Notas iniciais
Oie gente! Que bom que vocês estão gostando da fic! Bem, voltamos para os capitulos narrados pelo Damon! E agora vocês vão saber quem é a mulher que estava com ele, e o que ela é dele!

Meu dia estava perfeito! Primeiro pelo fato de eu ter acordado ao lado dela e de uma forma deliciosa. Finalmente eu pude sentir seu corpo no meu, sem culpa, sem medo. Pode parecer boiolagem da minha parte – isso deve se dar pelo fato de eu estar apaixonado por ela – mas estou no céu.

As coisas com Elena foram mil vezes melhores do que imaginei que seriam. Ainda não consigo acreditar que ela era virgem, as coisas que fizemos, como fizemos. Mas me alivia o fato de eu ter sido o primeiro e o único que a tocou assim, tenho certeza que eu surtaria se soubesse que outro a tocou dessa forma.

– Blue chegamos – Kath diz me tirando dos meus devaneios.

Sacudo minha cabeça para afastar Elena dos meus pensamentos e me concentrar na noite com minha melhor amiga, que é o segundo motivo para meu dia está sendo perfeito.

Katherine Pierce tem 23 anos, e nos conhecemos desde que ela tinha apenas cinco anos. Ela havia se mudado para a casa ao lado da minha, sua família resolveu sair de Israel por conta das guerras. Ficamos amigos logo na primeira semana. Eu fui seu primeiro beijo, mas isso porque estava cansado de ver minha amiga sofrendo bulling na escola, então a beijei na frente de todo mundo. Mas depois disso nunca mais ficamos, na ocasião conversamos e ficou bem claro que não sentíamos nada um pelo outro, e que aquilo foi só um meio de ajuda-la. Após esse acontecimento, nossa amizade só aumentou.

Fizemos até o Ensino Médio juntos, mas de lá cada um seguiu para uma Universidade diferente, eu fui cursar Administração e ela foi cursar Belas Artes. E bom, por conta disso e de outras coisas, tem cinco anos que eu não vejo minha melhor amiga pessoalmente, mas sempre nos falamos pelo telefone e por mensagem. Por isso quando atendi seu telefone mais cedo, e que ela me falou que estava na porta do prédio onde eu trabalho, não pensei duas vezes em manda-la subir, afinal faltava apenas meia hora para o fim do meu expediente. Claro que vê-la por um tempo não me faria matar toda a saudade que sinto dela, e muito menos colocar nosso papo em dia, então eu a convidei para jantar comigo.

– Você está muito aéreo Blue – Ela reclama enquanto nos sentamos na mesa do restaurante que escolhi.

Desde pequena Kath me chama de Blue, diz que é por causa da cor dos meus olhos.

– Desculpa – Peço ao me sentar na sua frente.

– Me fale dela – ela diz apoiando os cotovelos na mesa e me encarando.

– Ela quem? – Pergunto confuso.

– A mulher que domina seus pensamentos... – Diz ainda me encarando e eu não consigo conter o sorriso em meu rosto.

– Estava pensando em você... – de fato no momento eu estava pensando nela, mas quem está dominando meus pensamentos, e me deixando assim “aéreo” como ela está dizendo, tem nome e sobrenome, e claro que seria ela, Elena Gilbert.

– Estou falando sério – Ela diz séria, mas depois abre um sorriso.

– Ainda não tem nada certo, então prefiro guardar pra mim, por enquanto – digo e vejo sua feição mudar.

Ela se ajeita em sua cadeira. Eu não podia contar sobre Elena, não só pelo fato dela ter apenas 17 anos, mas por ela ser filha do meu chefe, esse agora era o problema. Porque sempre tem que ter algo que me afaste dela? Que me “proíba” de ficar numa boa com ela?

– Como vai o trabalho? – Pergunta mudando o assunto e eu agradeço por isso.

– Está ótimo, estou muito feliz. Estou prestes a receber a promoção que tanto desejo. – Digo me empolgando, eu amo falar do meu trabalho.

– Isso é bom, ainda tem problemas com a Bonequinha de Gelo? – Pergunta e eu fico tenso.

Algumas vezes, cheguei a me queixar sobre Elena para Kath, mas claro que nunca disse a ela que Elena dava em cima de mim e que me provocava, pior ainda dizer que me apaixonei por ela, e que correspondia aos seus flertes.

– Viramos amigos – Digo e ela me encara. – Não podia ficar brigando com ela sempre, afinal trabalho pro pai dela – Dou de ombros.

Falar de Elena assim me deixa desconfortável, agora então...

– Os senhores já decidiram? – O garçom pergunta.

