Notas iniciais
Precisamos dizer o quanto estamos felizes com vocês? Cara vocês são demais! Surtamos com todos os comentários! Não vamos enrolar! Achamos que vocês vão amar esse capitulo!

Ela levanta seu vestido, expondo suas pernas e sua calcinha preta minúscula. Meu coração acelera e sinto certo desconforto no meio das minhas pernas. Então ela se debruça sobre seu corpo e começa a tirar a sandália e joga no banco de trás do meu carro, tira um vermelho de dentro da mochila e coloca. Eu estou completamente travado no lugar.

– O que... – Tento mais uma vez falar algo.

– Você pode abrir o zíper do vestido pra mim? – Pergunta me interrompendo e virando de costas pra mim depois que afasta um pouco o seu banco.

– Pra que? – Pergunto e escuto sua risada.

– Você não achou que eu ia descer desse carro, vestida assim para entrar nessa boate né? – Debocha de mim.

Engulo seco e afasto meu banco e depois abro o zíper do seu vestido. Me afasto e ela logo sobe o vestido, o tirando, ficando apenas de lingerie do meu lado. Percorro meu olhar sobre seu corpo e bom, nem preciso dizer que fiquei excitado rapidinho né?

Não acredito que ela fez isso, não acredito que tirou o vestido dentro do meu carro. Eu não acredito que eu estou aqui parado. Coço a cabeça e quando vou abrir a porta do carro, ela abre o sutiã, e o retira, eu não consegui mais me conter. A puxei de qualquer forma e a sentei no meu colo, e antes que ela protestasse a beijei com toda a intensidade que aquele momento pedia. Suas mãos foram para minha nuca, enquanto as minhas, passavam por todo seu corpo.

– Dam... – Ela sussurra meu nome, quando desço meus beijos para seu pescoço. – Estão nos esperando lá fora...

Estava quase chegando aos seus seios, quando me dou conta do que estava prestes a fazer. Me afasto, seus olhos estão com um brilho de luxuria e todo seu corpo diz que ela quer, e assim como o meu quer e muito.

– É melhor eu deixar você se arrumar – Digo e ela desce do meu colo. – Te espero do lado de fora.

Saio antes que ela fale algo, se não eu não vou responder por mim, se continuar a olhando só de calcinha sentada no banco do passageiro.

Meu Deus, se ela não tivesse parado eu não iria me controlar e provavelmente transaria com ela ali mesmo. Passo a mão pelos meus cabelos. O que ela faz comigo? Como posso perder meu controle quando estou perto dela? O que tanto ela tem que faz com que eu queira me perder em seu corpo?

Aproveito o tempo “livre” e resolvo ligar para o Enzo e o convidar para vir à boate. Talvez ele me faça ficar longe de encrenca. Ou talvez, me arranje mais. Ele topa na hora e diz que em uma hora ele aparece. Claro que ele iria vir, a loirinha está aqui também. Reviro meus olhos. Tenho certeza que essa noite será uma loucura total.

Enquanto espero, fico pensando no que aconteceu lá dentro. Passo uma de minhas mãos pelos meus cabelos. Eu estava uma pilha de nervos. Ela me deixa assim, o poder que ela exerce sobre mim é muito grande, eu não consigo negar por muito tempo. Ela sempre me faz ceder aos seus encantos e seus charmes. Me lembro exatamente como me deixei levar, a primeira vez que eu a beijei, ou melhor, que ela me beijou.

*** FLASHBACK ON ***

Eu estava entediado como sempre, em mais uma festa da empresa. Não havia tido tempo de arrumar uma companhia, mas também não me importava, eu não queria. Na verdade, eu não queria nem ter vindo nessa festa. E só a um motivo! Sim, ela mesma, a Bonequinha de Gelo do meu chefe, Elena Gilbert. Essa “menina” não me deixava em paz. Ficava me cercando, se jogando pra cima mim, e eu estava à beira de um ataque do coração. Porque eu realmente quero ceder. Mas ela tem apenas quinze anos! Quinze anos! Eu sempre tentava me lembrar disso quando ela se aproximava de mim, porque realmente ela não aparenta ter essa idade.

