Notas iniciais
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"Meu corpo flutuava e juntos os cabelos pareciam esta dentro d'água" Não pedimos para nascer e sem querer morremos sem pedir, quantas vezes me perguntei sobre o real, e verdadeiro sentido de existe, e se realmente a morte era o final de tudo, ou apenas o começo de algo misteriosamente desconhecido pelos vivos.

--- Acorda! Desse jeito você vai chegar atrasada no trabalho. Sentir o lençol de seda branca deslizando pelo meu corpo, parando na metade de meus braços. Não era meu forte me levantar tão cedo, e já era notável que meu despertador tinha me deixado de mão, ainda deitada e sonolenta tentava reunir todas as minhas forças para me erguer.

--- Sinceramente mãe, por quer você se levanta tão cedo. Disse ao coloca o travesseiro sobre o rosto, logo que vir a luz penetrando o meu quarto pela janela, minha mãe havia aberto a cortina, que era de um tecido grosso, azul escuro, que possuía outra camada fina de tecido branco.

--- A vida é feita para se vivida desde cedo, levanta garota. Tudo que eu via era a plena escuridão, mas só de ouvir, era perceptível que minha mãe havia acabado de sair porta a fora. Tirei o travesseiro e logo fui abraçada pelo choque da luz de encontro a mim. Não era a primeira vez que ouvia isto, mas só entre nós, me parecia mais coisas da idade mesmo, a maioria das pessoas mais velhas costumam acorda cedo, vai entender. Encostada na porta de meu quarto sentia o cheiro do café sobre a mesa, ao lado torradas, minha mãe adorava

.

--- Acho que tenho que te beliscar mesmo. Minha mãe estava um tanto impassível. Seus olhos ainda permaneciam em mim, quando pousou a xícara sobre o pires branco, colorido pelas lindas flores que ali estavam.

--- Não, não é necessário. Falei com aquele sorriso reprimido, ainda pelo sono. Minha voz era pesada, um tanto rouca. Passei ao seu lado em direção ao banheiro, realmente minha mãe era algo extraordinário, foi uma das coisas que me veio á cabeça no momento em que a perdi de vista, quando fechei a porta do banheiro. Preparando-me para entrar debaixo daquela duchar de água, que nesta hora da manha me parecia mais como alfinetes de águas sólidas, bem pontilhadas, que penetravam todas as camadas da minha pele.Eu tinha vários motivos para aproveita aquele fresco do banho da manha, afinal a cidade de Manaus estava um tanto ardo a, ao decorrer de seus dias.

--- Jasmim já são 6h15. Exclamou da cozinha.

--- Calma! Você esta muito avexada hoje.Falei ao abrir a porta, estava com a toalha enrolada sobre meus cabelos longos de um castanho loiro médio escuro, e outra que cobria meu corpo, eu tinha cerca de 45m ainda, provavelmente chegaria atrasada, mas quando se tratar de uma garota o tempo é cruel, resumindo, se arrumar, tomar café e o trajeto ate meu trabalho. Minha vida não era algo tão interessante, todo dia era sempre a mesma rotina, a cerda da casa do vizinho parecia ser melhor que a minha, pensava desse jeito, mas sei que nem sempre isto é um fato evidente. Dando meus últimos retoques em frente ao espelho.

--- hum... Você esta encantadora hoje, pretende causa um congestionamento mesmo. Minha mãe estava parada logo atrás de mim, encostada na porta de meu quarto.

--- Não exagera mãe, daqui a pouco estou te chamando de corujinha. Olhava diretamente para ela através do espelho, imóvel, olhando-me, seu olhar era gracioso, satisfeito.

--- Ah... Irei dispensar o café da manha de casa, tomo quando chegar ao trabalho. Lembrei-me de relance, antes que ela se desse o trabalho de prepara. Querida você é quem sabe, bom... Eu vou dar uma olhada em algum programa na TV enquanto não dou inicio aos trabalhos caseiros.

