Bonequinha de Gelo
1 Prologo
Notas iniciais
Bem "nós" resolvemos postar essa fic de uma forma beeeem diferente.
Anna, Mari e eu [Lisbeth] achamos que seria divertido para vocês lerem uma fic, onde o nosso gatão e gostosão do Damon Salvatore, tivesse uma fic narrada por ele!
Ou seja, a maioria dos capitulos serão na visão dele!
E sim, terá alguns na visão da Elena, e talvez um ou outro na visão de algum outro personagem que a gente julgue que seja necessário para essa fic!
Bem espero que vocês gostem dessa fic, da mesma forma que estamos amando escrevê-la!
Meu dia tinha começado muito bem, acho que estou quase ganhando a promoção, acabei de ter uma conversa bem agradável com o senhor Gilbert, estava voltando pra minha sala, quando entro nela, vejo minha cadeira virada de costas para a porta, já sabia o que me aguardava naquela cadeira e acabou meu bom humor.
- O que você quer Elena? – eu perguntei, não queria me irritar hoje.
Ela lentamente virou a cadeira e eu não consegui me concentrar em mais nada com aquela morena na minha frente com aquelas pernas torneada, ela tinha todos os poderes possíveis me irritar, provocar e me deixar totalmente desconcentrado, eu perco as palavras quando ela esta no mesmo ambiente que eu.
- Eu quero conversar, Damon. E é bem serio – ela disse me olhando e a cara dela não estava das melhores.
Eu tranquei a porta e me sentei numa das cadeiras que ficava na frente da minha mesa, fiquei olhando ela esperando que ela começasse a falar.
- Você não vai falar? Eu tenho trabalho Elena – eu disse impaciente com a demora dela.
- Estou grávida – era sempre assim, ela demorava mais depois era bem direto no que queria falar, espera ela disse que esta grávida?
Grávida? Eu... Eu vou... Não! Ai meu Deus! Não! Não agora! Porque Deus? O senhor Gilbert! Não... Ele... Ele... Ele vai me matar!
- E a culpa é sua! Seu idiota porque não usou preservativo – ela disse gritando
- Pode se acalmar e parar de gritar, que seu pai desse aqui em dois segundo – eu disse bravo.
Como assim ela está culpando só a mim? Sexo não se faz sozinho! Quer dizer... Tem gente que faz né? Mas não é a mesma coisa, ao meu ver, não dá o mesmo prazer!
- E a culpa não foi minha, você sempre tomou anticoncepcional, como ia saber que tinha parado – eu disse passando as mãos na nuca.
Posso até não gostar de usar camisinha, mas ela tomava anticoncepcional, não precisa usar, e tínhamos feito os exames – claro que ela me fez fazer, assim que transamos a primeira vez sem camisinha.
- Eu vou tirar... – ela disse bem decisiva – Isso! – Aponta para sua barriga.
- Eu não estou ouvindo isso – eu disse bravo.
Como assim ela simplesmente decide fazer um aborto? A minha opinião não conta?
- Esta ouvindo muito bem, eu não vou estragar minha vida por essa criança estúpida – ela disse.
Eu estava me segurando para não dar um tapa no rosto dela, Elena era extremamente mimada e levada, não sabia ouvir um não como resposta que dava chilique.
- Você não vai tirar Elena! – Digo decidido – eu não vou deixar você matar sangue do meu sangue, por puro capricho – eu disse já estava no meu extremo.
- E se eu tirar você vai fazer o que? – ela disse levantando aquele narizinho perfeitinho dela, pra me desafiar.
- Conto tudo para o seu pai – eu disse.
Sei que a probabilidade do pai dela me matar é grande, e se ele não me matar, eu vou ficar desempregado, mas tudo bem! Mas em hipótese alguma vou deixar
Como pude me apaixonar por ela? Ela me desafia, me irrita e teima muito comigo, mas mesmo assim eu era louco por ela. Como eu deixei isso acontecer? Como eu fui me envolver com ela?
*** FLASHBACK ON ***
Sabe aquele momento em que você está apreensivo? Eu me encontro assim nesse momento. Estou indo na sala do meu chefe, porque encontrei um erro grotesco nos arquivos que me mandaram checar, um erro que eu preciso ir falar diretamente com o todo poderoso, porque a pessoa que o cometeu, bem, estou ocupando o cargo dele atualmente.