Ainda lembro nitidamente, de todas as curvas de seu corpo, graças ao modo como a conheci, e claro aquela maldita dança, que não sai da minha cabeça. O quanto eu fiquei excitado, apenas tocando em certas partes de seu corpo. Eu sempre sei quando ela está se aproximando, porque sei exatamente que perfume ela usa, ele sempre fica impregnado em mim. Por isso sei, que ela está chegando perto de mim, porque sinto seu perfume, e uma excitação sobe pelo meu corpo.

– Adivinha quem é? – Escuto sua voz bem perto do meu ouvido, após suas mãos taparem meus olhos. Seu tom me fazia tremer de desejo, tão sedutora, é como se tudo que ela falasse transbordasse malicia.

Era impossível não saber de quem se tratava. A voz dela sempre vinha em minha cabeça, o cheiro do seu perfume ficou ainda mais forte.

– France da recepção – Brinco e ela ri.

Sua risada é tão gostosa, e ao mesmo tempo excitante. Já falei que pra mim tudo que ela faz excita? Se não, falo agora! Ela me excita com qualquer coisa, até mesmo sem querer ela consegue me excitar. Acho que tem haver com o fato de ser proibido.

– Acho que você não a deixaria chegar tão perto assim – Ela sussurra no meu ouvido e sinto seus dentes puxarem de leve a minha orelha, mordo meu lábio pra não gemer.

– Elena pare com isso – Minha voz sai tremula e muito afetada pelo desejo que emana em meu corpo. Eu a quero! E se ela continuar com isso, eu vou acabar fazendo merda.

– Parar com que? – Pergunta divertida, enquanto me viro pra ela.

Eu me levanto, para que ela não possa ficar no meio das minhas pernas. Isso não seria legal, quer dizer, seria perfeito, mas não seria legal aos olhos dos outros funcionários e do pai dela e meu amado chefe.

– De provocar – Digo entredentes – Agora, se me der licença, eu vou tomar um ar.

Saio antes dela me responder, porque sei que vai sair uma provocação. Passo pelo senhor Gilbert que acena brevemente para mim, enquanto sorri para a esposa e mais um casal. Então saio do salão onde estava tendo a festa. Eu realmente precisava respirar, e controlar o meu desejo por ela.

– Quinze anos – Resmungo – Ela só tem quinze anos! Controle-se – Brigava comigo mesmo, me repreendendo, pra ver se a ideia se fixava na minha mente.

Eu preciso fazer algo para que ela perca o interesse, para que eu mesmo perca o interesse. Não posso simplesmente colocar tudo a perder. Batalhei muito para conseguir esse emprego, não posso joga-lo fora, por causa de uma noite. Pior ainda, por causa de uma menina de quinze anos!

– Porra! – Esbravejo.

– Você fica lindo quando está nervoso e bravo – Escuto sua voz e logo em seguida sua risada.

– O que faz aqui Elena? – Me viro pra ela e a vejo de braços cruzados me olhando.

– Você me deixou falando sozinha, e isso eu não admito – Diz brava.

– Não estávamos conversando – Digo sério – Você estava me provocando!

– E você estava gostando que eu sei – Ela rebate, dando aquele sorriso, que me faz estremecer.
Porra! Eu sempre pareço um adolescente virgem perto dela! Isso não é bom!

– Não Elena, eu não estava gostando! Tanto que sai de perto – Digo e cruzo meus braços e ela ri.

– Você estava fugindo – Ela descruza seus braços e começa a se aproximar – Admita Salvatore – Ela fala meu sobrenome com tanto desejo na voz, que me faz baixar a guarda – Admita que me deseja... Que quer me beijar e fazer outras coisas.

Descruzo meus braços para passar a mão pelos meus cabelos. Ela está bem próximo, dou um passo para trás, para tentar manter uma distancia entre nós.

– Eu quero – Admito – Mas não quer dizer que eu vá fazer.

Ela ri e para, o que me faz soltar a respiração, que eu nem sabia que estava prendendo.

– Por quê? – Ela inclina a cabeça pro lado e fica me olhando, seus olhos brilham.

– Porque não é certo – Digo e ela morde o lábio inferior – Cacete Elena, pare com isso!