– Desculpa senhor, ainda nem olhamos o cardápio – Falo e Kath segura o riso.

– Eu volto daqui a pouco – Diz e sai.

Rimos e decidimos olhar o cardápio. Mas enquanto olhávamos, Kath começou a me contar sobre algumas coisas que ela fez durante esse tempo. Estava me divertindo muito com Katherine, aquela maluca me fazia falta, estávamos prestes a fazer nossos pedidos o garçom já estava impaciente à espera do que pediríamos, mas vejo algo que me irrita, que me faz sentir tudo dentro de mim se remexer e uma vontade de torturar aquela minhoca saltitante do Stefan aos poucos.

Minha Elena, sim MINHA menina entrava com aquela lombriga anêmica toda sorridente e manhosa, e aquilo fez meu sangue ferver o meu cérebro culminar de ódio, como aquilo era possível?

Pronto, meu dia perfeito foi para o espaço.

Como ela estava fazendo isso depois de tudo o que houve, depois da nossa noite, da nossa manhã, o que ela tem naquela cabeça? Porque ela faz isso, ela quer jogar comigo? Brincar comigo? Sacanear com meus instintos e autocontrole?

Meu rosto adquire uma carranca e Kath me olha sem entender, porem logo vira-se na direção em que eu olhava e vê o “lindo casalzinho” entrando cheio de amor e aquilo me enoja e me dá vontade de bater nele e a roubar e leva-la para minha cama e mostrar quem é homem mesmo.

Que inferno! O que essa menina fez comigo?

Mesmo estando com muita raiva por minha amiga eu não iria causar nem fazer nada, mas em breve terei uma conversa muito séria com Elena, quem ela acha que é pra fazer isso? Se para o pai dela, a filha é a dona do mundo, pra mim não é e eu não aceitarei isso.

Respiro fundo e retomo minha conversa com minha amiga e a prestar atenção no cardápio para fazer meu pedido, quando o barulho de saltos altos reverberam minha audição, assim como seu perfume único me toma por completo e antes que eu levante meu olhar já sabia de quem se tratava.

– Olá, boa noite. – eu a encaro e ela sorri com falsidade e Stefan se envergonha e cochicha algo pra ela.

– Olá Elena, olá Stefan, boa noite. – Digo ainda a olhando.

– Olá Damon, boa noite. — o amebão me cumprimenta.

– Podemos nos juntar a vocês Damon? – ela se faz de boa garota sorrindo. Que raiva! Ao mesmo tempo que odeio isso, eu amo!

– Pode sim querida, juntem-se a nós, amigo do Blue sempre é meu amigo também. – Kath enfim se pronuncia e vejo Elena a olhar por completo a avaliando.

– Oh quanta gentileza a sua querida, ficaremos muito feliz em compartilhar nosso momento com vocês. – Elena diz e... Que momento é esse?

– Imagine a honra é nossa. – Kath é tão falsa quanto Elena, essas duas por perto não iria dar certo.

– Elena vamos encontrar uma mesa pra nós, deixe eles aproveitarem o jantar deles. – Stefan diz e sabia pelo olhar dela que ela negaria.

– Não Tef vamos ficar com eles, é sempre bom ter um momento entre amigos. – Ela diz olhando pra mim, e depois olha pra ele e sorri.

– Ok Elena vamos ficar. – ele se mostra derrotado diante dela, mas é um frouxo mesmo.

Ele foi para puxar a cadeira pra ela ao lado de Katherine, mas ela se mantém parada e intacta onde estava e eu já imagino que ela quer sentar ao meu lado essa menina é uma praga.

– Venha Lena sente-se. – Ele diz a olhando e segurando a cadeira.

– Não gosto da visão desse lado, prefiro a do outro lado. – mas que diabos de desculpa foi essa?

– Ok, meu anjo. – ele dá a volta e puxa a cadeira ao meu lado. Meu anjo? Que porra é essa? Quem ele pensa que é para chamar a MINHA pequena, de anjo?

– Obrigada. — ela senta-se e sorri pra mim

Ele dá a volta sentasse ao lado de Kath que sorri sincera pra ele e estende o cardápio quando ele está devidamente em seu lugar, não demoramos e pedimos nosso jantar.

– Bom como eu não havia feito apresentações antes Stefan e Elena essa é minha amiga Katherine, Kath esses são Stefan e Elena, ele é meu colega de na empresa e ela a filha do chefe.

Katherine olha para Elena, analisando-a. Oh merda! Espero que ela não faça nenhum comentário sobre as coisas que eu já disse sobre Elena pra ela.

– Oh prazer em conhecê-los. – Kath diz e estende a mão para Elena e depois Stefan beija sua mão.

