo e não ficou muito bem depois disso e como nós não tínhamos mais ninguém para se responsabilizar pela gente e meu irmão não poderia assumir a minha guarda, já que ele ainda é menor, disseram que eu ficaria na casa de um amigo da minha família até meu irmão ter idade o suficiente para tomar conta de nós dois, e foi assim que eu vim parar aqui.
– Nossa, é uma história e tanto – Miyuki comentou.
– Mas por que eles mataram seu tio? – Nunally perguntou um pouco abismada com a história
– Porque ele estava metido em alguns negócios não muito legais, pelo menos eu acho que é isso...
– Ah, entendi – A pequena concordou com a cabeça.
– Você é a última Nunally – Elise lembrou a olhando
– É mesmo – Ela sorriu – Meu nome é Nunally Salassi, eu tenho 16 anos e vim do interior de Kyoto aqui no Japão.
– Viu Miyu? Não precisa chorar tanto, Nana-chan também é daqui – Alice brincou um pouco e Miyuki deu um pequeno sorriso.
– Pode continuar Nana-chan – Amy falou
– Ok – A Salassi concordou – Eu tenho–
Sem que Nunally soubesse o motivo sua frase travou no meio do caminho e um estranho sentimento ruim cresceu em seu peito, um desconforto enorme. Como se algo no meio daquilo tudo não estivesse certo. A garota colocou a mão no coração e respirou fundo numa tentativa de afastar aquela sensação ruim
– Você está bem? – Azusa perguntou colocando a mão no ombro de Nunally. Sem que a Salassi se desse conta Azusa havia se levantado e caminhado até ela sendo acompanhada do olhar preocupado das outras garotas
– Eu estou bem sim, desculpe a preocupação – Nunally respondeu dando um pequeno sorriso – Como eu dizia, eu tenho um irmão mais velho que se chama Reino Salassi – Ela continuava com aquela estranha sensação de que algo estava errado, mas resolveu novamente ignorar como sempre fazia quando sentia isso – Minha mãe é médica e meu pai é psicólogo. Nós morávamos no interior e meus pais cuidavam da maioria das pessoas que precisavam nas redondezas. Minha mãe cuidava do corpo, ajudando com ferimentos e doenças, já meu pai cuidava da mente, ajudando pessoas que tiveram traumas ou algum problema pessoal.
– É tão bonitinho ela falando não é? – Amy sussurrou para Azusa
– Sim, ela não tira o sorriso do rosto nem um segundo – Azusa respondeu a de cabelos albinos dando um pequeno sorriso.
– Mas um dia – Pela primeira vez desde que havia começado a falar, o sorriso da pequena se desmanchou – Eu não sei o porquê, mas eles me deixaram no aeroporto com a minha vó dizendo que eles precisariam viajar e que enquanto isso eu ficaria na casa da família Sakamaki, mas que eles voltariam para me buscar – Saber que seus pais voltariam para busca-la fez com que seu sorriso aparecesse novamente.
– Pelo menos seus pais prometeram vir buscar você –Miyu comentou – E eu que fui adotada por essa família louca? Vou morrer aqui – Falou olhando para cima
– Você não é a única. Estamos juntas nesse bote furado, garota – Alice falou logo em seguida e levantou sua mão para fazer um toque com Miyuki e foi rapidamente respondida.
– Até segunda ordem estamos todas juntas nessa, crianças. E vocês não imaginam o quão feliz isso me deixa – Amy disse sarcástica com uma enorme cara de tédio
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