--- Estou indo nessa então. Dei um beijo sobre sua testa passando levemente minhas mãos sobre seus cabelos meio desgrenhados. Eu estava pronta para mais um dia normal.

Recém-formada no ensino médio.Eu trabalhava numa pequena empresa de floricultura,na aria da administração. Ficava no centro da cidade. Logo na entrada da loja você podia sentir o cheiro, milhares de flores numa tremenda salada de frutas, o local era recheado delas, formando um equilíbrio sobre tamanhos, cores e design.Ficavam deslumbrantes, bem posicionadas no ambiente, o qual possuía paredes de vidros, que o deixava em destaque para todos que por ali passassem.

--- Ei mocinha, tinha te visto de longe, não quis grita teu nome alto em praça pública para não parecer uma loca, mas olha, a vontade foi grande, ainda bem que te alcancei. Sua voz era meio ofegante.

--- Amanda você quase me mata de susto.Tinha sido pega de surpresa, e pelo que via, não seria a única atrasada naquele dia.

--- Ah... Fala serio Jasmim, por acaso você imaginou um tarado querendo atacar você em plena 6h55 da manha na praça de são Sebastião.

--- Não exatamente um tarado, se é que me entende. Ela assentiu, e logo depois achou graça. Amanda e eu éramos amigas, nos conhecemos na sala de entrevista.Trabalhávamos juntas na mesma empresa, que sorte era a minha de ter uma maluquinha como companheira, eu não podia deixa esse detalhe em branco. Meus pensamentos foram interrompidos pela voz agitada de Amanda ao falar.

--- Ai meu Deus, você já viu o novo jardineiro que pintou na área, um gatinho, vir ele ontem, quando estava caminhando pelo jardim, sorte dele que não sou uma rosa. Seu gesto era teatral ao dizer as ultimas palavras. Mostrava-me indiferente.

--- Ah... Desencana jasmim, você não notou não?

--- Na verdade não. Olhei com aquele olhar de desculpa.

--- Bom dia garotas. Disse o Sr. Stevan, logo que nos avistou ao entrar pela porta.

A floricultura não ficava tão distante da praça de são Sebastião, eu achava aquele lugar fascinante. Às vezes no intervalo sentava-me sobre o banco da praça, já que tinha tal liberdade. Acolhida pelas sombras das arvores que formavam uma fileira em círculos, tomando conta do ambiente todo, logo ao centro, continha um chafariz com a imagem feminina de uma mulher sendo cortejada por um homem, se tratava da representação da Amazônia e Hermes, um deus grego, que agachado lhe dava um ar triunfal. Era toda trabalhada em mármore, ao seu redor erguia se grandes caravelas,adornada com lindas crianças de cabelos cacheados, rostos tomados pela pureza, inocentes, trazendo em si toda delicadeza juvenil, imaculada. Cada caravela que se erguia da estatueta se dirigia para quatro direções. Descendo os pequenos degraus do chafariz, o chão era tomado por pedras em preto e branco, que formavam grandes e largas ondas que pareciam dança dia do sol, o qual por sua vez as reluzia, como se estivesse vendo o rio sendo banhado pela lua. Observava a movimentação, os musgos que cobriam os troncos das arvores, os pássaros, as pessoas tirando fotos, um cenário agradável.

--- Bom dia Sr. Stevan. Falamos quase juntas.

--- Ei! Ver ser da uma conferida no pacote mais tarde. Disse-me Amanda sussurrando e ao mesmo tempo dando-me uma leve puxada na blusa, eu apenas confirmei com um gesto de cabeça. Ao contrario de Amanda, Eu estava numa fase da vida onde manter ou tentar ter um relacionamento com alguém estava fora de cogitação, eu era muito nova e no momento não gostaria de me prender a ninguém, eu tinha prioridades. No trabalho as milhas de coisas pra se fazer ocupavam minha mente,tirando-me a noção de espaço e tempo, só tinha em foco os trabalhos a serem realizados, quando me dava contar,já eram 17h00.

