Notas iniciais
desculpem a demora vamos ler?

Puck

–Não sei o que fazer! — Finn fala entrando na sala nervoso, onde eu e Sam assistíamos TV. — Pensei que eram bons. Disse que eram.

–E são. — Sam fala confuso. — Relaxe. Ele está nervoso. Amelia está vindo...

–Qual das suas ex-namoradas depressivas é a Amelia? — Eu pergunto rindo.

–Primeiro ano. — Finn fala. — Nunca a contei como me sentia. Ela vem a trabalho. É a minha chance. Até comprei uma camisa nova.

–Gostei da camisa. — Eu falo segurando o riso. — Fica bem em você, cara.

–Está zoando a minha camisa? — Finn pergunta bravo e Sam ri.

–Meu Deus! — Eu falo vendo Rachel entrando fantasiada na sala Rachel, pare de trabalhar na casa assombrada.

–É só no fim de semana. — Rachel fala. — Terão entradas de graça.

–Não vou. — Finn fala. — Não faço essas coisas.

–O quê? Tem medo? — Rachel pergunta.

–Criancinhas que têm. — Finn fala rindo. — Eu só não gosto.

–Chegarei mais tarde. — Rachel fala. — Então, não esperem acordados, vou para a casa do Lucas para misturar a massa dele. Isso mesmo.

–Não nessa fantasia. — Eu falo.

–Não sei. Funciona para mim. — Finn fala. — Parece um zumbi motorista. É meu ponto frágil.

–Lucas não liga com o que pareço, porque não sou sua namorada. — Ela fala. — Dispensarei ele assim que usá-lo como amostra de hidratante.

Rachel

Estou sentada num consultório medico infantil e Lucas entra.

–Oi. — Eu falo surpresa por ver ele vestido de médico.

–Oi. — Ele fala sorrindo.

–Como está? — Eu pergunto.

–Bem. — Ele fala me beijando.

–Aqui está sua carteira. — Eu falo a entregando para ele.

–Obrigado. — Ele fala.

–Deve ter deixado cair na sua viagem para "Sem Calças". — Eu falo rindo. — Não abri, porque não me importo e respeito sua privacidade.

–Como sabia que era minha? — Ele pergunta.

–Muito bem, Lucas Sweeny... — Eu falo. — Nascido em Boston, 1,83m. Não sabia que trabalhava em um hospital, até chegar aqui.

–Sim, pediatria. — Ele fala.

–Você é um médico das crianças. — Eu falo sorrindo.

–A maioria é papelada. — Ele fala.

–Por isso tem esses cartões? — Eu pergunto olhando para a parede. ""Querido Dr. Lucas...", Eles te chamam de Dr. Lucas? "Obrigada por me curar. Eu te amo e o meu coelhinho, também."

–Ótima criança, mas não desenha. — Lucas fala sem jeito. -Só contornou o Pernalonga.

–Não sabia que era de cuidar das pessoas. — Eu falo sorrindo.

–Mesmo cara. — Ele fala. — Sou o mesmo cara que transou com você no restaurante. E teve muita sacanagem. — Eu concordo sorrindo encantada. — Por favor, não faça isso.

–Dr. Lucas. — Eu falo sorrindo.

–Não comece a pensar que sou um ótimo cara. -Ele fala. — Por isso não conto às mulheres o que faço.

–Isso não muda o que sinto por você. — Eu falo sorrindo. — Não sinto nada. É apenas físico.

Finn

Eu abro a porta do apartamento e Amelia entra rindo.

–Você tinha um alterego, lembra? — Ela fala rindo.

–Lembro. — Eu concordo rindo.

–O cara que estava em coma que acordou pensando que tinha inventado a torta. — Ela ri.

–Tive uma ótima ideia para uma sobremesa! — Eu falo. — Espere, em que ano estamos? Que bom

que gostava daquilo. Estou feliz que esteja aqui. Bem-vinda à Nova Yorque. N.Y, como os locais

a chamam. Sim, é bem legal. Ajeitei o sofá para você dormir.

–Está tentando me impressionar? — Ela fala rindo.

–Sim! Com certeza! — Eu falo. — Está brincando?

Ela sorri e pula em cima de mim me beijando.

Santana

Estava com Rachel em seu quarto.

–Médico? Jurava que ele era tenista de meio expediente ou um bonitão desempregado. — Eu falo.

–Seu trabalho é cuidar de pessoas, muito mais sexy. — Rachel fala.

–Está começando a gostar dele. — Eu falo sorrindo.

–Não, somos colegas de trabalho. — Ela fala. — No turno noturno.

Finn

–Devia ter me cantado na faculdade. — Amelia fala deitada ao meu lado na cama.

