Boa noite, bom dia
4 IV — Azul.
Notas iniciais
Ponto de vista de Luiz.
A sua cabeça era encostada em meu peito, e eu poderia jurar que ele a qualquer momento poderia se desmanchar em minhas mãos. Como uma pétala de flor malcuidada poderia se condenar. Ele tinha sido condenado e arrumava os pedaços que restavam, remendando-os de forma desastrada. O vestido de um vermelho doentio, quase rosado, como a crua carne, como um amuleto, ele me surpreendia que ainda tinha alguma força no olhar.
Um fogo brando, de que poderia ter visto o bastante. Um fogo que renascia, era apenas o sono o despertar.
E o beijo de bom dia era o meu.
Notas finais
Até!
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