Notas iniciais
que bom que gostaram no ultimo cap hehe esse é o penúltimo cap dessa temporada hehehe *-* vamos ler

Finn

O dia havia clareado e observo Rachel dormindo ao meu lado. Me levanto e me aproximo dela e acaricio suas costas sorrindo. Eu beijo o ombro dela e sorrio.

–Fantástico. — Eu falo sorrindo mas ela não acorda.

Ela continua parada deitada ao meu lado e eu franzo a testa por ela não se mexer. Eu coloco meus dedo no pescoço dela tentando sentir algum batimento e ela se mexe e acorda me encarando confusa. Ela estava muito perto.

–Está checando meu pulso? — Ela pergunta.

–Você estava muito parada. — Eu falo com vergonha e dou risada e ela ri também. — Bem... Foi muito divertido. — Ela ri e eu sorrio. — Eu não sei o que dizer. — Eu a encaro e ela morde o lábio, ela era linda de manhã. Tive uma ideia. Espere aqui, está bem? — Eu falo me levantando e vestindo uma roupa. — Farei uma coisa. Fique aqui.

–Está bem. — Ela fala enquanto eu saio do quarto

–X-

Eu havia feito o café da manhã perfeito para ela com tudo o que ela gostava. Pego a bandeja e caminho em direção ao quarto e paro ao ver um homem na minha frente e arregalo os olhos. Droga.

–Leroy. — Eu exclamo assustado ao ver o pai de Rachel me encarar.

–Você. — Ele fala. — É... Você!

–Finn. — Eu falo.

–Isso. — Ele fala rindo. — Finn. Como pude esquecer? Desculpe atrapalhar. Sam me deixou entrar. O que vai fazer com isso? Parece comida de mulher.

–É para o Sam. — Eu minto ao ver Sam se sentando no sofá. — Sam, aqui está seu café da manhã, como você gosta.

–É por causa do meu aniversário? — Sam pergunta.

–É seu aniversário? — Eu pergunto confuso. — Por isso que eu fiz isso, é seu aniversário.

–Sei que está mentindo e estou sentido, mas vou comer mesmo assim. — Sam fala pegando a bandeja e se afastando.

–Até mais, Sam. — Eu falo e me viro pro pai de Rachel. — O que faz aqui, Leroy?

–O casamento! — Ele explica. — Não perderia o casamento da Santana. Cadê a Rachel?

–Finn, onde está nosso... — Rachel fala saindo do quarto e para ao ver seu pai assustada.

–Olhe quem encontrei. — Eu falo nervoso. — Seu pai!

–Pai! — Ela fala surpresa.

–Seu pai chegou hoje, Rachel. — Eu falo suspirando.

Rachel

Meu pai estava no sofá vendo TV e eu me aproximo de Finn.

–Ele nunca pode descobrir, senão vai te matar. — Eu sussurro para Finn e ele arregala os olhos. — Quando eu tinha 10 anos, ele me pegou beijando um cara, então trouxe os caras do clube para ameaçar ele. Deixe que eu cuido dele. Boca fechada, certo?

–Ótimo. — Finn fala. — Fantástico.

–Pai? — Eu falo me aproximando do meu pai.

–Sim? — Ele pergunta.

–Por que não vamos passear? — Eu pergunto mas meu telefone toca e eu o atendo, era minha amiga da empresa falando que tem uma chance de eu ganhar uma promoção e que eu precisaria ir para a empresa agora. — Eu adoraria. Mas meu pai está na cidade...

–Está difícil para mim. — Minha amiga fala e eu mordo o lábio, a oportunidade era ótima. — Indiquei você para o diretor. E adivinha só. Ele está me pressionando. Pode chegar em 30 minutos?

–Certo, eu dou um jeito. — Eu falo desligando o telefone. — Meu Deus, tenho a chance de ganhar uma promoção!

–Você tem que ir. — Meu pai fala e Finn me encara desesperado.

–Pai, você deveria vir comigo. — Eu falo.