Fecho meus olhos, para não vê-la. Eu não posso ceder! Eu devia ir embora. Mas antes que eu possa abrir os olhos, sinto seu corpo perto do meu, sinto suas mãos passarem pelo meu peitoral, me fazendo ofegar. Abro os olhos lentamente e olho para aquela mulher, sim mulher, porque ali na minha frente não estava uma menina de quinze anos.

– Eu quero você Damon – Ela diz olhando em meus olhos – Isso é tão difícil de aceitar?

– Não é aceitar Elena – Digo a olhando – Só é errado...

– Pra mim parece tão certo – Diz fechando os olhos.

Subo uma de minhas mãos para seu rosto e o acaricio, ela inclina a cabeça para aceitar o carinho.

– Você pode ter quem quiser – Sussurro.

– Eu quero você! – Ela diz ainda de olhos fechados – Será que eu posso ter? – Abre os olhos e fica me encarando.

Eu não digo nada, eu não consigo me mover, eu apenas fico a olhando. A vejo se aproximar, sinto sua respiração perto. Ela para a milímetros da minha boca e olha pra mim, como se esperasse que eu nos afastasse, ou que eu tomasse a inciativa. Mas eu apenas fico a olhando. Olhando seus olhos castanhos que transmitem o mesmo desejo, que provavelmente meus olhos azuis estão transmitindo a ela.

– Eu vou te beijar – Ela diz lentamente, o modo como ela fala, faz seus lábios roçarem de vez em quando nos meus.

Eu não a afastei, eu não me movi. Então senti seus lábios nos meus, primeiramente bem lento, como se tivesse saboreando o momento. Como se tivesse medo de que eu a afastaria. Mas eu não me movia, apenas meus lábios cediam ao ritmo dos seus lábios. Ela se afastou lentamente e voltamos a nos encarar.

E foi nesse momento que eu decidi jogar toda a minha lucidez e minha sanidade para o alto. E pela primeira vez, eu tomei a iniciativa, coloquei meus braços em sua cintura e a puxei contra meu corpo, a prendendo em mim, enquanto minha boca devorava a sua.

*** FLASHBACK OFF ***

A porta do carro se abrindo, me tira dos meus devaneios. Respiro fundo e olho para o lado que ela está saindo. PUTA QUE PARIU! Ela está com uma saia de cintura alta preta, a saia fica curta e ela é solta. Ela tá usando um sutiã estilo top, vermelho brilhante. Seus saltos são vermelhos. Ela soltou os cabelos, e eles estão ondulados, passou um batom vermelho nos lábios, e a maquiagem nos olhos é bem clara.

– Vai ficar ai só olhando? Não vai me elogiar – Ela diz cruzando os braços e seus seios se apertam, me fazendo desejar chupa-los ainda mais.

Eu estava tão perto... Porque eu havia parado mesmo? Ela caminha sensualmente até parar na minha frente.

– Ficou sem palavras Salvatore? – Pergunta e beija o canto da minha boca.

Ela sabe que isso me deixa em combustão, que me enlouquece! A puxo pela cintura, fazendo nossos corpos se chocarem, e ela sorri.

– Você está muito gostosa e provocante – Sussurro no seu ouvido e desço minhas mãos para a sua bunda e a aperto com força.

– E estou sem calcinha – Ela diz depois que se afasta de mim.

Sai rebolando na minha frente, aproveitando que fiquei completamente embasbacado com o que ela disse.

– Elena – Corro até ela.

Entramos na boate, e logo vejo que estamos indo para a parte VIP da boate. Claro, Bonequinha de Gelo do jeito que é, não ficaria na multidão. Chegamos até onde estava a Caroline, Bonnie e o Jeremy.

Caroline está com uma calça jeans bem colado, um salto altíssimo e um top preto, destacando seus peitos também. Bonnie está com um vestido preto super curto e saltos altíssimos também. O que essas garotas têm na cabeça para virem a uma boate vestida assim? Elas só podem está querendo enlouquecer os homens.

– Demoraram hein – Caroline diz maliciosa, olhando de mim pra Elena.

Oh céus! Só posso está no inferno, a loirinha sabe!