Um assunto bobo foi abordado e começamos uma conversa meio estranha e tensa, já que o clima entre as meninas era completamente visível, eu detesto esse tipo de coisas.

Nosso jantar enfim chega e o som que se toma é o dos talheres colidindo com os pratos aquilo era agonizante, sabia que aquele jantar ia longe e ainda cheio de coisas nada agradáveis, principalmente com as duas sempre se alfinetando.

Aquele maldito clima que pairava sobre nós era irritante e Elena sabia como ser uma verdadeira maldita, ela estava jogando bonito comigo e com todos naquela mesa, era com certeza o jantar mais odioso que tive em minha vida. Já estava mais que irado, ela se fazia de apaixonadinha pelo Stefan, entretanto, provocava-me descaradamente.

Ela tripudiava sobre minhas conversas e assuntos com Kath e sempre fazia piadas e gracinhas imaturas, ele a tentava controlar, mas era impossível, eu não entendia o que tinha acontecido com a menina meiga que eu estava mais cedo.

Enfim Kath estava conversando algo com Stefan que os colocaram em uma bolha, o assunto estava tão bom que eles mal perceberam o que a peste da Elena começou a fazer comigo – e como não sou capaz de resistir aquela coisinha eu não a parei – ela sentou mais de lado e com um braço se apoiou na mesa e colocou a outra na minha perna e com seu jeitinho começou a me provocar.

Ela cruza a perna e se mexe um pouco fazendo a saia subir e vejo a cinta junto a meia e sinto uma vontade tremenda de arrancar ela de seu corpo, depois fazendo parecer algo comum retira seu blazer e disfarçadamente desabotoa dois botões de sua camisa, revelando um sutiã branco com renda floral dourada que deixa seus seios perfeitos mais atrativos, para disfarçar um pouco ela ajeita o cabelo e olha pra baixo, e sorri para mim.

– Elena o que você faz toda sorridente com esse amebão? – eu tinha que saber disso.

– Será que eu concordo com aquela voz dentro da minha mente que me diz que você não tem nada a ver com isso? – ela diz e se inclina se apoiando no joelho e me dando visão plena de seus seios.

– Mas e o que acontece com o que aconteceu ontem e hoje cedo? – ela não escaparia dessa e para ajudar me inclino um pouco e coloco uma mão sobre seu joelho.

– Bom vejamos... – ela faz uma pausa dramática e põe sua mão sobre a minha. – O que houve não se passa de passado querido, o mundo dá voltas. – ela vem puxando minha mão em sua perna.

– Resposta errada querida, diga-me o que você faz com ele? – aproveito o que ela fez e aperto sua perna.

– Não é da sua conta queridinho. – ela novamente é evasiva e ainda se ajeita e coloca sua mão no meu joelho.

– E porque se não é da minha conta, você está me provocando? Como se ele não estivesse aqui? – ah sabia que essa ela não deixaria passar.

– Damon desculpe-me, mas não é da sua conta, cada um sabe de seus atos e eu sei dos meus. – o que houve com essa maluca? Ela estava tão meiga mais cedo e agora uma megera louca e possessa.

– Para de fazer assim... Me faz achar que você só me usou para perder a virgindade. – digo tentando usar os joguinhos de manha dela.

– Na-na-ni-na-não tudo errado meu doce e amável Damon, você está um pouco mal hoje, nenhuma pergunta correta, nenhuma resposta correta, merecia um corretivo para ver se acerta. – ela diz e corre suas unhas medianas sobre minha coxa, e mesmo com a calça que estou usando, eu sinto perfeitamente.

– Não pensa em começar com suas graças Elena, não estamos a sós. – digo tentando a conter sem sucesso.

Ela continua o caminho sobre minha perna, mas não chega ao meu membro o que ao mesmo tempo me irrita e me alivia.

– Que graças Dam, só estou te ensinando a estudar mais, crianças com notas baixas não passam na escola. – ela faz bico e aquele ar de inocência.

– Você é louca menina. – digo e nessa hora ela se irrita fincando as unhas muito mais muito próximo do meu amiguinho me fazendo engolir o gemido.

– Não sou uma menina, sou mulher e você sabe bem disso. – ela enfim toma meu membro sobre a calça esfrega e aperta e eu aperto sua perna pra evitar algo audível.

– E-e-eu sei, foi modo de falar. – tento sair disso, mas ela se delicia mais ainda com isso e despudoradamente abre meu zíper e coloca a mão ali. – Deus, não faz isso... – minha voz morre com seus toques.

– Não estou fazendo nada de errado baby. – que garota maldita ela usa seu ar de menina inocente com atitudes de mulher e mexe com minha cabeça.