–Sim, deveria acompanhar sua filha. — Finn fala.

–O que vou fazer? — Meu pai pergunta. — Ficar no carro e ser assaltado? Não, não. Eu fico com ele.

–Não. — Finn fala nervoso. — Não vai dar certo.

–Péssima ideia. — Eu falo.

–Eu tenho coisas a fazer. — Finn fala. — Então...

–Coisas? — Meu pai pergunta.

–É. — Finn confirma.

–Você não tem coisas. — Meu pai fala. — Cite uma.

–Documentos. — Finn mente.

–Documentos? — Meu pai pergunta.

–Sim. -Finn fala. — Tenho documentos.

–Certo, entendi. — Meu pai fala fingindo estar triste. — Sabe, sempre fico sozinho, então... Eu ficarei sozinho.

–Não caia na dele. — Eu sussurro para Finn.

–Estou caindo. — Finn fala olhando meu pai.

–Não caia. — Eu aviso.

–Estou caindo. — Ele fala. — Sinto-me mal. Eu fico.

–Maravilha. — Meu pai fala e eu faço uma careta.

Isso não iria dar certo.

Finn

Eu e o pai de Rachel estávamos no terraço do prédio tomando cerveja e ele me contava sobre a vida dele, ele até que era legal, e gostava de mim, pela primeira vez o meu talvez futuro sogro gostava de mim!

–E você? — Ele me pergunta e eu sorrio. — Tem namorada?

–Não, não, não. — Eu falo.

–Não mesmo? — Ele pergunta.

–Não. — Eu falo. — Sem namorada.

–Mesmo? — Ele fala rindo. — Um cara bonito assim? As mulheres devem te adorar.

–Não é bem assim. — Eu falo e tento mudar de assunto. — Vamos falar sobre sua namorada. Não quero falar. — Ele continua tentando falar e eu perco a paciência. — Não deveríamos falar sobre isso. Leroy, acredite.

–Deus, tudo bem. — Ele fala. — Desculpe.

–Dá um tempo. — Eu falo.

–Desculpe por falar sobre isso. — Ele comenta e eu me sinto mal por tratar ele dessa maneira.

–Está legal. — Eu falo arrependido.

–O quê? — Ele pergunta eu o encaro e franzo a testa, eu deveria contar? — O quê?

–Tem uma garota. — Eu começo a falar.

–Tem? — Ele fala rindo. — Eu falei. Eu sabia. Sempre tem. Como ela é?

–Ela não é peculiar. — Eu falo.

–Não? — Ele pergunta franzindo a testa.

–Ela não usa franja. -Tento falar ao contrário do que Rachel é.

–Sem franja. -Ele repete.

–Alta e gorda. — Eu falo e ele estranha.

–É mesmo? — Ele pergunta confuso.

–Sim. — Eu falo. — Olhos muito feios. Olhos pequenos e redondos. O nome dela é Yolanda Winston.

–Yolanda Winston. — Ele concorda com a cabeça, e eu sorrio.

–X-

Eu estava na cozinha ao lado do pai de Rachel montando meu sanduíche.

–Espere um minuto. — O pai dela pergunta ao me ver terminar de montar meu sanduíche. — O que está fazendo? Alface, tomate, alface, carne, carne, carne, carne, carne, queijo e alface.

–Você é o gênio do sanduíche. — Eu falo surpreso. — Existe algo que você não conheça?

–Tente-me. — Ele fala divertido.

–Certo, vou tentar. — Eu falo mordendo a boca. — Tenho uma pergunta sobre a Yolanda Winston.

–Pode falar. — Ele fala.

–Só dormimos juntos uma vez, mas não sei o que ela quer. — Eu começo.

–Primeiro precisa descobrir o que você quer. — Ele fala e o celular toca. — É Rachel. — Ele atende e sorri. — Ótimo. Fizemos sanduíches, falamos sobre garotas. — Ela fala algo e ele me encara. — Ela quer falar com você.

–Legal. -Eu falo pegando o telefone e o atendendo. — Rachel!

