Notas iniciais
RUFEM OS TAMBORES, CANTEM ALELUIA, SOLTEM FOGOS COMEMOREM Voltamos e agora pra seguir com mais freqüência as postagens, já sentamos e organizamos as sequencias e a escrita dos proximos dois estão sendo feito! Para felicidade de muitas o capítulo é TOTALMENTE DELENA - me amem baby's e a Mari e Lis tbm - kkkkkkkk Bom sem mais vamos ao capítulo

Ter Elena ao meu lado era uma felicidade sem igual e por mais que eu saiba que esse relacionamento pode ser o iceberg do meu Titanic vulgo emprego eu ia seguir navegando nele, pois eu jamais encontrei em uma mulher o que aquela pirralha maluca de pedra tinha uma felicidade que contagiava o mundo ao seu redor e o tornava ainda mais colorido e cheio de vida, sei que esses pensamentos soam meio Stefan da vida se é que me entendem, mas eu gosto realmente dessa descabeçada de apenas 17 anos.

Depois de passar uma noite inacreditável com aquela pentelha depois dela ligar em casa e avisar que estaria com “Caroline”, adormecemos agarradinhos e não tinha coisa melhor que aquele corpo quente e cheiroso acalentado em meus braços. Logo cedo ao senti-la remexer-se muito acordei e meu sono foi embora ao ficar visualizando sua bela imagem dormindo tranquilamente com um sorriso desenhado angelicalmente em seu belo rosto de menina, minha menina louca que me leva a cometer as mais idiotas e incríveis babaquices, minha menina pequena e nova e cheia de amor, minha menina amiga, amante e companheira, e que pensado assim eu sempre achei que era um sonho, pois ela era alguém tão inalcançável que todos me diziam que era louco por ter o sonho de algum dia possuí-la ao meu lado, entretanto eu esperei e isso me trouxe a onde estamos a essa realidade que se assemelha a um sonho insano e intenso e que se for imploro que me deixem dormindo, pois ele está mais do que perfeito para mim, um idiota apaixonado... Imerso em tantos pensamentos a sonolência volta a me consumir e deixo-a levar a um sonho ainda melhor.

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Acordo com beijos suaves por toda minha face e pescoço e ajeito para aguentar aquele corpo sentado sob o meu.

– Bom dia meu e só meu Damon. – sua felicidade matinal me contagia impossibilitando meu mau humor cotidiano.

– Bom dia minha e só minha bonequinha. – enfim abro meus olhos para deparar-me com ela usando minha camiseta e os cabelos se desfazendo do coque. – É meio difícil me conter te vendo assim sabia? – ela sorri e com carinha de anjo nega. – Sei bem que sabe sua pilantrinha. – quando ia virar-lhe sobre a cama noto a bandeja de café que ela preparou. – Você quem fez isso? – seus olhos brilham ao afirmar e não conhecia esse lado meigo dela.

– Claro que fiz, é minha primeira manhã com meu namorado lindo gato e que me deixa ainda mais piradinha.

– Vamos ver então se minha namorada linda e gata tem bons dotes culinários. – ela tira a língua e sai de cima de mim sentando ao meu lado e pegando um morango e o colocando no chantili e trazendo próximo de meus lábios. – Meu deus o que aconteceu com aquela Elena agressiva e selvagem que eu conheço. – zombo depois de morder o morango.

– Imbecil. – ela bate em meu ombro e faço careta. – Eu só estou tentando ser mais romântica com você vai que uma certa galinha quero ciscar no meu terreno e roubar meu galo. – eu não resisto e começo a gargalhar de sua frase e ela me olha séria. – Não estou brincando e já conheço uma que está bem ali esperando eu fazer um errinho mínimo para te roubar de mim. – ela faz bico e eu beijo.

– Pare com essas ideias malucas, só quero você e mesmo que faça o maior erro não vou te deixar, agora você está perdida nunca mais se livrará de mim. – beijo ela que sorri em meus lábios.

– Melhor assim! – sua voz manhosa me faz rir.

O café da manhã foi assim dela usando de artifícios no qual me deixavam ainda mais encantados por esse lado de uma Elena desconhecido até então, seu jeito meigo de mimar a mim e sua risada nos momentos de brincadeira fizeram deste de longe o melhor café da manhã da minha vida onde provocá-la se tornou meu prazer maior e deixar a realidade de lado à coisa mais plena.

– Sabe acho que devemos conversar sério agora. – suspiro eu não queria naquele momento falar sobre e estragar nosso momento, mas era necessário.