--- A fim de sair hoje? Eu e a Milícia mais tarde vamos pegar uma balada. Amanda apoiava seus braços sobre a divisória do escritório, pousando seu queixo sobre eles, o sorriso simpático lhe crescia. Logo mais atrás estava Milícia, seu olhar era impassível, quase desistente.

--- Faz o seguinte, mais tarde me liga e eu te dou uma resposta. Estava indecisa, custei a lhe responde.

--- Só não demore, vou indo. Disse Amanda numa conversa bem rápida. Ao se distanciarem a empolgação era evidente nelas. Eu ainda estava dando as ultimas conferida no arquivo antes de ir, Agora tinha a duvida cruel de sair ou fica em casa, mas tinha um tempo extra para pensar no assunto.Eu e o Sr. Stevan sempre saiamos por ultimo, isto quando eu não resolvia seguir outro rumo, e tudo por quer o trajeto ate sua casa passava pela redondeza de onde eu morava. Aproveitava para pegar uma carona com ele, o que já era quase uma rotina.

--- hoje foi um dia e tanto, você já esta pronta? Falou-me Stevan ao coloca suas mão sobre meu ombro,sua voz estava um tanto cansada e era notável em seus olhos certo peso.

--- Pra falar a verdade ate prefiro quando os dias são assim. No primeiro sinal de que iria me levantar, Stevan recolheu sua mão.

--- Assim como? Retrucou.

--- Repleto de trabalhos a serem concluídos, o tempo voa.

--- Para alguém jovem creio que seja assim mesmo. Disse-me sorrindo.

--- Engana se, é desgastante, mas é satisfatória a sensação de dever cumprido. Melhor irmos logo, afinal amanha tem mais, e... Por favor, o senhor não me parecer tão velho.

--- Obrigado, mas já não sou o mesmo de antes, o que é normal, o tempo passar a gente envelhecer, inevitável, esta é a lei da vida.

Imaginei-me uns anos a mais falando a mesma coisa, acho que quanto mais envelhecemos mais nos preocupamos com este fato, não exatamente o fato em si, de se envelhecer, mais o de esta mais perto do fim, não que seja necessário envelhecer para morrer, por que pra isto basta esta vivo, a verdade é que eu adoraria que todos nós fossemos eternos, cruel olhar ao meu redor e pensar que um dia o fim chegara para todos nós. A caminho de casa dentro do carro o silencio era interrompido pelas poucas trocas de palavras, foi o que se seguiu ao decorrer do trajeto, estava pensativa, e não tinha certeza ao certo se iria rolar uma balada naquela noite, a qual era um tanto rara para mim.

A noite estava estrelada, já fazia um bom tempo no qual nunca mais tinha visto tantas estrelas assim no céu, eu deveria ter uns 13 anos ou ate menos, quando costumava olhar com frequência para ele recheado de tanto brilho, a gente se ocupar tanto com a vida e esquecemo-nos de coisas tão simples. Meu devaneio foi interrompido quando Stevan buzinou.

--- Chegamos! Você esta entregue. Sua face estampava um sorriso maldoso, talvez ele segura se um riso, por me assusta num momento tão ZEM no qual me encontrava.

--- Obrigada, ver se não vai dormir dirigindo, oh... De olhos abertos. Virei-me ao abrir a porta, saindo por completo de dentro do carro.

--- Pode deixar, e ver se não vai erra o caminho.

Fechei a porta do carro cuidadosamente, agachei-me para olha-lo pela janela, quando falei. Nossa que maldade, digo lhe o mesmo. Fazendo aquela carinha de mal, com os olhos.

--- Ate amanha. Disse-me

--- Ate, obrigada.

Só avistava seu carro dando partida e se misturando aos outros, este é um horário cruel, todo mundo saindo do trabalho. Enfim eu estava a alguns passos de casa.

