Boys And Girls
24 02x06 - Strippers & Bebês
Notas iniciais
mesmo só recebendo 1 review
eu postei a fic
mas é o seguinte gente....
sabado e domingo
SE O CAPITULO POSTADO TIVER PELO MENOS 2 REVIEWS
só avisando
da proxima vez vcs ficam sem u.u
Rachel
–Ao Puck. — Eu falo erguendo uma garrafa de cerveja. Estávamos no bar. Puck havia ganhado uma promoção. — Indo ao sucesso.–Saúde para mim. — Puck fala sorrindo.–Espero que goste. — Finn fala observando uma moça beber uma lata de cerveja em uma mesa mais distante. Ele ve que eu o observo e eu desvio o olhar. — Está ficando estranho, não?–Vá pegá-la. — Eu falo revirando os olhos.–Não posso falar com a Sede. — Ele fala.–"Sede"? — Eu pergunto confusa.–Não sei o nome, então, eu a chamo de "Sede". — Finn fala rindo. — Sede Mendelson.–Ela é judia? — Puck pergunta rindo.–Ela não é judia. — Finn afirma.–Mendelson? Não é judia? — Puck pergunta. — Se tem esse sobrenome, é judia. E direi o nome... É Rachel.–Pare com isso, está arruinando tudo. — Finn fala. — O que tenho com ela é perfeito. Ela é ranzinza, assim como eu. Esnoba todo mundo, como eu sempre faço. Ela gosta de beber à tarde. Eu também gosto.–Vá falar com ela. — Eu falo revirando os olhos.–Não posso. — Finn fala.SantanaRachel e Sam conversam no balcão do bar enquanto Finn e Puck estão sentados em uma mesa. Chego se sentando na frente de Finn e ao lado de Puck. Eu suspiro.–Oi, Santana, está bem? — Eu pergunto.–Sim, estou bem. — Ela fala. — Apenas tenho que terminar com o Puck.–Vou buscar uma bebida. — Finn fala e se junta a Sam e Rachel.–O que aconteceu? — Puck me pergunta confuso.–Eu te falei que estava considerando ter filhos, e você disse: "tudo bem, legal." — Eu começo a falar. — Mas foi a última coisa que me falou nas últimas 8 horas, e não disse nada desde então.–Nossa. Digo, isso... mas... — Puck começa a falar e Finn volta me entregando uma bebida–Puck! — Eu começo a falar. — Preciso levar o futuro a sério, ou minha mãe me arranjará centenas de latinos chatos, gentis e queridos.–Meu Deus, sua mãe. — Puck fala. — "Quero controlar sua vida."–Meu pais se conheceram assim, e eles têm um belo casamento. — Eu falo.–Respeito seus pais. — Puck fala. — De verdade. Respeito tudo que... Olhe o que criaram. Olhe isso... Você é linda, com seu cabelo. Comeria em uma tigela, seu cabelo. Colocaria em uma tigela e o comeria.–Meu Deus. — Eu falo assustada.PuckEu me encaro no espelho.–Oi Santana. — Eu falo sorrindo sem jeito a imaginando na minha frente. — Sei que não esperava que estivesse aqui. — Vim porque preciso te dizer uma coisa. Você é meu bebê. É meu bebê e eu... Estou sentindo sua falta. Sou um cara com sentimentos. Sentimentos que borbulhamdentro de mim, e... estão prestes a explodir. Gostaria que os sentimentos explodissem em você. Você consegue, irmão. Olhe para você. Olhe para você! Olha para a sua cara, irmão! Olha para a sua cara! Você consegue, filho! Bem, eu te amo, E nunca falei essas palavras Bem, eu te amo, do fundo...–O estranho é eu não estranhar. — Finn fala aparecendo do nada no banheiro e eu levo um susto.–Qual é a sua? — Eu pergunto. — Há quanto tempo está aí? Quanto você ouviu disso? — Finn franze a testa. — Estou apaixonado, cara. Estou apaixonado pela Santana.–Todos sabem. — Finn fala. — Sempre esteve.–Preciso dizer, cara. — Eu falo.–Deveria, Puck, é uma boa ideia. — Finn fala sorrindo.–Tenho sua benção? — Eu pergunto.–Minha bênção? — Finn pergunta confuso.–Sim. — Eu afirmo.–Acho que não precisa. — Ele fala estranhando. — É a coisa a se fazer.