Ela segura meu membro ereto com força e faz movimentos de vai e vem de uma maneira ironicamente delicada para não aparentar o que ela fazia e para não passar em branco levo minha mão para cima e chego até sua calcinha e repito seus atos a fazendo morder os lábios.

– Porque vocês estão estranhos? – Kath diz tirando-nos da bolha em que estávamos.

– Hã? Não tem nada de estranho é que a Lena se tornou uma boa amiga e brincamos muito. – tento me fazer convincente. – Além do mais, vocês dois estavam conversando tão entretidos ai, que aqui começamos um papo também.

– Devo me preocupar Blue? – ela pergunta rindo e Elena para se vingar com a outra mão adentra minha camisa e belisca e arranha minha pele.

– Não, não Kath... – me esquivo sabia que se continuasse eu iria gemer. – E eu devo me preocupar? – Faço a mesma pergunta e ela sorri.

– Não – ela é monossilábica e volta a sua atenção para Stefan.

– Eu devo me preocupar? – Elena a imita esmagando meu membro entre seus dedos e sinto que se isso continuasse eu iria gozar, mas ela cessa os movimentos retira minha mão, se ajeita e olha pra frente.

– Com licença vou ao toalete. – ela se levanta abruptamente e me assusta, estava atordoado com tudo isso.

Ela não demora a retornar e seu joguinho continua porem agora mais leve e um pouco menos ousado, mas estávamos conversando com Stefan e Katherine e isso estava se tornando insustentável e ela passando dos limites.

Como já não suportava mais o momento enfim me levantei e Kath tomou a mesma atitude que a minha, o que mais amo na minha amiga é ela sempre saber o que eu quero fazer.

– Bom o jantar foi agradável, mas acho que já temos que ir. – digo me levantando e Kath levanta e vem na minha direção e me abraça.

– Foi um prazer enorme conhecê-los e Stefan qualquer dia podemos marcar e conversar mais. – ela sorri pra ele.

– Mas já vão? Ainda é tão cedo. – Stefan diz parecendo cabisbaixo.

– É a Kath chegou a pouco de viagem e eu trabalhei o dia todo, queremos ir descansar. – Digo e Elena nos fuzila com os olhos.

– Oh claro entendo. – como sempre Stefan é muito cordial.

– Não Tef antes acho que podemos convida-los para comemorar conosco. – Elena dissimula e ele a encara.

– Comemorar o que Lena? – eu a questiono curioso.

– Comemorar o início do meu namoro com Stefan, ele me pediu mais cedo e foi irrecusável. – Responde e meu resto de paciência acaba.

–Vocês estão namorando? – Tento não mostrar o quanto estou exaltado com essa informação.

– Sim, não é perfeito Damon, ele é tão respeitoso comigo. – Ela diz se agarrando a Stefan e beijando seu pescoço.

– Meus parabéns, pelo pouco que estive com você vi o quanto são apaixonados – Kath diz e eu a encaro. – Mas acho melhor deixarmos vocês sozinhos, não querem que nós atrapalhemos né?

– Eu concordo – Digo, mesmo pensando o contrário, por mim eu ficava o tempo todo com eles, para não deixar nada acontecer. – Bom, até amanhã Stefan, até logo Elena.

Nos despedimos deles, e seguimos andando em silencio até o carro.

– Damon o que foi? – Kath pergunta.

– Nada, só cansado – Digo.

– Porque eu não acredito nisso? – Diz e eu a olho.

– Foi um jantar exaustivo – digo e suspiro – Em que hotel está?

– Saint Louis – diz e olho para janela.

– O que vai fazer no fim de semana? – Pergunto.

Não queria que ela ficasse chateada pelo forma como a noite acabou, mas eu precisava pensar. Tentar entender o que mudou desde que deixei Elena na casa de Caroline até o momento que a vi no restaurante.

– Não sei, não planejei nada – Diz ainda sem olhar pra mim.

– Podemos fazer alguma coisa – Digo e ela me olha.

– O que tem em mente? – Pergunta.

– Não sei, posso ver com Enzo alguns lugares para te mostrar – Digo.

– Tudo bem – Diz e volta a olhar pela janela.

Sigo para o hotel dela, e ficamos em silencio o caminho todo. O que me deixou desconfortável. Tentei manter Elena fora dos meus pensamentos, enquanto programava algo para fazer no fim de semana com minha amiga.

– Obrigada pelo jantar Blue – Kath diz assim que estaciono.

– Você gostou? – Pergunto fazendo careta.

– Tirando a bonequinha, foi bom – Diz e eu suspiro – Cuidado com ela Damon.