--- Jasmim é você? Sua voz ecoava do segundo piso da casa.

--- Urfa, sim mãe sou eu. Joguei-me por Completo em cima do sofá, esperava apenas recupera o folego, para então correr para o banheiro.

--- Stevan veio te deixa? Ou você veio de ônibus? Minha mãe havia descido, seu olhar era um tanto avaliativo, certificando se, de que tudo estava bem comigo.

--- Vim com o Sr. Stevan.

--- Guardei um pouco da sobremesa na geladeira, há! Manda lembranças minhas pra ele.

--- Ah mãe, vai dormir vai. Sussurrei

--- Eu ouvir isto mocinha, olha lá, que eu corto teu barato. Eu realmente havia achado graça, só ela mesma. Eu não tinha certeza ao certo se tinha uma mãe, parecíamos amigas ou ate irmã, éramos...

--- Ai, você tá louco garoto? Senti o impacto sobre meus quadris, nada tão doloroso ou insuportável.

--- Isso é pra você deixar de ser chata.

Mack tinha jogado o Borres em cima de mim, Borres era nosso gato de estimação e Mack meu danado irmão, a casa perdia o silencio, bastava ele acorda. Já eram 20h30.

--- Tadinho do Borres, você não merecer isto né. Borres estava teso, talvez se recuperando do susto, graças a Deus ele não havia me arranhado.

--- Mack se eu te pegar você vai ver. Gritei

“Beyoncé – Broken Hearted girl”

O celular tocava e vibrava dentro de minha bolsa, ao lado. Eu agoniada tentava encontra-lo em meio a tantas coisas que levava comigo, por fim deu tempo de atender, era Amanda.

--- Pensei que você iria dar-me uma fria mesmo.

--- Imagina, é que demorei a encontra meu celular dentro da bolsar.

--- Tudo bem! Entendo. Presta atenção, sei que ainda é cedo pra mim esta te ligando, mas o que você me diz? Você vai da um role com a gente na night sim ou não? É que gostaria de deixa tudo certo pra mais tarde. Oi, Você esta me ouvindo?

--- Calma! Estou pensando, bom... Acho que não estou com este animo todo hoje não, vou fica em casa mesmo, a gente deixa pra próxima. Minha voz era quase como um “Desculpe-me” esperava sua reação do outro lado.

--- há sua furona, ver se da próxima você vai mesmo, estou te estranhando, anda tão reservada, ou você esta apaixonada? A risada era inevitável do outro lado da linha. Agora riamos juntas. Divirta-se por mim sua maluqueira. Achei graça daquilo.

--- Beleza então, desligando, beijos.

--- Outro. Urfa, Não estava nem um pouco a vontade para alimentar aquela conversa, ah, realmente hoje eu iria curte a night mesmo era na minha cama. Tirei o Borres de cima de mim, subir a escada rapidamente, chegando ao meu quarto joguei sobre a cama minha bolsar, e em seguida minhas roupas eram arremessadas, eu desejava um delicioso banho, sentir a agua escorrendo em meu corpo, refrescando-me. Peguei meu MP3 na gaveta que ficava abaixo da TV,

deixei a música rola enquanto ia curte a duchar.

“Jessie J – Pricetang (Feat.B.O.B)”

O som invadia meu quarto todo, enquanto Eu assassinava o inglês.

23h00 Deitada, desinteressada, mudava constantemente de canal, não tinha nada no qual pudesse me distrair. Parece que o tempo esta se formando lá fora, tudo que é bom parece durar pouco, o céu estrelado dava lugar a nuvens de tons cinzentos, avermelhados, e eu já podia sentir toda a melancolia que se espalhava no ar frio e gélido, engraçado como tudo mudar ao um piscar de olhos, bom... Isto vai ser um pé d’água na animação das garotas. Não demorou muito e eu já podia ouvir a música que cada gota d’água emitia ao se choca com o telhado da casa, eu amava, era uma das coisas que eu amava nela. O silêncio era predominante, todos recolhidos, calados, agasalhados, e eu debruçada, envolvida em meu cobertor branco, e acolhida logo abaixo pela roupa de cama de um amarelo acre, confortavelmente macio. Olhava para o nada, meu quarto

se iluminava com os relâmpagos.

