Notas iniciais
Eu sei... eu sei... Vocês querem descer a porrada em mim... I'm sorry... I'm sorry... ._.
Mas me digam, como as senhoritas estão? ;333
Quero agradecer a recomendação da linda da Daenerys Targaryen *u* Muito obg florzinha pelo carinho e apoio ;D
Então pessoal... a short-fic ta na reta final... ._.
Capítulo anterior:
" Legal aquilo que você estava fazendo sobre os prédios.
É parkour, depois te ensino, picolé andante. Eu escutei o Tony te chamando assim uma vez, achei incrível. Nicole sorriu e Steve revirou os olhos. Filho de peixe, peixinho é, o que eu poderia esperar de uma Stark?."

BOA LEITURA POVO LINDO E ABENÇOADO! XD

Não havia sido difícil entrar na Torre Stark sem o Tony vê-los, afinal, este último se encontrava na oficina. Steve ajudou Nicole a sentar-se sobre a cama do quarto dela e em seguida colocou o joelho sobre o chão e ficou de frente para ela — ficando apenas alguns centímetros mais baixo que ela.

— O que foi? — Ele perguntou assim que percebeu o olhar cabisbaixo da loura. A cabeça estava abaixada e os olhos quase se fechavam.

Nicole suspirou.

— Estou cansada. — Jogou a cabeça para trás e deixou suas pálpebras se fecharem por fim.

— Aposto que sim, dorme um pouco, vai ser melhor. — Ele se levantou e colocou uma das mãos sobre o ombro dela, ela abriu os olhos e o fitou. — Como eu já disse, o Tony vai precisar de você sóbria, então dorme, ok?

— Por que você é tão legal comigo, mesmo eu sendo má com você? — Questionou-o.

— Temos que tratar o mal com o bem. — Sorriu.

Nicole surpreendeu Steve ao jogar os braços ao redor da cintura dele e encostar o rosto em seu abdômen, Steve arregalou os olhos e por alguns segundos ficou sem reação, até que suas mãos ganharam vida própria e passaram pelos fios do cabelo dela.

Faith não sabia o porquê de estar agindo daquela maneira tão sensível, talvez fosse o álcool falando ou talvez ela apenas estivesse esgotada demais para guardar seus sentimentos para si mesma e, em Steve ela encontrara um ombro amigo, alguém com quem pudesse desabafar.

— Falei com Happy e ele estava estranho, você está... — Tony congelou na porta do quarto de Nicole ao observar a cena, mas logo que Steve escutara a voz dele se afastara de Nicole. — O que está acontecendo aqui? O que você está fazendo aqui? — Perguntou ao Capitão, mas antes que ele pudesse responder, Tony adentrou ao quarto e olhou irritado para Nicole. — Você bebeu? Que cheiro de álcool é esse?

— Qual é? Agora vai dá um de preocupado? — Ela bufou e revirou os olhos. — E se eu tiver bebido? Não é da sua conta. — Levantou-se com um pouco de dificuldade e levantou a cabeça, o olhando dentro dos olhos. — Nunca foi da sua conta e jamais será da sua conta.

— A partir do momento que você entrou no meu carro você passou a ser preocupação minha sim, goste você ou não. — Tony travou o maxilar e estreitou os olhos. — E agora eu não posso nem me concentrar direito na Mark 42 porque eu me esqueci de que você é criança demais para tomar conta de si própria e não fazer nenhuma besteira. E você Capitão, o que...? — Tony foi interrompido pelos socos de Nicole por todo seu torso.

