Bonnie Em New York
1 Columbia University
Notas iniciais
como eu disse essa é uma estória Bamon, só que não haverá bruxas ou lobos ou vampiros, nada do tipo.
espero acinosamente que gostem.
beijinhos flores.
PDV Bonnie
Não estava acreditando no que meus lindos olhinhos castanhos estavam vendo... uma carta de aprovação da Columbia University endereçada a mim.
Sai correndo em direção a minha casa gritando para Deus e o mundo que eu havia sido aceita em uma das melhores universidades dos Estados Unidos. Finalmente eu iria conhecer Nova York, a cidade que nunca dorme.
Conhecer NY foi meu sonho desde quando eu era um óvulo que havia sido acabado de ser fecundado por meus pais... Pensam que é exagero, não, não é. Só Deus sabe a vontade que eu tinha em conhecer essa cidade, quem diria morar... Ai que tudo.
Cheguei à minha casa abrindo a porta em um solavanco, fazendo os que estavam na sala pularem, no caso Mary (minha querida irmã) e seu namorado (Caio).
- PeloamordeDeus, Bonnie. Uma coisa dessas não se faz. Quer nos matar do coração? – Ela falava pondo a mão no coração. É claro que eu sabia que o susto dela foi porque pensou que era a mamãe que estava entrando e a pegaria dando uns amassos em Caio.
- Gente, vocês não sabem o que aconteceu. – Disse eufórica.
- Pela forma que entrou, deve ser o Armagedon que esta começando e você veio nos avisar. – Disse Caio arrumando sua blusa que estava sendo tirada por Mary minutos atrás.
- Muito engraçadinho. Mas, infelizmente, a mamãe não chegou (ela poderia ser considerada o Armagedon para eles). Mas voltando ao que interessa. Vocês estão olhando para a futura universitária de Columbia.
- O que? – Mary levantou-se do sofá e saiu correndo em minha direção me dando abraços e beijinhos. – Eu não acredito minha irmã uma universitária. Eu estou ficando velha. – Ela disse isso imitando um choro.
-Eu é que não acredito. Nunca imaginei Bonnie sendo aceita em uma universidade, quem diria na Columbia University. – Caio disse se levantando do sofá me abraçando.
- Olha como fala da minha maninha, seu idiota.
- Tudo bem Mary, estou feliz demais para me encodar com insultos insignificantes.
- Ora meninas, vocês não me conhecem? Sabe que essa é a forma de eu dar “parabéns Bonnie”
- Qual o motivo dessa felicidade toda? – Minha mãe perguntou assim que abriu a porta nos vendo abraçados.
- Ah mãe, você não vai acreditar. Eu fui aceita na Columbia University.
- Sério? – Ela ficou muito alegre, mas a alegria dela acabou subitamente. E eu notei.
- O que foi mãe? – Notei que ela chorava.
- Mas você tinha que ser aceita em uma universidade tão longe daqui?
- Mãe, Bonnie não é mais uma criancinha. Tem que se virar só.
- Mary. – A repreendi.
- Não, queria, sua irmã tem razão. É como dizem, criamos os filhos pro mundo e não para gente. – Ela me abraçou mais forte ainda. – Parabéns minha lindinha.
- Obrigada mãe. – Abracei-a.
Subi as escadas rapidamente para avisar Elena e Meredith que eu, finalmente, estava indo para a faculdade que não era nada mais nada a menos que a Universidade de Columbia. Eles estudavam lá fazia um ano. Elena cursava direito e Meredith jornalismo e eu iria cursar nutrição. Eu havia me candidatado pra lá junto com as meninas, mas por alguma razão não fui aceita, talvez burrice por errar 80% da prova do vestibular, mas nesse ano eu tomei vergonha na cara e estudei. Estudei de manhã, tarde e noite. Se papai estivesse vivo ele diria que eu estava ficando uma doente viciada em estudo, mas é horrível quando suas amigas passam em uma grande universidade e você fica pra trás.
Liguei para Meredith.
Alô!
- Meredith? Você não vai acreditar no que aconteceu.
Bonnie, que surpresa, não esperava sua ligação. Você geralmente só liga nos fins de semana.
- É por que o que tenho a dizer não pode esperar até o final de semana.
E o que foi que aconteceu? – Meredith já estava ficando ansiosa, eu estava notando isso.
- Eu entrei para Columbia University! – Gritei dando pulinhos.
Você o que? Não acredito. Finalmente vamos voltar a ficar juntas. Ah Bonnie você vão gostar tanto daqui. Vou leva-la as festas, tetros, festas, shows, festas, shoppings e festas. – Nossa, eu não sabia quantas festas ela me levaria, mas pela quantidade de vezes que ela falou são muitas.
- Agora irei ligar pra Elena.
Você ainda não ligou? Eu fui a primeira? Nossa que emoção.