– Vamos beber – Elena diz puxando Caroline pelas mãos.

Senhor, que ela não fique muito bêbada, se não o senhor Gilbert vai me matar. As sigo, não posso perder Elena de vista, principalmente pelo modo que ela está vestida.

– Babe não Damon – Jeremy diz ao meu lado.

– Digo o mesmo, já notei como olha a Bon-Bon – Digo e ele para – Fique calmo, pelo menos pra você não é crime.

– Nem pra você – Ele diz debochado – Elena acaba de completar 17 anos Damon...

Merda! Isso é verdade.

“Meu primeiro pedaço, já que não posso lhe dar realmente o primeiro do que eu gostaria de verdade agora...” Suas palavras ecoam em minha cabeça. Não! Foco Damon! “E estou sem calcinha!” Droga! Damon Jr. não quer ficar quieto na minha calça. Principalmente vendo a bunda gostosa e deliciosa de Elena mexendo para um lado e para o outro. E ficar imaginando que só tem esse tecido de saia a tampando não ajuda muito.

Chegamos ao bar e logo peço as bebidas, já que aqui, apenas eu posso pedir bebidas. E entrego uma para cada.

– Não vai beber? – Bonnie pergunta.

– Estou dirigindo e sou o responsável – Digo e dou um gole no meu suco.

– Fala sério Damon, desde quando se importa com isso? – Caroline pergunta.

– É Damon, quando ficou careta que nem o Stefan? – Elena provoca.

Ela sabe o quanto odeio que me comparem com o almofadinha do Stefan.

– Mais uma cerveja – Peço ao barmen.

– Cerveja Damon? – Jer me repreende. – Achei que não bebia cerveja.

– E ele não bebe – Elena diz e se debruça no balcão e faz sinal pro garçom.

Aquela bunda empinada, fez a saia levantar um pouco. Olho ao redor, e vejo que seus amigos não estão mais olhando para nós, e sim para a pista de dança. Então automaticamente me ponho atrás dela. Que logo que sente... Bem, acho que ela sentiu o Damon Jr. porque ela logo se ajeitou e virou de frente pra mim, com um sorriso malicioso no rosto.

– Humm – Ela morde o lábio e olha em direção ao volume da minha calça e depois olha pro meu rosto. – Excitado – Sibila.

Fecho meus olhos e conto até dez, para não agarra-la aqui e agora.

– Um uísque, por favor – Peço ao garçom quando abro os olhos e o vejo nos olhando.

– Agora sim – Ela diz e coloca sua mão no meu peito e me afasta.

Ela está bebendo com as meninas e conversando com elas, enquanto eu bebo e fico a observando. Vejo Jeremy puxar Bonnie pra dançar, que ficou bem feliz com isso. E logo só estava Elena, a loirinha e eu.

– Quer saber... – A loirinha diz depois que ficamos em silencio por um tempo. – Vocês deviam ir dançar, pra ver se essa tensão sexual se dissipa um pouco – Ela diz e sai.

Olho para Elena, que está contendo uma risada.

– Qual o problema? – Pergunto.

– Quer dançar? – Pergunta e coloca o cabelo atrás da orelha.

– A Gilbert perguntando e não ordenando? Meu Deus, está com 17 anos e já está adquirindo juízo – Digo ironicamente e rio e ela fecha a cara.

– Pode deixar as ironias só por hoje? – Diz cruzando os braços – Poxa é meu aniversário e está uma merda!

Olho pra ela, que passou a olhar para pista. Apesar do jeito dela, sei que ela está triste e chateada com algo.

– Ei... – A puxo pela cintura e pego em seu rosto – O que foi? Você estava alegre agora pouco...

– Nada Damon – Diz e tenta sair dos meus braços e eu a aperto mais.

– Cadê aquela mulher que passou a noite toda me provocando? – Sussurro no seu ouvido.

Acho que acabei de enlouquecer! Mas eu odeio quando ela fica assim, pensativa, ela sempre acaba ficando triste e isso me dói.

– Que me disse que está sem calcinha – Olho-a e vejo um sorriso torto.

– Me provocando Salvatore? – Suas mãos começam a descer pelos meus braços. – Será que vou ter meu presente de aniversário hoje?

