Breath Of Life - Dramione

13 Capítulo 12 - Uma batalha sobre confiança


- Então, de acordo com você nós estamos entrando em uma nova guerra — Pansy disse irônica, encostada na parede da ala dos hospitais — Fantástico.

- Pansy, por favor seja um pouco mais gentil — Astória retrucou enquanto trocava as bandagens de Rony no braço, ele havia se cortado com os cacos de vidros de uma poção quebrada.

Gina bufou e olhou ao redor do quarto todo branco. Ela havia contado dos planos do Ministro Trouxa fazia exatamente dois dias e quatro horas. Ela estava ali principalmente para tirar Rony da maca e o levar para se preparar, pois naquele dia era o dia em que eles iriam sair daquele inferno.

- Por que eu tenho que sair exatamente? — Rony perguntou, meio grogue por causa dos remédios.

- Porque se você ficar você vai ser morto, acho que não tem melhor motivo do que isso — Gina retrucou e então se virou para Astória — Ele pode sair não é mesmo? Ele... já superou aquele problema?

- As vezes ele olha pra mim e pensa que eu sou Daphne, é meio triste na verdade — Astória disse olhando pro chão — Mas isso passa se eu não ficar perto dele. Pansy é curandeira também, ela pode cuidar dele no meu lugar.

— Sem chance que eu vou cuidar dessa... coisa — Parkinson retrucou emburrada — Seria nojento.

- Olha como você fala do meu irmão sua vadia encalhada — Gina disse entre dentes — Nojento seria ele ser cuidado por você — ela se virou novamente para Astória — Desculpe, mas ela não vai cuidar do meu irmão. E eu falo isso em nome de toda a minha família.

- Tudo bem, acho que ele se acostumou comigo de qualquer maneira — Astória disse indiferente — Agora, vamos buscar umas armas pra ele antes que o "incêndio" comece.

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Hermione acordou de poucas horas de sono, já que depois dos acontecimentos da noite passada era muito difícil dormir sem ter pesadelos ou sem pensar que você poderia ter morrido. O cheiro de sangue era muito forte a fez ter vontade de vomitar, mas ela estava de estômago vazio então, não haveria o que vomitar, mesmo essa ideia sendo muito nojenta. O carro estava parado no meio da estrada de novo, só que estava de manhã. Malfoy e Theo estavam do lado de fora do veículo e Nott fumava um cigarro.

Ela desceu do carro e foi até eles.

- O que aconteceu? — perguntou.

- O carro tá uma merda, se podemos chamar isso de carro — Theo retrucou assoprando a fumaça — Tem restos de zumbi, cheiro de sangue, vidros quebrados e agora o motor se foi.

Hermione se sentou no asfalto e pegou a bolsinha de contas, procurando algo pra comer.

- Simples, arranje outro carro — disse sem olhar pra nenhum deles.

- Não sei se você percebeu Granger, mas não tem uma loja de carros por aqui — Malfoy disse do seu jeito de sempre — E não há comida também.

- Mas eu tinha biscoitos bem aqui... — Hermione retrucou revirando a bolsa.

- Eu comi eles — ele disse e ela meio que viu o canto dos seus lábios de curvarem.

Ela bufou e se levantou, prendendo a bolsinha no seu cinto já que não queria ficar carregando. Ela tossiu quando Theo assoprou mais fumaça e o vento a empurrou em sua direção.

- Então o que vamos fazer? Ficar aqui no meio do nada esperando a morte vir nos buscar? — Hermione perguntou sarcástica, se escorando no carro.

- Por mais que essa oferta seja tentadora, não. — Theo falou e então apontou para trás — Tem uma placa mais lá atrás dizendo que tem uma cidadezinha mais adiante. O nome estava desbotado então eu não o vi. Não interessa mesmo.

- Então vamos de uma vez — Draco disse entre dentes e sem vontade.

Os três pegaram as armas e munições, colocando na bolsinha encantada. Começaram a andar pela estrada deserta, só olhando pra frente e sob o sol. Infelizmente, naquele dia o calor era horrível. Hermione sentiu que ia desmaiar considerando o fato de que não havia comido nada e a temperatura. Seus lábios estavam rachados por falta de água, então, ela pegou uma garrafinha, dando grandes goles.