— Como você ousa dizer que eu sou criança e que eu não sei tomar conta de mim mesma? Como você ousa? Como?! Quem te deu esse direito Tony? Quem? — Steve não sabia o que fazer, ele ia tirar Nicole de cima do Stark, mas Tony conseguiu segurar as mãos dela, porém as palavras não cessaram de seus lábios e tão pouco as lágrimas, as traiçoeiras lagrimas. — Durante dezessete anos da minha vida eu me virei, sem você, e eu não morri, morri? Por acaso eu me tornei alguma drogada, uma garota depressiva e com pensamentos de morte? Me tornei uma garota de programa? Me tornei uma delinquente? Não! NÃO TONY! Se você não tivesse pedido a MINHA ajuda eu não estaria aqui, eu estaria sozinha e me virando muito bem! Eu não sou você que toma decisões inconsequentes e depois não sabe lidar com elas! — Se debateu, tentando se soltar, porém ela acabou caindo ao chão, ficando de quatro e com as lágrimas descendo até pousarem sobre o piso.

— São as atitudes que tomamos nos momentos de sofrimento que nos qualifica, Nicole. E no atual momento de luto pelo qual você está passando suas atitudes demonstram o quão instável e imatura você é. Você acha que é forte, acha que tem o direito de odiar eu e o mundo, mas o quanto de mim e do mundo você conhece?

Nicole riu sem humor.

— Olha quem fala.

— Em momento nenhum eu mencionei sobre como eu lido com o sofrimento, eu estou me referindo a você, mas já que você tocou no assunto. Eu também faço loucuras quando estou em sofrimento, mas eu nunca fui uma pessoa lá muito qualificada, mas eu admito isso, eu admito que às vezes eu possa precisar de ajuda, mesmo que isso fira bastante meu orgulho, mas eu tenho o bom senso de saber quando eu não consigo, e você? Você é uma garotinha que tenta se fazer de forte, só porque você perdeu sua mãe não significa que o mundo precisa parar pra te dá atenção. Não significa que você não precise admitir que é fraca, porque é exatamente isso que você é. Antes de qualquer coisa cresça.

— Digo o mesmo a você. — Contra atacou jogando seu corpo para trás e sentando-se ao chão.

— Quando eu prometo que vou salvar a vida de alguém, eu a salvo. Quando eu digo que sou filantropo não é apenas um status, eu realmente me preocupo com os mais necessitados, eu os ajudo. Eu fui crescendo no meio de pessoas que estavam ao meu redor apenas por interesse, eu era sozinho, nisso nós somos parecidos, mas ai a Pepper entrou na minha vida e as coisas mudaram e eu percebi que eu não precisava ser um lobo solitário. Tudo estava ótimo e ai você apareceu e a Pepper foi sequestrada, por acaso você está me vendo em alguma festa com mulheres sentadas no meu colo? Não, eu estou correndo contra o tempo para salvar a mulher da minha vida e pensando no quanto eu odeio sua mãe. — Nicole arregalou os olhos brilhantes pelas lágrimas e sentiu o sangue ferver em suas veias, mas antes que ela pudesse grita com Tony ele continuou: — Sim, eu a odeio porque ela tirou de mim a chance de te ver crescendo, a oportunidade de te segurar no colo e te fazer dormir, de te ver dando os primeiros passos ou de te ouvir dizer as primeiras palavras. Ela arrancou os momentos mais felizes que eu poderia ter tido na minha vida. E toda vez que eu olho pra você eu me lembro dela e quando eu quero saber mais de você, tudo o que eu consigo é sentir frustração e raiva! Eu odeio sua mãe! — Dito essas palavras ele se retirou do quarto em passos duros e velozes.

Nicole sentiu todos os pelos de seu braço se eriçar e as lágrimas descerem por seus olhos como uma corrente d’água sem fim. Ela dobrou as pernas e as abraçou com os braços e por fim ela escondeu o rosto entre os joelhos e chorou mais, apenas chorou. Parecia que sua boneca de pano estava disposta a ir para casa com ela, porém havia muitos sentimentos perversos de medo, frustração, dor e raiva para serem superados ainda.