– Sobre o que tão sério quer conversar? – ela recua um pouco sentando mais aos pés da cama com as pernas cruzadas dando-me a belíssima visão do inicio de suas coxas.

– Melhor sentar mais comportadamente querida ou não irei resistir a ti. – ela se remexe um pouco desconfortável e estende as pernas melhorando levemente a minha situação. – Melhor. Bom é sobre o Stefan...

– O que sobre ele quer saber, já não deixei claro que não tenho nem nunca terei nada com ele ou mesmo que ele é gay? – o afobamento de suas palavras me intriga.

– Porque não quer falar disso.

– Simples fui enganada por esse tempo todo achando que ele me desejava e da noite pro dia descubro que ele é gay e é bem mais possível ele desejar você do que a mim, isso é desconfortável.

– Elena que ideia mais escrota é essa?

– É orgulho ferido cara entenda meu lado sou uma mulher e também tenho meu ego. – eu realmente não acreditava naquilo.

– Ego Elena? Você tem a mim aos seus pés e deseja que ele sinta algo por você?

– Não vai me entender nunca né? – ela levanta afoita e pela a bandeja sem me dar tempo de esboçar alguma reação.

Fico ali sem entender o que foi essa reação, mas definitivamente não aceitaria aquilo pois eu agora sou seu namorado e aquilo é uma puta duma merda por parte dela, querer que outro a deseje, ah fala sério, se terá algo que ao meu lado ela vai ter que conter é essa infantilidade e jeito mimado dona do mundo, pois não admito isso. Levanto-me enervado com aquela reação estúpida dela e a sigo, pelo corredor já a vejo lavando a louça na cozinha e isso me espanta.

– Ei, por favor, não volte a ter essas reações descabeçadas pelo Stefan, ou acharei que sente algo por ele. – estou de braços cruzados do outro lado da meia parede que dividia os ambientes e ela vira-se levemente para mim.

– A questão não é sentir nada por ninguém, mas compreenda meu lado Dam, imagine se quem você acredita ser sua namorada dizer que não sente nenhum prazer em estar com você porque ela gosta de mulheres, como você se sentiria? – apesar de ser um pouco retardado agora entendi o que ela sentiu, ficaria bem puto e de ego bem ferido.

– Tudo bem, você conseguiu me convencer disso, realmente não ficaria muito feliz de me sentir usado e não desejável. – vou até ela e beijo sua nuca. – Me desculpa.

– Não há o que desculpar você não fez nada demais, só que esse ainda é um fato que me deixa um pouco desconfortável.

– Sim, mas não teremos riscos com relação ele saber sobre nós e algo do tipo ou ele voltar a ser seu “namorado”?

– Nenhum pouco, sou sua e só tenho um lindo e ciumento namorado ogro. – ela vira e me molha.

– Minha palhaçinha, depois devemos tratar ao certo sobre o Stefan, mas agora eu só tenho uma ideia em mente...

– E o que seria?

– Passearmos ter um dia legal.

– Achei que era outra coisa.

– Essa outra coisa deixamos para depois à noite na nossa cama.

– Humm isso me parece realmente muito bom, mas hoje o senhor não deveria ir trabalhar Salvatore?

– Até deveria, mas ligarei para Mônica e avisarei que não posso ir por um motivo sério e pessoal.

– E eu sou esse motivo?

– Você é todos e mais um pouco minha namorada.

– Isso me deixa muito feliz, mas por um acaso para onde vamos?

– Que tal zoológico?

– Que tal antes do zoológico irmos a um banho bem gostosinho?

– Acho perfeito esse conjunto, banho com minha bonequinha e depois ir para o zoológico como um casal apaixonado. – dou um selinho nela e a surpreendo pegando-a no colo.

– Eu realmente gosto de quando faz isso.

– Pois farei sempre que possível. – sigo com ela em meus braços para o banheiro.

*********

Demoramos demasiadamente naquele banho, o que eu não estava reclamando, já que foi muito bom e proveitoso, mas ter suas mãos entrelaçadas na minha andando em publico pelo zoológico e vendo sua empolgação a cada animal que visitávamos a fez parecer como uma criança maravilhada com algo totalmente novo e especial e aquilo me animou muito. Estava seguindo para a jaula dos leões quando ela viu um carrinho de sorvete e olhou sugestivamente para ele.

– Quer um? – ela afirma com a cabeça e fui mimá-la comprando seu sorvete.

– Obrigada meu amor. – ela me dá um selinho e olhando assim parecíamos um casal de adolescentes deslumbrados.