- Eu me sinto no inferno — ela disse de repente.

Draco a olhou.

- Por ? — perguntou sem realmente querer saber.

- Eu sinto falta de tudo, mas principalmente do tempo em que eu não tinha que me preocupar com mortos andantes, falta de água e comida e principalmente sobre a falta de um banho — ela disse e parecia que tudo o que havia citado estava muito distante — Argh, como eu sinto a falta de um chuveiro.

- Argh, como eu sinto falta de uma punheta — Theo disse no mesmo tom dela, mas havia diversão em sua voz — Principalmente de peitos. Malfoy, você sente falta de peitos?

- Sinto — ele respondeu sem emoção.

- A gente está praticamente no fim do mundo e a coisa que vocês mais sentem falta são... de peitos? — Hermione perguntou estupefata.

- Claro, sexo também. Sexo é ótimo. — Theo parecia estar em um flashback mental, mas então ele sorriu — Hey Granger, você é uma garota.

- Bem observado Nott — Draco disse secamente — Você é um descobridor cara. Devia escrever um livro sobre isso, sério mesmo.

- Você não entendeu o meu ponto Malfoy — ele disse levantando a mão com o cigarro — Ela tem peitos.

- Sim, bem, geralmente é assim que funciona — Draco falou de volta.

- Epa epa epa, eu entendi o que você está sugerindo e não, eu não vou ser o brinquedo sexual de vocês porque vocês estão carentes ou coisa parecida — Hermione disse para os dois — Agora, nós temos que nos concentrar é em chegar nessa cidade fazendo o minimo de barulho o possível.

- Eu não sabia que ela conseguia falar a palavra "sexo", ela é toda certinha e tal — Draco fingiu um sussurro para Theo.

- Eu tenho vinte e três anos Malfoy, não sete — ela retrucou.

Eles então caminharam em silêncio até uma enorme parte da estrada onde já dava pra se ver uns edifícios abandonados. Havia uma parte que dava para fora e outra que levava para o centro. Hermione tirou a sua arma que estava carregada e ficou atenta ao seu redor. Malfoy e Nott fizeram o mesmo. Havia um grande armazém de produtos coloniais e Draco fez sinal com a cabeça para entrarem ali. Em silêncio e tomando cuidado onde pisavam, eles entraram no lugar que estava completamente sujo, mas para sua sorte, ainda havia comida nas prateleiras.

- Acho melhor ficarmos aqui, se entrarmos na cidade pode ter muitos deles — Draco disse em tom ainda baixo — Achem o que dê para comer.

Theo tirou uma caixa de cereais coloridos sabor frutas. Hermione achou pote de geléias e torradinhas. Draco achou cerveja e ele deu um assovio de apreciação. Hermione se agachou atrás do balcão e achou alguns recepientes de metal além de uma colher.

- Eu preparo o almoço — anunciou, ela realmente não queria comer a comida preparada por eles.

Fizeram um montinho com embalagens de papelão vazias. Draco achou melhor colocarem potes de vidro vazios de pepinos em conserva em volta, para o fogo não sair fora de controle. Theo achou duas barrinhas de ferro, que serviam para deixar a porta dos fundos fechada e colocou por cima. Acenderam o fogo com uma caixinha de fósforo. Um fogão improvisado.

Hermione colocou um pouco de água, tendo receio de gastar, mas a fome era maior. Draco passou o pacote de arroz e ela colocou. Um pacote de macarrão foi usado, junto com feijões brasileiros e um pote de milho em conserva. Não era de longe a melhor das refeições.

Theo pegou os pratinhos de plástico que se usava em festas de aniversario. Hermione pegou dois garfos e ficou com a colher. Quando a comida estava pronta, eles não pensavam duas vezes antes de comer, mesmo o gosto estando horrível.

- Eu lembrei de outra coisa que eu sinto falta — Hermione disse de repente — Da comida da minha mãe, vocês não sabem o quão incrível a lasanha dela era.

