Blessing In Disguise

53 Capítulo 53 Can you shut up and let me talk?!


Notas iniciais
gente,,demorei pq troquei de pc,,dai ceis sab nehh,,hehe,,e Julie,,eu entro no msn,,mas eh que vc estah sempre nu celular... =P,,,,,e vlw os reviews,,,eu amo vss,,,,de vdd,,,serio mesmo

Depois disso ele saiu do banheiro com uma cara que me dava um profundo remorso. Nunca havia visto ele daquela maneira. Eu nunca poderia imaginar que Gerard fosse tão ciumento, e sem motivo algum!Se eunainda tivesse beijando-a como ELE estava fazendo com Bert, eu compreenderia, mas eu não estava fazendo nada!

Eu poderia sair correndo atráz dele gritando feito louco, pular encima dele, aplicar um golpe de muay thay, desmaia-lo, amarra-lo em um cativeiro amordaçado e esperar que ele acordasse para que pudesse me ouvir...(?). Well, eu até poderia fazer isso, mas sou muito fraco e covarde para isso, e além do mais estava muito ocupado fazendo a coisa inútil que pessoas inúteis como eu sempre fazem nesses momentos: chorando feito um bebê de colo.

Depois daquilo eu realmente não tinha mais clima nenhum para " passeinho sem imoportancia" , então simplismente saí do banheiro e fui embora sem nem sequer avisar Izabella... ela que se virasse, pois o carro estava com ela... eu realmente só queria ir embora, depois eu arrumo uma boa desculpa para ela.

Saí sem rumo... não vi Gerard com Bert... quando estava já na porta, Bert me parou e perguntou por Gerard. Disse que não o havia visto, ele disse que ele havia sumido, e eu apenas dei de ombros e saí sem olhar para tráz... " ele deve ter feito o mesmo que eu...".

No momento implorei poe encontrá-lo no caminho, ainda que ele não quizesse falar comigo, eu iria pelo menso vê-lo... ah se ele soubesse a falta que senti dele toda a tarde. Ele foi muito injusto comigo...

De repente me varou um medo de perder Gerard... um traço de dor perfurava meus olhos, e sentia como se estivesse engolindo navalhas... Toda aquela dor e incerteza mistura a insegurança estavam me deixando em um estado redondamente agoniante. Quando me dei conta já nem sabia onde estava, então me sentei no meio-fio e abaixei a cabeça em uma tentativa frustrada de me situar, o que foi envão. Olhei para traz por impulso e pude enxergar ainda embaçado devido as lágrimas um bar, daqueles bem imundos, barra pesada... no meu estado normal eu jamais nem me aproximaria de um lugar como esses, mas eu realmente não estava em meu estado normal, então não pensei duas vezes antes de me sentar em uma de suas cadeiras imundas e pedir uma "dose da coisa mais forte que tiver", e logo aquele cara gordo e mal-cheiroso me entregou um copo com um líquido branco, meio amarelado e que tinha um cheiro de alcool muito forte. Não exitei e virei em um só gole, sentindo aquele líquido me " tostando" por dentro, era como se estivesse sendo derretido vivo, e aquele gosto de alcool que ficara em minha boca queimava. Realmente beber " não resolve os problemas", mas pelo menos no meu caso me ajudava a esquece-los nem que fosse por um segundo.

Me levantei meio cambelando, ainda devido ao efeito imediat daquele drink, e fui vagando pelas ruas em busca de qualquer coisa que pudesse me levar para casa, então avistei um táxi e entrei dentro dele, dizendo-o o caminho de casa.

Cheguei em casa entregando algumas notas na mão do taxista sem nem sequer parar para contar, mas que pelo sorriso que ele fez deveria ser uma quantia um tanto alta para um corrida de 20 minutos.

Desci e não tive coragem de entrar em casa. A noite já havia caído e agora as estrelas pesavam sobre minha cabeça. Me sentei no meio-fio novamente e lá fiquei. Estático. A apreciar a visão da casa dos Way. Procurando por Gerard a cada movimento que era possível se ver por entre as sombras das cortinas. Me entreguei novamente ao pranto e me deitei sobre aquela calçada imunda, enquanto apreciava o silencio daquela rua vazia que era quebrado apenas por meu choro baixo e dolorido.

De repente, vejo uma sombra que desce a rua na escuridão daquela noite sem lua. Meu coração desparou no momento, e sem nem mesmo pensar em nada fui andando em direção a aquele que nem eu mesmo sabia quem era, mas logo percebi que era Gerard. Seus olhos estavam inchados, e sua expres~são deixava clara sua dor, que provavelmente seria ainda maior d que a minha. Ele pasou por mim indiferente, e pude perceber uma lágrima que escorria enquanto ele passava por mim se esforçando ao máximo para não me encarar. Meu coração estava muito apertado, e os drinks que tomei antes porvavelmente me ajudaram a fazer algo que não pensei que conseguiria naquele momento. Me virei para a sua direção e chamei seu nome, que logo me olhou bem profundo nos olhos dizendo coisas como as que antes havia me dito, até que eu, num momento repentino de raiva, gritei, sem nem ao menos perceber, mas gritei com ele...

F: Você pode calar a boca e me deixar falar!?

Notas finais
oO,,,gorinha eu vorto,,vo almoçar bem ligerim,,Bjuxxx