–O que está havendo aí, Finn?! — Ela grita.

–Só papeando com o seu pai. -Eu falo disfarçando.

–Falando sobre garotas?! — Ela grita. — É exatamente sobre o que não devem falar!

–Você está pirando por... — Eu começo a falar.

–Sabe de uma coisa? — Ela fala irritada. — Não gosto do que está havendo. Estou indo para casa.

–Relaxe. — Eu falo. — Ele parece gostar de mim.

–Santana está me ligando. — Rachel fala. — Ela está louca por causa que o casamento é amanhã. Não apronte nada Hudson!

–X-

–Essa garota significa muito para mim, Leroy. — Eu falo sentado na mesa depois que terminamos de comer. — Não quero estragar tudo.

–Por que estragaria? — Ele pergunta.

–Não quero dar desculpas, mas meu pai era meio... — Eu faço uma careta. — Não valia... Que a verdade seja dita, Leroy, sou muito como ele.

–Só pelo fato de dizer isso, já diferencia você de seu pai. — Ele fala. — Qualquer garota teria sorte de ter um cara como você.

–Acha mesmo? — Eu pergunto sorrindo.

–Sim, eu acho. — Ele fala e eu sorrio e percebo que não tem problema eu falar para ele.

–Vou dizer uma coisa que o deixará muito feliz. — Eu falo sorrindo. — A garota que falei, a Yolanda? O nome dela não é Yolanda. É Rachel. A sua filha.

Ele me encara sério. Não sei porque Rachel estava com medo, ele não é tão bravo assim.

–Vou te matar! — Ele grita se levantando e eu dou um pulo de susto, eu me levanto e saio correndo enquanto ele corre atrás de mim. — Você está morto! Você está morto!

Rachel

Eu estava na casa de Santana tentando acalmar ela enquanto ela pirava por causa que a floricultura não queria pintar as flores de outra cor, quando ela desliga o telefone eu a jogo no sofá.

–Você é uma idiota! Porque quer pintar as flores sua vadia! — Eu grito e ela franze a testa assustada para mim.

–Você está bem? — Ela pergunta e eu me sento no sofá suspirando.

–Foi muito rude. — Eu falo. — Desculpa. Meu dia atem sido uma loucura, e... — Ela cruza os braços. — Dormi com o Finn ontem.

–Dormiu com o Finn? — Ela pergunta sorrindo.

–Não sei, pode ser o começo de algo incrível. — Eu falo quase sorrindo. — Não quero criar expectativas. Não sei o que é.

Finn

Eu abro a porta do meu quarto segurando um pedaço de pau que eu tinha contra invasores, quando os murros nela param e saio do quarto vendo Leroy deitado no sofá.

–Não, não! — Ele murmura.

–Não tenho medo de você, cara. — Eu falo.

–O que está fazendo? — Ele pergunta me encarando franzindo a testa. — Larga isso. Não vou machucá-lo.

Eu jogo a pau no chão e o encaro.

–Acabou a conversa. — Rachel fala entrando no apartamento e nos encara. -Finn, mãos ao alto, afaste-se. — Ela olha para o pau e franze a testa. — O que é isso? — Ela decide ignorar e olha para seu pai. — Pai, venha comigo.

–Quer se livrar de mim? — Ele pergunta a encarando. — Para transarem de novo?

–O quê?! — Rachel arregala os olhos e me encara furiosa. — Você contou?! Deus, eu sabia que deixaria escapar.

–Para que saiba: eu não deixei escapar. — Eu explico. — Eu contei de propósito.

–Por que faria isso?! — Ela pergunta confusa. — O que há com você?

–Quero que ele goste de mim. — Eu explico. — Quero que todos os pais gostem. Me pergunto por quê.

–Você está devendo o aluguel? — O pai de Rachel pergunta. — O que está havendo aqui?

–Não sei o que está havendo. — Rachel fala. — Ainda não conseguimos conversar sobre.

–Quando aconteceu? — Ele pergunta.