— Ei. — Ela ouviu a voz de Steve soar próximo ao seu ouvido direito e o calor do corpo dele emanar para o seu. Ele estava perto, perto demais. — Já é um começo, certo? Agora você sabe que ele se importa com você e que se ele tivesse conhecimento do sua existência ele teria te amado muito, tanto quanto eu acho que ele já te ama, apenas dê um tempo para ele. Você consegue fazer isso? — Steve ouviu apenas o choro dela como resposta e depois ela se jogou sobre os braços dele e o abraçou fortemente. O louro suspirou e fechou os olhos, a abraçando de volta. — Sim, eu estarei ao seu lado.

Os olhos da Faith se viraram na direção da janela e ela presenciou os últimos raios de sol desaparecer no horizonte. Ela estava envergonhada pelo fato de ter bebido e de ter agido tão desesperadamente, mas ela estava desesperada, o que o Tony esperava dela? Que ela fosse uma garotinha comportada e que aceitasse todas as negações dele como um abraço confortador? Que tipo de idiota ele era?

Ela se levantou e terminou de enfaixar o braço — ela já havia enfaixado as duas mãos. A tarde se passou com ela dormindo, não tinha se passado muito tempo desde que ela havia acordado e ido tomar banho. Finalmente — depois de tanto tempo — ela vestiu suas próprias roupas: calça jeans preta com marcas de rasgos nos joelhos, que a própria fizera, camiseta de alça vermelha e o all star preto com branco — algumas pessoas deixam os tênis encardirem, sim Nicole entrava nessa categoria, mas Hannah não, e ela brigava tanto com Nicole para que ela lavasse seu tênis, mas a loura nunca dava ouvidos, então Hannah era quem o lavava.

Nicole deixou o cabelo solto e saiu do quarto indo para a cozinha, seu estomago reclamava loucamente por algo comestível, por fim ela optara pelo o de sempre: um sanduiche vegetariano e um copo de suco. Ela sentou-se na bancada e comeu. Sua cabeça parecia que ia explodir a qualquer momento, depois que ela se alimentou ela encostou a testa na bancada fria e suspirou.

— Cabeça doendo? Isso que dá beber. — A voz de Steve se fez presente na cozinha, Nicole no entanto nem se movera.

— Ainda não foi embora garoto bandeira? — Provocou pelo fato do uniforme de Rogers ser parecido com a bandeira dos EUA.

— De todas as coisas terríveis que você poderia ter puxado do Tony você puxou logo o senso de humor ruim?

Nicole levantou a cabeça e sorriu, jogando de ombros.

— Sabe como é, era isso ou ser rodada pelo Brooklyn.

— Rodada? — Perguntou confuso, ainda encostado na lateral da porta aberta da cozinha.

— Ah, é que eu esqueço que você é um Matusalém recém-congelado. — Desceu da banqueta e colocou o prato e o copo sujo dentro da pia, ela até que iria lavar, mas suas mãos estavam feridas e enfaixadas.

— Muito engraçado. — Respondeu sério.

— Obrigada. — Ironizou e passou pela porta, esbarrando nele propositalmente.

— Está desculpada. — Disse a fitando dentro dos olhos.

— Eu não me lembro de ter te pedido desculpas, Capitão. — Arqueou uma sobrancelha.

— Me refiro quando você estava vomitando no vaso sanitário que fica no banheiro do seu quarto e eu estava segurando seu cabelo, você meio que não é boa de mira e acabou acertando meu pé. — Foi à vez dele de jogar de ombros. Nicole segurou a respiração e arregalou os olhos. Steve que estava sério abriu o mais lindo sorriso que Nicole poderia ter visto um dia em toda sua vida.

— Você não está falando sério.

— Você nunca saberá. — Ele tirou uma mexa do cabelo dela que estava caído sobre seu rosto e o colocou atrás de sua orelha. — Agora estamos quites. — Sorriu e se afastou, indo em direção à oficina.

Nicole semicerrou os olhos e sorriu. Como se aquilo fosse fazê-la parar de provocá-lo. Nunca.