– Eu sei me cuidar Kath – Digo e a abraço. – Até sábado.

– Até – Diz.

Ela sai e eu logo começo a dirigir. Porque Elena está namorando ele? Será que ela só me usou para poder ficar com ele? Ou ela só queria que eu a levasse para cama? Uma aposta? Mas porquê? Não parecia nada disso pela manhã, estávamos muito bem. O que aconteceu?

Eu preciso saber, ela me deve uma explicação! Não posso deixar isso barato assim. Será que ela ainda está com ele? Será que ela vai passar a noite com ele? Encosto o carro e pego meu celular, bloqueio o identificador e ligo para casa de Stefan, ele atende com uma voz sonolenta e eu desligo. Bom, acho que ela não está com ele, ela não deixaria ele atender o telefone se tivessem juntos. Suspiro. Então disco o próximo número, o da casa dela, porque tenho certeza que se eu ligar pro celular dela, ela não vai me atender.

– Casa dos Gilberts, boa noite, Maria falando – Sorrio, ainda bem que foi Maria que atendeu.

– Boa noite Maria, é o Damon – Me identifico.

– Oi Damon, quer falar com o senhor Gilbert? – Pergunta e eu sorrio.

– Não, na verdade eu queria saber se a Elena está em casa – Digo.

– Ah a menina teve aqui agora pouco e pegou a mochila, foi dormir na casa da menina Caroline – Diz. Isso é bom! Lá é mais fácil eu conversar com Elena.

– Obrigada Maria, e o senhor Gilbert já se recolheu? – Pergunto para despistar que eu só queria saber da Elena.

– Sim, assim que a menina Elena saiu ele foi deitar, mas ainda não deve está dormindo, você quer falar com ele? – pergunta.

– Não, eu posso falar com ele amanhã no serviço. Obrigada Maria – Digo.

– É meu serviço. Boa noite – Diz.

– Boa noite – Digo e desligo.

É agora Elena! Vou tirar essa história a limpo. Se você acha que vou aceitar esse seu namoro – faço careta só de pensar nela namorando com o idiota do Stefan – sem uma explicação plausível, está muito enganada.

Assim que chego na casa de Caroline, vejo um taxi parado e vejo a morena descendo e ajeitando a mochila. Desço do carro e vou até ela.

– Precisamos conversar – Digo e ela se assusta.

– Porra Damon, tá maluco aparecer assim? – Grita.

– Vamos, precisamos conversar! – Digo pegando em seu braço.

– Não vou lugar a nenhum – Diz e eu a puxo indo em direção ao meu carro. – Me solta Damon, Caroline está me esperando.

– Você vai entrar no carro para conversamos – Digo.

– Quem vai me obrigar? Você! – Debocha.

– Elena eu não estou com a melhor paciência para essas suas gracinha, entra logo no meu carro – Digo a encarando.

– Não – Ela diz tentando se soltar.

A pego no colo, colocando ela pendurada em meu ombro e vou até meu carro, ela resmunga e me bate, chuta, xinga, mas não estou nem ai pra isso. Abro a porta do carro e a coloco no banco, já colocando seu sinto, travando a porta e bato. Corro logo pro outro lado e entro no carro, o travando, antes dela conseguir abrir a porta.

– Abra essa porta Damon – Ela grita.

– Não! Você me deve uma explicação sobre o que está acontecendo, e nós vamos conversar – Digo.

– Explicação de que? Pelo amor de Deus, Damon – Diz cruzando os braços.

Para não falar merda pra ela, ligo o carro e dou partida, seguindo em direção ao meu apartamento.

– Idiota – Resmunga olhando pra janela.

Mas que porra, se hoje ela queria ter me tirado do sério, bom ela conseguiu, meu corpo era tomado por uma raiva incessante e eu não conseguia controlar meu instinto, como assim namorando o Stefan?

Eu não a deixaria fazer isso, podemos não ter nada como ela disse pra ela, mas pra mim não eu não fiquei correndo riscos e mais riscos por anos, pra agora que eu a tenho ela ir e começar um relacionamento com outro cara? Nunca isso, nunca.

– Dá pra você me levar de volta pra casa da minha amiga Damon? – ela vira-se olhando-me de braços cruzados.

– Não, não dá Elena, temos muito o que conversar. – digo mantendo a atenção na estrada.

– Eu já disse que não tenho nada pra falar com você, então, por favor, leve-me de volta. – ela joga os braços no ar.

– Elena seja sincera comigo, você só dormiu comigo pra perder a virgindade? – ela tinha que me dizer a verdade pelo menos agora.

