Notas iniciais
oi Gente... desculpe-me a demora...é poca de prova é fogo
aqui esta um capitulo novinho pra voc~es, espero que gostem
beijinhos

PVO Bonnie


- Ah Bonnie, o que você fez?

- Não fiz nada, estava só me divertindo. Não era isso que queriam?

Pelo jeito na manha seguinte eu iria ter uma ressaca desgraçada.

Fui me sentar à mesa em que estávamos. Eu estava completamente aborrecida. Não sabia o que elas queriam de mim, quando não queria beber, ou melhor, quando eu não queria vir pra cá, elas disseram que eu tinha que me divertir, tinha que beber um pouco. Agora quando eu faço tudo isso, venho pra cá, bebo e me divirto elas acabam com minha diversão. Que droga. O que elas querem?

- E aquele cara? Qual é a dele. – Falava comigo mesma. – Uma hora está todo irritadinho. – Disse isso com som de deboche. – Outra hora parece que estava se divertindo me vendo beber e depois fica todo arisco?! Ele só pode ter problema. – Balancei a cabeça. – Idiota. – Agora que percebi, eu nem havia perguntado seu nome, mas do que me adiantaria? Eu nunca mais o veria, ainda bem.

- Oi Bonnie, falando sozinha? – Uma voz familiar fez com que meus pensamentos fossem cortados. Olhei para quem havia falado comigo e vi um homem (por sinal muito bonito) sorrindo pra mim. Eu não sabia quem era, mas era familiar.

- Oi! Er... Mas de onde você me conhece?

- Não se lembra? Nos conhecemos no avião. – Disse timidamente passando a mão no cabelo.

- Ah, mas é claro. Eu sou uma idiota. Como eu pude me esquecer de você? – Agora eu estava lembrando. Ele foi a primeira pessoa com quem falei quando cheguei a New York.

- Tudo bem, não se preocupe. Afinal faz um tempinho que não nos vemos. – Isso era verdade.

- Desculpe, mas eu não me lembro seu nome. – Ele sorriu e respondeu

- Brian. Prazer em conhecê-la, Bonnie. – Ele estendeu a mão para mim com um tom brincalhão.

- Prazer Brian. – Entrei na brincadeira. – Quer sentar?

- Com certeza. – Ele puxou uma cadeira e sentou-se. – Então, como tem andado?

- Estudando muito, a universidade não dá descanso. Sabia que faz duas semanas que estou em NY e só agora me dei ao luxo de sair e me divertir? – Claro que hoje eu também estaria em casa se não fossem minhas queridas amigas, mas ele não precisava saber. Sorri.

- Sério? Não acredito Bonnie. – Disse fingindo incredibilidade. – Mas você ainda vai curtir muito.

- Espero que sim. – Olhei para o lado e vi Caroline se aproximando de nós.

- Não acredito Bonnie, faz só uma horinha que chegamos e você já se deu bem com dois caras? – E eu que pensei que era eu quem estava bêbada. Levantei a sobrancelha.

- Que é isso Caroline, Brian é só um amigo que conheci no avião. – Eu estava ficando vermelha de vergonha.

- Amigo é? – Ela pareceu interessada nele.

- Oi, sou Brian. – Ele se apresentou simpaticamente.

- Oi Brian, sou Caroline Forbes. – Ela disse de forma sedutora. Essa Caroline.

- Muito prazer Caroline.

- Então Brian, quer dançar? – Perguntou Caroline.

- Desculpe, mas é que eu queria conversar com Bonnie. – Caroline o olhou decepcionada.

- Tudo bem. Bem crianças, se precisarem de mim sabem onde me encontrar. – Ela se virou pra mim e deu uma piscadela de olho. – Juízo. – Revirei os olhos e bufei.

- Me desculpe por minha amiga.

- Tudo bem, ela parece ser uma boa pessoa.

- E é sim, com certeza. – Ele olhou pra mim e fiquei corada com a intensidade de seu olhar.

- O que foi? – Perguntei. A forma como me olhava estava me deixando incomodada.

- Nada. Sabe Bonnie, estava te vendo dançar e... – Ai meu deus, fiquei mais corada ainda. – E queria saber se você não queria dançar comigo ao em vez do gogo Boy.

- Saque o que é... – Meu Deus, eu não me sentia muito bem dançando com ele. Tudo bem, eu tenho certeza que sou uma idiota de pensar em recusar uma oferta dessa. Por isso não arranjo um namorado, mas como eu disse, eu não me sentia muito bem pra dançar com ele. Não agora que meus pensamentos vacilavam pra aquele cara lindo, rude, divertido e chato (continuo achando que ele tem problemas, olha só essas mudanças de humor) que a burra aqui não se deu nem ao trabalho de perguntar o nome. – Não sei se percebeu, mas é que eu não estou muito sóbria. Estou vendo tudo girando e se eu for dançar acho que posso passar mal. Me desculpe, mas é que hoje não é o melhor dia. – Dei um sorrisinho tímido a ele.