– Estou gostando de toda essa demonstração de amor em público. – abracei seus ombros e seguimos pra onde iramos.

– Cara olhe como esse leão é lindo e poderoso. – ela pendura na grade olhando o animal andando por sua “casa” perto da leoa que estava por ali. – Posso já ter vindo ao zoológico mil vezes, mas sempre me encanto com a natureza, é tão lindo.

– E é ainda mais lindo ver você assim empolgada porque fica ainda mais linda parecendo uma criança inocente.

– Mas sou inocente tá! – ela ri e desce de onde estava me abraçando – estou amando nosso programa juntos.

– Eu queria te fazer algo legal, até pensei em um parque de diversões, mas lembrei do zoo e me deu um estralo de sugerir isso.

– E acertou na mosca amo parques, mas amo demais a vida selvagem.

– Será que é por isso que você é um animal na cama? – Mal notei o quando havia dito aquilo alto e as pessoas em volta nos olhou.

– Damon... – seu tom de repreensão e sua cor rubra das bochechas a deixaram ainda mais linda.

– Amei você assim ruborizada isso te deixa meiga e doce.

– Você é um grande cretino que fala altas besteiras.

– Mas acho que você bem ama esse cretino e por isso não resiste a ele.

– Vamos sair daqui fiquei com vergonha. – ela sai me puxando em direção aos ursos.

No caminho a musica que tocava na lanchonete fazia alguns mais jovens dançar e era claro que minha pequena garota não ficaria de fora, ela puxa-me para o meio daquele monte de jovens e adolescentes e me sinto um velhote perto dessa turma, mas a musica casava-se exatamente com o que sinto por ela.

“Mais do que um sonho

Quarenta dias e quarenta noites

Esperei por uma garota como você para vir

E salvar minha vida

Lembro os dias em que esperei por você

Você sabe aqueles que diziam que"

"Eu nunca encontraria alguém como você"

Aquilo parecia meio demoníaco, pois ainda hoje cedo havia pensado algo semelhante e por mais que não fosse de superstições idiotas e baratas, aquilo houvera me assustado, mas talvez fosse apenas aquele verso que se assemelhava a nós... Sua dança doida sem ritmo nenhum me fizeram rir e seu show de caretas também foi algo hilário.

“Tenho o meu coração acelerado

Se eu morrer não me acorde

Porque você é mais do que apenas um sonho

De vez em quando eu me belisco

Porque eu acho que a minha garota

Me confundiu com outra pessoa

E cada vez que ela pega a minha mão

Todas as dúvidas tornam-se um simples fato”

É talvez aquilo fosse algum sinal do mal ou do bem sobre nós, pois definitivamente essa era nossa musica cada palavrinha dizia o que eu sentia pela morena saltitante ao meu redor, tentava acompanha-la, mas seu lado completamente serelepe me deixava um pouco zonzo, enfim consigo tocar seu braço e a segurar que me olha completamente maravilhada.

– Sabe que notei algo.

– e o que foi?

– Que essa musica é completamente o que sinto por você!

– Isso é sério? – aceno afirmando. – Ai que lindo você Dam, não sabia que se sentia assim.

– Sinto meu coração louco desde o primeiro dia em que te vi e isso é algo que acontecerá por toda minha vida, pois você é meu sonho ideal minha princesa.

– Isso foi meio gay amor. – o modo como ela zomba de mim deixa-me um tanto quanto incomodado.

– Nossa como você gosta de mim.

– Ah não, não é isso apenas foi muito fofo como você revelou o que sente, saiba que eu também nunca imaginei que o senhor delicia que entrou no escritório do meu papai seria todinho meu afinal o que um homem lindo e maduro poderia ver em uma pequena criança como eu?

– Criança você? Acho que não!

– Qual sua primeira impressão de mim?

– Sinceramente?

– Claro que sim.

– Que você era alguma amante do meu patrão e que estava completamente fodido por desejar arrancar aquela camisa dela ali mesmo e foder com ela em cima da mesa dele e ele pegar-nos no flagra.

– Sério que pensou assim? – ela ria escandalosamente me fazendo rir.

– Sim foi assim que eu pensei e bom quando descobri que você era filha e não amante aquilo me aliviou, mas por breve, porque descobrir que você era menor e filha mais que amada me deixaram com um revolver apontado na cabeça, mas como o diabo é meu amigo não consegui resistir à peste tentadora que a filhinha do chefe se mostrou e a comi na boate em um canto escuro qualquer tirando a virgindade dela da pior maneira possível. – tá ai algo que não me orgulho muito.