– E qual seria esse presente? – Pergunto e minhas mãos chegam a sua bunda e as aperto, ela ofega e fecha os olhos.

– Você... – Ela sussurra.

– Elena! Damon! – Fecho meus olhos e a afasto um pouco.

– Enzo – Elena vai até ele e o abraça.

– Feliz aniversário pirralha – Diz e recebe um tapa no ombro.

– O que faz aqui? – Elena pergunta sorrindo.

– Damon me chamou, não tem problemas né? – Pergunta e ela olha pra mim.

– Claro que não. – Diz sorrindo – Eu vou dançar, vocês vem?

– Vai lá, já vamos – Digo.

Ela sai e vai na direção da pista. Respiro fundo e vejo o sorriso malicioso de Enzo.

– Eu atrapalhei algo? – Pergunta rindo.

– Não – Digo enquanto ele pede bebidas para nós.

– Não? Cara vocês estavam quase se comendo com os olhos – Diz rindo.

– E mesmo assim você chamou nossos nomes, só para me deixar constrangido – Digo e ele ri.

– Achei que havia me chamado para te deixar longe de problemas – Diz irônico.

– Obrigado – Digo batendo meu copo no dele, fazendo um brinde. – Ah, tem uma loirinha aqui, que vai fazer você enfartar quando a vê.

– Estamos fudidos – Diz bebendo todo o liquido de seu copo.

– Eu sei. – Digo. – Melhor preparar o coração para o infarto.

Eu sabia que assim que Elena encontrasse com Caroline, iria avisar que Enzo está aqui. Essas duas não prestam! E fazem de tudo para cairmos na tentação. E como eu estava certo, vejo ela e a loirinha vindo em nossa direção. Caroline puxa a Enzo pela jaqueta de couro que ele usava e lhe tasca um beijão, me fazendo revirar os olhos. Esse ai está completamente fudido! Quer dizer, nem tanto, porque Caroline já tem dezessete anos.

– Vamos dançar – Elena diz me puxando para a pista, antes mesmo que eu pudesse protestar.

Ela me puxa até uma parte mais isolada e mais escura da boate, a música é pulsante e logo ela solta a minha mão e começa a se movimentar no ritmo da batida. E eu fico pelo menos um bom tempo, só observando suas curvas. Eu a puxo de encontro com meu corpo, porque quase não dá para vê-la, então é melhor senti-la. Começo a nos movimentar no ritmo.

Minhas mãos estão na sua cintura, a fazendo ficar colada no meu corpo e dançar no meu ritmo. Mas eu perco meu controle, quando ela começa a rebolar em minhas mãos.

– Porque me provoca tanto? – Sussurro no seu ouvido e puxo sua orelha, em uma mordida sensual.

As mãos dela descem até as minhas, as pegando e as subindo, até parar em seus seios. Eu não penso duas vezes, e os aperto com força. Ela retira suas mãos e as deixa cair do lado de seu corpo. Começo a massagear seus seios, enquanto movimentamos nossos corpos na batida da música.

Excitado? Completamente! Ela vira um pouco o rosto e olha pra minha boca. A sua está um pouco aberta, como se tivesse perdido o ar. Deixo meus dedos, entrarem por baixo do tecido de seu sutiã, e roço no bico de seus seios. A vejo fechar os olhos e sua boca se mexer em um gemido.

Pronto! Enlouqueci de vez! Retiro minhas mãos e a viro de frente pra mim e a beijo com intensidade. Suas mãos vão para minha nuca, enquanto as minhas vão para sua cintura, apertando mais nossos corpos um no outro.

– Provoco porque posso – Diz quando o ar é preciso. E depois volta a me beijar. – Porque você gosta – Me beija de novo – Porque eu quero!

Sorrio e a beijo com mais vontade. Então começo a passar minha mão pelo seu corpo e ela faz o mesmo. Então ela se afasta e morde o lábio. A música muda e ela começa a dançar sensualmente pra mim, passando suas mãos pelo seu corpo. Eu só via seu rosto, quando a luz mudava, ela mordia o lábio e olhava diretamente pra mim.