Alguns segundos depois que Steve chegara à oficina Nicole também chegara. Tony já estava usando a Mark 42 e agora fazia testes na mesma, felizmente estava tudo como deveria estar. Ele abriu a parte da face na armadura e sorriu para os dois.

— Estamos prontos, vamos para Las Vegas.

Steve cruzou os braços sobre o peito e assim como Tony, sorriu. Nicole inspirou bem o ar e acabou por sorrir também.

Nicole tentava se distrair com qualquer coisa, por mínima e insignificante que fosse, apenas para não pensar no ocorrido de mais cedo com Tony lhe dizendo todas aquelas coisas, sim, o fato de ela tentar evitar pensar naquilo apenas comprovava o que o Tony lhe dissera sobre o fato de ela não admitir as coisas. Então era isso, o Tony estava certo, ela não queria admitir o fato de não admitir.

— Eu presumo que vai ser mais fácil para você colocar esse comunicador — Tony, que estava sentado na fileira oposta da de Nicole e Steve, no avião, disse erguendo um comunicador entre os dedos da mão esquerda —, assim eu vou te dizendo o que você deve ou não fazer.

— Ou seja, você presume que eu seja burra ao ponto de não conseguir seguir algumas instruções. — Respondeu sem o olhar, o céu havia roubado toda atenção de seus olhos.

— É você quem está dizendo, não eu. — Revidou.

— Experimenta me dizer agora, não quero ter que ficar ouvindo sua voz no meu ouvido, isso só vai me deixar mais nervosa.

— É esse tipo de reação que minha voz sussurrada no ouvido causa nas mulheres.

— Argh, eu sou sua filha, tenha respeito. — Queixou-se fazendo uma careta.

— Você é quem está levando para o lado malicioso da coisa. Que garota estranha você é.

— Para com isso Tony. — Ela o olhou como se a qualquer momento fosse tirar o sinto de segurança e lhe dá uma voadora.

— Parar com o que?

— Parar com o que? — Repetiu suas palavras sarcasticamente.

— Será que vocês conseguem não brigarem? — Steve perguntou.

— Não! — Os Stark disseram ao mesmo tempo e depois se olharam com os olhos semicerrados, na verdade apenas Nicole o olhava assim, ele estava apenas a imitando e a provocando.

— Você nasceu com o que? Um quilo?

— É, 700 gramas só de cérebro.

— Vejo que assim como seu corpo ele também não evoluiu.

— O fato de eu não gostar de física não quer dizer que eu não seja inteligente.

— É? No que você é inteligente, então? Qual curso você quer fazer na Universidade? Preguiçologia? Dormiologia? — Steve não conseguiu prender o riso.

— Estou surpresa de que você tenha finalmente entendido uma piada, garoto bandeira. — Revirou os olhos e encostou a cabeça no vidro da janela. — E não, eu não vou cursar preguiçologia e muito menos dormiologia. É meio tenso você cursar algo em que você já tem doutorado. — Respondeu a altura.

— Hm, então qual curso você vai fazer, doutora Faith?

— Não sei.

— O que? Como assim você não sabe? Você disse que só iria para a Torre comigo se eu pagasse a sua faculdade e ai você me diz que não sabe nem o que vai cursar?

Nicole o fitou.

— E as pessoas ainda te chamam de gênio? — Repetiu o que havia lhe dito na noite da pizzaria. — Eu só não queria ficar sozinha Tony, eu só não queria ter que passar pelo luto da minha mãe sem ninguém ao meu lado, mas veja só, mesmo eu estando na sua casa foi como se eu estivesse sozinha, então tanto faz como tanto fez.

— Eu estava ocupado.

— É o que você sempre diz. — Sorriu sem humor e encostou a cabeça na poltrona.

— Uma vez você me perguntou o porquê de eu não gostar de você, então eu te pergunto agora: por que você não gosta de mim? — Tony perguntou de repente.

— Você não chegou a respondeu a minha pergunta, então por que eu deveria responder a sua?

— Porque você é melhor do que eu.