- Não exagera Meredith. Tenho que deligar. Tchau.
Tchau amiga, até mais.
-Até.
Liguei pra Elena.
Alô
- Elena... – Fui interrompida pela caixa postal. Que droga ela gostava de pregar peças até quando não atende ao telefone.
Te peguei hahahaha... No momento eu não posso atender agora, devo estar ocupada com algum trabalho ou com algum carinha, mas deixe a mensagem após o bip. Bip.
Fiquei pensando, se por acaso os pais dela ligarem e se depararem com uma mensagem dessas? Coitados, iria tem um ataque cardíaco fulminante.
- Alô, Elena. Sou eu, Bonnie. Passei para dizer que estou indo estudar com vocês, pois é, finalmente a Columbia me aceitou. Já não era sem tempo, bom era só isso. Beijinhos.
Desliguei o telefone e fui tratar de pegar meu histórico escolar na minha escola, afinal era isso que eles pediam, além dos documentos oficiais como carteira de identidade, titulo de eleitor e outros.
[...]
Não acredito que eu estava indo pra New York, meu sonho se concretizando. Eu estava tão emocionada que o carinha que estava ao meu lado do avião perguntou se eu queria um lencinho de papel para enxugar minhas lágrimas. Isso mesmo, eu estava chorando de emoção. Só faltava agora eu arrumar um namorado. Era horrível ser a única das minhas amigas que não tinha namorado. Se bem que Elena também não tinha, mas ela nunca reclamou afinal ela trocava de homem como se fosse trocando de roupa. Mas quem sabe se em uma cidade como NY eu não mude isso, afinal ele é enorme.
Senhores passageiros, aqui quem fala é o comandante, dentro de dois minutos estaremos aterrissando. – Uma voz que dizia ser o comandante falou.
- Não acredito, NY e eu estamos separadas apenas por 2 minutos
- Pode crer. – Disse o carinha sentado ao meu lado. – Primeira vez aqui?
- Sim. – Eu disse sorridente, mal conseguia disfarçar minha alegria.
- Você nunca ira esquecer essa cidade. Ela é simplesmente magnifica. – Disse ele com um enorme sorriso no rosto.
- Não duvido nada. Sou Bonnie.
- Muito prazer, Bonnie. Sou Brian.
- O prazer é meu Brian. – Meu Deus que sorte, eu mal havia chegado a cidade e esse cara lindo já estava falando comigo. Certo, passamos a viajem juntos, mas sem falar uma palavra e olha só, foi só chegar a NY que ele conversou comigo... Meu Deus, essa cidade era realmente mágica.
O avião finalmente aterrissou e fui pegar minha bagagem de mão que ficava na parte a cima de mim.
- Deixa que eu te ajudo. – Brian viu minha dificuldade para alcança-la visto que eu era, infelizmente ou felizmente (neste caso), baixinha.
- Obrigada. – Sorri para ele que estava devolvendo minha bagagem.
Seguimos até a sala para pegarmos as bagagens pesadas que estavam rolando na esteira juntas com outras malas.
- Bom Bonnie, até outro dia.
- Até.
- Ouça isso não é uma despedida. – Meu Deus, Morri. Ele picou pra mim depois que disse isso.
- Bonnie. – Ouvi Meredith e Elena me chamando assim que sair do desembarque.
- Meninas! – Gritei correndo ao encontro delas que me abraçaram.
- Você veio mesmo! – Disse Elena
- É claro que sim, por acaso duvidou disso? – Olhei-a de forma maliciosa e pondo as mãos na cintura.
- Nunca. – E começamos a rir.
- Vamos pra casa. – Falou Meredith.
- Que chique. Vocês já têm casa?
- Sim, pois é, pra você ver como somos importantes. Você vira mora conosco. Tem um quarto especial pra você.
- Ok, então, vamos. – Disse.
Eu não deixava de ficar admirada com as luzes da cidade. Eu havia chegado durante a noite, a hora mais bonita de ver essa incrível NY.
Chegamos a um prédio com tijolos vermelhos, parecia simples, mas bem aconchegante.
- Não é chique, mas sei que você vai gostar.
- Que é isso gente, sabe que não ligo pra isso.
Entramos no prédio. A única coisa que era ruim era que não havia elevador. Tudo bem, não ligava tanto, pelo menos não precisaria pagar uma academia se já tinha lances de escadas me esperando. Mas por sorte o apartamento era no primeiro andar.
- Bem vindo a sua nova casa.
- Poxa gente, obrigada.
- Entre, vamos mostrar seu quarto. – Disse Elena.
O quarto era pequeno, eu não ligava para tamanhos, mas se tinha uma coisa que eu valorizava era a paisagem. E nisso elas sabiam, visto que a vista que deixaram para mim era de tirar o fôlego. Direto para o Central Park.
Nossa essa cidade promete. – Pensei.
Notas finais
beijinhos
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