- Carla, o senhor Gilbert está? – Pergunto parando na frente da mesa da loira, que me olha e dá um sorrisinho, sinto vontade de revirar os olhos, mas apenas sorrio, para continuar sendo simpático.
- Não, mas pode entrar – Ela diz e se levanta – Ele não deve demorar. – Pisco e mordo meu lábio.
Eu entro após ver que ela saiu para ir a algum lugar, provavelmente foi trocar a calcinha. Estou rindo quando escuto um barulho e olho para a mesa do meu chefe.
Como se estivesse em câmera lenta, eu vejo uma morena se virar, ela parece ser novinha, daria no máximo uns vinte anos. Mas acho que o que faz eu parar e a observar todo seu corpo, é o fato dela está tentando abotoar o primeiro botão de uma camisa social masculina, que nela fica quase um vestido. Mordo o lábio ao ver sua lingerie preta de renda, uma calcinha minúscula.
Quando ela levanta a cabeça e que seus olhos chocolates encontram o meu, ela sorri, mas não dura muito, acho que ela se lembra o modo como está vestida, e vira de costas. O que me faz lembrar.
- Desculpa – Digo me virando ao contrário – Carla não me falou que tinha alguém na sala.
- Tudo bem, ela não me viu entrar – Diz e eu sorrio – O que deseja?
- Eu vim falar com o senhor Gilbert, mas posso voltar mais tarde. – Digo e pego na maçaneta.
- Não, pode ficar – Ela diz e sinto sua mão no meu ombro.
- Acho melhor eu ir embora – Digo, mas ela me vira.
- Por quê? Não sou uma boa companhia? – Pergunta e morde o lábio, enquanto sua mão sobe em meu peitoral.
Estremeço com esse toque. Ela é ainda mais bela de perto, decoro cada detalhe de seu rosto, tão lindo, tão expressivo. Sem “querer” desço meu olhar para seu decote, já que ela não fechou a blusa totalmente. Céus que peitos!
- Gosta do que vê? – Sua voz sai totalmente sexy, e quando volto a olhar nos seus olhos eles estão brilhando, enquanto um sorriso surge em seu rosto.
- É... – Coço a cabeça.
- Você é muito bonito sabia... – Diz se aproximando.
Eu a afasto e vou em direção a mesa do meu chefe.
- Pode dizer ao senhor Gilbert que preciso falar sobre esses documentos com ele? – Digo tentando manter a calma.
- Não precisa fugir, gatinho – Sinto o calor do seu corpo se aproximar do meu – Eu não mordo – Sussurra.
Damon Jr. dá sinal na minha calça, e eu me esqueço como se respira, quando sinto suas mãos descerem lentamente pelo meu corpo. Seguro firme suas mãos, para interromper suas caricias.
- Porque você não relaxa? Está todo tenso – Ela sussurra provocante.
Afasto sua mão lentamente, e me viro pra ela, que abre um sorriso malicioso. Coloco minhas mãos na sua cintura e a puxo de encontro ao meu corpo.
- Você está brincando com fogo – Me abaixo para sussurrar no seu ouvido.
- Eu gosto de brincar com fogo – Ela beija meu maxilar e dá uma leve mordida, me fazendo gemer baixinho.
Dou um beijo atrás de sua orelha e suas mãos sobem para minha nuca. Então começo a descer meus beijos pelo seu pescoço.
- Obrigada Carla – Escuto a voz do senhor Gilbert e a afasto rapidamente, que corre para sentar na poltrona dele. O que me faz franzir o cenho.
Olho para a morena, e ela sorri.
- O que faz aqui? – Ele pergunta.
- É... – Tento dizer algo.
- Ele veio trazer uns documentos – A morena diz.
- Que documentos Salvatore? – Ele pergunta.
- Os que me pediu para analisar senhor – Digo encontrando minha voz. – Eu ia deixar aqui na sua mesa e já estava saindo.
- Elena que roupas são essas? – Sua voz sai irada, e vejo que a morena se levantou.
- Derrubei suco no meu vestido e peguei uma blusa sua – Ela diz.
- E você recebeu o senhor Salvatore assim? – Pergunta cruzando os braços.
- Eu não me levantei da sua cadeira – Diz.