– Foi a melhor primeira vez que pude ter gostoso.

– Queria te dar o melhor, e aquilo não foi.

– Para mim foi e é o que basta, ter sido com você foi o melhor impossível.

– Maluca.

– Ogro. – ela me beija e fico incomodado com medo de algum conhecido estar por aqui e nos ver, mas foda-se eu amo essa garota.

– Sabe que estamos correndo um risco enorme? Estamos juntos de maneira ilegal e ficar aqui nesse amor é um grande risco, pois qualquer um pode nos ver e dar com as línguas nos dentes, mas não to nem ai porque estou feliz de estar aqui com você! – digo rindo com ela disso.

– Sabe estava com medo, mas depois de hoje acho que o melhor é contarmos o mais breve possível para meus pais, não quero ficar nisso por muito tempo e quero que todas saibam que você é meu todinho meu, esses olhos lindos safiras são meus, essa boca má e falante é minha, e todo esse corpo lindo é mais do que meu, tenho ciúmes de mim mesma por esse corpo ser meu. – sua brincadeira me assusta e ela logo se explica brincando.

Seguimos nosso tour pelo zoo vendo os ursos depois os tigres, ela pediu para ver os filhotinhos para a veterinária que mesmo não podendo liberou ela depois de sua pequena mentirinha sobre ser estudante de veterinária, seu encantamento com os pequenos filhotes foi maravilhoso e as risadas dela ao alimentar os pequenos animais é algo que jamais irei esquecer. Com ela era possível e impossível esquecer sua idade, uma vez que ao mesmo tempo ela era uma mulher madura segura, firme e sensual ela era apenas aquela menininha que se divertia com os pequenos animais. O dia dentro do nosso passeio foi espetacular, mas depois de ver todos os animais tiramos algumas fotos e já era mais de meio dia e ela reclama de estar com fome o que me deixa completamente abobado, uma vez que ela acabara de comer um mega lanche há poucos minutos atrás, ainda sim resolvo surpreende-la.

– Topa ir para um lugar comigo sem saber onde é?

– Devo ter medo disso? – como sempre ela não conseguia conter sua expectativa.

– Não deve não, mas será algo especial para complementar nosso dia, o que acha?

– Se não for nada ruim e se for matar minha fome eu topo.

– E essa fome é como? – me aproximo dela e sussurro em seu ouvido.

– Seu safado minha fome é de comida e não de você.

– Isso é uma pena porque se fosse de outra coisa eu te faria muito mais muito feliz.

– E o senhor está muito sacana senhor Salvatore com essas ideias tortas sobre minha fome.

– Sei bem como a senhorita pode ser muito safada e gulosa também Gilbert. – laço sua cintura e ela ri batendo em meu peito.

– Seu bobo é sério estou com fome e quero almoçar e como já tem uma ideia de onde irmos pode me levar, pois parte do nosso dia foi muito mais do que bom, amei ter essa experiência com você meu bebezão. – ela faz voz infantil e isso me irrita.

– Elena amor não fique falando assim não acho saudável muito menos sexy, prefiro minha Elena safada e louca.

– Certo meu homem safado e lindo, antes de irmos vou ao banheiro e já volto.

Ela sai e fico ali brincando com a chave do meu bebê, como eu amo meu carrinho lindo e precioso, talvez, mas apenas talvez eu tivesse muito mais cuidado e amor com meu carro que qualquer pessoa do mundo e que ela nunca descubra isso se não adeus amor da minha vida e adeus meu precioso porque com o nível de loucura dela eu não duvidava e nada dela aprontar algo com ele para me afetar, demorei tanto pra conseguir o sonho do meu carro próprio como eu desejava que agora eu definitivamente não me via sem aquele pequeno brinquedinho que tenho, ah meu carro...

– Ops desculpe-me. – alguém tropeçou e ao cair me levou junto.

– Sem problemas a senhorita está bem? – pergunto tirando-a de cima de mim.

– Oh sim um milagre colocou você aqui para amortecer minha queda, sinto muito sou um desastre total. – a moça de pele morena e cabelos longos e cacheados, diz se insinuando claramente e se eu realmente não estivesse apaixonado por Elena ela seria uma das mais fáceis que tinha em mãos.

– É... Foi sim. – levanto-me sem jeito e estendo a mão para ela que ao segurar puxa-me novamente ao chão fazendo graça e foi ali que rezei a todos os deuses, capetas, santos, e o que fosse para que a bruxinha que amo não aparecer.

