Notas iniciais
Sério véi, eu amei esse capítulo não sei porque. '-'
Ele esta um lixo, mas gostei dele. '-', acho que é porque o meu gostoso do BB esta na história >
Gostaria de dar boas-vindas a MaryVitoria. Agradecer a Diisco, a Ushio e a Toshio pela força >< , beeeeeeeem e pedir uma coisa as quatro, eu preciso de nome de três meninas pra por na fic. Posso por o nome de vocês? e.e'
queria pedir desculpas pela demora, minha irmã gêmea, teve uma crise alérgica ai tive que ficar no hospital com ela e a mammys ontem. z/
Espero que gostem, vejo vocÊs ládebaxu. é/

Mas se aquela garota estava com o Near, então significa que ela era a nova... ah... Lawliet seu danadinho. Ri comigo mesmo, limpando o 'liquido avermelhado' da faca em minha blusa e indo a passos largos atrás daquelas criaturas.



Continuação .. Feat Beyond.



As vezes me surpreendo em como esse lugar é maldito. Fui criado aqui, mas ainda não consigo me acostumar, dor, sofrimento, tristeza, angustia, culpa.. Tantas coisas presas nas paredes deste orfanato. Tanta história, tantas..



mortes.



E não, elas não vieram de mim e sim de algo mas além. Pessoas morrendo do nada, solidão, assassinatos, suicídios. Tudo aquilo de ruim que alguém pode imaginar.. Tanta angustia presa neste lugar....



Andei mas rapidamente pelos extensos corredores, guardei minha faca atrás da calça, presa ao cinto e fechei meus olhos. Não aguentava mas abrir os olhos e sentir a dor que aquele lugar pulsava em minha direção. Wammys House ... Death House.

Feat Aléxis.



Que maldito lugar era aquele? Tão escuro... Mal abri a porta e um cheiro absurdo invadiu minhas narinas. Possuía um 'aroma' estranho.. Mofo, sujeira e .. érm .. putrefação?



Estremeci com aquele pensamento. Não poderia haver putrefação ali, porque não haviam corpos a se decompor.. Não poderia, era um orfanato. Sem lógica aquilo ...Tão tentador...



Sabe aquela voz'inha que fica em sua mente dizendo o que deve e o que não deve fazer? O que é certo e errado?



Então, eu não tenho essa voz em minha mente, ou se tenho ela é surda & muda. Porque, como uma completa retardada psicótica eu comecei a descer as escadas que se abriam a minha frente, estreita. Comecei a descer por ali apesar de estar em uma completa escuridão.



Cada passo que eu dava, ouvia algo ranger. Talvez a escada fosse de madeira sabe.. Tinha que ser. Cada passo era um crac, clac, créeec diferente. Me arrepiei ao ouvir algo batendo. Porque SERÁ QUE NÃO TENHO A MALDITA VOZ?



Descia cada vez mas aqueles degraus. O ar começava a ficar mas pesado a medida em que ia descendo por ali. Será que eu iria chegar ao inferno? Gostaria de pegar um autografo do Michael Jackson.



PUTA MERDA! CARALHOS FLAMEJANTES! MARIO-VERDE! Comecei a correr pelas escadas em desespero. Caralho algo tinha tocado meu braço PELO AMOR DE DIO MIO!



– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH — Sai em disparada por ali, algo tinha tocado meu braço, eu juro, EU JURO. OH MY GOD. ALGO TOCOU MEU BRAÇO AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH. Quanto mas eu corria, mas o que estava atrás de mim apertava o passo também. Parei subitamente, vendo que não havia mas para onde descer.



– AH NÃO ME COMA, EU SÓ TENHO OSSO E PELE! NÃO TENHO MAS NADA! AAAAAAAAAAAAH, PLEASE!

Feat Near.



O que será que essa garota anda fumando? Eu não iria comer ela.. Bem, não agora. Um sorriso um tanto que malicioso percorreu meus lábios.



WTF? NÃO AGORA? No que estou me transformando?! Eu não iria comer essa garota.. quer dizer, érm .. N-Ã-O!



– Ah, fica quieta, sou eu.



– Ahhh é você Branquelo! Que susto, pensei que fosse outra cois...



– Outra coisa, tipo eu? — Uma voz rouca ressoou pelo local, fazendo com que meu sangue gelasse. Sensação estranha.

Feat Beyond.



Sabe, é por isso que eu prefiro geléia de morango do que chocolate.



– Outra coisa, tipo eu? — Mal acabara de pronunciar tais palavras e algo veio zunindo em direção ao meu rosto, atingindo meu nariz em cheio. Cai no chão, infelizmente estava sangrado e provavelmente iria desmaiar em 3...2..1.. e pois é, desmaiei.