– E se for Damon o que isso mudaria? Já não aconteceu? Não se preocupe. – ela usa aquele ar de inocente que me tira do sério.

– Elena chega, para de ser infantil, pelo menos uma vez, seja mulher e me responda, não seja evasiva, que droga. – grito batendo no volante.

– Cuidado seu cretino vamos sofrer um acidente assim. – ela segura-se na porta assustada e eu suspiro.

– Elena pelo amor de Deus você está acabando comigo, eu quero que você me diga o porquê disso, chega de jogos, vamos ser sinceros. – tento me controlar.

– Se eu não queria falar nada antes, agora não falo mesmo, sou adulta e você teima em me chamar de criança, eu não sei porque estamos discutindo isso, as escolhas são minhas e sei o que faço. – ela é arrogante comigo.

– Bom eu sei o porquê, e sei como você não faz ideia de suas escolhas, bom vamos começar por ordem: 1º você desde 15 anos me provoca, me atiça, me faz quase cometer um crime e tudo isso sem medir esforços ou se importar comigo, 2º no dia do seu aniversário de 17 anos você me deu seu primeiro pedaço do bolo me provocando na frente de todos da sua família, 3º você tirou sua roupa dentro do meu carro como se estivesse no seu quarto, 4º depois de muito se insinuar, eu fui babaca e cedi a você, e olha só você me deixou transar com você dentro da boate lotada, 5º depois de uma noite e manhã cheia de sexo que você não teve o pudor de uma virgem na sua primeira vez, 6º você começa a namorar aquele cretino, não sei porque e mesmo com seu “namorado” na mesa você ficou se insinuando pra mim, 7º você está como uma idiota discutindo comigo nervoso dirigindo, você é uma criança mimada que não sabe o que faz. – Tento não elevar minha voz, para não mostrar o quanto estou irritado com ela e com isso tudo. Mas acho que falho.

– Agora sou eu quem está discutindo? Quem começou isso? Damon você às vezes é muito babaca. – Ela resmunga e eu reviro meus olhos e depois conto até dez.

–E você me leva a isso, eu não te quero com Stefan e não vou deixar isso acontecer. – Falo sério.

–Ah é e como fará isso? Pode começar estou curiosíssima pra descobrir. – Debocha.

–Tenho mil maneiras pra fazer isso é só eu querer. – Falo com fúria.

– Ah não me convenceu em nada. E ouse fazer qualquer coisa que eu que vou fazer disso um inferno. – Me peita.

– E qual é a da vez que você quer fazer pra ser um inferno? – Pergunto debochando. Ela está me tirando do sério com essa putaria.

– Bom comece com as suas que meu pai vai descobrir que você seduziu a inocente filha dele e levou-a pra cama. – Bufo.

– Nossa sempre isso já imaginava que usaria o papai pra me assustar, mas dessa vez não amor, eu estou obstinado a fazer você mudar de ideia. – digo e estaciono o carro em frente ao prédio de qualquer forma.

– Damon pare, eu não vou gastar mais tempo com você, vou pegar um taxi e ir embora. — ela se vira para abrir a porta e sai. Eu também saio e dou a volta.

– Não você não vai, até eu te convencer de terminar com aquele babaca do Stefan e que o que temos é algo muito significativo. — digo me aproximando dela.

– O que voc... – não a deixo terminar e a puxo bruscamente para mim e tomo seus lábios nos meus ignorando suas mãos tentando me empurrar.

Eu não sei o que ela tinha mais meu corpo implorava pelo dela e era isso que eu faria mostraria a ela o sentido e a veracidade do que tínhamos, eu a desejava mais do que eu queria, porém foda-se tudo, agora eu só quero explorar essa menina malvada que ela é e mostrar lhe quem eu sou.

Peço passagem com a língua, mas ela não cede. Desço minhas mãos até sua bunda e a aperto com força, e mordo seu lábio inferior, o puxando pra mim. Mas ela continua sem ceder, e continua a tentar me bater. Seguro suas mãos, a prendendo e a empurro até encostar no meu carro.

– Você é minha – Sussurro no seu ouvido.

– Não sou! – Ela diz tentando empurrar meu corpo com o seu. – Me solta Damon, ou vou gritar.

– Você vai gritar sim, mas de prazer, na minha cama, a noite toda – Digo e por cima do seu vestido mesmo, eu mordo seu seio e finalmente consigo um gemido seu. Repito o mesmo gesto no outro e depois vou até sua boca – Vou te mostrar que você é só minha Elena!

– Eu não quero – Ela diz e eu sorrio.