–Eu quero. É meu melhor amigo. — Eu falo.–Tudo bem, tem minha bênção. — Finn fala e eu tento o abraçar. — O que é isso?–Dê-me um abraço. — Eu falo tentando o abraçar. — Um abraço. Preciso disso. — Ele me empurra e eu tento me aproximar dele novamente. — Por favor, dê-me um abraço, Finn. Por favor, só um abraço! Quero...Ele me dá um tapa na cara e eu me afasto.–Muito bem. — Ele fala e eu corro até ele conseguindo o abraçar.–Obrigado. — Eu falo.–Fala sério! — Ele resmunga.FinnEu estou no bar sozinho bebendo mais um pouco de cerveja e vejo a Sede junto com um cara discutindo.–O que está fazendo? — Ele grita.–Está me sufocando, entendeu? — Ela fala.–Cansei-me disso! — Ele grita.–Pelo menos, deixe a carteira! — Ela fala.–Vou dar o fora! — O cara fala se afastando.Ela resmunga e abaixa a cabeça. Eu me aproximo dela.–Gostaria de um uísque? — Eu pergunto.–O quê? — Ela pergunta confusa.–Disse isso porque sei que gosta de uísque. — Eu falo sorrindo. — É uma garota que gosta de uísque, como eu.–Você é isso? — Ela pergunta confusa.–Meu nome é Finn. — Eu falo.–Angie. — Ela fala.–Angie... -Eu falo analisando o nome. — Angie, Angie.–O que está esperando? — Ela fala. — Pegue uma garrafa e me deixe bêbada.–Não posso beber com você. — Eu falo e começo a rir. — Brincadeira, fico bêbado o tempo todo. Tenho um lance com bebidas. É isso mesmo. Também trago alguns pistaches, se quiser... Vou decidir sobre isso. — Respeito o tanto que você bebe. — Eu falo lhe trazendo a garrafa e me sentando na sua frente. Saiba que as bebidas não são de graça.
–Azar o seu, porque Mike saiu com toda minha grana. — Ela fala.–Sério? — Eu pergunto rindo enquanto bebo mais um gole. — Então como vai pagar?–Provavelmente, com sexo? — Ela fala e eu engasgo.–Perdão... — Eu falo confuso e ela ri.–Isso não é bonito. — Ela fala.–Bem... — Eu falo com vergonha.–Ia deixar você fazer sexo com o Mike. — Ela fala e eu gemo. — O que foi? É bom.–É uma baita reviravolta. — Eu falo rindo. — Só queria dizer que vocês...–O quê? — Ela pergunta.–Não quero dizer. — Eu falo corando.–Diga, o quê? — Ela pergunta.–Não quero falar. — Eu resmungo. — Não sinto que. Não é... Não é isso.–Do que tem medo? — Ela pergunta.–Ele é um idiota! — Eu grito. — Droga!–Acha que devo terminar com o Mike? — Ela fala.–Não, não cabe a mim... — Eu explico.–Cabe, sim. — Ela fala.–Estou bebendo com você, e sinto como se estivesse me atraindo... — Eu falo nervoso. — Termine! Droga.–Não acredito que diria isso para mim. — Ela fala. — Cuide da sua vida.SantanaE abro a porta e vejo Puck parado com uma caixa enorme na mão.–Puck, agora não é uma boa hora. — Eu falo entrando para dentro do apartamento e ele me segue, eu me sento no sofá e ele coloca a caixa em cima da mesa de centro.–Santana, por favor, apenas... abra a caixa. — Ele fala.Eu abro a caixa e estranho ao ver o que tem dentro.–-Trouxe um pombo aqui? — Eu falo brava.–Não achei uma pomba. — Ele fala e eu franzo a testa.–Vamos, Beatty. — Ele fala chutando a caixa. — Era para voar quando abrisse a caixa.–O que está fazendo? — Eu pergunto.–Eu te amo, Santana. — Ele fala e eu o encaro surpresa. — E estou apaixonado por você por tanto tempo. Achava que era algo compulsivo, mas... É amor. — O pombo voa para a cozinha. — Lá vai ele.–É de verdade? Para você? — Eu pergunto.–Sim. — Ele fala e se aproxima se sentando ao meu lado. — Santana, estou pronto para um compromisso sério. Tenho uma promoção no trabalho. Estou pronto para ter filhos, se for o que quiser.