Eu apenas fechei os olhos ligeiramente e voltei abri-los, algo simples, comum, porem que me deixou aterrorizada. Tudo em minha voltar estava obscuro, eu era um ponto branco diante de tal dimensão, e pior, eu estava em queda livre em meio ao nada, meu estomago se embrulhava diante de tal sensação desconhecida, eu realmente sentia dor. Tentando reorganiza meus pensamentos que mais pareciam cacos de vidros espalhados ao chão, confusa, amedrontada, o que houvera acontecido? O que estava acontecendo? Eu queria me agacha, coloca os braços sobre meu estomago, tentando romper com a dor, que me perfurava por dentro, diante de tudo aquilo era o que eu mais queria. Fui tomada por uma onda de choque, logo que notei que meu corpo estava imóvel, como se cordas estivessem amarradas tão bem, que me envolvia da cabeça aos pés, me impossibilitado de qualquer ato. Esperneava por dentro, tentando. Lutando contra aquela força invisível que me neutralizava, Droga! Fiquei boquiaberta ao perceber que estava emudecida também, diante de tudo pensava esta falando normalmente. Grunhindo de dor, mas se tratava de meus pensamentos, fluindo livremente de toda aquela situação. Desacelerava agora, e junto à dor também se tornava imperceptível, pensava ser apenas um sonho, um pesadelo, tudo era tão real, a dor, o estado exausto no qual me encontrava. Olhava uma cidade devastada, tomada por uma cinza meio avermelhada, tudo destruído. Tenho que sair daqui. Disse meu inconsciente. Reunia toda a força a qual o medo me dera, tentando esforçadamente sair daquelas amarras, ou ate mesmo abrir os olhos, e de fato conseguir abri-los de relance, fora de todo aquele cenário via a janela do quarto, e metade da roupa de cama, parecia que estava carregando um peso equivalente a um corpo humano acima de meus olhos, imóvel ainda, tentava conte-los, eu não queria voltar de novo aquele lugar, pois sabia que se os fechasse, lá estaria novamente. Não suportei. Meu corpo flutuava e junto os cabelos pareciam esta dentro d’água, meus olhos abertos e atentos, eu havia voltado para dentro do que temia. Alguma coisa esta vindo. Disse-me mais uma vez meu inconsciente num tom de alarme, o medo percorria minhas espinhas, e eu esperava indefesa, pela criatura que iria surgir, meu corpo a mil por hora, contido, parecia esta em paz em meio ao borrão.

Trim... Trim... Trim... Trim...

Urfei, quando abrir meus olhos. O despertado alarmava desastrosamente sobre a cabeceira de minha cama. Droga! Exclamei ao passa as mãos sobre meus cabelos, colocando duas mechas para trás, rapidamente cuide de desativa o alarme, e corrigir para alarma às 6h da manhã, ainda não era dia. A chuva havia sessado, e eu ainda sentia a adrenalina correndo em minhas veias, mais estava em paz, pois se parecia se tratar de um pesadelo muito real e estranho, que, no entanto trouxe me duvidas, foi um sonho? Eu não sabia, mesmo assim antes de adormecer novamente, fiquei acordada por vinte minutos, talvez amedrontada ainda com receio de voltar para o mesmo lugar.Faltavam quinze minutos para as três da manha, o relógio marcava.

Notas finais
Olá a todos os leitores, venho através deste comunicado avisa que devido ao meu dia corrido irei postar os capítulos por quinzena, espero que estejam gostando, por que a intenção é melhorar mais.
Atenciosamente Rodrigo Leal.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.