Deus! Me perdoa! Eu vou pecar e muito agora! Mas no momento Elena é o oitavo pecado e eu estou completamente louco para pecar!

A puxo para perto de mim novamente e a beijo, fazendo a sorrir no meio do beijo. Desço meus beijos pelo seu pescoço, mas a minha intenção está em minhas mãos, que alcançam suas coxas, quando subo novamente pra beija-la, minhas mãos vão para sua bunda, completamente nua.

Aperto e ao sentir, pele com pele, acabo gemendo. Os lábios de Elena estão no meu pescoço e sinto-a arrastar os dentes em minha pele, à medida que eu movia minhas mãos em sua bunda. A viro de frente, sem tirar minhas mãos de dentro da saia dela.

Elena coloca seus cabelos para o lado e eu começo a beijar seu pescoço, enquanto minhas mãos vão de encontro com sua intimidade. A sinto tremer em meu corpo à medida que vou chegando cada vez mais perto.

– Se não quiser é melhor me parar agora – Sussurro no seu ouvido – Porque se eu te sentir assim, não vou conseguir parar...

Suas mãos descem e vão até a minha e a aperta, me fazendo aperta-la mais em mim. Entendo isso como que eu posso continuar. Quando passo meu dedo por sua intimidade, gemo e ela inclina sua cabeça para trás, com certeza também gemeu. Ela está completamente úmida, está excitada com isso tudo, assim como eu também estou. Passo meu dedo novamente, mas agora fazendo uma pressão maior e gemo em seu ouvido.

Movo nossos corpos de acordo com a batida e a penetro lentamente e deixo meu dedo dentro dela, até a música ganhar uma batida mais forte e rápida. E assim que começa, movo meus dedos em sincronia com a música. Não sei se minha mente me engana, mas escuto seus gemidos, isso me faz gemer de prazer.

Essa garota tão mulher, me enlouquece. Parece feitiço! Eu a quero! E como quero! E não é de agora, nem de hoje. Eu a quero desde que a vi na sala de seu pai, quando a vi apenas de lingerie, quando tinha 15 anos! Céus!

A minha mão livre, subo para seu peito e começo a apertar com força! Eu estava a estimulando numa pista de dança, onde qualquer um podia nos ver. Mas eu não estava me importando com isso! No momento eu só tenho um desejo: fazê-la gozar loucamente em meus dedos. Sinto sua intimidade comprimir meu dedo, e sinto seu gozo. Retiro meu dedo e a seguro em meus braços, quando seu corpo fica mole. Quando ela está normalizando levo meu dedo até sua boca, e ela chupa e depois morde de leve.

Imagina essa boquinha no meu membro. Fudendo gostoso e me fazendo gozar? A viro e a beijo delicadamente nos lábios. Suas mãos deslizam pelo meu corpo, e logo sinto a mão delicada dela, entrar dentro da minha calça e quando ela pega meu membro mordo seu lábio e ela sorri.

– Quero você – Digo e a beijo com mais intensidade.

Ela tira a mãos de dentro da minha calça e abre o botão da mesma. Ela pega minha mão e me leva para um lado ainda mais escuro, que raramente se iluminava com as luzes da boate. Ela me empurra até eu bater numa parede. Suas mãos descem novamente para minha calça e a sinto deslizar até ficar nos meus pés. O vento que passa por mim e o alivio na pressão do meu membro, diz que estou completamente nu da cintura pra baixo.

Quando vou protestar, sinto a boca delicada e gostosa de Elena em meu membro e eu fecho os olhos e gemo. Porra! Não acredito! Todos esses anos sonhando com isso e finalmente está acontecendo. Todas as vezes que me masturbei depois dela me provocar tanto, depois de trocarmos alguns singelos beijos. Ela estava ali, “ajoelhada” me masturbando.

– Isso! – Pego em seus cabelos e ajudo nos movimentos.

Suas mãos fazem movimento de vai e vem, enquanto sua boca suga, lambe, morde. E eu não controlo mais meus gemidos. Não! Não posso gozar agora! Quero está dentro dela quando isso acontecer.