– Não é o que seu corpo diz, quer ver? – Pergunto soltando uma de suas mãos, e logo seguro suas duas mãos com uma mão só, e a outro entro por debaixo do seu vestido e vou até sua calcinha e passo meus dedos por lá, por dentro. – Molhadinha... É minha presença? É seu desejo por mim? Nossa briga te excitou Elena? Você me ver furioso por ciúmes te deixou excitada? É isso que estava tentando fazer? Me fazer perder a compostura e te pegar a força?

Ela não responde, só me beija furiosamente, retiro minhas mãos, a libertando e a puxo para mais perto do meu corpo. Suas mãos vão para minha nuca e ela puxa meus cabelos e morde meu lábio. Desço minhas mãos para suas coxas e as aperto, e logo faço ela entrelaça-las na minha cintura.

Subo com ela no meu colo, e aos beijos para meu apartamento. Não liguei para cara que o porteiro fez. Não liguei para quem estava vendo. Eu só queria chegar até meu apartamento para mostrar a Elena que ela é minha, só minha!

No elevador, aproveitei e desci meus beijos para seus seios, mordendo e chupando, por cima mesmo do vestido. Não queria correr o risco de que quando saíssemos, algum dos meus vizinhos pervertidos a visse seminua, mesmo que no meu colo. Elena gemia loucamente, e rebolava em meu colo. Eu estava completamente duro, só desejando uma coisa: me livrar das minhas roupas e a penetrar bem fundo.

Quando o elevador chega ao meu andar, eu desço Elena do meu colo e abraço por trás, deslizando minhas mãos pelo seu corpo, enquanto beijava seu pescoço.

– A chave Damon – Ela pede quando paramos na frente da minha porta.

Pego a chave no meu bolso e entrego a ela. Enquanto ela tenta abrir a porta do meu apartamento, aproveito e já vou abrindo o zíper do seu vestido. Distribuo beijos em sua costa, e ela geme. Ela consegue abrir a porta, eu a empurro pra dentro do apartamento de tanta impaciência que estou sentindo. Pego a chave de sua mão e eu mesmo tranco a porta. Quando termino, ela me encosta na porta e me beija com intensidade.

A afasto e retiro minha blusa social de qualquer maneira, jogando-a em um canto qualquer. Ela aproveita e faz o mesmo com seu vestido. Céus, se é possível ficar ainda mais duro eu fiquei. Ela não tirou a cinta liga e nem o conjunto de lingerie, só colocou o vestido. A puxo para mais perto e a beijo.

– Eu quis arrancar essa cinta liga no momento em que a vi lá no restaurante – Digo brincando com a cinta. – Você estava muito gostosa, e eu fiquei com uma puta vontade de te fuder ali mesmo, na frente de todo mundo.

Ela geme e me beija.

– Então faça isso agora, me mostra o que você queria fazer comigo – Diz e eu sorrio.

Tiro meu sapato com a ajuda dos meus pés, enquanto desabotoou minha calça, a desço junto com a minha boxer branca. Não quero perder tempo, puxo Elena de encontro com meu corpo, sem nenhum cuidado. Quero ser bruto com ela! Quero puni-la pelo que ela fez, mas também quero mostrar quem manda, a quem ela pertence.

– Quero que me chupe bem gostoso – Digo e a solto.

Vou até o sofá e me sento. Jogo uma almofada no meu pé e vou para beirada. Ela fica apenas me encarando.

– Vai ficar ai só me olhando? – Pergunto e pego no meu membro e começo a me masturbar.

Vejo a morder o lábio e ficar admirando a cena: eu sentado no sofá, totalmente nu, me masturbando pra ela. Ela finalmente sai de seu transe e sorri enquanto vem a minha direção.

– Espere – Digo antes dela se ajoelhar e ela me encara. – Tire tudo, menos a cinta liga.

Ela fica ainda me encarando por um tempo, mas vira de costas e primeiro tira a calcinha, empinando a sua bunda gostosa pra mim, eu intensifico meus movimentos em meu membro, sentindo o liquido pré-ejaculatório sujar a cabeça do meu pau. Ela vira de frente e antes de abrir o sutiã, passa a língua em sua boca, em fazendo fechar os olhos por um momento.

Que cacete! Ela fode com meu psicológico. Movimento lentamente as mãos em meu membro enquanto a analiso só de cinta liga e salto na minha frente.

– Você não imagina como está gostosa assim, se eu não quisesse tanto sua boquinha no meu amiguinho aqui, te foderia agora mesmo – Digo ainda a analisando – Agora ajoelhe-se.