–Não tinha cantadas, Amelia. — Eu falo. — Minhas cantadas eram cantar para você e tentar te fazer uma massagem...

–Me lembro de você tirando os cílios da minha bochecha. — Ela fala.

–Não achava estranho eu sempre aparecer na sua porta dizendo sobre a tragédia familiar? — Eu falo rindo. — Quantos avôs achava que eu tinha? Tinha várias cantadas, mocinha.

–Não são mais ruins, Finn. — Ela fala subindo em cima de mim me beijando e fecho os olhos e ouço ondas ouço minha própria voz "Eu gosto de você. De verdade. Estou feliz por você sempre estar perto.". Eu abro os olhos confuso enquanto Amelia continua me beijando. Espera o que é isso? Pra quem eu disse isso? Porque eu lembrei agora? E porque eu não sinto nada com o beijo da Amelia? Na verdade o beijo dela é estranho e eu não vejo a hora disso acabar.

Rachel

Eu saio do meu quarto e na hora Finn está saindo do dele também.

–Lucas está aqui. — Eu falo.

–Amelia está lá. — Finn fala.

–Ei. — Eu sussurro. — Acho que gosto do Lucas.

–Pensei que isso era porque não gostava. — Ele fala.

–Eu sei, mas, depois... — Eu começo a falar mas a porta do quarto de Finn abre e vejo uma ruiva linda sair de lá. Oi. Deve ser Amelia. Sou a Rachel.

–Prazer em conhecê-la. — Ela fala.

–Prazer. — Eu falo falsamente.

–Finn falou muito de você. — Eu falo irritada.

–Sim, finalmente aconteceu. — Ela fala. — É uma loucura. Finn e Amelia. Juntos.

–Juntos, sim. — Finn fala sem graça. — Juntos, sim. — Ela fala o puxando para um beijo e ele parece incomodado. — Sério? Agora? Está bem.

Eles começam se beijar e fazer muito barulho e eu decido voltar para o quarto com nojo.

–Me liga à noite? — Lucas me pergunta.

–Hoje é a última noite da casa assombrada. — Eu falo. — Uma ideia maluca: E se você viesse?

–Não sou do tipo que usa fantasia. — Ele fala.

–Vou estar fantasiada. — Eu falo. — Devia se fantasiar, também. Seria legal... Para mim.

–Tudo bem. — Ele fala. — Vou tentar.

Eu fecho a porta e suspiro.

–Queria não ter visto isso. — Finn fala aparecendo do nada no sofá e eu levo um susto.

–Queria não ter visto isso? — Eu pergunto confusa.

–Eu queria não ter visto você e aquela piranha se comendo no corredor. — Eu falo.

–Justo. — Ele concorda.

–E se for um teste? — Eu falo. — Se ele aparecer de fantasia, ele gosta de mim.

–Parece lógico. — Ele fala.

–Eu sei. — Eu digo rindo e indo para o meu quarto.

–Rachel, eu... — Ele grita. — Rachel, estava brincando.

Finn

Eu estava sentado ao lado de Rachel no parque de diversões e ela estava fantasiada.

–Vou contar a ele como me sinto. — Ela fala.

–Vai? — Eu pergunto.

–Acho que sim. — Ela fala.

Amelia sorri para nós de longe enquanto esculpe uma abóbora.

–Qual é o meu problema? — Eu pergunto. — Queria ficar com ela há tanto tempo. E, agora... É coisa demais, entende? Sabe por que não gosto dessas casas?

–Por quê? — Eu pergunto.

–São como relacionamentos... — Ele fala. — Você entra, todo confiante, quando está lá, não é como imaginava! É assustador!

–Gosta dela há muito tempo. — Rachel fala. — Entre na "casa assombrada". Eu vou entrar.

–Esse cara está maneiro... — Eu falo comentando uma fantasia.

–Meu Deus. — Rachel fala.

–O que foi? — Eu pergunto.

–Ele veio. — Ela fala sorrindo para Lucas que se aproximava. Ela parecia magoada. -Não está fantasiado.

–Mas veio. — Eu falo tentando consolar ela.

–Oi. — Lucas fala.

–Oi. — Rachel responde.

–Preciso espirrar. — Ele fala e coloca mão no nariz e quando tira está com um nariz de palhaço. — Sou seu palhaço. Só não peça para usar na cama.

–Certo. — Rachel fala rindo e ele a beija.

Rachel

Eu estava dentro da casa assombrada junto com um Frankenstein e uma múmia.

–Acho que, à noite, vou falar assim: "Lucas, uma ideia louca... o que acha de namorarmos?"- Eu falo. — Fingindo que acabei de pensar nisso.

–Pode me passar o café? — O Frankenstein pede.

–Claro. — Eu falo lhe passando um café.