- Sua mãe cozinhava? — Malfoy perguntou e ele parecia surpreso. Quando ela assentiu, ele sorriu — Trouxas. Minha mãe nunca cozinhou, era sempre os elfos domésticos.

- Minha mãe tentou uma vez, a comida dela era uma porcaria... ela então pediu pro nosso elfo, Rogby, preparar uma refeição e dizer pro meu pai que foi ela mesma que fez — Theo parecia em outra dimensão, assim como ele tinha falado dos peitos antes — Meu pai descobriu mas não falou nada. Ele apenas sorriu e disse "Cassandra, que comida maravilhosa" e então minha mãe ficou se gabando pra mim sobre como ela era inteligente.

Algo na voz de Theo não mostrava que ele amava os seus pais. Mostrava que ele havia amado eles algum dia. Hermione abaixou o olhar.

- Bem... — ela decidiu mudar de assunto — Precisamos de um carro.

- Não estou com vontade de sair atrás de um agora — Theo disse pensativo — Eu quase não dormi de noite. Quero só ficar bêbado e depois dormir.

- Sirva-se — Draco estendeu a garrafa de cerveja.

Theo a pegou sem pensar duas vezes e saiu do armazém, indo para a beira da estrada. Quando ele saiu de vista Hermione pode sentir o ar livre de fumaça. Ela pegou os pratos vazios e deixou de canto, tirou a panela que também estava vazia e jogou em um canto da loja. Apagou o fogo, já que estava quente demais.

- Eu sei que eu não posso falar muita coisa com você — Draco começou a falar e Hermione o olhou curiosa — Mas nunca cite os pais de Nott.

- Por? — ela perguntou.

- É um assunto delicado pra ele, não que eu me importe que ele esteja machucado e essas porras, mas ele pode ficar um pouco violento de vez em quando — Malfoy disse e deu um gole na cerveja.

- Eu não consigo o ver como uma pessoa violenta — ela respondeu, se encostando num balcão.

- Eu também não conseguia imaginar você com uma arma na mão e lutando por ai contra mortos-vivos e olha só onde estamos — Malfoy riu sem graça — Mas só faça o que eu te disse.

- E por que eu faria isso? Eu nunca segui nenhuma ordem sua Malfoy, não é agora que eu vou fazer isso — Ela o olhou irônica.

- Quatro anos podem mudar muita coisa — ele divagou e então a olhou erguendo a sobrancelha — Eu por exemplo, eu estou bebendo uma cerveja trouxa agora mesmo.

- Isso prova que você começou a gostar de coisas que você não costumava gostar, não diz quem você é e se você realmente mudou — ela o olhou seriamente — Uma pergunta que pode provar ou não: Quem você confiaria a sua retaguarda?

- Isso não prova nada, são questões de confiança — Draco fez uma careta.

- Não, isso prova bastante. Pois você poderia confiar em mim, mas não confia. Você ainda não confia e não confiava também. Então, você não mudou. E sabe o que mais? Eu também não confiaria em você — Hermione quis por um ponto final da conversa.

- Sim... bem, se eu confiasse em você, o que me daria em troca? — ele perguntou.

- Eu preciso dar algo em troca? — ela perguntou e quando não teve nenhuma resposta ela considerou como um "sim" — Você teria a minha confiança em você.

- Não é grande coisa.

- Tudo bem, pense o que quiser, nem sei como essa conversa chegou nesse assunto — Hermione resmungou e se deitou — Agora, se me der licença...

- Tenha muitos pesadelos Granger — Draco disse se levantando — Eu vou checar o perímetro.

- Perímetro. Olha só você — ela zombou.

Quando Draco saiu para fora, Hermione ficou deitada no chão duro e frio, olhando para o teto e pensando o que estava acontecendo no subsolo.

