Blodyn
1 Prólogo
Notas iniciais
Bom, eu criei a base dessa fanfic enquanto eu estava em um casamento muito legal, para não dizer o oposto. Eu fiquei o casamento inteiro jogando no celular e pensando na fanfic.
Uma coisa que eu acho muito chato quando acontece é quando eu estou lendo uma fanfic que começou a pouco tempo e tem alguns "favoritos" e uma quantidade boa de visualizações, mas não tem nenhum comentário. Então, se vocês puderem, façam críticas sobre a fanfic, mesmo que a crítica seja ruim. Isso ajuda muito!
Espero que gostem! ♥
Como na maioria dos dias, o clima estava quente e úmido. A maioria das pessoas estava tentando fugir do calor na piscina, nos quartos com ar condicionado e nos shoppings. Porém, nem todo mundo estava aproveitando o dia assim.
Nicholas estava desembalando as caixas no seu quarto. Ele tinha acabado de se mudar e estava achando estranho. Sempre dividira o quarto com as irmãs e agora teria um só para ele. Fora isso, a casa era enorme. Umas cinco vezes maior do que o apartamento onde morava.
No total eram seis pessoas na família, mas moravam juntos apenas cinco pessoas: os pais dele, sua irmã gêmea Eduarda, a irmã do meio Antônia e ele. A irmã mais velha, Chleo, já tinha se formado na faculdade de direito e estava de casamento marcado.
Os cinco dividiam um apartamento de um quarto antes de se mudarem. Os pais acumularam dívidas absurdas por causa de um golpe na antiga empresa do pai.
Entretanto, uma coisa muito boa aconteceu: o avô de Nicholas, que ninguém sabia onde estava antes, morreu e deixou uma herança muito generosa para sua filha. Assim, eles quitaram as dívidas e compraram a casa.
. . .
O dia estava ensolarado e agradável, ao contrário do que Flor conhecia nos dias de verão. Flor estava no jardim deitada olhando para as nuvens. Ela tentava entender como as pessoas viam forma nas nuvens. Para ela, era tudo a mesma coisa, assim como todos os dias.
Ouviu passos na grama. Logo depois alguém deitou ao seu lado. Flor sorriu.
—O que você está tentando descobrir? –a pessoa perguntou
—Como as pessoas conseguem ver formas nas nuvens –ela se virou.
—Fumando muita maconha –os dois riram –Vamos fazer um bolo, maninha?
—De maconha? –ela caiu na gargalhada e ele sorriu.
—Ainda não encontrei nenhum fornecedor na cidade — respondeu fazendo careta.
Ele levanta, pega a irmã no colo e sai correndo em direção a casa.
Notas finais
Obrigada por lerem! Vou tentar posta uma vez por semana. :)
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