- Bom, eu volto depois para conversarmos sobre os documentos – Digo, vendo o clima que se instaurou entre os dois.
- Tudo bem – Ele diz.
Eu saio sem falar nada e vou para minha sala. O que eu estava fazendo? Meu Deus, eu ia beijar alguém que dorme com meu chefe! Damon Salvatore, se ponha em seu lugar! Seu emprego é muito mais importante que uma foda qualquer!
Resolvo voltar a trabalhar, para esquecer os toques quentes que aquela morena estava dando em mim. Elena... Nome simples, mas bonito, assim como ela. Damon! Não! Nada disso! Foco! Trabalho! Passo quase uma hora trabalhando em mais um dos milhares de contratos que eu tenho que revisar.
- Salvatore é um sobrenome muito bonito – Escuto a voz da morena e olho para porta.
Agora ela vestia um vestido florido, comportado, que escondia qualquer tipo de decote, ele ia até a metade da coxa.
- Obrigado – Digo encabulado.
Quando ela ia falar alguma coisa, meu telefone toca.
- Salvatore falando – Atendo e a vejo sorri.
- O senhor Gilbert está lhe aguardando na sua sala – Carla fala.
- Obrigada Carla – Digo e desligo.
- Até qualquer dia senhor Salvatore – Ela diz me parando antes que eu chegue a minha porta e beija o canto da minha boca.
E antes que eu possa fazer ou falar alguma coisa, ela sai da minha sala me deixando completamente embasbacado com o que acabou de fazer.
*** FLASHBACK OFF ***
- Acho que não vamos precisar chegar a esse ponto – Elena fala e suspira.
- Aborto é algo inviável Elena – Digo firme.
- Já entendi Damon, mas o que vamos fazer agora? – Pergunta e fecha os olhos – Meu pai vai ter que saber que estou gravida, o que vou dizer?
- Eu vou assumir esse filho Elena, se é isso que te preocupa – Digo indo até ela e a abraço.
- Mas como vamos contar pro meu pai? Como vamos contar que eu estou gravida – Ela chora – E de você?
Mordo meu lábio. Isso que vai ser mais complicado. Como vou contar ao meu chefe que eu engravidei a filha dele? Como contar que eu meio que tenho um relacionamento com a filha dele? Como dizer que eu tirei a “pureza” de sua Bonequinha de Gelo?
Enquanto tento acalmar Elena, que está chorando em meus braços, sorrio ao lembrar de como descobrir que a morena do escritório que eu pensei que era amante do meu chefe, na verdade era a sua filhinha querida...
*** FLASHBACK ON ***
Já haviam se passado um mês a minha admissão tudo ia ótimo, depois do incidente com a bela morena há pouco tempo, tudo correu bem sem nenhuma alteração nos meus cursos. Hoje haveria uma comemoração da empresa e por se tratar da empresa que é seria um grande e luxuoso baile de mascara.
O que estava me deixando um pouco ansioso e nervoso é o fato de que haveriam muitas pessoas importantes e venho ganhando a cada dia mais a confiança do senhor Gilbert e não poderia cometer uma gafe para não sujar minha imagem. O que também estava me preocupando foi o fato que disseram-me que a família dele estaria lá e a sua esposa, também é alguém muito importante, mas o fato de peso era a sua filha, não sabia seu nome ou como era, só que era uma menina belíssima e mimada que acima de tudo era a preciosidade do papai, disseram-me que homem algum poderia cogitar encostar um dedo nela que ele já sentia e queria arrancar suas bolas e o matar engasgado com elas.
O que para mim foi meio estranho já que em sua sala as poucas fotos que haviam lá eram de sua esposa e sua filha em três estágios da vida, uma bebê, outra entorno de seus 4 ou 5 anos e a outra de uma menina de uns 9 anos, o que me leva a cogitar que ela deve ter uns 10 até uns 12 anos, e só sendo um pedófilo para querer algo com uma menina recém saída das fraldas.
Jogo essas ideias para escanteio, já que o pessoal ama aumentar e dramatizar as coisas que muitas vezes não são nada e concentro-me em terminar de ajeitar-me.