Dentro do avião o silencio se fez presente, deixando um ar pesado entre os passageiros, mas Nicole ignorou a situação, ela virou o rosto e fitou o céu escuro daquele domingo de junho. Porém assim como das outras vezes Steve puxara assunto e Tony que havia virado o rosto na direção contrária da deles retornou a olhá-los.

— Como você conseguiu essa cicatriz na parte superior do lábio?

Aquela perguntou fez com que a imaginação de Nicole brincasse com ela e a levasse a um dia triste da sua infância.

— Em um passeio da escola até o parque aquático que o governo dera a nossa escola. Eu não sabia nadar, bem, até hoje eu não sei — sorriu amargamente — e alguns garotos me jogaram na piscina dos golfinhos, mas antes de eu cair na água eu escorreguei tentando me segurar em alguma coisa e acabei batendo a boca na quina da piscina.

— Eu sinto muito. — Steve se prontificou em dizer.

— Três pontos. — Jogou de ombros. — Tudo bem, em troca minha mãe me deu uma boneca de plástico. — Sorriu divertida dessa vez.

— E o que os golfinhos fizeram com você? — O louro perguntou curioso.

— Felizmente a piscina estava vazia, eles estavam no tanque. Quando os garotos viram o sangue na piscina eles me puxaram novamente, mas já era tarde e a suspensão deles já era certa.

— Se você me der o nome deles haverá outra coisa certa para eles. — Tony se pronunciou fazendo Nicole rir discretamente.

O suor brilhava sobre sua testa na mesma intensidade em que a Lua no céu negro de Las Vegas. O que era aquilo que ela estava sentindo? Seu coração galopava loucamente dentro de seu peito, suas mãos enfaixadas tremiam e parecia que a qualquer momento seus pés iriam vacilar a fazendo cair de cabeça dentro daquela passagem tão pequena. E se fosse estreito demais e ela ficasse presa? E se o oxigênio lá em baixo não existisse e ela morresse pela falta do sopro da vida em suas narinas? Toda sua pele parecia está pegando fogo e sua mente estava fervilhando. O que eram aquelas sensações? Sua mente gritava compulsivamente para que ela corresse dali o mais rápido que ela conseguisse. O sangue parecia carga elétrica passando por suas veias até chegar ao coração acelerado. Aquilo era adrenalina? Não, estava mais para pânico.

— Vem. — A voz de Tony a trouxe a realidade mais uma vez e ela piscou os olhos assustada. Ela tentou puxar o ar para seus pulmões para ela não conseguia achá-lo.

— Acho que ela vai desmaiar. — Rogers comentou arqueando uma sobrancelha.

— Qual é garota? — Tony caminhou até Nicole e colocou as mãos sobre os ombros dela. — Não chegamos até aqui para você amarelar.

Nicole olhou dentro dos olhos de seu pai e umedeceu os lábios com a ponta da língua e os separou em seguida, puxando o ar. “Promessa é promessa” ela pensou.

— É seguro? — Perguntou oscilando entre uma silaba e outra.

— Se não for eu deixo você puxar meu pé à noite. — Disse passando o polegar sobre a maçã do rosto dela, onde havia um hematoma pela tapa que Rupert havia deferido nela na manha em que Pepper tinha sido sequestrada.

— Puxar o pé? — Caminhou até o buraco e sentou-se no chão. Em seguida colocou os pés no local oco. — Eu vou é cortar seu pescoço com uma faca e... — Ela foi interrompida por seu próprio grito.

Steve e Tony tentaram segurá-la, mas já era tarde demais, pois Nicole descia pelo buraco sem chances de se prender a alguma coisa, sem chances de desacelerar a queda... sem chances de parar.

Notas finais
E ai, estão gostando? *u*
Em breve irei responder a todos os reviews, ok? Não deixem de mandá-los me dizendo o que estão achando da história que já está em seu desfecho! ;D
Bom final de semana princesas, fiquem com Deus! Beijooos! ;**