Puxo seu cabelo e antes que ela proteste eu beijo sua boca e começo a passar minhas mãos pelo seu corpo, enquanto suas mãos se mexem em minha nuca. Pego em suas coxas e a faço entrelaçar suas pernas em minha cintura. Nos mudo de lugar, fazendo-a ficar encostada na parede. Tento não me atrapalhar, com o fato das minhas calças, estarem atrapalhando meus movimentos, mas isso não é importante agora.

– Damon... – Escuto seu gemido quando começo a descer meus beijos pelo seu pescoço.

Com a minha mão livre, subo sua saia, que no momento está atrapalhando. A luz ilumina e vejo como nossas intimidades estão praticamente juntas. Pego meu membro e me ajeito em sua entrada. Volto a olhar pra ela, que nem me deixa falar nada, me beija e a luz se apaga. O modo como ela se move em meu colo, me faz fazer pressão em nossas intimidades, nos fazendo gemer.

Perdido! É como eu me sinto no momento. Louco! Com certeza louco. Mas eu só consigo nos encaixar, de uma vez só, e escuto um grito de dor e uma mordida forte em meus lábios. Paro e ofego.

– Merda – praguejo.

– O que foi? – Pergunta assustada.

– Você... – gaguejo – é virgem...

– Era... – Sinto um sorriso em seus lábios, quando ela me beija.

Ela se move um pouco, me fazendo gemer. Que se foda! Me mexo um pouco e ela geme. Paro e ela morde meu lábio novamente e sorri. Então começo a estocar fraco, apenas só para ela ir se acostumando. Céus! Eu acabo de tirar sua virgindade.

– Mais... – Ela ofega em meus lábios – Rápido!

Um sorriso sacana surge em meus lábios, então a seguro melhor e começo a me movimentar com força e rapidez, fazendo assim nossos gemidos ficarem cada vez mais alto. Eu conseguia escuta-los com exatidão e isso me fazia querer mais. Era isso que eu queria, é o que sempre quis, está dentro dela, a fazendo gemer loucamente.

– Damon! – Ela grita meu nome quando movo meu quadril em uma rebolada longa.

A luz nos ilumina novamente e eu vejo o prazer em seu rosto, ela abre os olhos e sorri pra mim. E naquele momento meu mundo para. Eu poderia ficar a olhando sentindo prazer eternamente, porque ela conseguiu ficar ainda mais sexy e poderosa. A luz se apaga novamente e sinto seus lábios nos meus. Sua língua se movimenta com mais vontade e eu estoco cada vez mais, sentido cada vez mais meu corpo chegar ao limite, sinto sua intimidade se contrair em meu membro, e estoco com mais rapidez.

– Damon! – Ela chama meu nome quando se entrega em mais um orgasmo.

– Elena! – Chamo seu nome, me entregando a um delicioso orgasmo.

Nossas respirações ficam ofegantes, mas eu nos mantenho na mesma posição, sua cabeça está deitada em meu ombro. Fecho meus olhos. É quando escuto novamente a musica e as vozes.

Puta que pariu! Nós estamos na boate ainda e eu acabei... Porra! Eu transei com ela.

– Elena... – Chamo seu nome e escuto um gemido.

Saio de dentro dela e a desço do meu colo com cuidado, tento ajeitar sua roupa mesmo no escuro, antes mesmo de subir minhas calças.

– Damon – Sinto suas mãos me tatearem – Damon você está aqui ainda?

– Claro né Elena – Digo ficando em pé e a puxando para perto do meu corpo. – Tudo bem?

Ela fica em um silencio e isso faz meu coração se acelerar – Maravilhosamente bem – Pelo tom de sua voz sei que está sorrindo.

– Elena eu... – Tento dizer algo, mas logo sinto seus lábios nos meus.

– Vamos sair daqui... Me leve para qualquer lugar – Diz ainda perto dos meus lábios.

– Elena... – Tento ser racional.

– Eu só quero continuar essa noite com você em uma cama – Diz e volta a me beijar.

Se eu enlouqueci? Provavelmente! Mas depois desse momento, eu simplesmente não posso e nem quero ficar longe dela.

Notas finais
Então, o que acharam? Loucos né? A primeira vez da Elena foi totalmente diferente! Proximo capitulo será narração da Elena!