Estava trajando um smolking e por mais que odeie uma gravata borboleta e peguei a mascara que usaria, baguncei um pouco o cabelo para quebrar aquela imagem “corretinha” e pedi para o porteiro chamar um taxi enquanto terminava. Poucos minutos se passam e estou a caminho da festa, que relativamente não demorou para ser alcançado o local de sua realização.
Paguei o taxi e sai colocando minha mascara e seguindo para o belíssimo salão de festas, ao entrar já avistei milhares de pessoas e o senhor Gilbert acompanhado de duas mulheres próximo às escadas de acesso a entrada.
- Boa noite senhor Salvatore quanta estima em ter vindo, meu novo garoto de ouro da empresa.
- Boa noite senhor, eu que sinto-me honrado não faço nada além do meu trabalho com vontade e empenho.
- Bom senhor Salvatore essas são minha esposa e... – ele vira-se para apresentar a outra moça que já encontra-se mais ao seu lado. – Isobel você viu para onde nossa filha foi?
- Ela disse-me que precisava de algo a beber e saiu.
- Oh crianças, nunca saberei o que se passa na cabeça de nossa pequena, mas bom Damon essa é minha esposa Isobel. – ele diz e cumprimento a mulher com um beijo nas costas da mão. – Isobel este é Damon, meu novo funcionário ao qual lhe falei. – ela acena para mim e logo a atenção deles é tomada por um senador que chega.
Retiro-me dali para não causar tumulto e sigo adentrando o local, algumas pessoas mais jovens dançavam, outros em sua maioria conversavam animadamente, resolvi ir até o bar e no caminho cumprimentei aqueles que reconheci, sentei-me e pedi uma dose de whisky e fiquei dali solitário observando, não mentirei algumas mulheres chegaram em mim, conversamos, mas não sei o que havia comigo hoje não estava muito pra sair pegando geral.
Continuo lá tranquilamente até que o senhor Gilbert chama todos mais a frente e começa a se pronunciar, ao fim de seu discurso ele chama uma companhia de dança para se apresentar e logo um grupo de 7 casais se aproximam e a luz se abaixa em um clima sedutor e envolvente e algumas notas de um tango clássico argentino se põem a apresentação.
Era algo bem atrativo e exótico, bem chamativo, mas não sei por que diabos me concentrei mais em um casal, não pelo cara, mas sim a sua acompanhante, ela me tinha algo... Conhecido. O modo sensual e erótico dela agir, aquela pitada de inocência e doçura, com o jeito de mulher decidida, não me era estranho, mas ainda sim era a que mais me atraia, meus olhos não desgrudaram há um minuto se quer deles e eu invejava aquele homem, queria eu estar lá dançando daquele modo com ela, mesmo não sabendo nada de dança.
Quando a apresentação se encera uma mulher que provavelmente era a mestre deles sobe ao palco com o senhor Gilbert e eles pedem para que seus bailarinos escolham pessoas aleatórias para formarem pares e irem dançar, aquela bela mulher que eu me recusava a dispersar o olhar convida o senhor Gilbert que recusa amavelmente a dança e ela começa então a andar entre as pessoas procurando por alguém até que seu olhar se cruza com o meu e ela vem em minha direção, decidida, como uma felina selvagem.
Quando ela enfim chega até mim, eu acho que estou sonhando ou alucinando, não poderia ser...
- Salvatore, quanto tempo. Conceder-me-ia a honra dessa dança? – aquela voz inunda o meu ser e eu já sei o porquê de tamanho encantamento, era ela, Elena, a morena de um mês na sala do chefe.
- Bom... É... Eu...Eu...N-não sei... É... Eu n-não sei dançar, acho melhor não. – mas que porra foi essa, eu nunca havia gaguejado para uma mulher e isso aconteceu com ela que ria de uma forma deliciosa disso.
- Ah, por favor, Salvatore, eu não mordo... Muito... Eu juro! É só uma dança, nada mais.- ela diz estendendo a mão. – A não ser que você queira algo a mais. – ela diz sedutora e morde o lábio inferior.
Por mais gritante que estivesse o aviso de afaste-se em meu corpo, não consegui recusar e fui com ela. Nos juntamos aos diversos casais que ali se formaram e logo retomam uma musica semelhante a que foi apresentada.
Ela completamente esperta e sexy começa com passos básicos, mas com muito contato físico, ela levanta sua perna esquerda onde aperto um pouco sua coxa e ela “sutilmente” roça sua intimidade em meu Damon Jr. que quase pula longe.