–Ontem. — Eu falo e Rachel me encara furiosa. — Por que falei isso?

–Rachel, por que escolheu ele? — Ele pergunta. — Ele é preguiçoso e bebe muito. Por que não o Sam?

–Não há nada de errado com Finn. — Rachel fala me defendendo irritada. — Você nem o conhece.

–Eu conheço ele. — Ele fala. — Eu o conheço. Quando novo, eu era confuso, perdido. — Eu abaixo a cabeça. — Não tinha planos. Porém me casei de qualquer maneira. Se eu tivesse planejado tudo antes de casar, sua mãe e eu poderíamos estar juntos ainda. — Ele aponta para mim me encarando. — Então eu conheço você. Você não é seu pai. Você é eu. — Ele suspira. — E eu não sou bom o suficiente para minha garotinha.

–Comprei o meu próprio bolo, e vocês não ganharão! — Sam fala entrando com o bolo de aniversário pela sala.

Eu suspiro ao ouvir o que o pai de Rachel fala chateado.

–Tenho que... — Falo tentando disfarçar para voltar pro meu quarto.

–Finn, espere. — Rachel fala enquanto eu me viro.

–Não, é sério... — Eu suspiro.

–Finn. — Ela fala e eu entro no meu quarto fechando a porta.

Rachel

–Droga, pai! — Eu falo irritada após Finn sair.

–Sabe que estou certo. — Ele fala e eu vou até o meu quarto e deito na cama.

O que há com o mundo hoje? Tudo começou tão bem. Puxa... Com o Finn. Foi bom, não vou mentir. Foi muito bom. Mas não posso namorar meu pai. A vida é uma bagunça. Ela te dá um chute na bunda. As partes bagunçadas são as melhores partes.

Eu saio do quarto e vejo meu pai com o colchão no corredor, entre o meu quarto e o de Finn.

–O que é isso? — Eu pergunto.

–Enquanto eu estiver por aqui, vou dormir entre você e ele. — Ele fala.

–Pai, você não precisa se preocupar comigo. — Eu aviso. — Sei que acha que será uma bagunça, mas é minha bagunça.

–Rachel, sou seu pai. — Ele fala. — Sempre me preocuparei com você.

–X-

Eu estou deitando na cama quando meu celular apita e eu o pego e vejo uma mensagem.

"Telhado

–Finn"

Eu mordo o lábio e me levanto, eu abro a porta lentamente e vejo meu pai dormindo. Passo por ele e saio do apartamento em direção ao telhado. Quando chego a decoração com luzes de natal entre as beiradas e pétalas de rosas por todos os lados. Finn está arrumando a mesa e não percebe que eu cheguei, eu sorrio com o que ele fez para mim. Ele me vê e sorri de lado, esse sorriso, era o sorriso mais lindo do mundo.

–Esse é o café da manhã que eu iria te dar hoje. — Ele fala com vergonha e eu me aproximo dele.

–Espero que meu pai não tenha te afetado. — Eu falo sem graça.

–Não... Não. — Ele afirma sorrindo para mim.

–Vejam só quem achou o lugar romântico. — Puck fala se aproximando com sua nova namorada, Lauren.

–Ordem de chegada. — Eu falo rindo. — Saiam!

–Então vai ser assim? — Puck pergunta. — Vocês são donos do telhado?

–O que vocês estão...? — Sam fala entrando e nos encara sorrindo. — Vocês lembraram? Meu Deus, o tempo inteiro achei que tinham esquecido!

–Feliz aniversário! — Finn fala ao meu lado sorrindo.

Sam corre até nós nos abraçando.

–Nós te amamos. — Eu falo.

–Feliz aniversário! — Puck fala rindo.

Quando Sam vai cumprimentar Puck eu me viro para Finn que me encara. Eu sorrio para e ele sorri para mim. Eu abaixo a cabeça desviando o olhar e quando o olho novamente Finn olhava o chão suspirando triste.

Notas finais
vish gente Finn ficou meio chateado pelo que o pai dela falou aff aff aff LEROY CARAIO