–Quer ter filhos? — Eu pergunto sorrindo.–Vamos fazer um agora. — Ele fala animado e eu rio. — Tire a blusa.–Puck, minha mãe... ela irá te odiar. — Eu falo. — Certo? Você é judeu. Ela os odeia, demais.–Todos odeiam os judeus. — Ele fala. — Sua mãe está na maioria. Eu me converto!–Puck, temos muita coisa contra nós. — Ela fala.–Vamos jantar. — Ele fala. — Hoje à noite.–Certo. — Eu falo sorrindo.–Beleza. — Ele fala feliz.FinnEstou no bar sozinho, como sempre e vejo Mike entrar com Angie logo atrás.–Onde ele está? Onde está Finn? — Ele pergunta.–Acabou, Mike. Pare. Pare. — Angie falava atrás dele.–Ei. É o Finn? — Mike me pergunta e já vem para cima de mim.–Não sou o Finn. — Eu falo. — Ele está doente! Sou Ricardo!–Deixe-o ir! — Angie grita.– Ricardo? É o Finn, não? — Ele grita. — Você é um homem morto!Angie pega uma garrafa e quebra na cabeça dele, e ele cai no chão.–Eu o tinha em mãos! — Eu falo.–Ele ia te matar. — Ela fala e eu arregalo os olhos. — Já fez isso. Conheço quem possa costurá-lo.–Certo, vamos. Isso é nojento. — Eu falo.Quando percebo estou entrando em uma boate.–Não é enfermeira? — Eu pergunto enquanto eu e Angie carregávamos Mark para dentro da boate.–Quem disse que era? — Ela fala.–Pontos. — Eu falo. — Disse que um colega faria. Quem faria em um clube?–Precisam de pontos? — O zelador fala se aproximando. — Deixe-me pegar a agulha e os óculos. Já volto.–Está bem, vamos te colocar perto daquela barra. — Eu falo o colocando perto da barra e o soltando. — Aqui? Isso...? Está bem. — Eu observo a boate e percebo mulheres nuas dançando no palco. — Que lugar legal. Aqui que você trabalha. É a recepcionista?–Não, sou stripper. — Ela fala.–Sim. — Eu falo surpreso. — Mas o que faz aqui?–Stripper. — Ela fala.–Porque a faculdade está cara... — Eu tento falar.–Sou uma stripper. — Ela repete.–Mas só tira a parte de cima. — Eu falo.–Tiro tudo. — Ela fala.–Onde está meu taco? — Ouço uma mulher perguntar e olhar para Mike. — O que houve? O que aconteceu? –Ele se lembrou que era casado com você, tentou esquecer acertando um tijolo na cabeça. — Angie fala enquanto a mulher se aproxima de Mike.–Sua vadia estúpida! — A mulher grita para Angie.–Ele é casado... Nada bom! — Eu falo e as duas começar a brigar e se baterem. — Moças! Parem de brigar! Ei, ei! Parem com isso, agora! Não parem com isso! Estou muito excitado! Acho que me tornei insignificante. Por que fui falar com ela?Santana–Oi, mãe, sou eu. — Eu falo ligando para minha mãe. — Acho que já pode escolher meu marido. — Não é brincadeira. Ligue de volta.Eu suspiro olhando para Puck que dormiu no sofá. Eu estava fazendo a coisa certa.PuckEu entro em casa com lágrimas nos olhos e Rachel me encara.–Ei. O que houve? — Ela pergunta preocupada se aproximando. — Está bem?–Contei para Santana que eu a amava. — Eu falo. — Ela ligo para a mãe, e... Ela quer se casarcom um cara pardo.Ela me abraça triste.–Tudo vai ficar bem, ok? — Ela fala.FinnEstou no bar conversando com Kurt quando Angie entra e se aproxima.–Oi. — Eu falo.–Oi. — Ela fala sorrindo se sentando ao meu lado.–O que gostaria de beber, Angie? — Eu falo. — Não, eu não... Só quero... ficar com você.–Tenho uma regra: nunca ir conversar com quem eu realmente quero. Quebrei essa regra, e...–Bem, eu não tenho nenhuma regra. — Ela fala se aproximando. — Não faça... Não... Ela me puxa e me beija.
Notas finais
me odeiem
eu sou muito má
suahsuahsuahsua
lembrem-se
2reviews
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