- Tudo bem, não precisa pedir desculpa. Acho que todo mundo já ficou assim antes. E sei que vai haver uma próxima vez e quem sabe não dançamos, não é?

- Com certeza. – Ele é um fofo, me compreendeu numa boa.

PVO Damon

- Droga Elijah, eu estava me divertindo vendo aquela maluca se embebedar e dançando. – Eu estava gostando da forma que ela tentava me provocar, nem parecia que uns minutos trás ela estava toda séria e enfurecida. É incrível o efeito que a bebida faz nas pessoas.

- Sinto muito Damon, eu sei que estava se divertindo, mas amanha você terá que acordar bem cedo para viajar. Não lembra? – Eu gostava muito do Elijah, mas ele tinha um problema, assim como Stefan era muito certinho (nem tanto quanto ele, mas mesmo assim certinho). Elijah era um empresário bem sucedido. Muitas mulheres eram caidinhas por ele, mas ele nunca se interessou por nenhuma. As vezes chego a pensar que ele não curte muito mulheres.

-Quando penso que me livrei do meu irmão chega você e faz o trabalho dele.

- Você deveria agradecer por ter a mim pra evitar que Stefan brigue com você por chegar bem tarde em casa. E além do mais, você tem que ficar sobreo pra viajar.

- Tudo bem, mas quero que saiba que estará apenas adiando o inevitável visto que estamos sempre brigando e continuaremos assim por qualquer motivo.

- É, eu sei sim

PVO Bonnie

- Eu não acreditooo... – Elena gritava feito uma loca pela casa.

- Cala a boca Elena. – Eu gritei do meu quarto. A gritaria dela esta quase fazendo com que minha cabeça explodisse. – Estou tentando dormir.

- A culpa não é minha se a senhorita resolveu quebrar seus “dogmas” de santinha que nunca bebe ontem. – Ela pôs a cabeça na porta do meu quarto.

- Elena, tenha piedade da minha pobre cabeça. – Coloquei o travesseiro em cima da minha cabeça.

- Ah qual é Bonnie, é só tomar um remedinho que passa.

- Dá um desconto a ela Elena. Ela nunca tomou um porre antes. – Meredith apareceu na porta.

- Valeu Meredith. É Elena, dá um desconto.

- Tudo bem, mas ai você não vai saber a novidade. – Ela deu de ombros.

- Que novidade? – Retirei o travesseiro rapidamente da minha cabeça interessada na novidade de Elena. (eu tinha um defeito enorme, era curiosa ao extremo).

- Desculpe amiga, mas não quero explodir sua cabecinha. – Ela riu me provocando saindo do quarto.

- Droga Elena, você já me acordou, quase estoura meus tímpanos pra no final dizer que não vai falar? Tenha santa paciência.

- Tudo bem, mas só porque essa noticia esta me sufocando. – Ela falou toda animada. Elena e Meredith entraram no meu quarto e se sentaram em minha cama. Ela fez suspense.

- Anda Elena desembucha. – Meredith estava impaciente.

- Vocês não sabem quem é que vai me supervisionar no meu estagio. – Ela estava eufórica.

Meredith e eu nos entreolhamos. Na verdade não fazíamos ideia de quem poderia ser. Éramos alheias quando o assunto era Direito. Elena percebeu nossa confusão.

- Damon Salvatore. Não é o máximo? – Continuamos com a mesma cara.

- Gente, sabem quem é Damon Salvatore? – Negamos com a cabeça. – Não acredito vocês não leem ou assistem jornal não?

- Não tenho tempo pra isso ultimamente. – Respondi.

- Ele é simplesmente o melhor advogado de todos os Estados Unidos. É o melhor e o mais lindo na verdade.

Bufei.

- Que bom que o “melhor advogado da América” vai te supervisionar. – Disse alegremente. – Mas dizer que é o melhor, não é exagero? – Não gosto quando as pessoas se vangloriam.

- Não sou eu que digo.

- É ele? – Perguntei.

- Não. São as revistas e jornais.

- E o que foi que ele fez para ser o melhor? – Dessa vez foi Meredith que perguntou.

- Apesar de ser jovem ele é o advogado mais bem pago do país. Ele já pôs atrás das grades vários empresários, por sinal poderosos, já colocou também vários bandidos. O caso mais recente foi do tal Tyler Lockwood.