– Oh realmente sinto por isso. – ela colaca o braço por baixo de seus seios o fazendo saltar pela camiseta decotada.

– Sim, mas tome cuidado para não se machucar da próxima e...

– Ah, mas você pode estar mais vezes assim para me ajudar. – ela se joga em meus braços, mas na mesma rapidez que ela me “abraçou” ela foi puxada pelos cabelos e não precisava nadinha saber de onde partiu aquilo apenas por ouvir o bufar de raiva dela. – Ai meu Deus socorro, larga louca.

– Louca? Você vai ver a louca agora porque você ficou ai se esfregando no meu homem, pense infinitas vezes antes de se jogar num homem, pois ele pode muito bem ter alguém louca e possessiva. – a voz rouca e enraivecida de Elena soou extremamente perigosa e o soar de sua mão ao estalar na pele morena da face da outra me fez ter realmente medo dela.

– Está me machucando, socorro.

– Grita mesmo putinha grita para todos saberem que você é pior que uma meretriz barata de esquina, você ficou se insinuando pro cara errado porque a namorada dele é uma louca. – sua risada fina e histérica bem semelhante a namorada do Coringa me assustou e ali eu soube que deveria tirar Elena de cena.

– Chega Lens venha. – pego-a pela cintura, entretanto ela continua grudada aos cachos da moça que esperneia.

– Isso seu cafajeste me puxa mesmo que deixo sua putinha sem um fio de cabelo. – sim nesse momento me envergonhei muito da reação dela e em um momento de descuido solto sua mão e a jogo nos ombros e ela esmurra com força minhas costas. – Seu babaca desgraçado não esperou nem eu saio de cena para se agarrar com aquela vadia, eu te odeio seu vagabundo.

– Chega cala boca. – sou duro quando ponho sentada no capô do carro. – Não fiz nada pelo contrario estava de boa no meu canto te esperando quando aquela maluca tropeçou e caiu em cima de mim e depois fez toda uma cena e enfim você chegou e fez o teatro, mas que merda eu não iria te trair assim, eu te amo sua idiota mimada e ciumenta para de paranoias.

– Aquela vagabunda caiu em cima de você? Ah mais agora que mato ela, mato ela, mato sim... – ela já tenta pular do capô e eu a impeço.

– Você é Surreal Elena, surreal, eu acabo de dizer que te amo e você pensa em matar a outra ignorando isso? Onde estava com a cabeça ao me apaixonar por você. – irônico soo e rio.

– Argh seu babaca você me ama, mas gruda em outra... Espera você disse que me ama aqui em alto e bom som? – sua carranca muda para aquele sorriso maravilhado e ela puxa meu rosto e o enche de beijos.

– Posso perguntar algo sem você querer me matar? – entro novamente no clima de brincadeira.

– Um você já fez uma pergunta, dois pode fazer outra sim. – ela segura meu pescoço e encara o fundo dos meus olhos.

– Você tomou seu remédio controlado hoje?

– Hahaha seu bobo, estava ocupada de outra maneira que me fez esquecer dele. – ufa ela está novamente no bom clima.

– Eu te amo sua peste encrenqueira e marrenta, te amo e nenhuma outra vai conseguir me chamar à atenção ao ponto de te deixar.

– Nem mesmo quando eu estiver de TPM querendo te matar, ou se eu ficar gorda e feia, ou qualquer coisa do tipo?

– Não sua maluca eu amo só você pra sempre, amo a ponto de arriscar o meu emprego dos sonhos.

– Então isso quer dizer que contaremos para meus pais?

– Isso quer dizer que nosso relacionamento é forte e sobre falar com seus pais eu já disse dê tempo ao tempo para que então possamos falar com eles de maneira direta.

– E esse tempo vai demorar muito?

– Não sei espere termos a hora certa.

– Não vou fazer disso uma discussão. Agora vamos que depois de tudo isso estou com ainda mais fome.

– Eita esfomeada vamos nessa então.

Pego-a novamente em meu colo agora com cuidado e carinho e suas pernas rodeiam minha cintura abro a porta do meu carro e a sento no passageiro e ela gargalha daquilo, dou a volta no carro e entro tomando meu lugar como motorista.

– Vai me deixar dirigir seu carro algum desses dias? – ela fala com os pés no painel.

– Estou com cara de Chapeleiro Maluco?

– Eu sei dirigir bem...

– Não confio nem em minha sombra para estar na direção do meu bebê piorou você com todo respeito.

– Ai nossa amor que mau isso.