–Zumbi, diga a ele a verdade. — A múmia fala.

–A múmia está certa. — Frankenstein fala. — Arrisque. Não faz mal expor seus sentimentos.

–Estão certos. — Eu falo decidida.

Finn

Eu estou sentado ao lado de Lucas do lado de fora da casa mal assombrada. Lucas não parava de mexer no celular e rir.

–Vida de médico. — Eu falo para ele. -Seu celular deve ser cheio de mensagens que salvam vidas. "Não morra, Joãozinho! Usem o desfibrilador."

–Não, é uma garota. — Ele fala.

–Rachel não está trabalhando? — Eu pergunto ficando sério.

–É outra. Do fim de semana. — Ele fala rindo e eu tenho vontade de bater nele.

–Rachel sabe que fica com outras? — Eu pergunto.

–Sabe, somos sinceros um com o outro. — Ele fala. — Ela quer um relacionamento menos que eu. É o máximo.

–Legal. — Eu falo preocupado com Rachel. — Vai lá hoje à noite? E ela vai falar com você. — Eu sussurro e Lucas não escuta enquanto ri de outra mensagem. Eu olho para a casa dos horrores onde Rachel está. Eu precisava avisar ela. — Certo. Está de brincadeira... Vá de uma vez. Não tenha medo. Você é um homem. Isso é uma casa assombrada. Hora do show. — Eu entro na casa e tudo está escuro e eu sinto o medo subir por mim. — Rachel? — Eu pergunto entrando em um corredor. — Rachel, onde você está?

–Cuidado onde pisa! — Ouço uma voz negra e pulo para trás.

–É só uma gravação. — Eu falo. — Legal, divertido.

Um palhaço aparece gritando e eu grito assustado caindo no chão.

Rachel

–E está meio pálida. — Lucas me fala quando eu saio da casa mal assombrada. — O que anda comendo?

–Cérebros. — Eu falo. — Gosto de você.

–Também gosto de você. — Ele fala.

–Não, mas... eu me importo com você, e quero sair com você de verdade. — Eu falo. — Então... Quer sair comigo?

–Não posso. — Ele fala. — Eu te falei... o que eu queria, e não estava mentindo.

–Sim... — Eu falo. — Achei que estivesse com medo de dizer.

–Não. Não estou com medo. — Ele fala. — Eu me sinto assim. Devo ir embora?

Eu concordo com a cabeça e ele se afasta.

Finn

Eu estou sentado pra fora da casa dos horrores me recuperando do desmaio e ainda não consegui encontrar Rachel.

–Oi. — Amelia aparece sorrindo.

–Oi. — Eu falo. — Sou covarde. Tenho medo de casa assombrada. E tenho medo de você, sempre tive.

–Exatamente. — Ela fala. — Estava tentando lembrar disso. Pensava: "Finn é demais. Por que não percebi há alguns anos?" E é porque nunca pôde me dizer como se sentia.

–Sabia que eu gostava de você? — Eu falo.

–Era óbvio. — Ela fala. — Como se sente a meu respeito, agora?

–Excelente. Bem. — Eu falo.

–Não acredito que, após todo esse tempo, ainda não consegue ser honesto. — Ela fala.

–Desculpe. É minha culpa. — Eu falo. — Me apaixonei por você assim que te vi, isso é loucura. Eu nem te conhecia. Era só a ideia de ser você. E, então... não era o que eu pensava. E qual é o problema do seu beijo? É como o reverso da massagem cardíaca, é como...

Ela fica brava e vem até mim me dando um tapa na cara.

–Ei. — Ela fala brava. — Não sou a ideia de uma pessoa. Sou verdadeira.

Rachel

Estávamos em casa e Finn estava sentado ao meu lado no sofá.

–Sei que disse para não se expor, mas estou feliz que o fez. — Finn me fala. — Deveria estar com alguém louco por você, Rachel.

–Oi. — Eu falo.

–Oi. — Ele responde.

–Esse lugar está ocupado? — Eu pergunto apontando para perto dele.

–Fala sério. — Ele fala rindo e fica sério me encarando. — Eu sei que está certa. Preciso começar a fazer as coisas, não posso apenas... você sabe. — Ele fala e eu continuo quieta. — Rachel. — Ele fala e eu o encaro. — Eu gosto de você. De verdade. Estou feliz por você sempre estar perto.

Eu sorrio involuntariamente e Finn se aproxima me beijando. Eu fico parada assustado mas começo a retribuir após um tempo. Ele se separa de mim e me encara sorrindo.

–Obrigada, Finn. — Eu falo sorrindo para ele.

Notas finais
postei uma fic original gente, vão lá ver ok? bjo até sem reviews sem próximo...