Ela faz o que eu mando, então eu largo meu membro e logo ela o pega e o coloca na boca, chupando até o final. Fecho meus olhos e mordo meu lábio para não gemer. Ela chupa intercalando chupadas até o final, chupadas só na cabeça. E eu tento não gemer, mas quando ela passa os dentes, eu não consigo conter e gemo, sinto ela sorri. Me inclino para frente até conseguir pegar em seus seios e os aperto com força, enquanto ela me chupa. Ela geme.

Começo a ajuda-la, e sinto logo minha liberação. Mas pra mim ainda não é suficiente, não deixo ela levantar, desço do sofá e a deito no chão, já a beijando com vontade. Enquanto minhas mãos descem até sua intimidade. Deslizo dois dedos com bastante facilidade pela sua intimidade. Ela praticamente grita.

– Dam... Que delicia – Ela diz ofegante.

Movimento meus dedos com rapidez, e indo o mais fundo que consigo. Elena passa suas unhas com vontade em minhas costas, e geme várias coisas. Desço meus beijos para seus seios e começo a chupa-los e morde-los com vontade. Quero deixar marcas, marcas para mostra-la que ela é minha. Passo meu polegar pelo seu clitóris, e ela arqueia seu corpo de encontro com o meu. Retiro meus dedos, e ela geme em frustração e eu sorrio. Beijo sua boca antes de trilhar beijos até sua intimidade.

Passo a língua bem devagar, fazendo arquear o quadril, sorrio e logo enfio minha língua em sua abertura totalmente molhada só pra mim.

– Isso, assim – Ela movimenta seu quadril para conseguir me sentir melhor.

Mordo de leve fazendo-a gritar, mordo também o interior de sua coxa, antes de voltar a dar atenção a sua intimidade. Ela geme e chama meu nome, fazendo minha frustração do dia diminuir. Enquanto chupo, levo meu polegar até seu clitóris, para enlouquece-la ainda mais, e logo ela grita meu nome, se entregando a um orgasmo daqueles. Eu nem espero ela se recuperar, a penetro com força e bem fundo, fazendo ela gemer ainda mais alto o meu nome.

Quero que ela amanhã quando acorde, lembre-se que eu estava dentro dela. Que ela fique desejando que eu volte, que eu faça mais. Que me implore por mais todos os dias. Quero que ela só sinta desejo por mim.

– Assim – Ela rebola, quando eu entro lentamente, só saboreando aquele lugar.

Beijo sua boca e suas mãos vão para minha nuca, e começa a passar as unhas de leve. Dou estocadas na mesma medida que nossos beijos vão ganhando proporção. Ela circula meu quadril com as pernas, me permitindo ir mais fundo. E isso faz nós dois gemermos.

– Eu... – Ela geme – Eu tô quase lá!

– Eu também – Estoco mais rápido.

Gememos cada vez mais, a sinto contrair, e coloco mais velocidade e precisão. E logo nós dois atingimos o ápice juntos. Deixo meu corpo cair em cima do seu, enquanto normalizamos a nossa respiração, fico brincando com sua cinta liga.

– Damon... – Ela me chama.

– Hum – Digo me levantando um pouco e a olhando.

– O que aquela mulher é pra você? – Pergunta e eu sorrio, e ela fecha a cara.

– Pequena, ela é minha amiga de infância, que eu não via a muito tempo – Lhe dou um selinho.

– Vocês pareciam tão íntimos – Diz e eu rio.

– Pequena eu a vejo como uma irmã, a conheço faz quase vinte anos – Digo.

– Ela gosta de você, muito mais que amor de amiga ou irmã, vi isso na forma que ela te olha – Diz e desvia o olhar – Não quero você com ela.

Rio sarcasticamente e saio de dentro dela.

– Você está brincando né? Você está me dizendo que não posso ver minha amiga de infância? Enquanto você acabou de começar a namorar o almofadinha do Stefan! Aliás porque está namorando aquele idiota mesmo? – Me exalto já me levantando.

Notas finais
Então né? kkkkkkkkkk O que vocês acharam do capitulo? Katherine melhor amiga de infancia do Damon! Damon dizendo que pra ele, ela é como uma irmã! Elena achando que ela gosta dele muito mais que como amiga! Elena namorando o Stefan, e Damon sentindo ciumes, muito ciumes! O que acharam da atitude do Damon com a Elena? Esses dois amam se provocar né? Damon de dominador nesse hot? kkkkkkkkkkkkkkk Gente, nós amamos escrever esse capitulo, assim como estamos amando escrever a fic pra vocês! Comentem e digam o que estão achando! Imaginamos a Kath como a Cote de Pablo, a Ziva de NCIS. Quem não sabe quem é, tem o link com uma foto dela! Link: http://p1.pichost.me/640/1/1237296.jpg