- Acho que já ouvi falar do caso. – Meredith pensou.

- Pois é, foi um caso bem comentado pela mídia, mas parece que o tal Tyler fugiu da cadeia. – Continuou Elena.

- Fugiu? Mas ele é tipo, aqueles bandidos perigosos que te sequestram e fazem coisas más? – Eu estava ficando assustada.

- Sim ele é, mas não se preocupe, ele só faz isso com aquele que são ricos. E isso não é o nosso caso. – Ela riu, mas eu continuei com medo.

- Mas como ele escapou? Eu ouvi dizer que ele estava na Segurança Máxima. – Meredith disse.

- Eu não sei, mas tenho certeza que Damon vai fazer de tudo para que ele seja preso de novo.

- Vichi, isso não é perigoso pra ele, já que foi ele que o acusou? Esse tal Lockwood, ele não pode se vingar pelo que Damon fez? – Meredith perguntou.

- Eu acho que sim. – Disse Elena.

- Bom, mas quando você começar seu estagio? – Eu quis quebrar esse clima que já estava me deixando tensa.

- Semana que vem. – Elena disse voltando a alegria que outrora fora substituída pela tensão. – Gente, ele é tão LINDOOO.

- Ai Elena, será que você só pensa na beleza? – Disse Meredith rindo.

- Não, mas que ele é lindo, charmoso e rico, isso ele é.

[...]

Já havia se passado uma semana desde que Elena dissera aquela noticia, mas o que não saia de minha cabeça era o fato de ter um bandido solto pelo mundo (que por sinal era o bandido mais procurado pelo FBI e pela INTERPOL) quem sabe em busca de vingança. Tenho pena do coitado de Damon Salvatore, embora não conhecesse eu sabia que ele estava numa tensão só pensando em um provável atentado contra ele.

Ouvi meu celular tocando no meu bolço me tirando dos meus devaneios.

- Oi Elena.

- Bonnie, você vem almoçar comigo e com Meredith? – Eu havia esquecido completamente do nosso almoço.

- Claro.

- Você não esqueceu não é?

- Claro que não. – Menti.

- Que bom. Quem sabe vocês não conhecem finalmente o Damon.

- E como ele é? – Fingi interesse.

- Ele é mais lindo pessoalmente que por TV. Muito gentil e eu posso jurar que ele dá em cima de mim.

- Cuidado amiga, qualquer coisa você pode denuncia-lo por assedio.

- Que nada, se bem que eu sou doida pra que ele me assedie. – Começamos a gargalhar.

- Você é loca Elena. – Eu disse enxugando uma lágrima do meu rosto.

- Eu sei. Você vem que horas?

- Eu não sei. Acho que 11 horas, pode ser?

- Ok. É o tempo que Meredith chega. Então até mais.

- Até. Tchau. – Desliguei o telefone.

Fazia exatamente uma semana que a boca da Elena não era outra coisa que não fosse Damon Salvatore, eu já estava ficando realmente curiosa em saber como ele era. Ela diz que ele é lindo, mas meus padrões de beleza são um pouco diferente dos dela. Pra minha amiga o que importa é a beleza externa, um corpo sarado, sem marcas no rosto, coisa que pra mim é superficial (eu comparo como uma empada sem azeitona). Claro que pra mim além de ter beleza externa tem que ter algo mais (tem que ter azeitona pra dar um gostinho à mais) tem que ter carisma, simpatia e companheirismo.

[...]

Assim que minhas aulas acabaram peguei meu carro e fui direto para o Empire State, onde Elena estagiava, encontrar-me com ela para irmos almoçar. O edifício era realmente colossal, se localizava bem no centro de Manhattan. Sua arquitetura era uma mistura de cubismo, modernismo, futurismo, em fim, uma mistura de muitas coisas.

Assim que entrei deparei-me com duas filas. Uma que ficava em uma espécie de bilheteria e outra em um dos elevadores. Estava confusa e fui pedir informação a uma guarda.

- Desculpe-me senhora, mas pra irmos lá pra cima... – nem terminei de falar ela já foi me respondendo.

- É só comprar um bilhete ali. – Ela me apontou para a fila que ficava na bilheteria.

- Bilhete? – Elena nunca me disse que tinha que comprar um.

- isso querida, um bilhete. – Disse com desdém.

- Ok. Obrigada. – Sorri pra ela. Mas a confusão não saia de minha cabeça.

Enfrentei a fila gigantesca e finalmente chegou minha vez de ser atendida.

- Um bilhete, por favor. – O cara que estava na bilheteria me deu o bendito bilhete. – Obrigada.