– Querida sou seu príncipe encantado, mas no lugar de um cavalo branco tenho meu xodó e bom você é a princesa indefesa agressiva da minha vida e já está nele.

– Ai ai Damon ai ai.

Como o local que tinha em mente era um pouco longe do zoológico já a avisei para que ela não fosse metade do caminho resmungando, mas o contrario nosso caminho foi repleto de risadas inclusive seu flashback da cena deplorável da saída mais cedo, ela era realmente uma pessoa sem muito discernimento de certas situações e teríamos que mudar isso ou sei que não iríamos longe, suspiro com o pensamento, mas logo sou levado a outro tipo de pensamento quando aquelas pequenas e hábeis mãozinhas ficam passeando em minha coxa até muito, muito próximo da minha virilha e eu ao invés de conte-la deixei, acho que estou me contaminando com sua loucura casual. Antes que ela pudesse avançar mais o que fazia e que realmente desejei chegamos ao local que tinha em mente.

– Dam apesar de ter amado sua escolha não é meio arriscado estarmos aqui?

– Creio que não.

– Mas muitos da empresa vêm aqui.

– Bobagem amor às chances é de uma em um milhão e bom eu já reservei uma mesa mais discreta e reservada não teremos problemas.

– Se é assim tudo maravilhoso.

Seguimos agora mais discretamente dentro do restaurante sem estarmos de mãos dadas ela seguia mais a frente e eu apenas me deliciava com a cena daquela bunda maravilhosa rebolando na minha frente, minha perdição...

– Olá boa tarde sejam bem vindos ao Mangi Piacevole Ristorante.

– Olá tenho uma reserva, Damon Salvatore.

– Ah sim senhor Salvatore queiram me acompanhar, hoje o nosso cardápio está um pouco diferenciado e esperamos que o senhor e a senhorita apreciem as novidades.

– Oh sim sei bem como vocês possuem um ótimo cardápio e sei que essas novidades devem estar deliciosas. – Elena é amigável com a moça que sorri.

– Oh já conhece o recinto senhorita.

– Sim já frequentei muitas vezes aqui com meu pai.

– Ah então espero que ambos aprovem as novidades a satisfação de clientes fieis é o melhor para nosso estabelecimento. Pronto aqui está a mesa de vocês, tenham um bom apetite. – ela nos deixa e Elena sorri.

– Escolhi bem meu anjo?

– Escolheu maravilhosamente bem.

– Pois eu lhe disse que nosso cantinho seria bem reservado aqui poderemos ficar tranquilos e bem guardados aproveitando apenas da boa refeição e nossa companhia.

– É tão bom conhecer esse seu lado apaixonado você está definitivamente me laçando Salvatore.

– Assim como você Gilbert.

As coisas iam bem estávamos sentados um em frente para o outro e agora com nossos dedos entrelaçados falávamos de amenidades e logo o assunto esquentou, trocávamos palavras mais ousadas e quentes e aquele olhar sedutor e voraz dela deixavam-me extremamente excitado o tesão entre nós era palpável e aquela conversa com palavras e com olhares estava tão intimo que nenhum de nós notou tal aproximação que poderia ser a coisa mais decadente e perigosa do dia, estávamos ali tão sossegadamente no local que julguei ser o mais isolado vivendo o melhor momento em que poderíamos ter e contemplando aquela perfeição que mal tinha calculado os riscos e ficado atento e por aquele ato egoísta de aproveitar algo que me deixava pleno só vim a notar aquela imagem poderosa e imponente quando seu olhar furioso e calculista recaiu sobre mim e posso garantir que olhar amigável não havia no momento.

– Senhor Salvatore que surpresa o senhor por aqui não, pelo que eu saiba o senhor deveria estar no escritório agora a não ser pela falta justificada e antecipada em quinze minutos por telefone para sua secretaria por estar adoentado ou algo do tipo. – seu tom irônico e autoritário revirou meu estomago, porque provavelmente ele ainda não havia reconhecido a filha ali.

– Papai? – ela vira-se se revelando o que me põe ainda mais pálido e meu estomago ainda mais gelado porque eu sabia que agora sim poderia encomendar meu caixão.

– Elena? O que está fazendo aqui? – sua expressão carrancuda fuzilava-me por agora alem de ter faltado estar com sua preciosidade.

– É bom... Uma tia minha faleceu. – invento a primeira história que veio a mente e sei que aquilo não foi nada criativo e não passou da mais esfarrapada desculpa.