- Porque sinto algo diferente seu me tocar Salvatore? – ela dizia meu nome de tal forma que deveria ser um crime.
- Moça pare com essas provocações. – digo firme.
- Mas porque se você parece gostar? E afinal, Salvatore já me é completamente maravilhoso, mas qual é seu nome? – ela pergunta sussurrando em meu ouvido me deixando ainda mais com desejo dela em minha cama completamente nua e a minha mercê.
- Ah, digo-lhe meu nome, apenas se dizer o seu. – entro em seu joguinho rodando-a e deixando-a de costas para mim descendo minhas mãos por seu corpo... Com movimentos da dança, é claro.
- Ah você já sabe o meu, sou Elena. – ela diz baixo quase que em um gemido que me faz pulsar lá em baixo e bem visível.
- Sou Damon. – digo sussurrado em seu ouvido beijando o local a deixando arrepiada.
- Um bom nome para você, Damon – ela repete já de frente para mim de forma que tenho que me segurar para não fazer nada com ela ali mesmo.
Seguimos naquele como eu realmente poderia classificar, sexo dançante com roupas, já que sempre que podíamos nos tocávamos de formas mais quentes e intimas e sempre falando coisas que deixavam tudo ainda mais picante, a minha velha ideia de focar e esquecer a amante de meu chefe foi para o espaço, ela era irresistível demais para mim.
Quando estávamos na melhor parte a musica para e ela se aproxima de mim beijando-me a face, e depois se retirando, mas que mulher é essa, ela mexe com meus sentidos e extintos, me faz mais voraz ela é quase um vulcão em erupção. Olho para baixo e meu estado é completamente constrangedor, estava muito excitado e duro, e aquilo em público era algo um pouco de baixo calão.
Volto para o bar e peço uma dose dupla de whisky com muito gelo, precisava voltar ao normal e apagar essas ideias, por melhores que sejam era um risco muito grande. “Mas cara pensa se ela transa com seu chefe, porque ao menos uma vez escondido não pode ser sua?” puta que pariu porque eu tenho sempre que ter esse lado que me leva para o mal?
- Hey, Damon, Damon, Damon... – alguém quase grita meu nome e eu enfim guio minha atenção a quem quer que seja.
- Oh sim o que foi Enzo? – pergunto ao meu único colega mais intimo da empresa.
- Cara que merda foi aquela entre você e a Elena? – ele pergunta abismado e até com um pouco de... Medo?
- Uma dança. – digo rápido.
- Não aquilo jamais é uma dança, acho que mais um pouco e vocês estariam ali transando sem o menor pudor em frente a todos, você é louco cara? Quer morrer? – ele diz alvoroçado.
- Por quê? Como assim quer morrer? – não estava entendendo nada daquilo.
- Meu a “mulher” com quem estava flertando é a princesinha Gilbert, a filha do nosso chefe John, e se alguém tocar com segundas intenções em Elena, o John não deixa passar em branco, ela saiu do internato que estava por ter atingido seus 15 anos idade máxima lá, mas fica esperto que se não o John faz sua cabeça rolar e Elena é muito espertinha e sabe o que faz.
- Caralho ela tem 15 anos? Só isso? Puta que pariu tô fudido, estava quase levando a filha menor de idade do meu chefe para cama? Cara ele vai querer me trucidar por isso! – penso alto.
- Olha Damon, reza, mas reza mesmo para isso ter passado desapercebido dele, ou você realmente vai estar fudido! – ele fala e se retira.
Caralho como eu Damon Salvatore me deixei ser seduzido por uma criança? Certo, criança não, ela está longe disso, mas uma menininha como Elena? E melhor agora corro o risco ou de demissão ou de morte, mas que lixo, era só o que me faltava, como eu poderia imaginar que esse mulherão era a filhinha do senhor Gilbert?
*** FLASHBACK OFF ***
Notas finais
Bom, como devem imaginar, esse prologo é em um futuro distante (ou não kkkk)
Espero mesmo que vocês tenham gostado!
Então comentem e nos digam o que acharam dessa ideia louca, para sabermos se devemos ou não continuar!
Se gostaram tanto, só que este prologo, favoritem!
Obrigada a todos que leem!
Fale com o autor