Assim que sai dessa fila fui enfrentar outra fina interminável, a fila do elevador.

Meu Deus, se eu soubesse que teria de enfrentar uma fila como essa, ou melhor, duas filas como essa eu teria dito que não iria almoçar com ela.

Enfim consegui entrar no elevador e subimos todos (o que eu achei estranho, será que todos vão pra ala de advocacia como eu?) até o 18° andar. Mas não era ali que eu queria estar.

- Desculpe, mas eu tenho que ir até o 80° andar. – Disse ao assessor do elevador.

- Mas aqui é o ponto final das visitas.

- Não, mas eu preciso ir pra ala da advocacia.

- Tem autorização? – Perguntou despreocupadamente.

- Ninguém me disse que tinha que ter autorização.

- Então se esqueceram de te informar algo bem importante.

- Tudo bem. Obrigada. – Sai e fui ligar pra Elena.

- Agora eu não posso atender Bonnie, estou no meio de uma reunião. –Ela estava cochichando.

- Por que não me disse que tinha que ter autorização pra entrar?

- Desculpe amiga, é só você falar com a Greta. Ela é responsável pelas autorizações.

-Mas onde...

- Tenho que desligar agora. – Não acredito, ela desligou e nem me disse onde eu encontro essa tal Greta.

Peguei o próximo elevador que estava descendo e fui para o térreo procurar essa Greta. Cheguei mais uma vez na mesma guarda e perguntei, a principio ela desconfiou, mas depois ela me disse onde a Greta estava. Conseguia a bendita autorização e fui ao 80° andar esperar Elena. Assim que cheguei ao determinado andar perguntei a secretária onde era o escritório do Dr. Salvatore, visto que Elena ficava lá. Ele me respondeu de forma muito simpática que ficava no corredor da ala norte, mas que nesse momento ele estava em reunião com sua estagiaria (Elena) e um grupo de uma empresa muito importante. Então resolvi espera-la em frente ao escritório lendo uma revista onde tinha o Robert Pattinson na capa. Minutos depois meu telefone toca.

- Alô!

- Bonnie, é Meredith.

- Oi Meredith, você já esta perto de chegar?

- Pois é, é sobre isso que eu liguei. Não vai dar para eu ir almoçar com vocês.

- Por quê?

-Tenho um trabalho pra fazer e não dá pra adiar.

- Assim você nem vai ver o tal do Damon Salvatore.

- Vai haver outras oportunidades.

- É verdade.

-Eu tentei ligar pra Elena avisar que eu não iria almoçar, mas ela não atende.

- Ao que parece ela está em uma reunião muito importante com um grupo de uma empresa.

- Ah. Certo. Eu liguei só pra isso mesmo.

- Tudo bem Meredith. Tchau.

- Tchau.

Depois da ligação voltei minha atenção a revista.

- Essa reunião esta demorando demais, já estou impaciente. – Disse comigo mesma.

Foi então que a porta do escritório se abriu e vi Elena conversando com alguém.

- Então senhorita Elena, amanhã você trás as planilhas da reunião. – Ouvi a voz de um homem que vinha de dentro da sala. Provavelmente do tal Damon.

- Tudo bem senhor. – Respondeu minha amiga.

- Já disse que não precisa me chamar assim. Me chame apenas de Damon. – Não acredito, esse Damon estava realmente dando em cima da minha amiga?! Isso é um absurdo.

- Mas estamos em local de trabalho. – Dessa vez Elena cochichou, mas deu para ouvir.

- Você tem razão. Deixe para me chamar assim quando estivermos fora desse prédio. – Parece que ele estava rindo. – Tem companhia pro almoço?

- Sim senhor. Uma amiga minha vem comer comigo. – Ela estava se referindo a mim.

- É uma pena. Fica pra próxima então.

- Sim. – Nessa hora eles saíram.

PQP... Não acredito no que eu vi agora, o tal Damon não era nada mais nem nada a menos que o cara que eu havia encontrado na Columbia e na Boate. Mais que porcaria, eu não acredito que eu passei vergonha na frente do chefe da Elena. O cara que eu tinha achado o mais lindo que eu já havia visto. Minha nossa, onde é que tem um buraco para eu por minha cara? Ai que vergonha.

Ele olhou pra mim com um olhar de surpresa e depois deu um sorrisinho torto. (o sorriso mais lindo e sexy que já tive oportunidade de ver).

Ai eu quero morrer. – Pensei.

Notas finais
gente, a época do Gasparzinho ( o fantasminha camarada) ja passou, então nao exitem em escrever Review.
beijinhos até o proximo.