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Harry Potter estava ao lado de Blaise Zabini e de membros da Ordem, Sonserinos e todos os outros bruxos dos subsolos. Eles estavam bem no fim do lugar, em uma enorme fileira, todos com varinhas e alguns com armas. Rony já estava novamente em roupas normais, com sua varinha a mão e uma arma na outra. Eles estavam todos se preparando para a primeira batalha. Lá, quilômetros adiante, na saída do subsolo, estavam os soldados trouxas, que não iriam deixar ninguém sair.

- Atenção a todos — Harry começou — Hoje é a nossa primeira oportunidade de mostrar que somos capazes de vencer e que não somos tão fracos quanto eles pensam. Alguns de nós já lutaram algum dia, talvez em lados diferentes, mas hoje lutamos por um só lado.

Alguns bruxos ergueram as varinhas e gritaram. Os idosos e as crianças ficavam no fundo da multidão, para tentarem ao máximo não participarem da luta já que eles não tinham varinhas e seria perigoso utilizarem uma arma trouxa.

- Nós iremos, de começo, ir no maior silêncio possível — Zabini disse — Todos atrás de mim e de Potter, cuidado com os tiros, podem ter certeza que eles virão e também tenham certeza que eles são tão fatais quanto a Maldição da Morte. No meu sinal, quero que usem o feitiço neblina.

Ninguém respondeu, seguindo a regra do silêncio, mas alguns assentiram. Harry e Blaise se entreolharam e assentiram. Astória olhou preocupada para Blaise e ele sorriu para ela tranquilamente.

Começaram a andar.

No silêncio, todos olharam para os lados, para os corredores laterais que seriam fatais se alguém passasse por ali despercebido. Harry acenou para Gina, que fez sinal para um grupo de bruxos e foram para o corredor da direita. Astória e Pansy haviam ido com ela. Blaise acenou para Marcus Flint, um sonserino, e ele e outros bruxos foram para o corredor da direita. O resto seguiu em linha reta.

O teto e o chão tremeram. Todos pararam bruscamente.

- Sentiu isso? — Blaise sussurrou para Harry.

- Sim — Harry respondeu para ele e então se virou para a multidão que estava alarmada — Continuem!

Blaise fez um sinal com a mão levantada e os bruxos começaram a lançar um feitiço de neblina assim como chegavam mais perto do local central. Rony usou um feitiço para que apenas os bruxos consigam ver além da névoa, e assim funcionou.

Foi quando o som de tiros começaram a ser ouvidos, vindo do lado esquerdo.

- AGORA! — Harry berrou.

Todos da multidão saíram correndo através da neblina, podendo enxergar. Do outro lado, homens e mulheres trouxas atiravam loucamente. Zabini lançou um Avada em um homem que estava sem capacete e ameaçou atacar uma bruxa de cabelos grisalhos.

Flashes de feitiços vinham de todos os lados, alguns usavam Expelliarmus e Estupefaça, outros, já apelavam para as Maldições sem remorso algum. Rony sentiu um impacto contra a sua perna e uma dor bem forte: Havia levado um tiro. Viu um cara com uma pistola, atrás da lata de lixo. Com raiva, Rony lançou um Sectusempra e o soldado caiu no chão ao meio de uma poça de sangue.

Harry gritou algo para Blaise que não escutou por estar atrás de uma mesa que havia sido derrubada, lançando feitiços contra três homens de metralhadoras.

- Sem chance, eles são muitos! — Alguém gritou da multidão, havia dor na sua voz.

- FEITIÇOS ESCUDOS! AGORA! — Kingsley, que estava na luta, berrou.

Feitiços Protego foram usados e cada bruxo ficou dentro de um escudo invisível prateado, os tiros batiam e ricocheteavam, as balas caindo no chão como se fossem gotas de chuva. Harry avançou contra um dos inimigos enquanto os bruxos faziam a mesma ação, atacando.

- Harry! Nós precisamos passar pelos... — Rony falava antes de atacar outro homem — Pelos homens com essas metralhadoras, o Ministro Trouxa deve estar atrás dessa multidão.

- Não vamos conseguir ir atrás dele hoje, p-precisamos... — Harry lançou um Estupefaça — Tirar essas pessoas daqui primeiro.