Flashback Beyond. ~~



Continuei a percorrer pelos corredores quando vi aquele ser esbranquiçado entrando em uma das portas, uma porta que eu conhecia muito bem. O porão.



Engoli em seco ao pensar em minhas lembranças daquele lugar. Girei a maçaneta, e fechei a porta atrás de mim em um estrondo. Que droga. Fui descendo os degraus a passos rápidos, ouvindo que alguém á baixo, começava a gritar. Apertei o passo, dessa vez correndo atrás do branquelo e eu creio que da garota arco-íris. Quando cheguei ao fim, ao solo as vozes deles já eram nítidas ali.



– Ah, fica quieta, sou eu. — A voz do como é mesmo o nome, Near? Fez-se ouvir, andei até ele.



– Ahhh é você Branquelo! Que susto, pensei que fosse outra cois... — E sim a arco-íris humana estava lá. E se ela estava lá, que tal uma leve brincadeirinha ein?



– Outra coisa, tipo eu? — Falei, forçando minha voz, transformando-a em algo mas assustador. Em questão de segundos, algo metálico voou em direção a meu rosto, acertando-me em cheio.



Flashback off, Beyond. ~~

Feat Aléxis.



– Outra coisa, tipo eu? — OHMEUSDEUSTODOPODEROSOPAIDOCÉUEDATERRAVIRGISANTISSIMA! O que era aquilo? AAAAAAAAAH, TINHA ALGO LÁ ALÉM DO MEU BRANQUELO. AAAAAAAH , E sim Meu branquelo. Problem?!



Não pensei duas vezes, ainda estava com a panela de brigadeiro em mãos. Impulsionei o braço para trás e depois para frente e a panela foi zunindo em direção ao local que eu acho que estava a voz... E pelo jeito eu sou foda, porque acertei algo.



Ouvi Near soltar um suspiro e depois algo caiu no chão com um baque surdo,corri em direção ao albino, passando os braços pelo pescoço dele em um abraço meio desajeitado, ao meio da escuridão.



– N-Near, q-quero s-s-air daqu-i. P-por favor. — Falei com voz chorosa. Senti os braços dele envolvendo minha cintura.



– Sim, sim. Já vamos, mas afinal o que é que você acertou? — Ele se distanciou de mim, dando um chute naquela 'coisa' que estava caída no chão ao nosso lado. Senti Near se distanciar cada vez mas e por fim as luzes daquele local se acenderam.



– Ah sim, aqui é o porão. — AVÁ, NEM IMAGINEI! PARABÉNS SR. ÓBVIO.



– Tá, tá. Mas quem é esse ser ai no chão? — Near voltou para o meu lado, fitando aquela criatura quase tão branca quanto ele que estava coberto de chocolate e de um liquido vermelho.



– Este é Beyond Birthday, creio eu. Ou parte dele, já que pelo que me parece, você quebrou o nariz dele. — Near deu novamente um chute naquele corpo, que parecia inerte. Beyond se mexeu ao sentir o golpe. Seus olhos com aquelas grande orbes escarlates se abriram, fitando-me diretamente. Estremeci com aquilo.



– CARALHO, SUA GAROTA DO INFERNO!



– AAAAAAH, O QUE VOCÊ QUERIA? VOCÊ ME ASSUSTOU, SÓ ME DEFENDI! — Ele se levantou tão rapidamente, me assustei novamente com aquilo, Que droga, estou me assustando demais.



A criatura estranha continuou a vir em minha direção, levou a mão para a parte de trás de seu corpo e puxou uma faca com ponta serrilhada.



– Você vai pagar pelo que fez com meu lindo narizinho! — A ponta da faca encostou em meu pescoço, era gelada e aquilo me fez estremecer, não de medo, mas não sei explicar o que era ... Era bom. Dei alguns passos para trás, ficando encurralada na parede, com ele a minha frente. Parecia que estava rosnando. Pensei em falar; Rex Senta. Mas acho que seria pior..



– Hm, hm. (~~le tentativa fail da autora de criar um pigarro~~) Sr. Beyond Birthday, poderia soltar a Senhorita Vettra? — Near disse, já ao lado do estranho que fez o que ele pediu.



– Tá, tá. Desculpe-me Senhorita Vettra, isso não voltara a se repetir. – Ele se afastou de mim, guardando a faca.



WTF? O branquelo acalmou o ser estranho? Como isso?



– Eu só segui vocês dois, porque tenho um recado do Lawliet. — E com aquela frase, meu coração parou, meu sangue gelou, e meu mundo Caiu. O que aquela criatura na qual se auto-denomina Detetive L, quer?


Notas finais
eeeeeeeeeeeeeeeeeeaê gostaram? *-*
~~sei que não, aiai ~~
Queeem vai deixar reviiiew da um sorrisinho. :D
~~ le é a unica a mostrar as cáries~~
Então, tá. #bubu :< , até o próximo capitulo.