– É papai o Damon está arrasado ele gostava muito da sua tia Pandora do Alabama. – meu cérebro deu um nó com o que a doida falou e ele olhou confuso. – Vim dar meu apoio nesse momento duro. – ela sorriu angelicalmente para ele.

– Mas o senhor não tinha dito que toda sua família mora aqui na cidade?

– É sim, mas essa minha tia mudou a pouco tempo para o Texas.

– Mas não é Alabama? Algo está acontecendo nesse lugar e toda essa história de Texas e Alabama está muito mais muito estranha mesmo ainda mais com minha filhinha no meio Salvatore.

– Bom papai a tia dele estava numa viagem do Texas pro Alabama e faleceu em um acidente na estrada. – a cada palavra que ela dizia sentia que nós só nos fodiamos cada vez mais.

– Mas quem em sã consciência viaja por estrada do Texas pro Alabama assim do nada? E ainda alem de não entender nada dessa história quero saber por que você Elena Gilbert está aqui.

– Já disse papai vim dar uma força nesse momento de perda dele sou uma boa amiga, o senhor me ensinou a ser assim!

– Então se é isso porque estão de mãos dadas e trocando esses olhares como um casalzinho de namoradinhos?

– O que? Jamais senhor Gilbert respeito Elena e gosto dela como minha irmã ela só quis me reconfortar pela perda do tio Patrick.

– Tio Patrick? Não era tia? Algo não está me agradando nadinha nessa historinha de vocês dois.

– Papai foi um acidente e estavam o tio e a tia, não vê pobre Damon está completamente atordoado.

– Algo não está me deixando seguro sobre essa história, mas como sou educado e como Damon é um bom funcionário darei um crédito a vocês e como você filha andou indo na linha ultimamente vou dar um voto de confiança, mas se desconfiar que exista algo entre os dois... Ah Salvatore você não tem ideia do que irá lhe acontecer.

– Não senhor, respeito o senhor e sua família jamais faria nada que o senhor não desejasse e que fosse desrespeitoso com Elena. – meu coração estava na garganta e via que mesmo assustada ela deliciava-se com a cena.

– Bom já que é assim serei educado e vou dar-lhe essa força no momento de uma perda tão grande que eu e a mãe de Elena almoçaremos aqui, volto em um minuto. – ele dá um sorriso demoníaco e sai.

– Elena olha o que você foi falando sua louca.

– Ah amor pare não foi nada estava te ajudando e olhe nossa chance de contar a eles.

– Está louca? Ele me ameaçou.

– Damon para de palhaçada é a chance ideal agora.

– Não nem pensar.

– Posso te convencer...

– Pode convencer o Salvatore de que Elena?

– Que ele não precisa sair da cidade para ir resolver assuntos da internação dos tios.

– Mas eles não faleceram como internação?

– Internação que internação? Não falei isso papai. – ela se enrola e eu fito a mesa me sentindo um homem morto ou um homem capado.

– John pare de sandices e deixe o menino ele está sofrendo e olhe como nossa Eleninha cresceu e agora é uma boa mulher veio acalentar um amigo sofrendo isso é uma boa coisa. – Isobel até parecia saber de algo e nos encobertar o que foi deveras estranho, mas naquela altura do campeonato era melhor ficar bem quieto e parecer bem infeliz ou meu caro amigão lá em baixo iria pro espaço.

Depois daquilo logo todos pedimos nossos pratos e a conversa era pouca e sempre tensa, sentia-me tremulo e zonzo, eu amava aquela criatura, mas com aquele pai eu deveria ter muito cuidado, meu coração ficou durante todo almoço acelerado e descompassado e a cada investida de Elena por baixo da mesa era contida no mesmo momento, eu estava em pânico como a muito tempo não ficava e aquilo até colou aquela desculpa mequetrefe que demos e o que depois de um tempo veio a deixar o meu chefe realmente preocupado comigo e a tal morte dos meus parentes imaginários. Quando o almoço chegou ao fim faltei respirar aliviado e sair cantando “I’m free, yeah i’m free from your inciting” enfim pude relaxar um pouco fiz meu papel de parente abalado o que me deu mais dois dias de folga e que provavelmente usaria para ficar bem longe da família Gilbert e quando digo isso me refiro até mesmo de Elena, pois depois dessa precisava de uma dosagem de relaxamento e tranquilidade. Ela insistiu em ir comigo, porém o pai negou o que a deixou muito contrariada, assim como meu lado sacana que gostaria e muito de um bom sexo relaxante, mas meu lado racional concluiu que o mais sábio era a deixar ir com ele e não contestar porra nenhuma, despedi-me de todos e ela abraçou-me, senti algo ruim, pois o encantamento do dia morreu ali e aquele abraço era um pedido desesperado para que eu solicitasse sua ida comigo, mas apenas lhe dei um beijo na testa e parti, sentindo que tinha magoado ela, uma por não ter contado sobre nós e dois por não ter pedido para que ela fosse comigo, todavia senti aquele homem suspeitando ao máximo de nós e não lhe responderia sim com esse pedido.