Rony concordou e lançou mais feitiços, se isso fosse possível. Blaise viu que eles haviam avançado e gritou para todos correrem adiante. A maioria dos soldados estavam caídos, feridos ou mortos. Alguns estavam escondidos através de alguns pilares ou móveis retirados dos quartos. Os bruxos saíram correndo adiante, indo para o saguão principal.

No lado direito, Gina liderava os bruxos que com ela estavam. Astória parecia incrivelmente nervosa e a ruiva soube que ela não era de lutar. Pansy já parecia incrivelmente confiante. Não havia nenhum solado ali naquela direção. Gina ouviu os passos dos bruxos avançando.

- Eles conseguiram passar, não podemos retornar ou nós vamos ficar encurralados — ela disse para todos que estavam com ela — Tentem achar uma saída daqui, e rápido!

Os bruxos começaram a bater nas paredes, tentaram abrir as portas. Mas foi Pansy que achou a solução.

- Aqui! — ela gritou apontando para um duto de ar.

- Boa Pansy! — Astória a parabenizou.

- Todos aqui! Pelo duto de ar! Rápido, rápido, rápido! — Gina gritava.

As duas crianças que estavam com eles foram primeiro, depois Gina e em seguida o resto dos bruxos, entrando no duto de ar organizadamente. Usando um feitiço para os guiar, Astória dizia onde deviam virar e onde deviam seguir em frente. Estavam indo em direção ao saguão.

No lado esquerdo, Marcus Flint havia conseguido achar uma saída mais fácil, utilizando a praça de Alimentação onde havia apenas cinco soldados do quão passaram facilmente. Haviam conseguido chegar no saguão.

No saguão a batalha principal acontecia. Os Weasley estavam amontoados juntos, lutando bravamente. Havia uma mulher incrivelmente bela e loira, Narcisa Malfoy, lutando com sua varinha. Ela estava acompanhada de um curadeiro, pois em sua mente doente, ela estava lutando contra dragões noruegueses.

Um estralo veio do laboratório.

- Eles soltaram os zumbis — Blaise falou sombriamente e então gritou para todos — ARMAS NA MÃO! MORDEDORES A CAMINHO!

Todos se viraram para ver alguns zumbis vindo lentamente em direção a eles. Harry começou a atirar, junto com mais alguns bruxos. Uma criança gritou. Não estava a vista infelizmente. Mais e mais zumbis saiam do laboratório. Gina saiu do duto de ar de repente, junto com os outros bruxos e entraram na luta. Ela se aproximou de Harry e os dois ficaram juntos.

Alguns bruxos começaram a cair quando mais zumbis e mais soldados se aproximaram. Eles perceberam que talvez iriam perder. Perder vidas, perder a batalha e perder a sua liberdade. Harry então tomou uma decisão.

- FOGO! TAQUEM FOGO NO LUGAR! — Harry berrou para todos.

Exclamações de "Incendio" foram ouvidas. Logo, o saguão inteiro estava em chamas, assim como soldados caiam mortos ou feridos no chão e a multidão de bruxos tentava fugir não só das chamas, mas sim daquele lugar.

Notas finais
Esse é o capitulo mais longo da fic até agora. Tem poucos momentos Dramione e Theo ( tadinho, forever alone ) mas é porque eu quis mostrar mais como era o começo da batalha para os bruxos saírem dali. Sim, esse é só o começo. Maaas, espero que tenham gostado da fic até agora. Como sempre, vou agradecer os comentários e a recomendação da Julia Malik Armstrong, muito obrigada esse capitulo foi para você.
Uma outra coisa: Essa fic vai ser bem longa, acho que no fim vai dar uns 50 ou mais capítulos.
Uma segunda coisa: Comentem por favor? Sempre ajuda saber a opinião de vocês, saber no que tenho que melhorar... sugestões e essas coisas sempre são bem vindas.
Uma terceira coisa: Quem puder, pode recomendar a fic para divulgar? Se não quiser, tudo bem, mas é que sempre é bom alguém ajudar na divulgação.
Agora, vou parar de encher o saco de vocês.
Beeeijos :*