Deus que confusão eu me meti...

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Dormia tranquilamente quando sou acordado abruptamente pelos gritos de Elena clamando ao pai que não me fizesse nada de mal e Isobel desesperada logo atrás, ele vinha centrado e com um olhar dominado pelo capeta onde a me ver naquela cama apenas coberto pelo lençol o deixara ainda mais revoltado.

– Seu criminoso desgraçado você deflorou minha pequena princesa, roubou sua pureza e ainda por cima sua doce inocência, abusou do corpo de criança dela e agora está ai estendido em minha cama como um rei, você não me escapa maldito. – ele grita furioso e agora vejo a faca em sua mão reluzir.

Santo senhor meu bom Deus ajudai-me e tenha piedade de mim, sou muito novo para morrer.

– Senhor eu posso explicar tudo não é o que o senhor pensa.

– NÃO? O SENHOR POR UM ACASO APENAS ESTÁ NU AI PARA POSAR PARA UM RETRATO? FAÇA-ME O FAVOR DE SER VERDADEIRO HOMEM, FOI TÃO BOM PARA DEFLORAR MINHS GAROTINHA SEJA AGORA PARA ASSUMIR.

– Okay senhor eu assumo então piedade eu clamo.

– Piedade coisa alguma agora o senhor vai pagar pelo que fez.

–Senhor por toda consideração que temos piedade não me mate sou tão novo e olhe eu fiquei com ela, mas foi com respeito e carinho.

– Você tirou a pureza dela e me diz que é com respeito e carinho, realmente o senhor é um rato miserável infeliz.

Ele vem até mim e antes que eu possa correr e fugir ou me defender ele já tinha me atacado e acertado algo que me senti pior que morto e Elena caiu ajoelhada chorando, o banho de sangue manchando o branco dos lençóis me entorpeceu e a imagem de levantar a coberta e ver o estrago me fez gritar.

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Acordo totalmente desnorteado aquele sonho perturbou-me demais, tanto ao ponto de conferir estar sozinho no meu quarto e logo em seguida por a mão em meu membro e respirar aliviado, tudo não passou de um terrível pesadelo, estou aqui no recanto de minha casa tranquilo e relaxado inteiro e sozinho, pego a garrafa que deixo com água no criado-mudo e seco a garrafa bebendo todo liquido e forçando-me a diminuir minha frequência cardíaca, foi só um sonho Damon, um sonho ruim apenas. Ouço meu telefone começar tocar e ao olhar a tela piscar aquela foto provocante de Elena e seu nome me gelou e trouxe todo o sonho de volta a minha mente, peguei-o para atender, mas o susto recente me fez ignorar a ligação, logo ela voltou a ligar novamente uma, duas, três e quatro vezes até que eu desligo o celular.

Tinha que ponderar o que ficar com ela significaria e acima disso eu tinha que ficar afastado por uns dias... Eu realmente estava certo em deixar para depois revelar nosso relacionamento não estou preparado de maneira nenhuma falar disso e segurar a bomba que é ter aquele homem furioso ao descobrir que eu havia tirado a inocência de sua bonequinha de gelo, sua “pequena criança inocente”, que me levaram a cometer as mais perigosas loucuras e que poderiam me custar à vida ou aquele que me faz ser Damon Salvatore.

Ah minha doce e amada Elena temos um grande problema e temos que ver como resolveremos isso para ficarmos juntos, pois não sei se sou capaz de ficar sem ela, sim minha vida estava completamente fodida por amor.

Notas finais
E ai o que acharam? Bom já estamos pertinho da Eleninha ter sua surpresa com o Dam. A musica do Zoológico é Fitz and the Tantrums - Out Of My League E a música que ele diz a frase em ingles sobre a liberdade é um trecho de Defector do Muse "Livre, Sim, estou livre, Das suas incitações" essa é a tradução. Até breve e façam suas apostas sobre o que vai acontecer nos próximos capítulos! Bye e Beijinhus de Luz e arco-iris da Arabella E esperem nosso trio logo amamos todos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.